Mostrando postagens com marcador Mário Viana. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mário Viana. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Pira, Pirandello, Pira, de Mário Viana, no Parlapatões (São Paulo, SP)

 Mário Viana

Inspirada em obra de Nobel de literatura de 1934,
Pira, Pirandello, Pira
chega ao Espaço dos Parlapatões em curtíssima temporada

Com texto de Mário Viana, direção de Bárbara Bruno, trilha sonora do Du Moreira, cenários e figurinos de Milton Fucci, livre adaptação de Uno, Nessuno e Centomila, de Luigi Pirandello – um dos maiores nomes da dramaturgia do século XX – fica em cartaz de 
 12 de agosto a 10 de setembro em São Paulo    

         O dramaturgo italiano da Sicilia Luigi Pirandello (1867-1936), agraciado com um                         Nobel de Literatura em 1934 por sua “revitalização arrojada e engenhosa da arte dramática e cênica”, apresenta em Uno, Nessuno e Centomila, romance de 1909 - em tradução livre Um, nenhum, cem mil – seu eterno e penetrante questionamento sobre o que é “a verdade”, revelando assim as falsas impressões que surgem como respostas para essa questão.  O relativismo que se evidencia vai do trágico ao cômico e arranca gargalhadas em sinal de concordância não só por conta da complexidade que se desenvolve de forma serena e natural: a coerência e contundência em questão ganha legitimidade, sobretudo pelo impacto fulminante na forma com que o dramaturgo traduz a máxima de que “as coisas nem sempre são o que parecem” (embora talvez sejam), pode ter na vida de um indivíduo.

         De 12 de agosto a 10 de setembro o público terá a oportunidade de conhecer este universo de “desconstrução (ou construção) de identidade. Produção e elenco experientes encenam Uno, Nessuno e Centomila no Espaço dos Parlapatões - Praça Franklin Roosevelt, 158 – agora sob o título Pira, Pirandello, Pira. Protagonizada pelo ator Beto Bellini – que dá vida à Vitangelo Moscarda – a livre adaptação de Mário Viana, dirigida por Bárbara Bruno, ganha vida ainda pelos atores Cláudio Curi, Eliete Cigaarini, Vanessa Goulartt, Rafael Maia e Edu Guimarães. Completam a ficha técnica a trilha sonora de Du Moreira e os cenários e figurinos de Milton Fucci, além da coreografia de Paulo Goulart Filho.

            *  abaixo da descrição da peça, leia análises assinadas por Mário Viana e Bárbara Bruno

A peça           
         O personagem protagonista Vitangelo Moscarda é emblemático: ao notar que as pessoas têm uma impressão sobre ele absolutamente diferente da forma com que ele afirma (ou supõe) ser na realidade, Moscarda cai na insanidade. Ou será na realidade? Inicia-se, então, o processo de autoconsciência – talvez o mais agressivo da carreira de Pirandello. O tom sátiro da peça surge como ponto de equilíbrio à busca dramática e até trágica do protagonista por essa verdade logo na faísca da reviravolta que ele dará em sua vida.

         Vitangelo Moscarda é um jovem herdeiro do banco de seu pai. Um dia, porém sua esposa, Dida, - interpretada por Eliete Cigaarini - lhe faz a seguinte observação: “seu nariz é ligeiramente torto”. Eis a “faísca” acima citada, que dá origem à busca do protagonista – em primeiro plano por sua identidade – e, de forma mais ampla, pela “verdade”. Moscarda, então, muda de vida: desiste de ser banqueiro, o que desaponta sua esposa - que sai de casa. Mesmo ao custo de sua ruína financeira e abandono de seu amor, Vitangelo encontra em um projeto de caridade o caminho para suas elucidações, o que também caracteriza o personagem como anti-herói – figura bastante presente no teatro da primeira metade do século XX. Sua busca chega a levá-lo a um hospital, onde os seus sentimentos se libertam. O esmagamento do ego, a mudança de atitude e postura do outro perante ao “novo ele” são algumas das percepções que permeiam a apresentação a ser vista nos Parlapatões.      

         Essa interrogação da veracidade da situação dramática ganha o tempero das provocantes rupturas do metateatro – recorrente nas peças de Pirandello – e que são contempladas em                                  Pira, Pirandello, Pira. Acrescenta-se às referências e alusões a outras de suas peças durante a encenação, entre elas, Seis personagens à procura de um autor, uma das mais famosas. Toda a construção do espetáculo traz o espectador ao universo macro e o conduz ao detalhe do pensamento instigante do dramaturgo italiano. Mas talvez a melhor definição para sua busca seja mesmo a que dá título ao texto a ser interpretado a partir do dia 12 de agosto: Um, Nenhum, Cem Mil.


Pira, Pirandello, Pira !!!

Se eu tivesse absoluta certeza que meu nariz é reto diria que Pirandello é absolutamente louco !

A dúvida existe, portanto a sanidade é relativa, já que a retidão de meu nariz depende de quem o vê.

Sei que respiro mas apenas me parece, não afirmo, que de forma alguma as linhas de meu rosto determinam minha condição de respirar melhor ou pior.

Abre-se a cortina e num instante mágico, infinitas possibilidades se apresentam o que não impede que se tenha uma única versão de determinado ponto de vista.

Que jogo fascinante da máscara teatral que respeita a liberdade absoluta da incerteza e propõe um mergulho profundo sem rede protetora.

Salve (-me ) Pirandello !!!

Abraços

Bárbara Bruno ? ! – diretora


**Piraporque

  Por Mário Viana

Quando Bárbara Bruno me propôs fazer a adaptação do romance Um, Nenhum e Cem Mil, de             Luigi Pirandello, tremi nas bases. Já tinha lido o livro anos atrás e lembrava que era uma aventura desbravar a floresta intrincada dos raciocínios do autor siciliano. Pirandello não é mole, não. Mas, ao reler o romance e as peças, descobri a América, ou seja, me apaixonei por Pirandello e sua floresta de raciocínios intrincados.

Na recriação do romance e das peças para um outro espetáculo, visto pelos olhos de um dramaturgo, uma diretora e uma equipe totalmente ligados no século XXI, tentamos mostrar que Luigi Pirandello é mais contemporâneo que muito escritor badalado que circula por aí.

Há, em Pirandello, uma atualidade impressionante – a ideia de que a verdade muda conforme a pessoa que vê é uma prévia do que temos hoje, quando temos todos os nossos passos seguidos por câmeras de segurança. Cada uma nos mostra de um ângulo, desvenda nossos gestos, delata possíveis agressões... O mundo está cada vez mais “pirandelliano”.

Mário Viana, dramaturgo.

Serviço: Pira, Pirandello, Pira

12 de agosto a 10 de setembro
Local: Espaço dos Parlapatões
Endereço: Praça Franklin Roosevelt, 158 - São Paulo
Horários: sextas e sábados – à meia-noite (uma única apresentação por noite)
Duração: 60 minutos
Ingressos: R$ 30,00
Capacidade: 96 lugares
Gênero: Comédia Enlouquecida
Fone: 3258-4449- parlapatoes@uol.com.br 
Aceita cartões: Visa / Master Card / American Express
Lanchonete no local
Bilheteria: das 16h às 22h


Ficha Técnica do espetáculo: Pira, Pirandello, Pira

Adaptação de texto: Mário Viana
Direção: Bárbara Bruno
Assistente de Direção: Samira Lochter
Elenco: Beto Bellini, Eliete Cigaarini, Cláudio Curi, Vanessa Goulartt, Edu Guimarães, Rafael Maia
Cenário e figurinos: Milton Fucci
Coreografia: Paulo Goulart Filho
Trilha Sonora: Du Moreira
Produção Marketing: Igor Guedes
Designer Gráfico: Leo Marino
Vídeo: Luís Felipe Minnicelli
Iluminação: Rodolfo García Vázquez
Fotografia: Damien Golovaty
Coordenação de Produção: Erika Barbosa
Diretora de Produção: Gisa Guttervil
Assistente de Produção e Visagista: Rafael Mendes
Núcleo de Produção: FAZ Centro de Criação
Assessoria de Comunicação: Parceria 6 Assessoria de Comunicação





Sobre Luigi Pirandello

Luigi Pirandello nasceu na Sicília em 1867 e morreu em Roma em 1936. É considerado um dos mais importantes escritores do século XX e precursor do teatro do absurdo, que seria desenvolvido nos anos 1950. Foi membro do Partido Fascista e participou ativamente da vida cultural italiana sob o domínio de Benito Mussolini, embora se recusasse a transmitir em suas obras qualquer mensagem relativa à sua posição política. Doutor em filologia pela Universidade de Bonn – Alemanha - com tese sobre o dialeto de sua cidade natal, revela grande preocupação lingüística em sua obra literária, boa parte dela escrita no dialeto siciliano.


Sobre Bárbara Bruno

Bárbara Bruno estreiou no palco do teatro sob a direção de Antunes Filho no espetáculo “Tome Conta de Amelie”, ao lado de Maria Della Costa. Escolheu o teatro como ofício e atuou em diversas montagens teatrais como "Direita, Volver!" de Lauro César Muniz, direção Emílio Di Biasi, “O Martelo”, “Laços Eternos”, “Crimes Delicados”, entre outras. Ampliou suas funções trabalhando também como diretora e produtora.

Sobre Mário Viana

Nascido em São Paulo, 11 de julho de 1960, Mário Viana é um jornalista e dramaturgo brasileiro. Formado em jornalismo pela Faculdades Cásper Líbero, trabalhou no jornal Folha de São Paulo,  Veja São Paulo, atuou como editor de turismo no jornal O Estado de São Paulo, além de ter colaborado com um extenso leque de publicações.

Como dramaturgo, formou o Núcleo dos 10, sob orientação do também dramaturgo                                   Luís Alberto de Abreu. Recebeu menção honrosa no Concurso Nacional de Textos Teatrais Inéditos de 2000, promovido pelo Ministério da Cultura, com a peça Flechadas do teu Olhar. Os textos Vamos? e Vestir o Pai também receberam prêmios em duas edições do concurso de dramaturgia promovido pela Secretaria de Cultura de Porto Alegre, em 2000 e 2001.

Teve montados três espetáculos com o Grupo Parlapatões: Mistérios Gulosos, Um Chopes, Dois Pastel e uma Porção de Bobagem e Pantagruel. Também foram montadas as peças Ifigônia, com as atrizes Rosi Campos e Zezeh Barbosa, e Verdades, Canalhas, dirigida por Hugo Possolo. A comédia Vamos? ganha montagem em Fortaleza. O monólogo Natureza Morta, inspirado numa tela do norueguês Edvard Munch, é montado no Recife, em São Paulo e Rio de Janeiro.




Sobre a FAZ Produções e Erika Barbosa - Produtora


A Faz Produções é coordenada por Erika Barbosa, com Luiza Gottschalk e Beto Bellini.  Atua entre o eixo Rio/São Paulo há mais de 17 anos, produzindo diversos espetáculos. Entre as mais recentes produções de espetáculos, “O Última Stand Up” – estreia no Festival de Curitiba 2011; “19 Centímentros”, com direção Bárbara Bruno de Lauro César Muniz – Satyrianas – 25/11/2010; “Nó de Cachorro ou a Mandrágora Brasileira” , com direção de Nelson Xavier – Teatro Bibi Ferreira – Espaço dos Satyros Um e Espaço dos Satyros Dois – SP; “Hipóteses para o Amor e a Verdade”, com direção de Rodolfo García Vázquez -  Espaço dos Satyros Um – Pça Roosevelt  - e Festival de Ararquara em junho de 2010; “O Arquiteto e o Imperador da Assíria”, 2007 e 2009 no Rio de Janeiro – 2008 em São Paulo; Produção da temporada carioca no Espaço Municipal Sérgio Porto dos espetáculos paulistanos do Grupo Os Satyros: “A Filosofia na Alcova”, “120 Dias de Sodoma”, “Justine”, “Liz” e “O Monólogo da Velha Apresentadora”; “Gotas ao Dia”, de Alessandro Toller e Tatiana Passarelli, direção Sérgio Sálvia Coelho - Teatro Augusta – SP; “Uma Coisa Muito Louca”, de Flavio de Souza, direção Roberto Lage com Luiza Gottschalk e Bruno Gradim. Teatro Bibi Ferreira – SP; “Um Passeio no Bosque”, de Lee Blessing, com direção de Emilio Di Biasi; entre outros trabalhos de igual importância.


INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA:
(11) 3081-1260 | 3062-9951
Carina Gonçalves| carina@parceria6.com.br  (11) 8657-6894
Heloizi Parra | heloizi@parceria6.com.br | (11) 7717-5804 Nextel: ID 55*7*5307
Antoune Nakkhle | parceria6@parceria6.com.br (11) 7717-5802 Nextel: ID 55*7*5305
 

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Amanhã é Natal entrará em cartaz no Teatro Zanoni Ferrite (Sâo Paulo)


Amanhã é Natal

Texto de Mário Viana, Amanhã é Natal, com direção de Jairo Mattos, fará temporada popular no Teatro Zanoni Ferrite.

O amor e as relações humanas na terceira idade são temas do texto de Mário Viana. Jairo Mattos assina a direção. Leopoldo Pacheco é o responsável pelo cenário e figurinos. O Maestro Marcello Amalfi criou a trilha sonora.

Dia 04 de março, sexta-feira, às 21h, reestreia a peça Amanhã é Natal, uma comédia dramática de Mário Viana, em mais uma temporada popular no recém-inaugurado Teatro Zanoni Ferrite, zona leste de São Paulo. A estreia nacional foi em 2009 no Teatro Imprensa, onde realizou temporada de 3 meses. Em 2010 já teve uma bem sucedida temporada popular no Teatro Paulo Eiró, na zona sul de São Paulo. Realização: Núcleo Teatral III Sinal da Cooperativa Paulista de Teatro. Amanhã é Natal fica em cartaz em curta temporada de 4 de março a 10 de abril, de sexta a domingo. Ingressos a R$ 10,00 e R$ 5,00.

A terceira idade, tratada de maneira otimista e contemporânea, é o ponto de partida do texto de Mário Viana para o espetáculo Amanhã é Natal, que tem no elenco Álvaro Gomes, Cinthia Zaccariotto e Nana Pequini, sob a direção de Jairo Mattos.

Sinopse: Edgar e Cecília estão ansiosos nos preparativos da ceia de Natal. Para ela, é uma forma de rever os filhos. Para ele, é a oportunidade de oficializar a união com Cecília - ambos são viúvos. Na tarde que antecede a festa, tudo está dando errado: a faxina está atrasada, uma chuva torrencial inundou o caminho e a padaria não assou o pernil que Edgar encomendou. Para complicar, Edgar recebe a visita de Joelma, a filha com quem ele não falava havia quase 20 anos. E ela vem falar de um irmão, Andinho, cuja existência Cecília ignorava.

Blog: www.amanhaenatal.blogspot.com

Os protagonistas da trama são personagens maduros, que vivem uma história de amor, experimentam as dúvidas de uma relação a dois, encaram seus fantasmas e aprendem com a vida. “A principal ambição do texto é afastar-se do sentimentalismo, da ideia de que os pobres velhinhos merecem nossa consideração pelo fato de terem cabelos brancos”, conta o autor. Edgar e Cecília são dois personagens ativos, que tomam sua história nas mãos e a modificam, conforme suas necessidades e carências.

O Núcleo Teatral III Sinal, fundado em 2007, iniciou suas atividades em 2008, após detalhada pesquisa de textos, com a produção de Amanhã é Natal de Mario Viana. Formado por atores com longa trajetória nas artes cênicas, especialmente o teatro, passou a existir e prospecta sua continuidade apoiado no desejo de trazer à tona os paradoxos da comunicação humana, montando textos de autores contemporâneos que abordem uma profunda reflexão sobre o homem atual, com um olhar pautado nas pequenas coisas do cotidiano.

Mário Viana –

Paulistano, formado em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero. Trabalhou no jornal Folha de S. Paulo, na revista Veja São Paulo, foi editor de turismo do jornal O Estado de S. Paulo e colaborou com várias outras publicações. Dramaturgo, formou o Núcleo dos 10, sob orientação do também dramaturgo Luís Alberto de Abreu. Recebeu menção honrosa no concurso nacional de textos teatrais inéditos de 2000, promovido pelo Ministério da Cultura, com a peça Flechadas do teu Olhar. Os textos Vamos? e Vestir o Pai receberam prêmios em duas edições do concurso de dramaturgia promovido pela Secretaria de Cultura de Porto Alegre, em 2000 e 2001.

Teve montados quatro espetáculos com o Grupo Parlapatões: Mistérios Gulosos, Pantagruel, Um Chopes, Dois Pastel & Uma Porção de Bobagens e O Pior de São Paulo. Também foram montadas as peças Ifigônia, com as atrizes Rosi Campos e Zezeh Barbosa, e Verdades, Canalhas, dirigida por Hugo Possolo. O monólogo Natureza Morta, inspirado numa tela do norueguês Edvard Munch, é montado no Recife, em São Paulo e Rio de Janeiro. Em abril de 2003, estreiam em São Paulo as peças Vestir o Pai, dirigida por Paulo Autran, e Carro de Paulista, dirigida por Jairo Mattos - em cartaz há quatro anos. Classificado em segundo lugar no Concurso Nacional de Dramaturgia da Funarte (Sudeste), com Galeria Metrópole (Prêmio Cidadania em Teatro, da Associação da Parada GLBT, junho de 2005). Ganhou o prêmio de melhor texto por voto popular no Ciclo de Leituras Apart-Satyros, com Hoje tem Mazzaropi. Em junho de 2004, o Festival de Intercity São Paulo, em Florença, realizou leitura dramática da peça Vestir o Pai (Onora il Padre) em Florença e Roma.

Em televisão, foi colaborador de Aimar Labaki nas novelas Seus Olhos (SBT, 2004) e Paixões Proibidas (Band-RTP, 2007). De 2005 a 2007, participou do núcleo de autores do Nunca se Sábado, no Teatro Folha. Integra também o quadro de autores do seriado de TV Avassaladoras, para a Total Filmes. Em 2006, estreou no Teatro Stella, Montevidéu, a peça Vistiendo a Papá, com direção de Jorge Denevi. Em São Paulo, estreou Assim com Rose, dirigida por Jairo Matos, e o infantil Bruxo Pontocom, dirigido por Hugo Possolo. Em 2007, estreou Segunda-feira: o Amor do Sim, com direção de Alexandre Reinecke, no Espaço dos Satyros. Galeria Metrópole ganhou leitura dramática no projeto Viva a Língua de Camões, no Porto, Portugal. Integrou a equipe de colaboradores da novela Dance Dance Dance (Band) e foi um dos colaboradores de Lauro César Muniz, na novela Poder Paralelo (Record).

Jairo Mattos –

Ator, diretor e produtor, nascido em Porto Alegre (RS), Jairo é co-fundador do Grupo Parlapatões Patifes e Paspalhões e do Teatro de Câmara de São Paulo. Largou a escola de teatro para “fugir” com o circo Tenda Tela Teatro, da cidade de Campinas (SP). O circo apresentava espetáculos baseados em textos de Maiakovski (1893-1930) e Meyerhold (1874-1940) [autores russos que se aproximaram da estética circense em seus trabalhos]. Interessado na proposta do Tenda Tela Teatro, Jairo resolve, em meados dos anos 80, montar o próprio circo, chamado Metrópole Arte Circo. Assim, Jairo Mattos iniciou sua carreira no circo, vivendo o palhaço Chimarrão.



Como ator, atuou em diversas peças, como Concílio do Amor, dirigido por Gabriel Villela. Em 94 foi indicado para o prêmio Molière como melhor ator com a montagem Budro, de Bosco Brasil. Em 95, encenou Atos e Omissões, de Bosco Brasil e Sonho de um Homem Ridículo, de Dostoyevsk no Teatro de Câmara de São Paulo. Trabalhou também sob a direção de nomes como Jorge Takla, Emilio Di Biasi, Hugo Possolo, Carla Camuratti e Mário Bortolotto em peças como, O Cara que

Dançou Comigo, Novas Diretrizes em Tempo de Paz, Barrela, Os Coveiros, Esperando Godot, Participou também de peças com autoria e direção de Mário Bortoloto, entre elas, Medusa de Rayba, A Queima Roupa, Fuck You, Baby, Uma Fábula Podre e Nossa Vida Não Vale Um Chevrolet.

Em 2008, estreou o espetáculo Ilustríssimo Filho da Mãe, texto de Leilah Assumpção.

Dirigiu as peças Tem Café no Bule, As Mais Fortes e Lágrimas de Vidro. Além dessas montagens, dirigiu textos de Mario Viana (Carro de Paulista e Assim como Rose), Mario Bortolotto (Leila Baby e Getsemani), Hugo Possolo (Sobre a Arte de Cortar Bifes), Alexandra Golik (O Sequestro) e Viviane Dias (Em Alguma Margem no Rio Bargaia). Recentemente dirigiu as peças Amor por Nelson e Cata-dores, ambas estreadas em 2007. Ainda em 2007 atua na peça Don Juan de Molière.

No cinema fez mais de dez curtas e longa metragens, entre eles Loucos por Cinema (André Luís de Oliveira), que conquistou os prêmios de melhor filme, ator, trilha sonora e coadjuvantes no Festival de Brasília. Destacam-se ainda filmes como Tainá (Tânia Lamarca), Bicho de Sete Cabeças (Laís Bodanski) e O Viajante (Paulo César Saraceni), ganhador do Prêmio da Crítica de Melhor Filme do Festival de Moscou.

Jairo Mattos teve sua estreia na TV em 1990, na telenovela Barriga de Aluguel. Ainda na Rede Globo, integrou o elenco das novelas Celebridade e Dono do Mundo (Gilberto Braga), Rei do Gado, (Benedito Rui Barbosa), Deus Nos Acuda (Sílvio de Abreu) e Bang Bang (Mario Prata), Beleza Pura e tempos Modernos. Trabalhou como ator convidado da série Sob Nova Direção. Fez participação na novela Bicho do Mato, da Record.

Cinthia Zaccariotto – atriz e Produtora

Iniciou sua carreira de atriz no Teatro de Arena /SP sob a direção de Afonso Gentil e Augusto Boal nos anos 1960. Foi integrante do Núcleo Ágora CDT ( Ágora Teatro) a partir de sua fundação, onde permaneceu por 3 anos.

Teatro/ atriz

Arena Conta Tiradentes - Augusto Boal - Núcleo II - Teatro de Arena/SP

As Artimanhas de Escapino, O Raposão e a Torta – infantis - dir. Afonso Gentil – Grupo Evolução de Teatro – Teatro de Arena

A Casa de Bernarda Alba – direção Dirce Helena Carvalho

Tio Vânia - direção Celso Frateschi

Pai, de Izaías Almada-, direção Roberto Lage -Teatro Agora

Pai - direção Marcelo Braga- para a instalação do artista plástico Siron Franco, Centro Cultural SP/ Espaço Ademar Guerra

Entre os principais cursos de aprimoramento estão o TAPA, Construção da Personagem com Roberto Lage, Interpretação com Jair Assumpção, Dramaturgia com Chico de Assis.

Amanhã é Natal de Mario Viana, direção Jairo Mattos – Teatro Imprensa SP/2009

Teatro/Musicais/ atriz e cantora

Mel e Alfaces Amargas – textos: Adélia Prado, Valderez Cardoso Gomes e Renata Palottini

Canção do Meio...meio - textos e direção Valderez Cardoso Gomes

A Luta Secreta de Maria da Encarnação, de G. Guarnieri, dir. Marcos Vinícius Faustini

Cinema/Atriz

Jardim Europa- Longa de Mauro Baptista Vedia ( em finalização)

Meias Verdades – curta-metragem de Marcelo Braga

Televisão/Atriz

Esmeralda , novela SBT, no papel de Francisca

Amigas e Rivais – novela SBT - participação

Nana Pequini - Atriz

Formação em Clown com Guillermo Angelelli – Buenos Aires -2009 Atriz Formada pela EAD-USP em 1998

Teatro

Amanhã é Natal de Mario Viana, direção Jairo Mattos – Teatro Imprensa SP/2009

Tejas Verdes - Direção: Eduardo Victorino -2006 - 2007

Pretexto- Direção: Rui Ricardo 2006

Sinfonia do Tempo- Direção: Silney Siqueira 2004-2005

Pelo Buraco da Fechadura -Direção: Marcelo Braga 2001 – 2002

Retábulo da Avareza, Lúxuria e Morte- Direção: Rodolfo Garcia Vazquez 2000 – 2001

Antes do Café –Direção: Celso Frateschi 1997-1998

Tartufo, ou o Impostor Direção: José Rubens Siqueira 1997

Préludico para clowns e guitarra - Direção: Cristiane Paoli-Quito 1997

Diretora

Memorial do quarto escuro – dança contemporânea

Com Edson Calheiros

Comtemplado pelo PAC dança 2008

A Colônia Penal - teatro - Franz Kafka Em cartaz no Teatro do Centro da Terra Set de 2003

Televisão

Hora do conto – Direção Marcello Airoldi -TV Alphaville 2003 -2004

A Felicidade nos Pertence - Minissérie na Rede Record de Televisão 2001

Cinema

Curta – Na língua do cão Direção- Sabina Anzuategui 1996

Media metragem - Os Penúltimos serão os Segundos

Direção - Sung Sfai -1998

Leopoldo Pacheco – Cenógrafo e figurinista

Renomado ator de teatro Cinema e TV, destaca-se também na criação de cenários e figurinos, tendo recebido vários prêmios, entre eles Shell – figurino - por Ópera do Malandro e Gota D’água em parceria com Gabriel Villela ; Shell - figurino – por A Mulher do Trem em parceria com Carol Badra. Nesta atividade ainda trabalhou com diretores como Márcio Aurélio, José Possi Neto, Débora Dubois, William Pereira, Sergio Ferrara, Elias Andreatto, Newton Moreno , Fernando Neves e Jairo Mattos.

Maestro Marcello Amalfi – Trilha Sonora Original

Foi aluno de Paulinho Nogueira, Naomi Munakata e Abel Rocha

Graduou-se Bacharel em Música pela FAA (2001).

Ganhou o prêmio de Melhor trilha sonora de longa-metragem no festival de cinema do Recife (2008) com a trilha do filme " Nossa Vida Não Cabe num Opala" de Reinaldo Pinheiro.

Sua criação no Teatro inclui Os Possessos - direção Antonio Abujamra; Zé Mané, Prima Zé e Outros Zés - Dir. Soledad Yunge; Don Juan - dir. Roberto Lage; Catadores - dir. Jairo Mattos; Caça aos Ratos - dir. Roberto Moretho; O Santo Parto - dir. Bárbara Bruno;

Amanhã é Natal de Mario Viana, direção Jairo Mattos

Ficha técnica:

Espetáculo Amanhã é Natal

Autor: Mario Viana

Diretor: Jairo Mattos

Elenco: Álvaro Gomes, Cinthia Zaccariotto, Nana Pequini

Cenário e figurinos : Leopoldo Pacheco

Trilha Sonora Original: Maestro Marcello Amalfi

Iluminação: Aluisio Burtin

Fotos: João Caldas

Projeto Gráfico: Cássia Hachimoto

Assistente de Direção: Carlos Baldim

Direção de produção: Cinthia Zaccariotto

Produção executiva: Álvaro Gomes

Realização: Núcleo Teatral III Sinal da Cooperativa Paulista de Teatro

Serviço:

Teatro Zanoni Ferrite

Av: Renata, 163, Vila Formosa

Telefone: (11) 2216-1520

Capacidade: 204 lugares

Acessibilidade para portadores de deficiência e mobilidade reduzida.

Reestreia: 04 de março / Temporada Popular: 04 de março a 10 de abril

Sextas e sábados 21h, domingos 19h

Duração: 60’ minutos

Ingressos: R$10,00 e R$ 5,00 – vendas no local

A bilheteria estará aberta ao público uma hora antes do espetáculo

Classificação Indicativa: não recomendado para menores de 12 anos

Blog: www.amanhaenatal.blogspot.com

Mais informações com a assessoria de imprensa, a Bemelmans Comunicações, Miriam Bemelmans (MTB 26.374) pelos telefones (11) 3034-4997 e (11) 9969-0416, pelo e-mail miriam@bemelmans.com.br ou pelo site www.bemelmans.com.br

Miriam Bemelmans

(11) 3034-4997

(11) 9969-0416

miriam@bemelmans.com.br

http://www.bemelmans.com.br

segunda-feira, 14 de março de 2011

Estreia no Zanoni Ferrite: Amanhã é Natal, de Mário Viana (São Paulo, SP)

Teatro Zanoni Ferrite

AMANHÃ É NATAL


Texto de Mário Viana, Amanhã é Natal, com direção de Jairo Mattos, fará temporada popular no Teatro Zanoni Ferrite.

O amor e as relações humanas na terceira idade são temas do

texto de Mário Viana. Jairo Mattos assina a direção. Leopoldo Pacheco

é o responsável pelo cenário e figurinos. O Maestro Marcello Amalfi criou a trilha sonora.

Dia 04 de março, sexta-feira, às 21h, reestreia a peça Amanhã é Natal, uma comédia dramática de Mário Viana, em mais uma temporada popular no recém-inaugurado Teatro Zanoni Ferrite, zona leste de São Paulo. A estreia nacional foi em 2009 no Teatro Imprensa, onde realizou temporada de 3 meses. Em 2010 já teve uma bem sucedida temporada popular no Teatro Paulo Eiró, na zona sul de São Paulo. Realização: Núcleo Teatral III Sinal da Cooperativa Paulista de Teatro. Amanhã é Natal fica em cartaz em curta temporada de 4 de março a 10 de abril, de sexta a domingo. Ingressos a R$ 10,00 e R$ 5,00.

A terceira idade, tratada de maneira otimista e contemporânea, é o ponto de partida do texto de Mário Viana para o espetáculo Amanhã é Natal, que tem no elenco Álvaro Gomes, Cinthia Zaccariotto e Nana Pequini, sob a direção de Jairo Mattos.

Sinopse: Edgar e Cecília estão ansiosos nos preparativos da ceia de Natal. Para ela, é uma forma de rever os filhos. Para ele, é a oportunidade de oficializar a união com Cecília - ambos são viúvos. Na tarde que antecede a festa, tudo está dando errado: a faxina está atrasada, uma chuva torrencial inundou o caminho e a padaria não assou o pernil que Edgar encomendou. Para complicar, Edgar recebe a visita de Joelma, a filha com quem ele não falava havia quase 20 anos. E ela vem falar de um irmão, Andinho, cuja existência Cecília ignorava.

Blog: http://www.amanhaenatal.blogspot.com/

Os protagonistas da trama são personagens maduros, que vivem uma história de amor, experimentam as dúvidas de uma relação a dois, encaram seus fantasmas e aprendem com a vida. “A principal ambição do texto é afastar-se do sentimentalismo, da ideia de que os pobres velhinhos merecem nossa consideração pelo fato de terem cabelos brancos”, conta o autor. Edgar e Cecília são dois personagens ativos, que tomam sua história nas mãos e a modificam, conforme suas necessidades e carências.

O Núcleo Teatral III Sinal, fundado em 2007, iniciou suas atividades em 2008, após detalhada pesquisa de textos, com a produção de Amanhã é Natal de Mario Viana. Formado por atores com longa trajetória nas artes cênicas, especialmente o teatro, passou a existir e prospecta sua continuidade apoiado no desejo de trazer à tona os paradoxos da comunicação humana, montando textos de autores contemporâneos que abordem uma profunda reflexão sobre o homem atual, com um olhar pautado nas pequenas coisas do cotidiano.

Mário Viana - Paulistano, formado em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero. Trabalhou no jornal Folha de S. Paulo, na revista Veja São Paulo, foi editor de turismo do jornal O Estado de S. Paulo e colaborou com várias outras publicações. Dramaturgo, formou o Núcleo dos 10, sob orientação do também dramaturgo Luís Alberto de Abreu. Recebeu menção honrosa no concurso nacional de textos teatrais inéditos de 2000, promovido pelo Ministério da Cultura, com a peça Flechadas do teu Olhar. Os textos Vamos? e Vestir o Pai receberam prêmios em duas edições do concurso de dramaturgia promovido pela Secretaria de Cultura de Porto Alegre, em 2000 e 2001.

Teve montados quatro espetáculos com o Grupo Parlapatões: Mistérios Gulosos, Pantagruel, Um Chopes, Dois Pastel & Uma Porção de Bobagens e O Pior de São Paulo. Também foram montadas as peças Ifigônia, com as atrizes Rosi Campos e Zezeh Barbosa, e Verdades, Canalhas, dirigida por Hugo Possolo. O monólogo Natureza Morta, inspirado numa tela do norueguês Edvard Munch, é montado no Recife, em São Paulo e Rio de Janeiro. Em abril de 2003, estreiam em São Paulo as peças Vestir o Pai, dirigida por Paulo Autran, e Carro de Paulista, dirigida por Jairo Mattos - em cartaz há quatro anos. Classificado em segundo lugar no Concurso Nacional de Dramaturgia da Funarte (Sudeste), com Galeria Metrópole (Prêmio Cidadania em Teatro, da Associação da Parada GLBT, junho de 2005). Ganhou o prêmio de melhor texto por voto popular no Ciclo de Leituras Apart-Satyros, com Hoje tem Mazzaropi. Em junho de 2004, o Festival de Intercity São Paulo, em Florença, realizou leitura dramática da peça Vestir o Pai (Onora il Padre) em Florença e Roma.

Em televisão, foi colaborador de Aimar Labaki nas novelas Seus Olhos (SBT, 2004) e Paixões Proibidas (Band-RTP, 2007). De 2005 a 2007, participou do núcleo de autores do Nunca se Sábado, no Teatro Folha. Integra também o quadro de autores do seriado de TV Avassaladoras, para a Total Filmes. Em 2006, estreou no Teatro Stella, Montevidéu, a peça Vistiendo a Papá, com direção de Jorge Denevi. Em São Paulo, estreou Assim com Rose, dirigida por Jairo Matos, e o infantil Bruxo Pontocom, dirigido por Hugo Possolo. Em 2007, estreou Segunda-feira: o Amor do Sim, com direção de Alexandre Reinecke, no Espaço dos Satyros. Galeria Metrópole ganhou leitura dramática no projeto Viva a Língua de Camões, no Porto, Portugal. Integrou a equipe de colaboradores da novela Dance Dance Dance (Band) e foi um dos colaboradores de Lauro César Muniz, na novela Poder Paralelo (Record).

Jairo Mattos - Ator, diretor e produtor, nascido em Porto Alegre (RS), Jairo é co-fundador do Grupo Parlapatões Patifes e Paspalhões e do Teatro de Câmara de São Paulo. Largou a escola de teatro para “fugir” com o circo Tenda Tela Teatro, da cidade de Campinas (SP). O circo apresentava espetáculos baseados em textos de Maiakovski (1893-1930) e Meyerhold (1874-1940) [autores russos que se aproximaram da estética circense em seus trabalhos]. Interessado na proposta do Tenda Tela Teatro, Jairo resolve, em meados dos anos 80, montar o próprio circo, chamado Metrópole Arte Circo. Assim, Jairo Mattos iniciou sua carreira no circo, vivendo o palhaço Chimarrão.

Como ator, atuou em diversas peças, como Concílio do Amor, dirigido por Gabriel Villela. Em 94 foi indicado para o prêmio Molière como melhor ator com a montagem Budro, de Bosco Brasil. Em 95, encenou Atos e Omissões, de Bosco Brasil e Sonho de um Homem Ridículo, de Dostoyevsk no Teatro de Câmara de São Paulo. Trabalhou também sob a direção de nomes como Jorge Takla, Emilio Di Biasi, Hugo Possolo, Carla Camuratti e Mário Bortolotto em peças como, O Cara que

Dançou Comigo, Novas Diretrizes em Tempo de Paz, Barrela, Os Coveiros, Esperando Godot, Participou também de peças com autoria e direção de Mário Bortoloto, entre elas, Medusa de Rayba, A Queima Roupa, Fuck You, Baby, Uma Fábula Podre e Nossa Vida Não Vale Um Chevrolet.

Em 2008, estreou o espetáculo Ilustríssimo Filho da Mãe, texto de Leilah Assumpção.

Dirigiu as peças Tem Café no Bule, As Mais Fortes e Lágrimas de Vidro. Além dessas montagens, dirigiu textos de Mario Viana (Carro de Paulista e Assim como Rose), Mario Bortolotto (Leila Baby e Getsemani), Hugo Possolo (Sobre a Arte de Cortar Bifes), Alexandra Golik (O Sequestro) e Viviane Dias (Em Alguma Margem no Rio Bargaia). Recentemente dirigiu as peças Amor por Nelson e Cata-dores, ambas estreadas em 2007. Ainda em 2007 atua na peça Don Juan de Molière.

No cinema fez mais de dez curtas e longa metragens, entre eles Loucos por Cinema (André Luís de Oliveira), que conquistou os prêmios de melhor filme, ator, trilha sonora e coadjuvantes no Festival de Brasília. Destacam-se ainda filmes como Tainá (Tânia Lamarca), Bicho de Sete Cabeças (Laís Bodanski) e O Viajante (Paulo César Saraceni), ganhador do Prêmio da Crítica de Melhor Filme do Festival de Moscou.

Jairo Mattos teve sua estreia na TV em 1990, na telenovela Barriga de Aluguel. Ainda na Rede Globo, integrou o elenco das novelas Celebridade e Dono do Mundo (Gilberto Braga), Rei do Gado, (Benedito Rui Barbosa), Deus Nos Acuda (Sílvio de Abreu) e Bang Bang (Mario Prata), Beleza Pura e tempos Modernos. Trabalhou como ator convidado da série Sob Nova Direção. Fez participação na novela Bicho do Mato, da Record.

Cinthia Zaccariotto – atriz e Produtora

Iniciou sua carreira de atriz no Teatro de Arena /SP sob a direção de Afonso Gentil e Augusto Boal nos anos 1960. Foi integrante do Núcleo Ágora CDT ( Ágora Teatro) a partir de sua fundação, onde permaneceu por 3 anos.

Teatro/ atriz

Arena Conta Tiradentes - Augusto Boal - Núcleo II - Teatro de Arena/SP

As Artimanhas de Escapino, O Raposão e a Torta – infantis - dir. Afonso Gentil – Grupo Evolução de Teatro – Teatro de Arena

Tio Vânia - direção Celso Frateschi

Pai, de Izaías Almada-, direção Roberto Lage -Teatro Agora

Pai - direção Marcelo Braga- para a instalação do artista plástico Siron Franco, Centro Cultural SP/ Espaço Ademar Guerra

Entre os principais cursos de aprimoramento estão o TAPA, Construção da Personagem com Roberto Lage, Interpretação com Jair Assumpção, Dramaturgia com Chico de Assis.

Amanhã é Natal de Mario Viana, direção Jairo Mattos – Teatro Imprensa SP/2009

Teatro/Musicais/ atriz e cantora

Mel e Alfaces Amargas – textos: Adélia Prado, Valderez Cardoso Gomes e Renata Palottini

Canção do Meio...meio - textos e direção Valderez Cardoso Gomes

A Luta Secreta de Maria da Encarnação, de G. Guarnieri, dir. Marcos Vinícius Faustini

Cinema/Atriz

Jardim Europa- Longa de Mauro Baptista Vedia ( em finalização)

Meias Verdades – curta-metragem de Marcelo Braga

Televisão/Atriz

Esmeralda , novela SBT, no papel de Francisca

Amigas e Rivais – novela SBT - participação

Nana Pequini - Atriz

Formação em Clown com Guillermo Angelelli – Buenos Aires -2009 Atriz Formada pela EAD-USP em 1998

Teatro

Amanhã é Natal de Mario Viana, direção Jairo Mattos – Teatro Imprensa SP/2009

Tejas Verdes - Direção: Eduardo Victorino -2006 - 2007

Pretexto- Direção: Rui Ricardo 2006

Sinfonia do Tempo- Direção: Silney Siqueira 2004-2005

Pelo Buraco da Fechadura -Direção: Marcelo Braga 2001 – 2002

Retábulo da Avareza, Lúxuria e Morte- Direção: Rodolfo Garcia Vazquez 2000 – 2001

Antes do Café –Direção: Celso Frateschi 1997-1998

Tartufo, ou o Impostor Direção: José Rubens Siqueira 1997

Préludico para clowns e guitarra - Direção: Cristiane Paoli-Quito 1997

Diretora

Memorial do quarto escuro – dança contemporânea

Com Edson Calheiros

Comtemplado pelo PAC dança 2008

A Colônia Penal - teatro - Franz Kafka Em cartaz no Teatro do Centro da Terra Set de 2003

Televisão

Hora do conto – Direção Marcello Airoldi -TV Alphaville 2003 -2004

A Felicidade nos Pertence - Minissérie na Rede Record de Televisão 2001

Cinema

Curta – Na língua do cão Direção- Sabina Anzuategui 1996

Media metragem - Os Penúltimos serão os Segundos

Direção - Sung Sfai -1998

Leopoldo Pacheco – Cenógrafo e figurinista

Renomado ator de teatro Cinema e TV, destaca-se também na criação de cenários e figurinos, tendo recebido vários prêmios, entre eles Shell – figurino - por Ópera do Malandro e Gota D’água em parceria com Gabriel Villela ; Shell - figurino – por A Mulher do Trem em parceria com Carol Badra. Nesta atividade ainda trabalhou com diretores como Márcio Aurélio, José Possi Neto, Débora Dubois, William Pereira, Sergio Ferrara, Elias Andreatto, Newton Moreno , Fernando Neves e Jairo Mattos.

Maestro Marcello Amalfi – Trilha Sonora Original

Foi aluno de Paulinho Nogueira, Naomi Munakata e Abel Rocha

Graduou-se Bacharel em Música pela FAA (2001).

Ganhou o prêmio de Melhor trilha sonora de longa-metragem no festival de cinema do Recife (2008) com a trilha do filme " Nossa Vida Não Cabe num Opala" de Reinaldo Pinheiro.

Sua criação no Teatro inclui Os Possessos - direção Antonio Abujamra; Zé Mané, Prima Zé e Outros Zés - Dir. Soledad Yunge; Don Juan - dir. Roberto Lage; Catadores - dir. Jairo Mattos; Caça aos Ratos - dir. Roberto Moretho; O Santo Parto - dir. Bárbara Bruno;

Amanhã é Natal de Mario Viana, direção Jairo Mattos

Ficha técnica:

Espetáculo Amanhã é Natal

Autor: Mario Viana

Diretor: Jairo Mattos

Elenco: Álvaro Gomes, Cinthia Zaccariotto, Nana Pequini

Cenário e figurinos : Leopoldo Pacheco

Trilha Sonora Original: Maestro Marcello Amalfi

Iluminação: Aluisio Burtin

Fotos: João Caldas

Projeto Gráfico: Cássia Hachimoto

Assistente de Direção: Carlos Baldim

Direção de produção: Cinthia Zaccariotto

Produção executiva: Álvaro Gomes

Realização: Núcleo Teatral III Sinal da Cooperativa Paulista de Teatro

Serviço:

Teatro Zanoni Ferrite

Av: Renata, 163, Vila Formosa

Telefone: (11) 2216-1520

Capacidade: 204 lugares

Acessibilidade para portadores de deficiência e mobilidade reduzida.

Reestreia: 04 de março / Temporada Popular: 04 de março a 10 de abril

Sextas e sábados 21h, domingos 19h

Duração: 60’ minutos

Ingressos: R$10,00 e R$ 5,00 – vendas no local

A bilheteria estará aberta ao público uma hora antes do espetáculo

Classificação Indicativa: não recomendado para menores de 12 anos

Blog: http://www.amanhaenatal.blogspot.com/

Mais informações com a assessoria de imprensa, a Bemelmans Comunicações, Miriam Bemelmans (MTB 26.374) pelos telefones (11) 3034-4997 e (11) 9969-0416, pelo e-mail miriam@bemelmans.com.br  ou pelo site http://www.bemelmans.com.br/

Miriam Bemelmans

(11) 3034-4997

(11) 9969-0416

miriam@bemelmans.com.br

http://www.bemelmans.com.br/

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Nanda Rovere indica


Hoje tem Mazzaropi homenageia um dos maiores artistas do cinema brasileiro


http://arteessenciadavida.blogspot.com/2010/06/hoje-tem-mazzaropi-homenageia-um-dos.html

entrevista com Silvia Poggetti

Maria Carolina Dressler e Mário Viana

além de homenagear um dos maiores artistas do nosso cinema, a peça apresenta um excelente elenco