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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
A cenografia de André Cortez e "Rosa de Vidro" no SESC (São Paulo,SP)
Cenografia que nunca sai de cartaz
André Cortez é cenógrafo, oito vezes indicado para o Prêmio Shell e vencedor em duas ocasiões
IGOR GIANNASI - Agência Estado
Ele é cenógrafo, oito vezes indicado para o Prêmio Shell e vencedor em duas ocasiões. Mas para definir sua profissão, André Cortez, mineiro de Ubá, empresta o conceito da colega Daniela Thomas, com quem trabalhou por cinco anos: "Nós somos como motoristas de táxi. Eles chamam, eu paro, abro a porta e pergunto pra onde vamos?" Nesse trânsito que não dá trégua, seus trabalhos estão em cartaz há mais de dez anos, espalhados pelos mais diversos espetáculos na cidade de São Paulo e em outras localidades do País. Agora desenvolve, com o renomado diretor Emílio Di Biasi, um de seus próximos projetos, com estreia prevista para maio: a obra shakespeariana A Tempestade.
Durante o curso de arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte, era comum para Cortez, cenógrafo e figurinista, ser confundido como aluno da faculdade de Belas Artes, já que lá ele fazia todas as disciplinas opcionais que podia, além de frequentar galerias de arte na capital mineira - e, claro, as festas organizadas pelos alunos de Artes Plásticas. "Quando terminei o curso, eu saquei que a cenografia juntava a arquitetura e as artes plásticas, além de apresentar uma coisa nova na minha vida que era a dramaturgia", comenta.
No ano em que se formou, em 1996, acabou participando de um curso rápido de cenografia do FIT (Festival Internacional de Teatro, Palco e Rua) da capital mineira. Por achar que estava ainda "aprendendo teatro" nessa época, Cortez só considera mesmo seu primeiro trabalho a peça Dois Perdidos Numa Noite Suja, de Plínio Marcos, que realizou um tempo depois. "Isso já marcou o início de um teatro superunderground, foi um inaugural significativo para mim. E também porque logo nesse primeiro trabalho eu fui indicado e ganhei os dois prêmios que têm na cidade", conta. Para aprimorar a técnica, ele fez um curso de cenografia e figurino no CPT (Centro de Pesquisa Teatral) do diretor Antunes Filho, na capital paulista, em 1998, isso antes de se fixar na cidade, onde mora há 11 anos (período em que não parou de colaborar com parceiros do teatro mineiro).
Desde esse início impactante para sua carreira, Cortez também criou ambientações para as histórias de outros autores de peso da literatura e da dramaturgia nacional e mundial, clássicos e malditos. Nelson Rodrigues, William Shakespeare, Fiódor Dostoiévski, Hilda Hirst, Luís de Camões são alguns desses nomes. Dos tempos de BH, teve e mantém parcerias com diretores como Rodrigo Campos, Carlos Gradim e Yara de Novaes. Também dividiu projetos com a cenógrafa e diretora Daniela Thomas, além de trabalhar com Jô Soares, Antônio Fagundes, Paulo Autran, Cristiane Tricerri, Aderbal Freire-Filho e Emílio Di Biasi. Com Daniela, levou o prêmio Shell de melhor cenário pela peça "Pai", em 1999, além do APCA.
Literatrura Fantástica - Um dos mais recentes espetáculos que conta com a assinatura de Cortez na cenografia é a adaptação de três contos do autor mineiro Murilo Rubião - O Amor e Outros Estranhos Rumores -, que ficou em cartaz no Teatro Tuca, em São Paulo, até ontem. "No Brasil, ele é o fundador da literatura fantástica, quando nem existia esse termo", explica. A montagem foi mais um trabalho com o Grupo 3 de Teatro, que tem no elenco os atores Débora Falabella, Maurício de Barros, Rodolfo Vaz e Priscila Jorge e direção de Yara. Com o mesmo grupo, Cortez também fez a cenografia de O Continente Negro, do chileno Marco Antônio De La Parra, e de A Serpente, de Nelson Rodrigues, com a qual ganhou o Prêmio Shell de 2005 pelo cenário.
Ainda no universo de autores clássicos, Cortez fez o cenário da peça Rosa de Vidro, em cartaz no Sesc Consolação, com direção de Ruy Cortez (sem nenhuma relação de parentesco) e texto de João Fabio Gabriel, inspirado livremente na vida e na obra do dramaturgo americano Tennessee Williams. No cenário concebido por Cortez para esta produção, sutilezas como o cobrir e descobrir de uma grande toalha, escondendo e revelando partes do ambiente que cada cena pede, ajudam a compor o clima dos anos de depressão americana no início do século passado e a abrigar as angústias e esperanças de um jovem funcionário de armazém que sonha em ser escritor e convive com pressões maternas e a loucura da irmã mais nova.
Em outra parceria com Ruy, ele criou o cenário de Nomes do Pai, espetáculo inspirado nas obras Carta ao Pai, de Franz Kafka e Cartas a um Jovem Poeta, de Rainer Maria Rilke, em que os atores comunicam-se por meio de gestos e expressões. "É muito próximo da dança", comenta o cenógrafo. Para reforçar o tema da relação entre pai e filho, Cortez propôs ao diretor um cenário marcado por um sol - "Não tem coisa mais masculina" -, inspiração que teve a partir da obra do artista dinamarquês Olafur Eliasson, que recriou o astro em um projeto para o museu Tate Modern, em Londres. "Esse espetáculo ficou uma delícia. Classudo e intimista", considera o cenógrafo. A peça esteve em cartaz no Teatro Ágora no ano passado e deve retomar as apresentações em breve.
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terça-feira, 30 de março de 2010
Lima Barreto: Cenografias, no SESC Consolação (São Paulo, SP)
Olá,
Neste fim de semana começou uma exposição sobre o Lima Barreto no sesc Consolação, que é o resultado de uma pesquisa sobre o Lima Barreto realizada por um grupo de cenografia no cpt, em que cada pessoa do grupo produziu uma ou mais maquetes inspiradas em obras do Lima Barreto.
Eu tive oportunidade de fazer parte desse grupo e acho que surgiram resultados bem interessantes.
Espero que gostem.
abraço,
Juliana Lobo
Lima Barreto: Cenografias
SESC Consolação
27/03 a 30/04.
Segunda a sexta, das 9h às 22h. Sábados e feriados, das 9h às 18h.
links sobre:
http://centropesquisateatral.blogspot.com/2010/03/lima-barreto-cenografias.html
http://catracalivre.folha.uol.com.br/2010/03/romance-triste-fim-de-policarpo-quaresma-ganha-adaptacao-para-o-teatro/
Neste fim de semana começou uma exposição sobre o Lima Barreto no sesc Consolação, que é o resultado de uma pesquisa sobre o Lima Barreto realizada por um grupo de cenografia no cpt, em que cada pessoa do grupo produziu uma ou mais maquetes inspiradas em obras do Lima Barreto.
Lima Barreto
Eu tive oportunidade de fazer parte desse grupo e acho que surgiram resultados bem interessantes.
Espero que gostem.
abraço,
Juliana Lobo
Lima Barreto: Cenografias
SESC Consolação
27/03 a 30/04.
Segunda a sexta, das 9h às 22h. Sábados e feriados, das 9h às 18h.
links sobre:
http://centropesquisateatral.blogspot.com/2010/03/lima-barreto-cenografias.html
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sexta-feira, 5 de março de 2010
Curso (à distância) de Cenografia c/ Carlos Di Pasquo / CELCIT
Centro Latinoamericano de Creación
e Investigación Teatral
1975-2010. 35 años al servicio del teatro argentino y latinoamericano
http://www.celcit.org.ar/
Talleres y cursos a distancia 2010
ESCENOGRAFIA / Carlos Di Pasquo
Abril a julio
Para estudiantes o profesionales de cualquier disciplina artística o técnica, relacionada con las artes escénicas
Ultimos días de inscripción
CONTENIDOS. Enfrentar el problema del diseño escenográfico, basándose en los requerimientos funcionales y el contenido de la imagen. Abarca el análisis de la puesta en sus diversas etapas y el desarrollo de la idea de diseño. Cada propuesta será analizada dentro de su contexto, relacionando los aspectos funcionales, económicos, materiales y técnicas escogidos en relación con los contenidos representativos o simbólicos.
OBJETIVOS. Instrumentar el manejo de códigos para mostrar lo fundamental del texto y de la puesta en escena a través de imágenes cargadas de contenidos simbólicos. Proporcionar una metodología de diseño de espacios escénicos en relación con las funciones, los significados y las técnicas o materiales propuestos.
PROPOSITOS. Mostrar una forma de abordar el análisis de la obra, la idea del director y el espacio escénico. Propiciar el desarrollo de una actitud analítica y de diseño frente a la propuesta espacial. Despertar y fomentar el interés en el tratamiento de los diversos materiales y terminaciones considerados cono una forma de expresión del diseñador.
TEMARIO.
I.- ANALISIS DE LOS REQUERIMIENTOS FUNDAMENTALES. El autor y el momento histórico del texto. La ubicación histórica de las acciones y sus exigencias espaciales. El director y su impronta personal en el montaje. El rol del escenógrafo. Los recursos existentes: los actores y el presupuesto.
II.- EL ESPACIO PROPUESTO. Análisis del espacio teatral propuesto para cada caso. El espacio escénico y la sala. Topografía y estructura morfológica. Diferencias entre las diversas tipologías teatrales.
III.- LA IDEA DE DISEÑO. Evaluación de los requerimientos y la toma de partido. La concepción del espacio a partir de la idea propuesta. La unificación de todas las ideas.
IV.- EL PROYECTO ESCENOGRAFICO. El espacio escénico: lo necesario y lo mágico. Relación entre forma y función. Elección y utilización de los materiales y técnicas, tradicionales y no convencionales. Textura, ritmo, color y tono. Unidad de criterio con todos los otros componentes. El sello del diseñador espacial.
METODO DE EVALUACION. El curso contará con cuatro trabajos prácticos, uno por cada unidad temática. Deberán ser enviados en JPG y serán corregidos por el docente. Será necesario contar con los cuatro trabajos aprobados para contar con el certificado de asistencia al curso.
REQUISITOS MINIMOS. Poseer conocimientos de algún sistema de representación gráfica (Monge, Auto Cad o Skech Up) o tener nociones de dibujo técnico como para representar plantas, vistas o perspectivas a scanear y enviar en formato JPG.
Arancel: Argentina: $ 240 mensuales. Mercosur: u$s 68 mensuales. América Latina: U$S 100 mensuales. Resto del mundo: U$S 142 mensuales
Formas de pago: Argentina: Depósitos o transferencias bancarias. Resto del mundo: Western Union y Money Gramm.
Los costos de transferencia serán a cargo del tallerista
Más información: correo@celcit.org.ar
Inscripción: www.celcit.org.ar/cursos/?c=57
e Investigación Teatral
1975-2010. 35 años al servicio del teatro argentino y latinoamericano
http://www.celcit.org.ar/
Talleres y cursos a distancia 2010
ESCENOGRAFIA / Carlos Di Pasquo
Abril a julio
Cenografia de Carlos Di Pasquo para a peça "Minetti", de Thomas Bernhard
Para estudiantes o profesionales de cualquier disciplina artística o técnica, relacionada con las artes escénicas
Ultimos días de inscripción
CONTENIDOS. Enfrentar el problema del diseño escenográfico, basándose en los requerimientos funcionales y el contenido de la imagen. Abarca el análisis de la puesta en sus diversas etapas y el desarrollo de la idea de diseño. Cada propuesta será analizada dentro de su contexto, relacionando los aspectos funcionales, económicos, materiales y técnicas escogidos en relación con los contenidos representativos o simbólicos.
OBJETIVOS. Instrumentar el manejo de códigos para mostrar lo fundamental del texto y de la puesta en escena a través de imágenes cargadas de contenidos simbólicos. Proporcionar una metodología de diseño de espacios escénicos en relación con las funciones, los significados y las técnicas o materiales propuestos.
PROPOSITOS. Mostrar una forma de abordar el análisis de la obra, la idea del director y el espacio escénico. Propiciar el desarrollo de una actitud analítica y de diseño frente a la propuesta espacial. Despertar y fomentar el interés en el tratamiento de los diversos materiales y terminaciones considerados cono una forma de expresión del diseñador.
TEMARIO.
I.- ANALISIS DE LOS REQUERIMIENTOS FUNDAMENTALES. El autor y el momento histórico del texto. La ubicación histórica de las acciones y sus exigencias espaciales. El director y su impronta personal en el montaje. El rol del escenógrafo. Los recursos existentes: los actores y el presupuesto.
II.- EL ESPACIO PROPUESTO. Análisis del espacio teatral propuesto para cada caso. El espacio escénico y la sala. Topografía y estructura morfológica. Diferencias entre las diversas tipologías teatrales.
III.- LA IDEA DE DISEÑO. Evaluación de los requerimientos y la toma de partido. La concepción del espacio a partir de la idea propuesta. La unificación de todas las ideas.
IV.- EL PROYECTO ESCENOGRAFICO. El espacio escénico: lo necesario y lo mágico. Relación entre forma y función. Elección y utilización de los materiales y técnicas, tradicionales y no convencionales. Textura, ritmo, color y tono. Unidad de criterio con todos los otros componentes. El sello del diseñador espacial.
METODO DE EVALUACION. El curso contará con cuatro trabajos prácticos, uno por cada unidad temática. Deberán ser enviados en JPG y serán corregidos por el docente. Será necesario contar con los cuatro trabajos aprobados para contar con el certificado de asistencia al curso.
REQUISITOS MINIMOS. Poseer conocimientos de algún sistema de representación gráfica (Monge, Auto Cad o Skech Up) o tener nociones de dibujo técnico como para representar plantas, vistas o perspectivas a scanear y enviar en formato JPG.
Cenografia de Carlos Di Pasquo para "Por El Placer de Volver a Verla"
CARLOS DI PASQUO.
Arquitecto y escenógrafo. Desde 1980 ha trabajado en el diseño de escenografías y vestuarios para espectáculos en Venezuela, Argentina, Chile, España, Cuba; para los directores Juan Carlos Gené, Lorenzo Quinteros, Tanzim Townsend, Carlos Ianni, Manuel Gonzalez Gil, Javier Margulis, Julio Bacaro, Ricardo Lombardi, Héctor Rodríguez Manrique, Verónica Oddó, Francisco Javier, Carlos de Urquiza, etc. Entre 1989 y 1993 realizó la dirección de arte de comerciales publicitarios de TV y cine en Caracas, Venezuela y a partir de 1993 en Buenos Aires en comerciales publicitarios y para cine en cortos y largometrajes. Como docente ha dictado cursos y seminarios sobre escenografía de cine y teatro en varios países. Ha sido profesor de Historia de la Arquitectura durante 17 años en la Facultad de Arquitectura de la Universidad Central de Venezuela. En la actualidad es profesor de Escenografía VI, para cine y televisión y de Escenografía y Vestuario para Cine en la Universidad de Palermo. Ha recibido los premios por escenografía TRINIDAD GUEVARA, MARIA GUERRERO, PREMIO DE CULTURA, FLORENCIO SANCHEZ, TEATRO XXI, “COMEDIA DE SALADILLO, XXIII MUESTRA DE TEATRO y nominado para ESTRELLA DE MAR y ACE en varias oportunidades. También se ha desempeñado como Jurado del premio Trinidad Guevara que otorga la Secretaria de Cultura de la Ciudad de Buenos Aires.
Arancel: Argentina: $ 240 mensuales. Mercosur: u$s 68 mensuales. América Latina: U$S 100 mensuales. Resto del mundo: U$S 142 mensuales
Formas de pago: Argentina: Depósitos o transferencias bancarias. Resto del mundo: Western Union y Money Gramm.
Los costos de transferencia serán a cargo del tallerista
Más información: correo@celcit.org.ar
Inscripción: www.celcit.org.ar/cursos/?c=57
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