Temporada gratuita do espetáculo NuConcreto, da Cia. Circo Mínimo, na Caixa Cultural São Paulo
Um espetáculo sensorial, interativo, humorado e extremamente conectado com a vida urbana da metrópole
Volta em cartaz, para uma temporada curtíssima e gratuita, de 25 de março a 4 de abril de 2010, na Caixa Cultural São Paulo, em São Paulo, o espetáculo NuConcreto, da companhia Circo Mínimo. Além das sessões do espetáculo, haverá três debates com os convidados Luciana Bueno, Rodrigo Matheus, Mônica Arroyo, Dieter Heidermann, Alexandre Roit e Marcello Lazzarato sobre os temas que perpassam a obra NUConcreto.
NuConcreto aborda a vida em sociedade nos centros urbanos contemporâneos e as influências da globalização. Conceitos como território, lugar, verticalidade e horizontalidade, território usado e espaço de fluxos, serviram de ponto de partida para a criação de cenas, imagens e situações relacionadas ao tema amplo: o da metrópole contemporânea e o homem – ser social – que nela habita, nos tempos globalizados.
É a primeira incursão do grupo teatral CIRCO MÍNIMO por uma encenação em que o público e a cena ocupam o mesmo espaço. Essa opção foi resultado das soluções encontradas no decorrer do processo criativo do espetáculo, em confronto com o conteúdo proposto por Milton Santos, autor do livro “Por uma outra Globalização - Do Pensamento Único à Consciência Universal”, obra que serviu de adaptação para essa peça. O livro aborda o tema da globalização a partir de três aspectos, sendo que os dois primeiros também aparecem no espetáculo: a globalização como fábula, aquela que nos ‘vendem’ como sendo a solução para os problemas da sociedade contemporânea; e a globalização como perversidade, que é, para Milton Santos, o que de fato acontece, gerando as conseqüências sociais de crise que vivemos hoje.
A proposta cenográfica é também um ponto de partida do espetáculo. O cenário, um grande “trepa-trepa” de canos de ferro, faz referência à cidade, com seus compartimentos; à sensação de abafamento e aperto dos centros urbanos, aliados às possibilidades lúdicas e simbólicas viabilizadas pelas técnicas circenses, em especial as técnicas do mastro chinês, pouco exploradas pelo circo ou pelo teatro brasileiros.
As imagens, encadeadas, constroem uma narrativa fragmentada sem criar uma fábula, e dialogam de maneira lúdica com o espectador, convidado a refletir sobre questões como as influências da cultura de massa sobre a sociedade, o desejo pelo poder e pelo dinheiro, e as conseqüências da desigualdade social.
Histórico
O Circo Mínimo foi criado por Rodrigo Matheus, em 1988, com o espetáculo de mesmo nome, o qual foi indicado para o prêmio MAMBEMBE (Categoria Revelação, pela pesquisa de linguagem) naquele ano, em parceria com Alexandre Roit e Camila Bolaffi.
Em 1993, quando Matheus voltou a São Paulo, depois de morar por quatro anos na Europa, montou “Prometeu”, com direção de Cristiane Paoli Quito, parceira desde os tempos de teatro amador. Este espetáculo recebeu os prêmios de Melhor Espetáculo do Festival de Curitiba de 1996, prêmio do público, e de Melhor Espetáculo de Rua, prêmio da crítica, no mesmo Festival.
Em 1997, o Circo Mínimo produziu o espetáculo “Deadly”, vencedor do III Festival de Teatro Físico e Visual da Cultura Inglesa e em 1999 foi considerado melhor espetáculo de Teatro Físico, na opinião do público do Fringe Festival de Edimburgo, Escócia. No mesmo ano foi produzido “Orgulho”, com direção de Carla Candiotto. No ano seguinte, Circo Mínimo apresentou todo seu repertório, juntamente com a estreia de “Moby Dick” (também dirigido por Cristiane Paoli Quito), no Centro Cultural São Paulo, em celebração de seus 10 anos.
Entre 1999 e 2002, a Companhia contou com um elenco de 8 atores estreando "Alados" e “Ladrão de Frutas”, depois o monólogo “Gravidade Zero” e “História de Pescador”, seguidos por “Babel”. Em 2003 montou o seu primeiro espetáculo infantil, “João e o Pé de Feijão”, dirigido por Carla Candiotto.
Em 2006, estreou “Road Movie”, vencedor do Cultura Inglesa Festival. No ano seguinte, estreou no interior paulista o espetáculo !Circo Máximo!, vencedor do Prêmio Funarte Miriam Muniz e do PAC Paulista e em 2008 montou “Miranda e a Cidade”, de Aimar Labaki, no Teatro Popular do SESI e foi selecionado para o Programa Municipal de Fomento ao Teatro, com o projeto “Circo Mínimo – 20 anos – As Narrativas de Imagens”. O Circo Mínimo fez parte da Central do Circo, entre 1999 e 2004, projeto contemplado duas vezes com o Programa de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.
NuConcreto
Ficha Técnica
Concepção: Rodrigo Matheus Direção e Roteiro: Alexandre Roit e Rodrigo Matheus Criação: Alexandre Roit, Célia Borges, Felipe Chagas, Mariana Duarte, Marcella Vessichio, Ricardo Neves, Ricardo Rodrigues e Rodrigo Matheus Consultoria Dramatúrgica: Marcelo Lazzaratto Com: Ana Maíra Favacho, Bruno Rudolf, Felipe Chagas, Mariana Duarte, Marcella Vessichio e Ricardo Rodrigues Direção de Arte (cenografia, figurinos e adereços): Luciana Bueno Iluminação: Wagner Freire Música Original: André Abujamra Maquiagem: Denise Borro Produção e Administração: Mário Lopes Assistência Administrativa: Aline Grisa Assistência de Arte: Camila Fogaça, Daniel Juliana, Julia de Francesco e Thiago Roque (Arroiz) Consultoria de magia: Ricardo Malerbi Treinador de Mastro Chinês e preparador físico: Angel Andricáin Realização: Circo Mínimo da Cooperativa Paulista de Teatro
Projeto financiado pelo Programa de Fomento ao Teatro da Cidade de São Paulo e Caixa Cultural
Apoio: CEFAC – Centro de Formação Profissional em Artes Circenses e Tendal da Lapa
Serviço:
Local: Grande Salão - Caixa Cultural Sé - São Paulo
Endereço: Praça da Sé, 111, Centro CEP 01001-001 - São Paulo -SP
Datas/Temporada: do dia 25 de Março ao dia 04 de Abril de 2010
Quintas, sextas e sábados às 20h, domingos às 19h
Entrada: entrada franca (retirar ingresso 1hora antes)
Lotação: 120 pessoas Recomendação: 16 anos
Debates:
30.03 às 19h
Debate 1 – A linguagem do Circo Mínimo e a estética do NuConcreto – como surgiu, o que procura, os caminhos, dificuldades e soluções encontradas. As preocupações para encontrar uma estética da escassez, a estética do NuConcreto.
Luciana Bueno e Rodrigo Matheus
31.03 às 19h
Debate 2 – Milton Santos – sobre a obra, considerações e crítica sobre os aspectos propostos pelo geógrafo.
Mônica Arroyo e Dieter Heidermann
02.04 às 16h
Debate 3 – Sobre NuConcreto – Considerações críticas sobre a construção, narrativa, estética e técnica.O processo de construção de NuConcreto.
Alexandre Roit e Marcello Lazzarato
Local: 6° andar auditório - Caixa Cultural São Paulo
Endereço: Praça da Sé, 111, Centro
CEP 01001-001 - São Paulo -SP
Entrada: entrada franca
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segunda-feira, 22 de março de 2010
terça-feira, 2 de março de 2010
Katia e Paulo, uma alegoria paulistana (estréia em São Paulo, SP)
Katia e Paulo - uma alegoria paulistana
A cidade de São Paulo como pano de fundo para um musical inédito, com 45 cantores em cena
Estreia dia 6 de março de 2010, com direção cênica de Marcelo Lazzaratto, o musical Kátia e Paulo – uma alegoria paulistana. Texto e música são assinados por Álvaro Cueva e a direção musical e regência são feitas por Eduardo Fernandes.
No palco, 45 cantores do coral da Unifesp, percorrendo 15 músicas inéditas com arranjos dos cariocas André Protásio, Zeca Rodrigues e Edu Lakschevitz e dos paulistas Mônica Thiele, Daniel Reginato, Walter Jr., Ricardo Barison e Edu Fernandes. Os cenários foram feitos pelo artista plástico Eduardo Schamó.
A peça se passa entre o carnaval de 1937 e o carnaval de nossos dias e conta a história do personagem Jamil (Arthur Perissinotto), Kátia Blue (Clara Rocha), Kátia Remelexo (Luciene Jacinto), o motoboy Paulinho (Ricardo Barison) e o jornaleiro Dito Anexins (Álvaro Cueva). No trem, no metrô ou nos ônibus da cidade de São Paulo, esses personagens se cruzam, evidenciando o grande caldeirão cultural que é a cidade de São Paulo. Como fio condutor, os diversos ritmos e estilos musicais a pontuar a história.
Diz o diretor Marcelo Lazzaratto: “(os cantores, os músicos e o maestro) juntos, fazem um trabalho tão marcante, bonito e contundente na cena da música coral do Estado de São Paulo”.
O autor - Álvaro Cueva
É formado em artes cênicas e vem de uma família de artistas. No teatro, trabalhou ao lado de nomes como Esther Góes, Zeno Wilde e Márcio Aurélio. Foi professor no Teatro Escola Macunaíma. Trabalhou como ator, diretor e diretor musical de vários espetáculos. Cueva experimenta em sua produção motivos nordestinos, temas latinos e sambas, além do blues, sem nunca abandonar sua referência paulistana, maior palco de todas as miscigenações musicais.
Participou de vários festivais de música (Carrefour, Tatuí, Primeiro Projeto Nascente da Universidade de São Paulo - USP, e Avaré, entre outros). Em 1990, lançou disco com a banda Rés, em que foram incluídas várias de suas composições. Em 2005 lançou seu primeiro CD solo, “Canabi Emotiva”.
É membro do Clube Caiubi de Compositores (www.clubecaiubi.com.br), movimento cultural com curadoria de Zé Rodrix, que tem revelado alguns dos grandes autores da musica brasileira da atualidade.
Direção artística e regência – Eduardo Fernandes
Eduardo Fernandes - É graduado em Música (fagote) pela UNICAMP, na classe do professor Paulo Justi e Mestre pela USP sob orientação do Prof Dr. Kazadi Wa Mukuna. Participou de inúmeros cursos de aperfeiçoamento em Campos do Jordão, Brasília, Curitiba e Londrina. Foi aluno de Benito Juarez, Mara Campos, Cláudia Arcos e Noel Devos, entre outros.
Participou de cursos internacionais de regência coral com Erick Erickson, Erick Vestberg, Alberto Grau, Paul Oakley, Josep Prats e Bob Chilcott. Professor convidado do Laboratório Coral de Itajubá, Fórum RioAcappella de Música Vocal, Painel de Regência Coral da FECORS (RS), Festival de Música da Ibiapaba e membro da equipe de professores dos painéis da FUNARTE.
Como regente do Coral Belas Artes, fez a direção musical, em conjunto com a maestrina Gisele Cruz, dos espetáculos “Orfeu da Conceição” de Tom Jobim e Vinícius de Moraes (direção cênica de Marcelo Lazzaratto) e “Forrobodó” de Chiquinha Gonzaga (direção cênica de André Garolli), ambos apresentados no teatro do SESC Vila Mariana.
Escreve textos sobre música popular brasileira para a revista Desvendando a História e desenvolve pesquisa de percussão corporal (Barbatuques) aplicada à música coral.
É sócio fundador e foi presidente da Associação Paulista de Regentes Corais.
É regente do CORALUSP XI de agosto, do Coral do centro Universitário Belas Artes, do Coral UNIFESP e professor de Regência Coral da FAAM.
Direção Cênica – Marcelo Lazzaratto
Marcelo Lazzaratto, ator e diretor formado pelo Departamento de Artes Cênicas da ECA – USP e Doutor em Artes Cênicas pela UNICAMP.
É professor de Interpretação Teatral no Teatro Escola Célia Helena e no Departamento de Artes Cênicas da UNICAMP.
Durante dez anos integrou a Cia. Razões Inversas sob direção de Marcio Aurélio onde participou como ator, entre outros, dos espetáculos: “A Bilha Quebrada”, de Kleist, “Senhorita Else”, de Schnitzler, “Maligno Baal o Associal”, de Brecht e “A Arte de Comédia”, de Eduardo de Filippo.
Em 2000 cria a Cia. Elevador de Teatro Panorâmico, na qual exerce a função de diretor artístico, tendo realizado, entre outros, os espetáculos: “A Ilha Desconhecida”, adaptação da obra de José Saramago, “Loucura”, compilação de textos a respeito do tema “A hora em que não sabíamos nada uns dos outros”, de Peter Handke e do espetáculo processual “Amor de Improviso”, “Peça de Elevador”, de Cássio Pires, “Ponto Zero”, a partir da obra de Salinger, Kerouac e Godard e “Eu estava em minha casa e esperava que a chuva chegasse” de Jean-Luc Lagarce.
Coral Unifesp
Criado em 1967 pelo Dr. David Reis, o Coral UNIFESP é formado por alunos, professores e funcionários da Universidade Federal de São Paulo, e também por pessoas da comunidade, totalizando cerca de 50 integrantes. Desde 1997, está vinculado ao Departamento de Assuntos Comunitários da UNIFESP.
Seu repertório abrange música popular brasileira – representada em espetáculos coral-cênicos – e também peças eruditas, tais como “Missa Dilígite”, de Camargo Guarnieri, “Te Deum”, de J. Haydn, “Missa Secunda”, de Hans Leo Hassler, “Glória”, de Vivaldi, “Missa em Sol Maior”, de Franz Schubert, movimentos do oratório “O Messias”, de Haendel e “Christmas Cantata”, de Pinkhan.
Em 1998, o espetáculo “Os Saltimbancos e outros bichos” foi lançado em CD, com renda de comercialização revertida para o Projeto Solidar, que arrecada fundos para o Hospital São Paulo.
Atualmente, o Coral UNIFESP tem direção musical e regência do maestro Eduardo Fernandes. A combinação entre a atitude cênica/corporal e a música propriamente dita é um dos diferenciais do coro, sendo cada canção interpretada também com recursos de cena que se sucedem e formam o conjunto do espetáculo.
Seguindo essa proposta coral-cênica, o grupo já apresentou montagens como “A Noiva do Condutor”, de Noel Rosa; “Ópera do Malandro” e “Os Saltimbancos”, de Chico Buarque; “O Grande Circo Místico”, de Chico Buarque e Edu Lobo; “Caymmi - Lendas do Mar”, com base na obra de Dorival Caymmi; “Dos Festivais”, com canções que marcaram os festivais de MPB dos anos 60 e 70, “A Era do Rádio”, composta por temas musicais da chamada “Época de Ouro” do rádio no Brasil e a mais recente “Os Afro-Sambas” de Baden Powell e Vinícius de Moraes.
Ficha Técnica
Texto e Música: Álvaro Cueva Direção Musical e Regência: Eduardo Fernandes Direção Cênica: Marcelo Lazzaratto Assistência de Direção: Rodrigo Spina Iluminação: Marcelo Lazzaratto Fotografia: Mariana Serzedello Regentes Assistentes: Kenia Muraoka e Walter Jr. Monitoria: Ricardo Barison e Crys Depret Violão e Percussão: Alexandre Cueva Percussão: Adriana Prior Direção de Arte: Eduardo Schamó (cenografia) e Arthur Perissinotto (divulgação) Figurino: Sueli Garcia Contra-regras e assistência de figurino: Maiara Felippini, Stella Moreira Motta, Isabela Siqueira de Almeida, Ana Paula Simões, Sara Alves, Jackson Carvalho da Cruz e Wagner Cursino Simião Preparação Corporal: Carlos Freitas Agradecimentos: Morgana Lira, Claudia Cechinato, Adriana Pacheco, Agnelo Pacheco, Rodrigo Caffer, Jaqueline Prandini Veiga, Mauro dos Santos e Lúcia Medeiros.
Elenco
Jamil - Arthur Perissinotto/// Kátia Blue - 1937 - Clara Rocha /// Kátia Remelexo - Rainha da Favela - Luciene Jacinto /// Paulo Índio - Paulinho - Ricardo Barison /// Dr. Paulo - Pedro Camilo /// Livaldino Sobral - Eduardo Schamó /// Roseclair - Madalena Herglotz /// Antenor - Roberval Nunes /// Dito Anexins (jornaleiro) - Álvaro Cueva /// Paranhos (guarda) - Rael Godoy /// Porteiro - Letícia Simonetti /// Velhinha ladra - Cecília Nahas /// Velhinho ranzinza - Luiz Carlos Vitiello /// Burocrata - Luana Sant'Ana /// Policia militar - Dandara Modesto /// Policia civil - Fernanda Catai
Coralistas
Tenores
Álvaro Cueva (Dito Anexins), Cássio Luz (taxista), Eduardo Rodrigues (Sr. Onório), Felipe Moreti (médico), Luis Carlos Vitiello (velho ranzinza), Pedro Camilo (Dr. Paulo), Ricardo Barison (Paulo Índio) e Roberval Nunes (Antenor / Dr. Clodomiro).
Baixos
Anderson Bouzan, Arthur Perissinotto (Jamil), Carlos Freitas (motorista do ônibus), Carlos Lourenço, Eduardo Schamó (Livaldino), Paulo Alexandre (folião), Rael Godoy (guarda Paranhos), Rafael Henrique e Walter Jr.
Sopranos
Ana Carolina Prieto, Carla Jaquetto, Cássia Gomes, Cecília Nahas (velhinha ladra), Dandara Modesto (policial militar), Francielle Paixão, Kenia Muraoka (motorneiro), Letícia Simonetti, Leticia Soares (freira), Madalena Herglotz (Roseclair), Mariana Benassi e Regina Rios.
Contraltos
Adriana Pacheco, Andrezza Camargo, Carolina Hengler, Clara Rocha (Kátia 1937/ Kátia Blue), Fátima Vasco (Dona Clotilde), Fernanda Catai (policial civil), Isabela Corrêa, Letícia Grassi (porteiro), Luana Sant´Ana (burocrata), Luciene Jacinto (Kátia Remelexo / Kátia Rainha da Favela), Milla Cruz, Paula Barison, Rosyane Saukas e Valéria Bastos.
Serviço KÁTIA E PAULO – Uma Alegoria Paulistana
Local: Teatro Marcos Lindenberg, Rua Botucatú, 862 (próximo ao metrô Santa Cruz) São Paulo /SP Fone: 11 3582 1361
Temporada: 6 a 28 de março de 2010, sábados às 20h e domingos, às 19h.
Importante: não haverá espetáculo no sábado 20/03
Ingresso R$ 10,00 e R$ 5,00 (meia)
Duração: 80 minutos Capacidade do teatro: 350 lugares
Ar condicionado
http://www.coral.unifesp.br/
Marcadores:
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Teatro Marcos Lindenberg
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