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terça-feira, 6 de abril de 2010

Mostra de Francisco Carlos reestréia no Satyros, em São Paulo (SP)


Namorados da Catedral Bêbada, de Francisco Carlos, em cartaz no Espaço dos Satyros


Peça inclui a Mostra dos Fenômenos Extremos Urbanos, do diretor amazonense.

Namorados da Catedral Bêbada, espetáculo escrito e dirigido por Francisco Carlos, retorna aos palcos do Espaço dos Satyros Dois, todas as sextas-feiras, às 23h59. A peça faz parte da Mostra dos Fenômenos Extremos Urbanos, que é composta também por Românticos da Idade Mídia e Banana Mecânica. Em cartaz desde o ano passado, a montagem retorna com Dionisio Neto no elenco.

Sobre o Texto

A história se passa num prédio antigo do centro de São Paulo, no apartamento-overdose de Bárbara Bêbada, onde come-se tudo: vinhos-afrodisíacos, drogas e delícias.

D. Diogo, o amante latino e milionário, faz serenatas e oferece rosas-de-sangue às moças. Cães-famintos e ratos-terríveis, Porcão e Gato-Bruxo, invadem o apartamento-adega de Bárbara Bêbada.

Outros personagens dividem o espaço do apartamento-overdose, como Erus-Prostituto, Boy Marrom, Sandra-Spotlight, entre outros.

Sobre a Mostra

As peças da Mostra dos Fenômenos Urbanos Extremos abordam os temas da modernidade, fundamentalmente urbanos e que Walter Benjamim identificou nas “Flores do Mal”, de Charles Baudelaire.

Fenômenos amorosos, sociais, políticos e filosóficos que acontecem nas metrópoles por conta da vida nas grandes cidades e dos seus instrumentos cosmopolitas: dinheiro, templos do comércio, templos das artes, templos religiosos, comunicação de massa (TV, rádio, jornal, internet, etc.), violência urbana, bancos, economia, lutas de classe, sexualidade, lugares de divertimento, esportes, shoppings, hospitais, sistemas judiciários, tecnologias-informáticas, arquitetura, ciências, modas, universidades, show-bizz e etc.

Para Francisco Carlos, a metrópole é o “espaço aglutinador das contradições sociais e, ao mesmo tempo, centro do poder econômico e político” que “reflete especialmente as condições de sobrevivência humana e os conflitos de toda ordem”.



Sobre Francisco Carlos

Dramaturgo amazonense, com mais de quarenta peças escritas, dirigiu mais de trinta espetáculos de sua autoria, shows musicais, concertos de canto lírico, vídeos e óperas. Ministrou workshops de expressão cênica para cantores líricos do Coral Paulistano e Coral Lírico do Teatro Municipal de São Paulo e do Coral Sinfônico do Estado de São Paulo.

Estudou filosofia na Universidade do Amazonas e aplica esses conhecimentos na criação de um teatro poético-filosofico-pós-dramático. Realiza aventuras teatrais em Manaus, Belém, Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro.

Na organização de sua estética teatral, dialoga constantemente com outras áreas artísticas: música, dança, cinema, vídeo, ópera, performance, happenings, história em quadrinhos, fotografia, moda, esportes, artes marciais, publicidade e artes plásticas.

Nos anos oitenta, em meio ao efervescente movimento de rock em Brasília, idealizou e dirigiu inúmeras performances com croners, guitarristas, baixistas e bateristas de expressivas bandas de do Distrito Federal.

Francisco Carlos é considerado na cena teatral paulistana um dos mais importantes autores da atualidade, além de ser o único representante da dramaturgia amazonense, e principal difusor dessa cultura na cidade de São Paulo.

Sua dramaturgia está dividida em dois blocos temáticos: Peças do Pensamento Selvagem e Peças dos Fenômenos Urbanos Extremos.

Ficha Técnica

NAMORADOS DA CATEDRAL BÊBADA

SINOPSE: NUM PRÉDIO ANTIGO DO CENTRO DE SÃO PAULO, NO APARTAMENTO-OVERDOSE DE BÁRBARA BÊBADA, COME-SE TUDO: VINHOS-AFRODISÍACOS, DROGAS, DELÍCIAS.

D. DIOGO, O AMANTE LATINO E MILIONÁRIO, FAZ SERENATAS E OFERECE ROSAS-DE-SANGUE. CÃES-FAMINTOS E RATOS-TERRÍVEIS, PORCÃO E GATO-BRUXO, INVADEM O APARTAMENTO-ADEGA; TEM TAMBÉM UM ERUS-PROSTITUTO QUE BÁBARA VENDE E ENRIQUECE; BOY MARROM, SEU ADOLESCENTE-ÓRFÃO-BRUTAMONTES-SEGURANÇA; E SANDRA-SPOTLIGHT, AMIGA-DANCÍSTICA, VEDETE E ESPIÃ.

TEXTO E DIREÇÃO: FRANCISCO CARLOS.

ELENCO: MAJECA ANGELUCCI; DIONISIO NETO; ONDINA CLAIS; EROS VALÉRIO; GERMANO MELO; JOSÉ TRASSI; BERNARDO MACHADO.

CENOGRAFIA: MARCIO COLAFERRO.

FIGURINO: JOANA GATIS.

ASSISTENTE DE FIGURINO: RENATA CARRAZONI.

ILUMINAÇÃO: KARINE SPURI.

SONOPLASTIA: PEPÊ DA MATA MACHADO.

DESIGN GRÁFICO: CAROLINA DE CARVALHO.

ILUSTRAÇÕES: CARLOS CARAH.

ASSISTENTE DE PRODUÇÃO: ELISETE JEREMIAS, BERENICE HADDAD E DÉCIO VAZ.

PRODUÇÃO: MARIA MANOELLA E MAJECA ANGELUCCI.

QUANDO: SEXTAS-FEIRAS, 23H59.

ONDE: ESPAÇO DOS SATYROS DOIS, PÇA. FRANKLIN ROOSEVELT, 134, PRÓXIMO À ESTAÇÃO REPÚBLICA DO METRÔ, TEL. 11 3258-6345.

QUANTO: R$ 20 (INTEIRA), R$ 10 (MEIA).

LOTAÇÃO: 70 PESSOAS.

DURAÇÃO: 70 MINUTOS.

CLASSIFICAÇÃO: 16 ANOS.

GÊNERO: TRAGICOMÉDIA.

TEMPORADA: 2 DE ABRIL A 28 DE MAIO DE 2010.

terça-feira, 30 de março de 2010

CALABAR , de Chico Buarque e Ruy Guerra, no Satyros 1 / São Paulo, SP

De Chico Buarque e Ruy Guerra

Agora em SÃO PAULO... "CALABAR, O ELOGIO DA TRAIÇÃO"



Sinopse:

Calabar tomou partido dos holandeses, contra a coroa portuguesa e, em uma terra sem identidade própria, sem sentimento de nação e comandada porm lusitanos sob o domínio da "ávida Castela do Felipes". Calabar, por pensar livremente, por ter opiniões, por não "lamber as botas do Rei de passagem", entrou para a historiografia tradicional como traidor da pátria. Pátria pela qual ele lutou sem nunca pertencer. Esse é o nosso ponto de partida.

Autor: Chico Buarque e Ruy Guerra.

Diretor: Jefferson Almeida.

Quando: Terça, 20h.

Onde: Espaço dos Satyros 1 – Praça Franklin Roosevelt, 214.

Quanto: R$ 20,00; R$ 10,00 (Estudantes, Classe Artística e Terceira Idade); R$

5,00 (Oficineiros dos Satyros e moradores da Praça Roosevelt).

Duração: 120 min

Classificação: 16 anos

Temporada: 09 de março até 27 de abril.

Links Relicionados e matérias:

http://www.opperaa.com/297-satyros-traz-remontagem-de-calabar-o-elogio-da-traico.html

http://www.sampaonline.com.br/cultura/guiacultural_teatro.php

http://vejasp.abril.com.br/teatro/calabar-elogio-da-traicao

NÃO PERCAM!

Divulguem, por favor.

Depois de dois anos no Rio de Janeiro, agora em São Paulo!

Um grande abraço a todos!

O Espaço dos Satyros Um recebe, a partir desta terça-feira, a peça Calabar, o Elogio da Traição. O espetáculo é uma remontagem do musical concebido por Chico Buarque e Ruy Guerra em 1973 e que foi proibido pela censura da época de ser encenado.


O texto traz a história do traidor Domingos Fernandes Calabar, no episódio histórico em que ele se aliou aos holandeses na luta pela costa brasileira e se voltou contra a coroa portuguesa. O conflito ocorreu na primeira metade do século XVII.

Buarque, muito espertamente, se apropriou da história e transformou o comerciante que visava o lucro e que, por isto, traíra os portugueses, num quase herói, que tinha por objetivo não o ganho pessoal, mas o melhor para o povo.

A intenção do compositor não era, obviamente, denunciar um erro histórico. O alvo era o regime militar, sua censura e os veículos de comunicação. Através do texto, veladamente, ele questionava a escolha da sociedade de sempre se deixar levar pelas versões oficiais dos fatos e de não questionar o que a ditadura veiculava por meio dos veículos de comunicação.

Em 1979, Calabar, o Elogio da Traição foi permitida pelo regime e a montagem imortalizou entre o público grandes músicas de sucesso como Não existe pecado ao sul do Equador, cantada por Ney Matogrosso, e Cala a boca, Bárbara.

Dessa remontagem dirigida por Jefferson Almeida participam os atores Amazona Angélica, Eduardo Bastos, Hector Gomes, Henrique Juliano, Marcelo Atahualpa, Marcelo de Paula, Raphael Marins e Tamires Nascimento. O próprio diretor também entra em cena como Sebastião do Souto, o morador que ajudará os portugueses a recuperar territórios brasileiros das mãos dos holandeses.

terça-feira, 16 de março de 2010

CALABAR , de Chico Buarque e Ruy Guerra, no Satyros 1 / São Paulo, SP

De Chico Buarque e Ruy Guerra




Agora em SÃO PAULO

Sinopse:

Calabar tomou partido dos holandeses, contra a coroa portuguesa e, em uma terra sem identidade própria, sem sentimento de nação e comandada por lusitanos sob o domínio da "ávida Castela dos Felipes". Calabar, por pensar livremente, por ter opiniões, por não "lamber as botas do Rei de passagem", entrou para a historiografia tradicional como traidor da pátria. Pátria pela qual ele lutou sem nunca pertencer. Esse é o nosso ponto de partida.

Autor: Chico Buarque e Ruy Guerra.

Diretor: Jefferson Almeida.

Elenco: Amazona Angélica, Eduardo Bastos, Hector Gomes, Henrique Juliano,

Jefferson Almeida, Marcelo Atahualpa, Marcelo de Paula, Raphael Marins, Tamires

Nascimento.

Stand in: Gugah Almeida, João Novaes e Raphael Janeiro.

Quando: Terça, 20h.

Onde: Espaço dos Satyros UM – Praça Franklin Roosevelt, 214.

Quanto: R$ 20,00; R$ 10,00 (Estudantes, Classe Artística e Terceira Idade); R$

5,00 (Oficineiros dos Satyros e moradores da Praça Roosevelt).

Duração: 120 min

Classificação: 16 anos

Temporada: 09 de março até 27 de abril.

NÃO PERCAM! Divulguem, por favor.

Depois de dois anos no Rio de Janeiro, agora em São Paulo!

Um grande abraço a todos!

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Banana Mecânica, de Francisco Carlos / Satyros, São Paulo (SP)

Banana Mecânica, espetáculo de Francisco Carlos, estreia domingo no Espaço dos Satyros




Montagem, que estreia para o público dia 28 de fevereiro, traz à Praça Roosevelt personagens do Carnaval carioca.

Em tempos de alas, alegorias, sambas-enredo e fantasias, o dramaturgo e diretor amazonense Francisco Carlos estreia a peça “Banana Mecânica”, neste domingo, dia 28/2, no Espaço dos Satyros Um, às 21h. O espetáculo faz um resgate do Carnaval carioca de antigamente, das marchinhas carnavalescas e do sambista Noel Rosa, que completaria cem anos em 2010.

O Texto


A peça aborda a tragédia urbana carnavalizada sobre mitos alucinantes, oníricos, surrealistas e fantasiosos, por meio de temas e personagens que compõem a mitologia do Carnaval carioca, como uma Chiquita-bacana-existencialista-sado-masoquista; seu filho-Adônis-Moleque-indigesto; um Pierrot-Adão-Melancólico; um marinheiro Genetiano; uma Eva-Disney; uma atriz-Medusa-Super-Ego; e um Zé-Pereira Baco.

O carnaval carioca, as marchinhas carnavalescas, o teatro de revista, os roteiros cinematográficos das chanchadas, os blocos de rua e o livro “Histórias do Carnaval Carioca”, de Eneida de Moraes, foram as bases que inspiraram o dramaturgo Francisco Carlos.


Francisco Carlos, dramaturgo e diretor

A Montagem

A encenação é um teatro de múltiplas linguagens que mistura a chanchada (comédias carnavalescas produzidas no Rio de Janeiro nos anos 40 e 50), as linguagens do teatro contemporâneo, teatro de revista (teatro rebolado), danças do carnaval e danças étnicas, performance, circo, Jean Genet, marquês de Sade, o “Paraíso Perdido” do inglês John Milton, a Bíblia, Jules Laforgue, Jorge Luis Borges, Samuel Beckett, Luis da Câmara Cascudo, Braguinha, Simone de Beauvoir, Oswald Andrade, Mikhail Bakhtin, Ezra Pound, cinema-novo, cinema-marginal-urbano-paulistano, vídeo arte, Hélio Oiticica, história em quadrinhos, filmes de ficção científica e espetáculos de cabarés da Lapa (RJ) com as lendas que envolvem a presença de Noel Rosa nesses lugares (que completaria cem anos em 2010).

O elenco é composto por Anthero Montenegro, Eloisa Leão, Fabianna Serroni, Felipe Montanari, Fernando Delabio, Germano Melo, José Trassi, Mafalda Pequenino, Paulo Gaetta.

Ficha Técnica

BANANA MECÂNICA

SINOPSE 1º ATO: Chiquita Bacana lá da Martinica, a de vestido nanica, viaja pelos mares do Sul e conversa com seus espelhos: Maria Lata D´Água, Simone de Beauvoir, Rute-Ester-Judá, Santa Bernadeth da Gruta. Em um camarim, uma atriz-Medusa-Super-Ego do teatro brasileiro (Tônia, Bibi, Fernanda ou Dercy) xinga e discursa sobre os tempos do teatro. O filho de Chiquita Bacana, Adônis-Pernalonga, come tudo o que vê pela frente: biscoitos, entorpecentes, livros. Um Pierrô-Adão-Melancólico dialoga-filosofa com uma Eva-Disney-Colombina sobre o nasce-e-morre-do-ator, paraíso, queda, culpa e perdão.

SINOPSE 2º ATO: Um Marinheiro-Genetiano transformado em porco por Chiquita-Circe, engole Miosótis pelo nariz e fica grávido. Dá luz a um bebezinho iluminado que é assassinado a queima-roupa pelo filho-Moleque-indigesto-de-Chiquita-Bacana, uma queima-de-arquivo, por ordem de Anjo, o Chefe-Invisível-e-Mascarado de uma organização de ladrões. Por castigo, a mãe-Chiquita estupra o filho bandidinho, num crime de incesto e morte. Matou, pagou, Chiquita é julgada e condenada e será queimada no fogo do inferno, onde permanecerá pelos séculos dos séculos.

TEXTO E DIREÇÃO: FRANCISCO CARLOS

ELENCO:
ANTHERO MONTENEGRO, ELOISA LEÃO, FABIANNA SERRONI, FELIPE MONTANARI, FERNANDO DELABIO, GERMANO MELO, JOSÉ TRASSI, MAFALDA PEQUENINO, PAULO GAETTA.

DIREÇÃO DE MOVIMENTO: ONDINA CLAIS

DIREÇÃO DE CENA: FERNANDO DELABIO

DIREÇÃO DE ARTE: MÁRCIO COLAFERRO

FIGURINO: FERNANDO DELABIO

ILUMINAÇÃO: KARINE SPURI

DIREÇÃO MUSICAL: GIRLEY MIRANDA

DJ: EVELYN CRISTINA

DESIGN GRÁFICO: JÔ FEVEREIRO

PRODUÇÃO EXECUTIVA: ELISETE JEREMIAS

QUANDO: DOMINGOS, 21h.

ONDE: ESPAÇO DOS SATYROS UM, PÇ. FRANKLIN ROOSEVELT, 214, PRÓXIMO À ESTAÇÃO REPÚBLICA DO METRÔ, TEL. 11 3258-6345.

QUANTO: R$ 20 (INTEIRA), R$ 10 (MEIA).

LOTAÇÃO: 70 LUGARES.

DURAÇÃO: 80 MINUTOS.

CLASSIFICAÇÃO: 16 ANOS.

GÊNERO: CHANCHADA TRÁGICA.

TEMPORADA: 28 DE FEVEREIRO A 28 DE MARÇO DE 2010.

ENVIE SEU NOME PARA danilodainezi@uol.com.br E ENTRE PARA A LISTA AMIGA, PAGANDO APENAS R$ 10 (DEZ REAIS) PARA ASSISTIR “BANANA MECÂNICA”.

Assessoria de Imprensa

Danilo Dainezi

danilodainezi@uol.com.br

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

fotos 5

São Paulo nos palcos, 2009.

Andressa Cabral em "Justine" (dos Satyros)


"Chorávamos Terra Ontem à Noite", de Eduardo Ruiz

Clovys Tôrres e Luciana Ramanzzini em "Parasita", de Gabriela Mellão, direção de Lucianno Maza

Roberta Uhller e Celso Melez em "Doce Outono", texto e direção de Ralph Maizza