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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Esconderijo, de Leo Charcra, estreia no Teatro Augusta (São Paulo)



Esconderijo, peça de Leo Chacra,
fala de amor, poder e intrigas

Com texto e direção do jovem dramaturgo Leo Chacra o espetáculo inédito Esconderijoestreia dia 10 de fevereiro, sexta-feira, na Sala Experimental do Teatro Augusta, em São Paulo, às 21 horas. O enredo desta montagemtransita pelas paixões em suas diversas manifestações e pelas relações amorosas: três histórias de amor são marcadas por desencontros e afetos perdidos. O elenco é formado por Aline Abovsky, Renato Bisoni eLívia Prestes.

A história se passa na São Paulo de 1969, época do regime militar no Brasil. Esse momento político é somente o pano de fundo para contar a história de Juliana, uma jovem ativista política que, após uma traição e a queda de seu “aparelho”, busca refúgio na casa de Marina, ex-mulher de seu namorado Pedro (personagem que não aparece fisicamente em cena). Elas amam o mesmo homem! Confinada no mesmo espaço com a rival, a protagonista vive um clima de suspense e mistério.

Esconderijo propõe  uma reflexão sobre o amor, o poder e  as intrigas. A relação forçada entre as mulheres faz com que o passado de ambas venha à tona. Segredos e desejos, assim como antigas disputas, vão se revelando à medida que elas vão se compreendendo. Juliana luta apaixonadamente pela liberdade e pelo seu amor. A convivência com Marina muda o rumo de suas desconfianças sobre a traição política e provoca nela o desejo de vingança. O traidor seria Fred, o jornalista com quem ela teve um romance? E quem seria Fred, este homem que luta pelo amor de Juliana até as últimas consequências?

Segundo Leo Chacra, a referência aos “anos de chumbo” é apenas o fio que conduz as personagens à convivência forçada. “A história poderia ser em outro contexto, em qualquer época, em qualquer lugar do mundo. Esconderijo está mais para a linha freudiana que marxista; fala mais de amor que de socialismo, de sentimento humano que nacionalista”.Chacra ainda explica que o texto traz uma visão pessoal sua da época de repressão política, de forma distanciada, sem levantar bandeiras.  “Falo do amor livre, da relação aberta, da resistência às causas e às pessoas”. O foco da peça está no âmbito privado, na intimidade de Juliana, Marina, Pedro e Fred.

O diretor/autor salienta que a encenação brinca com os sentimentos das personagens, aplicando uma lente de aumento no âmbito privado de suas vidas. No cenário, três poltronas são dispostas aleatoriamente representando tanto a casa de Marina como o apartamento de Fred. De forma nada conceitual, folhas de papel, jornais e livros são jogados pelo cenário, compondo uma atmosfera literária. Também um aparelho de telefone e uma máquina de escrever ajudam a simbolizar a liberdade tão ansiada. “O ambiente lembra um jovem que saiu da casa dos pais, um jovem país em formação ou a desconstrução das coisas, nos anos 60”. Justifica o diretor. 

O figurino remete, sutilmente, à moda do final dos anos 60 e traz para a peça uma atmosfera de nouvelle vague, de tropicalismo. “Quero pincelar o mundo antes do eletrônico, antes da internet”, diz Leo. A trilha sonora passa pelo instrumental, folk music, rock clássico e tropicalismo. O diretor busca a força da sonoridade e dos acordes, para pontuar a simplicidade da vida ou a complexidade dos sentimentos. “Estou muito feliz dirigindo. Acho que o trabalho fica ainda mais autoral”. Finaliza Leo Chacra.

Ficha técnica
Espetáculo: Esconderijo
Texto e direção: Leo Chacra
Elenco: Aline Abovsky (Marina), Lívia Prestes (Juliana) e Renato Bisoni (Fred)
Cenário: Leo Chacra
Iluminação: Fábio Ferretti
Figurino: Geondes Antonio e grupo
Programação visual: Suzy Suzuki
Produção executiva: Geondes Antonio
Fotos: Fábio Ghrun
Serviço:
Estreia: 10 de fevereiro – sexta-feira – às 21h30 - Até 25/02
Local: Teatro Augusta (Sala Experimental)
Rua Augusta, 943 – Cerqueira César/SP - Tel: (11) 3151- 4141
Horários: sexta (21h30), sábado (21 horas) e domingo (19 horas)
Ingressos: R$ 30,00 (meia: R$ 15,00) – Gênero: Drama
Duração: 75 min – Classificação etária: 12 anos - Capacidade: 55 lugares
Bilheteria: 4ª a 5ª (14h às 21h), 6ª (14h às 21h30), sáb. (15h às 21h) e dom. (15h às 19h).
Reservas por telefone: 4ª a sab. (15h às 19h) e dom. (15h às 17h) – Aceita dinheiro e cartões (MC, D, V, RS e VE). Ingressos antecipados: www.ingressorapido.com.br (tel 4003-1212). Acesso universal.
Ar condicionado. Estacionamento conveniado no local – Site: www.teatroaugusta.com.br

Leo Chacra – autor e diretor

Leo Chacra é autor do romance Road Movie Doméstico. Com mais de 10 anos de carreira, além de ator, Leo é o palhaço Leleco, faz stand up comedy, sendo um dos fundadores do grupo Clownbaret. Atuou em Estado de Sítio (direção de Marcello Lazaratto) e dirigiu o Grupo Sete em Seis Atrizes em Busca de Um Diretor (De Felipe Sant’Ângelo). Como dramaturgo, assina os textos România (peça que também dirigiu), Sessão da Tarde (na qual atuou e dirigiu), Falecida Senhora Sua Mãe (de GeorgesFeydeau; dirigiu e atuou), Comédia dos Esquemas (também foi ator sob direção de Antonio Rocco) e a inédita Epidemia Franciscana, que será encenada por Roney Facchini, em 2012.

Aline Abovsky – atriz

Aline Abovsky, 38 anos, formou-se atriz pelo Teatro-Escola Célia Helena e já participou de mais de 20 espetáculos de teatro ao lado de diretores como Jairo Mattos, Nilton Bicudo, Marcos Loureiro, Walter Stein, Nelson Baskerville e Mário Bortolotto. Junto com o grupo Cemitério de Automóveis foram várias peças, entre elas Nossa Vida não Vale um Chevrolet, E Éramos Todos Thunderbirds, Postcards deAtacama, Tempo de Trégua, Faroestes e outras. No cinema, atuou em Carro de Paulista, o Filme(telefilme de Ricardo Pinto e Silva), Desde o Fim Até o Começo (curta de Jarbas Capusso Filho), Jardim Europa SP (longa de Mauro Baptista) e O Friso da Vida (curta de Ricardo de Oliveira). Aline também atua como dublê de ação em novelas e filmes.

Renato Bisoni – ator

O ator Renato Bisoni, 36 anos, estudou interpretação no Stúdio Fátima Toledo, Lee Strasberg Institute(EUA) e na Oficina de Atores da Rede Globo. Bisoni participou das novelas globais A Cor do Pecado, como Guilherme, e Pé na Jaca, na qual interpretou um jogador de pólo aquático. No teatro, integrou o elenco da peça Noturno, de Oswaldo Montenegro,  Terminal Patient, de Lee Strasberg, e Rodrigueanas, de Nilton Travesso. Também viveu a personagem James no filme American Hero, além de trabalhar em filmes publicitários, entre eles um comercial para a Revista Época (da agência W/Brasil).

Lívia Prestes - atriz

A paulistana Lívia Prestes, 28 anos, estudou teatro na Faculdade Paulista de Artes, além de ter feito vários cursos de interpretação para cinema e vídeo. Como atriz participou de curtas-metragens e de vários filmes publicitários. Entre os anos de 2004 e 2008, ela foi apresentadora do Canal Sony, à frente do programa de variedades Estilo Sony. Lívia também trabalha com locutora de peças publicitárias para mídia radiofônica.

Assessoria de imprensa: VERBENA COMUNICAÇÃO
Tel: (11) 3079-4915 / 9373-0181 - verbena@verbena.com.br

terça-feira, 31 de maio de 2011

Monólogo de Gabriela Kala em cartaz no The Cavern Pub (Buenos Aires)


“Y ME VINO UN BLANCO”


Unipersonal de Gabriela Kala.

Viernes 20 y 27 de mayo y

Viernes 3 y 10 de Junio, 20hs,

En The Cavern Pub, Paseo La Plaza , Corrientes 1660.

Una chica que, en busca del amor y envuelta en una burbuja de ilusiones, nos muestra las inseguridades, los complejos, los miedos, la desesperación por llegar a ser como las demás, dejando en evidencia un modelo social femenino cada vez mas alejado de la verdadera esencia del ser humano. Por momentos el personaje despliega una doble cara de su personalidad, en la que se refleja un juego de opuestos entre sus pensamientos y sus actos, desencadenando finalmente en la locura que se impone en toda su magnitud.

A través del guión, Gabriela Kala nos acerca una historia dramática, con pinceladas de humor, en la que todos en algún episodio nos sentimos identificados. Por momentos haciéndonos reír pero también invitándonos a reflexionar acerca de la importancia y las consecuencias de nuestras acciones en la vida cotidiana.

Dice Griselda Gambaro: “el espectador que va a ver una obra de teatro siempre obtiene una reparación mediante el arte, que te marca que hay otro que tiene tus mismas preocupaciones o tus mismos dolores, ese compartir solidario que produce una sanación. Uno no recibe solo la anécdota, recibe algo mas allá de lo que se cuenta. Esa sanación es salir con toda esa emoción que uno recibe del escenario, es salir sanado de la soledad, de la soledad de la condición humana”.

INTERPRETE: GABRIELA KALA.

ORGANIZACIÓN ARTÍSTICA: SILVINA FERNÁNDEZ.

PRENSA: ANDRÉS HALAC.

POR ACREDITACIONES DE PRENSA O PEDIDO DE ENTREVISTAS A: andres_lif@yahoo.com.ar , O AL (011) 155712 – 8337.

ENTRADAS A $35.

PODES RESERVAR TUS LOCALIDADES POR PLATEANET (http://www.plateanet.com/ ), SUMANDO EL 15% DEL VALOR EN CONCEPTO DE COSTOS DE TARJETA.

GABRIELA KALA

Comenzó sus estudios actorales con Alfredo Martin y Mónica Rayola en el 2002. Entrenó con Pompeyo Audivert (2003) y con Oscar Naya (2004). Realizó el Taller de comicidad dictado por Mariana Briski (2005). Se formó en el Estudio de Augusto Fernandes (2006, 2007 y 2008). Desde el 2009 hasta la actualidad estudia actuación con Silvina Fernández.

De forma complementaria, estudió Danza Teatro con Paula Etchebere (2004) y Teatro Aéreo con Arneses con Sebastián Pirato Mazza y Lucia Russo (2003-2005). Realizó Entrenamiento Vocal con Liliana Flores en el Instituto de la Voz (2006-2007). Canto con Fernanda Carreras, en dicho Instituto (2007-2008). Actualmente toma clases de canto método Ravine en estudio de Silvina Fernández. Se formó en Danzas afro latinas con CeciliaBenavidez (2007) y Danza Jazz en el Estudio Noemí Coelho/Rodolfo Olguín (2007-2011).

Trabajó en teatro en "La desgracia de no ser homosexual" (Dirección Oscar Naya, Teatro El colonial, 2005-2006), "Los labios del diablo" (Dirección Claudio Pérsico, Casona del Arte Foro Gandhi, 2007); "Postal de Pasión Tanguera" (Dirección Fabio Peralta, Fray Mocho, 2008). En cine, formó parte de los elencos de los Largometrajes "Yo soy sola" (Dirección TatianaMereñuk, 2006) y "La pluma negra" (Dirección Richie Ercolano, 2006)

En Televisión, trabajó en "Tango del último amor" (Coproducción rusa con Telefé, 2006, y en comerciales para diversas marcas.

"Y ME VINO UN BLANCO", de su autoría, es su debut en el género Unipersonal.

ANDRES HALAC

PRENSA Y GESTIÓN CULTURAL

http://www.dionisioluna.com.ar/  

155712-8337

andres_lif@yahoo.com.ar

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Doces Bárbaros estreia em maio no SESC Amazônia das Artes (Belém,PA)


Belém, 19 de maio de 2011


Teatro para crianças e adultos: "Catolé e Caraminguás” e “Doces Bárbaros” nesta segunda na Mostra SESC Amazônia das Artes

Na segunda feira, 23, a Mostra SESC Amazônia das Artes vem com uma programação dupla. Belém e o município de Santarém receberão as atividades da Mostra. Na capital, haverá no Centro Cultural SESC Boulevard a encenação do espetáculo “Doces Bárbaros”. Já na Orla Fluvial de Santarém, o espetáculo de teatro infantil "Catolé e Caraminguás" será a pedida da vez. Os dois espetáculos iniciarão às 19 horas.

A Mostra SESC Amazônia das Artes vem com a proposta de divulgar e estimular a produção do segmento artístico-cultural dos estados da Amazônia Legal e o seu entorno. Para isso, os Departamentos Regionais destes estados reuniram-se para a elaboração desta mostra, que chegará a Belém no período de 20 a 27 de maio e trará espetáculos de linguagens diversificadas como a Dança, o Teatro, a Música e as Artes Visuais.

O SESC Boulevard, dia 23, receberá pela primeira vez o grupo 4 Cantus do Mato Grosso, que virá com o espetáculo “Doces Bárbaros”. Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Gil e Maria Bethânia, em julho de 1976, com seus figurinos e atitudes extravagantes, sobem aos palcos e realizam um dos shows mais marcantes da história da MPB: Os Doces Bárbaros.

Nascido em Cuiabá (MT), radicado no Rio de Janeiro e formado por um quarteto vocal misto, o grupo vocal 4 Cantus realiza o show 4 Cantus canta Doces Bárbaros, tendo como principal objetivo homenagear os 35 anos do show de 76 que, para o grupo, foi um marco na estrada destes artistas de referência na Música Popular Brasileira. A apresentação mostra o repertório com uma roupagem atualizada com novos arranjos, figurinos e a linguagem cênica que traz de volta o universo tropicalista e irreverente que marcou uma geração.

Este ano o grupo In Bust foi um dos selecionados para representar o Pará na Mostra SESC Amazônia das Artes. O espetáculo de teatro infantil "Catolé e Caraminguás" será encenado na cidade de Santarém na próxima segunda-feira. O grupo teatral de bonecos retrata a história de uma família que se vê frustrada diante do insucesso da peça montada por eles. Quando tudo parece perdido, a turma recebe um texto de um primo, que fala sobre o capitão do mato e decide trabalhar neste texto. Logo, o tão sonhado reconhecimento chega cheio de muitas emoções.

SERVIÇO:

“Doces Bárbaros”

Data: 23 de maio de 2011

Horário: 19h

Local: Centro Cultural SESC Boulevard (Boulevard Castilho França, n°522/523)

“Catolé e Caraminguás”

Data: 23 de maio de 2011

Horário: 19h

Local: Orla Fluvial de Santarém

Informações: (91) 3224-5654/5305 (Centro Cultural SESC Boulevard)

(91) 4005-9584/9587 (Assessoria de Comunicação do Sistema Fecomércio/SESC/SENAC-PA)

ENTRADA FRANCA

terça-feira, 17 de maio de 2011

A Olho Nu, direção: Duda Gorter, estreia no Teatro dos 4 (Rio de Janeiro)


“A OLHO NU”

O espetáculo teatral “A Olho Nu”, com Rose Abdallah e Alexandre Dantas, estreou no dia 18 de abril no Teatro dos Quatro. O texto e a direção são de Duda Gorter, também diretora de cinema - seu mais recente curta-metragem, “Na Madrugada”, com Ana Lucia Torre e Denise Weinberg, foi exibido em festivais como o Festival de Cinema de Brasília, 2º Los Angeles Brazilian Film Festival e Cannes 2009 - Short Film Corner, entre outros, e recebeu prêmios como Melhor Filme no Curta Cinema 2009; Melhor Atriz em curta-metragem (Ana Lucia Torre) e Prêmio Vagalume no Festival de Brasília; Melhor Direção e Melhor Fotografia no Festival Mix Brasil 2009; e Award of Merit no Accolade Film Festival 2010.

“A Olho Nu” foi concebido por Duda Gorter a partir do desejo de instigar o público a pensar em: “Como lidar com uma situação limite? Para onde fugir? A quem recorrer? O que fazer com nossas inseguranças e desejos?”, indagações propostas pela autora e diretora, que reconhece como questões da nossa sociedade “a quebra do pacto social, a fragmentação e o desamparo do indivíduo e a solidão urbana”.

SINOPSE

A história se dá quando ELA (assim é apresentada a personagem feminina) desperta de um pesadelo, sentindo-se frágil e desamparada, sem ânimo para seguir sua rotina. Perplexa com o mundo violento à sua volta, decide romper com tudo e voltar-se para dentro, criando um “novo universo”, supostamente mais seguro e harmonioso do que a chamada realidade. Assim, ELA tenta curar suas feridas e reassumir as rédeas de sua vida. Há em cena um homem que a provoca – através dele esta mulher se verá obrigada a interagir com o mundo exterior.

A MONTAGEM

A Olho Nu é um espetáculo tragicômico, com elementos dos movimentos pop. Em um palco nu, esfumaçado, iluminado por luzes recortadas e cercado por véus de filó, há apenas um pequeno trapézio circular (uma lira), onde se concentra a movimentação da atriz.

Procurando “assumir o ridículo como teatralidade”, a montagem, através de uma encenação simples e pautada no trabalho dos atores, busca um distanciamento capaz de transformar a tragédia em comédia e provocar a reflexão no público.

FICHA TÉCNICA

Texto e direção: Duda Gorter

Elenco: Rose Abdallah e Alexandre Dantas

Iluminação: Paulo César Medeiros

Cenário e Figurinos: Leticia Ponzi

Cenógrafa e Figurinista assistente: Carol Rodriguez

Preparação dos aéreos/lira: Beth Martins

Preparação Corporal e coreografias: Toni Rodrigues

Trilha Original: Gabriel Fomm

Cenotécnicos: Carlos Augusto Campos e Leandro Ribeiro

Bonequeiro: Alexandre Guimarães

Costureira: Odília Lúcia

Contra regra e maquinista: Gerson Porto

Visagismo: Dudu Meckelburg

Make-up: João Junior

Fotos: Claudia Ribeiro

Programação Visual: Rafael de Paula

Assistente de produção e Administração: Lívia Borges

Assistente geral: Niaze Neto

Produção Executiva: Roseane Milani

Direção de Produção: Ana Paula Sant’ Anna

Realização: Dessa Água Beberei Produções

Assessoria de Imprensa: JSPontes Comunicação - João Pontes e Stella Stephany

SERVIÇO

LOCAL: Teatro dos Quatro / Shopping da Gávea

- Rua Marquês de São Vicente, 52/2º piso, Gávea / RJ Tel: 21 2274.9895

CAPACIDADE: 402 espectadores

HORÁRIOS: 3ªs e 4ªs, às 21h30

DURAÇÃO: 50 minutos

INGRESSOS: R$60,00 e R$30,00 (meia entrada)

GÊNERO: tragicomédia

CLASS. ETÁRIA: 14 anos

TEMPORADA: até 27 de julho

DUDA GORTER – AUTORA E DIRETORA

Duda Gorter iniciou sua carreira como atriz profissional em 1992, numa montagem teatral de "As Aventuras de Tom Sawyer" em uma adaptação da história de Mark Twain. No teatro, trabalhou como atriz e assistente de direção em diversas montagens e com profissionais como Ricardo Blat, Ernesto Piccolo, Gilberto Gawronski, Stella Miranda.

Estreou no Cinema em 1997, inicialmente como atriz e, em seguida como assistente de direção em vários filmes de curta e longa-metragem. Passou por várias funções no cinema: diretora de arte, produtora, continuísta, pesquisadora, casting, roteirista, assistente de direção e diretora, trabalhando com diretores como Marcelo Taranto e Pedro Rosa, Rosane Svartman e Marcelo Laffite, entre outros. Realizou seu primeiro filme como diretora e roteirista em 2003, curta-metragem chamado “A Visita”. No ano seguinte realizou o curta Francamente..., novamente assinando a direção e o roteiro. Seu último curta-metragem, “Na Madrugada”, foi exibido em diversos festivais ao redor do mundo e no Brasil, como o Festival de Cinema de Brasília, 2º Los Angeles Brazilian Film Festival, Cannes 2009 - Short Film Corner, entre outros. Recebeu prêmios como Melhor Filme no Curta Cinema 2009; Melhor Atriz em curta-metragem (Ana Lucia Torre) e Prêmio Vagalume no Festival de Brasília; Melhor Direção e Melhor Fotografia no Festival Mix Brasil 2009; e Award of Merit no Accolade Film Festival 2010.

ROSE ABDALLAH - ATRIZ

ROSE ABDALLAH começou sua carreira pelas mãos de Maria Clara Machado no Teatro Tablado entre os anos de 1984 e 1987, estudou com renomados nomes do teatro nacional e estrangeiro tais como: Rubens Correa, Bia Lessa, Lee Breuer, Terry O'Relley, Oichi Okamoto, Moacyr Góes entre outros.

Em 1995 incorporou a Cia. Os Fodidos Privilegiados, dirigida então por Antonio Abujamra. Nestes dezesseis anos, atuou em todos os espetáculos da Cia., tais como: “O Casamento”, “O Auto da Compadecida”, “Tudo no Timing”, “Esta Noite se Improvisa”, “O Casamento do Pequeno Burguês”, “Édipo”, “O Carioca”, “Escravas do Amor”, dentre outras, sendo agraciada no Festival de Curitiba nos anos de 1999 com o espetáculo “As Fúrias de Rafael Alberti”, e em 2004 com “O Carioca”, de Artur Azevedo, como melhor atriz.

Fora da Cia. atuou em “Only You”, com direção de Zé Renato, “Boca de Ouro”, dirigido por Carlos Gregório, “O Marido Ideal”, dir. Vitor Garcia Peralta, “Otelo”, dir. Diogo Vilela e Marcus Alvisi. Ainda com Os Privilegiados fez assistência de direção e co-dirigiu com Antonio Abujamra os espetáculos “A Irresistível Ascensão de Arturo Ui,” de Bertolt Brecht e “Louca Turbulência”, de Andre Santana, assumindo as direções nos espetáculos: “Antígone América”, de Carlos Henrique Escobar, e “Processos”, de Franz Kafka e Elias Canetti. “Solteira, Casada, Viúva, Divorciada”, de Noemi Marinho, Maria Adelaide Amaral, Luis Arthur Nunes e Regiana Antonini, foi sua ultima direção em 2009, no Teatro Café Pequeno.

Em cinema participou dos longas: “Feliz Natal”, direção de Selton Melo; “Conceição Autor Bom é Autor Morto”, de Andre Sampaio e “Strovengah- Todos os Olhos”, também de Andre Sampaio, este em fase de finalização. Participou também dos premiados curtas: “Polêmica” e “Tira os Óculos e recolhe o homem”, ambos de Andre Sampaio, e “15 Minutos de Tolerância”, de Fabio Porchat e Ian FBG.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

La Malasangre, de Griselda Gambaro, no Teatro Cara a Cara (Buenos Aires)

Peças de Encaixar, da Cia. dos Atores, SESC Copacabana (Rio de Janeiro)


Amigos,
É com alegria e uma vontade danada de rolar na arena do Sesc, convido vocês para a temporada de

PEÇAS DE ENCAIXAR

do projeto AUTOPEÇAS 2da Cia. dos Atores

de 11 a 29 de maio no Espaço Sesc Copacabana

quarta a sábado - 21h / domingo - 19h30

Apareçam!

Beijos

Suzana Nascimento

atriz e contadora de histórias

55 21 8788-0106

55 21 2205-2831

http://www.suzananascimentoarte.blogspot.com/

4º mês da temporada de La Complicidad de La Inocencia (Buenos Aires)


4º mes de funciones


La complicidad de la inocencia

De Adriana Genta y Patricia Zangaro

Con Julieta Bottino, Carolina Erlich, Teresita Galimany, Juan Lepore, Andrea Magnaghi, Hugo Men, Josefina Recio, María Svartzman

Entrenamiento musical: Osvaldo Aguilar. Asesoramiento escenoplástico: Jorge Ferro. Fotos: Soledad Ianni

Escenografía, vestuario, iluminación y dirección: Carlos Ianni

En la foto: Julieta Bottino y Juan Lepore

Auspicia Madres de Plaza de Mayo-Línea Fundadora, Abuelas de Plaza de Mayo, SERPAJ-Servicio de Paz y Justicia, Familiares de Desaparecidos y Detenidos por Razones Políticas, Hermanos de Desaparecidos por la Verdad y la Justicia, Comisión por la Memoria de la Provincia de Buenos Aires, Amnistía Internacional Argentina

4º mes de funciones

Hasta el 12 de junio. Domingos 20 hs.

Entrada: $ 50. Estudiantes y jubilados: $ 30.

Entradas en venta con hasta tres semanas de anticipación

CELCIT. Moreno 431. Teléfono: 4342-1026

La complicidad de la inocencia

Historias de personas que tratan de sobreponerse a la dolorosa realidad del terror.

Siguiendo la estructura de la pieza de Bertolt Brecht "Terror y miserias del Tercer Reich", Adriana Genta y Patricia Zangaro conciben una serie de pequeñas historias que expresan algo del terror que se vivió en la Argentina, durante la última dictadura militar. Son fragmentos recogidos en la ciudad, de fuerte carga dramática, y que muestran a hombres y mujeres que intentan sobreponerse a una dolorosa realidad.

Un personaje central convoca a tomar contacto con esos mundos particulares. Lleva en su mano un monstruo y explica que él va a hablar. Pero su silencio se convierte de inmediato en un testimonio que los actores transformarán, una y otra vez, en una nueva muestra de unas vidas que se desarrollan entre miedos y traiciones.

En esos mundos privados se combina lo cotidiano con la incertidumbre, la desesperación, la búsqueda de verdad. Esos seres cargan sometimiento y, sobre todo, mucha desesperanza.

Unos mínimos elementos escenográficos van aportando el marco para acotar cada situación. Dentro de ella, sólo los personajes y sus realidades afloran con fuerza. En verdad, no importa el espacio en el que la acción se desarrolle. Sólo es necesario reconocer que esos hechos que se muestran se repitieron en nuestra sociedad durante aquellos años y sus marcas aún provocan conmoción.

Con una rigurosa dirección de Carlos Ianni, que dibuja con trazos muy estilizados sobre el espacio escénico las entradas y salidas de cada uno de los personajes, el grupo de actores logra dar vida a ellos con mucha verdad. En un breve tiempo consiguen dar cuenta de acontecimientos muy duros. Las conductas de esos individuos resultan hoy, señales muy reconocibles. Y aunque entre situación y situación una música de feria popular intente sacarnos de ese dolor, no logrará hacerlo. Esos dramas forman parte de nuestra historia como país y no podrán separarse de ella.

Carlos Pacheco. La Nación

Asumir responsabilidades

La obra "La complicidad de la inocencia" de Adriana Genta y Patricia Zangaro, con dirección de Carlos Ianni, nos propone revisar nuestra historia reciente: aquel tiempo de siniestra negrura que tuvo comienzo en marzo de 1976.

Pero esa revisión no se propone alumbrar los grandes acontecimientos, sino aquellos pequeños del diario vivir, tampoco se ocupa de personajes que dejaron su huella en la historia sino de los seres a los que se les llama “anónimos” que forman parte de nuestra sociedad.

Esta mirada coloca al espectador en la situación de repensar hasta que punto la sociedad argentina no engendraba en sus entrañas ese monstruo que derribó derechos y leyes. Porque en las distintas situaciones que presenta la pieza se vislumbra a hombres y mujeres que con sus acciones (desde mirar un partido de fútbol a delatar) dibujan un perfil de sociedad autoritaria e indiferente ante el dolor ajeno y egoísta.

Genta y Zangaro tomaron la estructura de la obra "Terror y Miserias de Tercer Reich" de Bertolt Brecht, y en cortas escenas hacen desfilar esos terrores y miserias que nos enfrenta a un espejo que nos devuelve una imagen perturbadora.

Carlos Ianni al utilizar mínimos elementos escenográficos para crear el ámbito de cada historia (hay que decir que cada elemento que se utiliza tiene un peso preponderante en el desarrollo de las escenas), puso en primer plano a la situación y a la actuación.

El elenco logra la difícil tarea que con escuetos pincelazos se pueda ver la idiosincrasia de sus personajes. Mención especial al trabajo de actuación y manipulación de Carolina Erlich, en una labor de sensible hondura.

El diseño de vestuario es otro punto alto ya que ubica la época y la clase social que es atravesada por estas miserias.

Este necesario volver a mirarnos posibilita, a los que vivimos esos años, a reflexionar acerca de nuestra responsabilidad en la instalación del horror, y a los que vinieron luego los invita a no repetir ese terrible error del des-compromiso que marcó a fuego esta sociedad y que, a duras penas, está intentando de enmendar.

Gabriel Peralta. Crítica Teatral

El peso del silencio

"La complicidad de la inocencia": las atrocidades históricas se repiten.

La pieza de Adriana Genta y Patricia Zangaro demuestra que cíclicamente, en el mundo se repiten una y otra vez las mismas atrocidades. "La complicidad de la inocencia" se inspiró en "Terror y miserias del Tercer Reich" de Bertolt Brecht, en la que el autor alemán aludía a la sociedad alemana dominada por el nazismo. En ese caso se trata de hacer referencia, mediante pequeñas situaciones, jugadas por dos o tres actores, a lo sucedido durante el Proceso. El compromiso o no, el silencio y el hablar de lo sucedido, el ser testigo de un hecho y negarlo ante la vista de todos, por temor, por inconsciencia, son parte de este juego dramático que apela a la comunicación inmediata y directa con el espectador.

MINI-HISTORIAS. Las autoras hilvanan distintas escenas, a las que Carlos Ianni desde la dirección y su equipo de actores supieron otorgarle el clima a estos 'bocetos' de historias, que por momentos adquieren un leve tono de ironía, de drama, o una cierta atmósfera que parece remitir al policial. Esos son los instantes en los que una pareja se prepara para comer y el marido llega tarde. La escena en la que dos chicas quedan encerradas en el baño de un bar, luego de una supuesta razia por parte de equipos militares; o la secuencia de la mujer que alberga en su casa a la pequeña hija de un desaparecido.

La puesta en escena de Carlos Ianni es dinámica en su relación con el espacio y la división entre un sketch y otro, en cuyos intermedios les añade una musicalidad percusiva hecha con elementos cotidianos, a la vez que un muñeco de trapo, se convierte en referente de aquellos que prefieren guardar silencio, ante la evidencia de los hechos.

En "La complicidad de la inocencia", el director Carlos Ianni apeló a un montaje que bien puede ser trasladable a un parque, o a otro espacio cerrado o abierto, no necesariamente un teatro, lo que le permite retomar las raíces de lo netamente popular, al estilo de como lo veía Augusto Boal, en su teoría sobre el 'teatro del oprimido'.

Juan Carlos Fontana. La Prensa

Historias mínimas

Al entrar a la sala del CELCIT, el clima es de alegría. Los actores reciben al público al compás de instrumentos de percusión, se balancean y sonríen a los espectadores. Cuando las luces se apagan, y cada uno ocupa su lugar alrededor de la escena, todo cambia.

Siguiendo el modelo que usara Bertolt Brecht en "Terror y Miserias del Tercer Reich", Patricia Zangaro y Adriana Genta idearon la dramaturgia de "La complicidad de la inocencia". Se trata de una serie de instantáneas que recrea la cotidianeidad de la clase media argentina durante la última dictadura. Y que muestra cómo la cobardía, la traición, el maltrato y la violencia se intercalaron sigilosamente en ese entramado privado para volverlo aterrador. En todos los episodios, los personajes establecen vínculos asfixiantes, tortuosos, cuyos intercambios reiteran el esquema del sometimiento. También son un reflejo de la dialéctica del afuera, una zona que ellos prefieren no transitar para quedar encerrados en sus prejuicios y miserias. Ese mosaico de resignadas voces anónimas se acalla cada tanto para dar lugar a un personaje que interviene desde el comienzo hasta el final. Una presentadora de feria promete un prodigio que no llega, pagando el “freak” las consecuencias de su silencio.

Dirigidos con acierto por Carlos Ianni (responsable también de la escenografía, el vestuario y la iluminación), los actores cumplen su tarea a la perfección, que excede, por momentos, la de la interpretación para volverse músicos y asistentes escenográficos. Historias mínimas que con eficacia nos interpelan de manera directa hasta el día de hoy.

Virginia Lauricella. Llegás a Buenos Aires

La complicidad de la inocencia: taras y negaciones

A la manera de Bertolt Brecht en "Terror y miserias del Tercer Reich", las autoras Adriana Genta y Patricia Zangaro trazan un panorama de las traiciones y agachadas de la población civil argentina durante la última dictadura. Así, en breves pinceladas, se señalan diversas taras de aquel momento, con personajes que niegan el golpe de Estado, otros que aprovechan ciertos privilegios laborales para «apretar» al prójimo y aquellos directamente vinculados con la represión. Del otro lado, hay víctimas que no tienen a quién recurrir. El leitmotiv de la pieza, cuyas partes son presentadas por una suerte de murga triste, es la vieja constante de no querer saber. Hay muchas referencias que certifican la estirpe nacional del asunto, y que pueden dejar un sabor amargo en aquel espectador que vivió los años de plomo. El director Carlos Ianni maneja con soltura un elenco numeroso y de gran rendimiento.

Héctor Puyo. Acción

Este espectáculo cuenta con el apoyo del Instituto Nacional del Teatro y Proteatro

Más información: http://www.celcit.org.ar/

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Pronto para Mudar, direção de atrizes do Grupo XIX de Teatro (São Paulo)

Atrizes do XIX dirigem Pronto Para Mudar


Redação do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com )

Atrizes do Grupo XIX de Teatro dirige "Pronto Para Mudar"

Livremente inspirado na obra Carta a una señorita en Paris, de Julio Cortázar e com direção de Janaína Leite e Juliana Sanches, atrizes do Grupo XIX de Teatro, o espetáculo Pronto Para Mudar estreia esta quinta-feira (5), às 21 horas, no Centro Cultural São Paulo. A montagem, que traz no elenco as atrizes Mimi Bonnenfant, Michelle Gonçalves e Priscila Jácomo, é fruto da construção dramatúrgica coletiva a partir de improvisações e reflexões sobre as diversas dimensões do limite.

Uma mulher começa a escrever uma carta ao dono do imóvel em que vive provisoriamente para dividir um drama: está vomitando coelhinhos. Ao ultrapassar seu limite, a carta torna-se uma carta de despedida. Em outro plano, uma corretora tenta vender tal apartamento e tem a tarefa de convencer possíveis compradores das vantagens do negócio, ainda que acontecimentos recentes assombrem o lugar.

A ideia de adaptar o conto de Cortázar surgiu ao final dos três meses do curso que as atrizes-diretoras ministravam. A afinidade e a identidade artística destas cinco mulheres era notória. Convencidas da potência do que havia nascido naquele período de investigação e experimentação passaram, em 2009, a se encontrar semanalmente dando continuidade à pesquisa temática. Evoluíram, então, da relação de mestres e pupilas a uma relação de co-autoras, em um processo de trabalho em que Janaína Leite e Juliana Sanches passam de orientadoras a diretoras.

Atrizes do Grupo XIX de Teatro dirige "Pronto Para Mudar"

Juliana Sanches ressalta que isso se deu dentro de uma perspectiva criativa em que direção, dramaturgia e atuação não são estáticas, mas transitam por cada criadora em momentos diferentes do processo.

“O ponto de partida da pesquisa foi a idéia de limite em qualquer das dimensões em que ele possa existir. Ao aprofundar esta investigação, uma questão se tornou crucial: o que acontece quando se ultrapassa um limite?”, conta ela.

PRONTO PARA MUDAR – Estreia dia 5 de maio, quinta-feira, às 21 horas, na sala Paulo Emílio Salles Gomes do Centro Cultural São Paulo. Concepção e Dramaturgia – Janaína Leite, Juliana Sanches, Michelle Gonçalves, Mimi Bonnenfant e Priscila Jácomo. Direção – Janaína Leite e Juliana Sanches. Elenco – Michelle Gonçalves, Mimi Bonnenfant e Priscila Jácomo.Provocação Dramatúrgica – Cássio Pires. Cenografia e Figurino – Janaína Leite, Juliana Sanches, Michelle Gonçalves, Mimi Bonnenfant, Priscila Jácomo e Rodrigo Vieira. Direção de Arte e Operação de Som – Rodrigo Vieira. Iluminação – Carlos Canhameiro. Trilha Sonora – Guime. Operação de Luz – Amanda Magrini. Produção – Michelle Gonçalves e Mimi Bonnenfant. Duração – 65 minutos. Espetáculo recomendado para maiores de 14 anos.Temporada – Quinta a sábado às 21 horas e domingo às 20 horas. Ingressos – R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia-entrada). Dia 12 de maio, quinta-feira, o ingresso para a apresentação terá o valor promocional de R$ 2,50. Até 29 de maio.

CENTRO CULTURAL SÃO PAULO – Sala Paulo Emílio Salles Gomes – Rua Vergueiro, 1000 – Estação de metrô Vergueiro – Fone (11) 3397-4002 . Bilheteria – De terça-feira a domingo, das 10 às 22 horas. Ingressos a venda também pelo telefone (11) 4003-2050 ou pelo site http://www.ingressorapido.com.br/ . Capacidade – 100 lugares.Acesso para deficientes físicos. http://www.centrocultural.sp.gov.br/

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Isaías in Tese estreia no Teatro de Arena de Porto Alegre (RS)


Teatro de Arena - Secretaria de Estado da Cultura


Av. Borges de Medeiros, 835 - Centro

Cep:90020-025 - Porto Alegre - RS - Brasil

+ 55 (51) 3226.0242

teatrodearena@cultura.rs.gov.br

http://www.teatrodearena.com/

TEATRO DE ARENA - A VIDA É FEITA DE ATOS

Comente, critique, elogie, aja

Espetáculo teatral ‘A Teia’ estreia na Cia dos Atores (Rio de Janeiro, RJ)


A TEIA


A companhia de teatro Insight reestreia o espetáculo ‘A Teia’ no consagrado palco da Cia dos Atores.

O espetáculo ‘A Teia’ da Companhia de Teatro Insight retorna aos palcos com nova produção e estreia no dia 05 de maio temporada no consagrado teatro da Cia dos Atores, na Lapa, às 21 h. O espetáculo tem texto e direção de Carlos Fonte Boa e em cena conta com o ator Elias Hatab e grande elenco de atores da companhia.

A Teia consiste na história da vida de quatro casais que convergem em uma rede de intrigas. O texto, criado a partir do universo do autor Carlos Fonte Boa, é uma comédia dramática desenvolvida sob o entrelaçamento recorrente na vida de quase todos, que o autor nomeia carinhosamente como “teia” e nada mais é do que o mundo das relações humanas, formado nessa história por amigos, afetos, sonhos e paixões. No espetáculo os personagens não possuem nomes, são designados apenas por números precedidos das letras ‘H’ para homens e ‘M’ para mulheres, provocando através dessa despersonalização uma aproximação maior do público com a trama.

O casal Homem 3 e Mulher 4 tem sua problemática em torno de um marido que se tornou extremamente infeliz ao lado da sua mulher, que faz de tudo para agradá-lo. O casal Homem 1 e Mulher 8, que também se encontra em crise, volta ao seu país de origem na tentativa de realizar conquistas maiores do que as financeiras. O casal Homem 7 e Mulher 2 forma uma dupla divertida que faz de tudo pra encher os bolsos de dinheiro e manter um padrão classe “A” de vida. E, por fim, o casal Homem 5 e Mulher 6 representa a classe mais humilde, alegre e esperançosa que, envolvidos nessa trama articulosa e engraçada, terão suas vidas mudadas para sempre.

O ator Elias Hatab interpreta o ambicioso e divertido personagem H7 “O H7 é mais um presente que eu recebi fazendo teatro. Nele eu posso trabalhar um contra perfil bem interessante. É difícil descrever ele porque não é um tipo, ele é um ser humano complexo, que tem vários sentimentos e muda muito durante a peça. Existem algumas cenas que eu encaro como criticas sociais, feitas de uma maneira bem humorada. Ele tem um pai doente e vê em uma oportunidade a salvação do pai, que ele ama, cuida e se preocupa. Não é uma solução que eu aprovo, mas é o que acontece na nossa realidade.”, revela o ator Elias Hatab.

Em cena a estrutura do espetáculo é composta por nove atores, oito cubos, oito textos e oito canetas, que a CIA de Teatro Insight usa para montar 36 cenários e contar esta história, que passa da tragédia à comédia em cerca de 1h30min de espetáculo.

“A peça tem uma levada que eu gosto muito. O Carlos mostra bem o trabalho do ator nessa montagem. Uma hora e meia em cena é muito bom, mas tem que estar sempre ligado e prestando atenção. Ele é muito detalhista, como eu, e não mede esforços para o trabalho ficar de qualidade. Para mim é um prazer em todos os sentidos integrar esse elenco, estou novamente trabalhando com os atores Felipe Miguel e o Robson Santos, que são grandes amigos, esta aí mais um motivo para eu abraçar essa peça!” conta Elias Hatab, entusiasmado.

Serviço:

‘A Teia’

Estreia: 05 de Maio

Local: Teatro da Cia dos Atores – Rua Manoel Carneiro, 10, Lapa, Centro – Rio de Janeiro/RJ – Telefone: (21) 2242-4176.

Temporada: 05 de Maio a 30 de Junho sempre às quintas.

Horário: 21 horas

Texto e direção: Carlos Fonte Boa

Preço: R$ 50,00 e R$ 25,00 meia-entrada para estudantes e pessoas acima de 65 anos.

Elenco: Bebel Ribeiro, Carlos Fonte Boa, Carolina Vilar, Christina Villela, Elias Hatab, Fabio Dutra, Felipe Miguel, Roberta Carrara, Robson Santos.

Contato para Imprensa:

Sheila Fonseca Assessoria de Imprensa

http://www.sheilafonseca.wordpress.com/

(21) 3624-0818 / 9741-3031

assessoria.sheilafonseca@gmail.com 

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Besame Mucho, de Mário Prata, retorna ao Teatro Leblon (Rio de Janeiro)

Mário Prata

De volta aos anos dourados

Texto de Mário Prata, com direção de Bomtempo, atravessa duas décadas

BESAME MUCHO

Encenado pela última vez há quase 25 anos, o espetáculo “Besame Mucho”, de Mário Prata, retorna à cena a partir do dia 15 de março, no Teatro Leblon – Sala Marília Pêra, após uma temporada de sucesso no Espaço Sesc Copacabana. A produção marca o desfecho do ciclo de comemorações dos 25 anos de carreira de Roberto Bomtempo, responsável pela direção, após a indicação ao Prêmio Shell 2010 de Melhor Ator pela montagem “Tomo suas mãos nas minhas”.

A comédia romântica, escrita em 1982, contextualiza o comportamento social de quatro amigos - Xico, Olga, Tuca e Dina - de uma cidade do interior paulista, num período marcado não só pela revolução de 64, pelo AI-5 e pelas lutas políticas de 1968, mas principalmente pelas relações humanas vivenciadas em meio à repressão sexual, os bailes de debutantes, colégio de freiras, machismo e feminismo, namoros nas noites interioranas de domingo e tudo o que foi importante na história desses amigos. Através de projeções de vídeo, retratamos esses 20 anos (1982 a 1962) que o texto percorre, numa importante época para o país e o mundo, tanto política quanto culturalmente.

Reviver o texto, após quase 25 anos desde sua última montagem profissional, retrata através do irresistível e arrebatador senso de humor de Mário Prata, um pouco do caráter que nos forma hoje, após os anos de repressão política, social, religiosa e sexual, vividas depois dos Anos Dourados. Lançar diversos olhares sobre nossa trajetória, ao longo de um passado recente, é atitude necessária e fundamental para entendermos o que somos.

A dramaturgia sempre teve um caráter formador da maturidade de uma sociedade e da consciência cidadã de seu povo. No Brasil dos anos 60 a 80, época da censura federal e da ditadura militar, Mário Prata, entre outros tantos, representou a voz de uma crítica, sutil e inteligente, contra a repressão comportamental e ideológica imposta por uma sociedade hipócrita.

BESAME MUCHO revive, para a realidade atual brasileira, a consciência das dificuldades sofridas por uma geração que cresceu sob a síndrome da culpa, gerada não apenas pela repressão política/social, mas também por tantas outras, que criaram conflitos entre a igreja, o sexo e o amor, pecados que podem ter sobrevivido em nosso inconsciente coletivo até hoje.

A proposta do espetáculo não é apenas retratar os destinos deste ou daquele personagem, mas, principalmente, trazer reflexões sobre uma época e suas conseqüências no momento em que vivemos agora.

SINOPSE

A peça conta a história de quatro amigos - Xico, Olga, Tuca e Dina. Começa em 1982, e termina em um baile de formatura em 1962. A trama é narrada de trás para frente, percorrendo vinte anos de suas vidas Primeiro vem o efeito e, depois, vão se descobrindo as causas. A maneira como a história é contada, proporciona ao espectador não somente relembrar fatos de uma época tão importante, mas também cria uma identificação com aquilo que está sendo dito. Tornando o espetáculo leve e muito divertido.

Xico (Leandro Baumgratz) veio do interior para São Paulo e se torna escritor de sucesso. Casa com Olga (Janaina Moura), que também veio do interior, exilou-se em Paris em 1968 e criou reputação como socióloga. Tuca (Rafael Sardão) permanece no interior e casa com Dina (Ana Paula Sant´Anna). O primeiro casal vive um drama de criatividade. Ele é o escritor, mas ela, socióloga, é quem escreve para ele. Tuca permaneceu no interior como homem de negócios realizado e se casou com Dina, que escolheu ser esposa e mãe. Dina, em virtude da repressão sexual exercida pelas freiras e uma forte síndrome de culpa, não consegue se sentir plena no casamento, atrapalhando a relação do casal que chega até a pensar em separação. Em um determinado momento, Dina fantasiando, se veste de Marilyn Monroe, e, daí para frente, o casal passa a fantasiar cada vez mais, transformando esse “jogo” numa verdadeira obsessão.

Esse retorno mágico e realista no tempo descreve a amizade entre dois homens — nascidos na mesma cidade do interior — que viveram a alegria dos anos 60, o desencanto dos anos 70 e a queda na real dos anos 80.

Mário Prata define o texto como: “Uma história de amor entre quatro pessoas, sem as quatro paredes. O jogo é aberto”.

EQUIPE DE CRIAÇÃO

Texto: Mário Prata

Direção: Roberto Bomtempo

Assistente de Direção: Elder Gatelly

Elenco: Ana Paula Sant´Anna, Janaina Moura, Leandro Baumgratz e Rafael Sardão

Preparação Corporal: Fernanda Guimarães

Iluminação: Renato Machado

Figurinos e Visagismo: Joana Seibel

Desenho Cenográfico e Trilha Sonora: Roberto Bomtempo

Direção de Arte: Alexandre Lino

Programação Visual: Luiz Avellar

Edição de vídeos: Édipo Ferraz

Operação de som: Elder Gatelly

Contra-regra: Gabriel Helleno

Direção de Produção e Assessoria de Imprensa: Ana Paula Sant´Anna

Produção Executiva: Roseane Milani

Administração: Leandro Baumgratz

Idealização: Ana Paula Sant´Anna, Fernanda Guimarães e Leandro Baumgratz

Realização: Movimento Carioca Produções Artísticas

Co-Produção: Escambaum Prods Arts e Gam Produções

SOBRE O AUTOR - MÁRIO PRATA

Mário Prata é escritor, jornalista e dramaturgo. Autor de 11 peças teatrais; escreveu 21 livros para o público adulto e 10 infanto-juvenis; para televisão escreveu 21 obras, entre novelas e especiais; 6 roteiros para cinema, além de outras obras de vídeo-ficção e jornalismo. Através desse vasto trabalho, recebeu diversos prêmios nacionais e internacionais.

Escreveu Besame Mucho em 1982, depois de viver em uma época onde todas as peças falavam da vida sob o prisma político. Todo mundo - inclusive Mário - já havia escrito sobre essa

geração. E não foi só de repressão política/social que eles cresceram. Tinha as outras repressões. Era hora de tocar nelas. A Igreja, o Sexo, o Amor. Foi uma geração que cresceu sob a síndrome

da culpa. Durante os anos 70, toda essa geração continuou escrevendo o que mais tarde seria chamado de "teatro de resistência". Todo mundo tinha vergonha de escrever uma boa comédia. Mas veio a abertura no final dos 70 e a pergunta: Sobre o que escrever? Foi mais ou menos a partir dessa pergunta que foi surgindo a peça. O Grupo Mambembe encomendou a Mário um texto, e depois de dois meses ele resolveu escrever uma peça de trás pra frente, e como ele mesmo define: "para chegar às minhas raízes".

Em 1987 escreveu o roteiro do longa metragem “Besame Mucho” com Francisco Ramalho Junior, dirigido pelo mesmo. Este filme representou oficialmente o Brasil em vários festivais internacionais.

“Minha geração em teatro sempre teve a preocupação de mostrar o lado político do Brasil na década de 60. Em “Besame Mucho” eu quis mostrar as outras repressões que sofremos, de origem sexual, econômica e religiosa. A peça só resvala pelo aspecto político. Assim como os textos que falam daquele período tristemente rígido, apenas resvalam nos aspectos sexuais e religiosos".

SOBRE O DIRETOR - ROBERTO BOMTEMPO

Roberto Bomtempo é um ator, diretor e produtor que desde o início de sua carreira transita constantemente entre a televisão, o teatro e o cinema, tendo sido premiado diversas vezes em festivais nacionais e internacionais.

Esse ano está completando 25 anos de carreira. As comemorações iniciaram-se com uma ocupação de três meses no Teatro Leblon com três espetáculos em que atua: “Raul fora da Lei – A história de Raul Seixas”, espetáculo que completou esse ano 10 anos de carreira; “Espia uma mulher que se mata”, que após duas temporadas de sucesso no Rio de Janeiro, foi indicado ao Prêmio Shell 2009; “Tomo suas mãos nas minhas”, que estreou em 2010 e lhe rendeu uma indicação ao Prêmio Shell 2010 como melhor ator.

Bomtempo acabou de rodar seu 2º longa metragem - “Mão na Luva”, texto de Oduvaldo Vianna Filho - como diretor ao lado de José Joffily. Para finalizar as comemorações, Bomtempo retorna aos palcos como diretor com o espetáculo “Besame Mucho”.

SERVIÇO – BESAME MUCHO

Sinopse curta: Uma história de amor e amizade entre quatro amigos do interior de São Paulo, que durante duas décadas (de 1962 a 1982) tiveram suas vidas marcadas por todo contexto social, cultural e comportamental da época, e que buscaram realizar seus sonhos, fantasias e ideais.

Texto: Mário Prata

Direção: Roberto Bomtempo

Elenco: Ana Paula Sant´Anna, Janaina Moura, Leandro Baumgratz e Rafael Sardão

Duração: 90 minutos

Classificação: 16 anos

Gênero: Comédia romântica

Temporada: 15 de março a 20 de abril de 2011 / Terça e Quarta às 21hs

Teatro Leblon – Sala Marília Pêra - Capacidade: 462 lugares

Rua Conde Bernadotte, 26 – Leblon - Tel: 2529-7700 - http://www.teatrodoleblon.com.br/ 

Horário de funcionamento da bilheteria: De terça a domingo das 15hs às 20hs.

Ingressos: R$ 50,00 inteira; R$ 25,00 estudantes, classe artística e maiores de 60 anos.

Terrorismo poético e palhaçaria chega ao Pelourinho Cultural (Salvador, BA)


Espetáculo adulto de palhaçaria integra a Caravana de Humor e Performance no Pelourinho

Misturando elementos do palhaço de rua com as técnicas desenvolvidas na academia, o palhaço Sabiá, representado pelo ator Thiago Enoque, apresentará o espetáculo performático Banquete 1 – Terrorismo Poético, no palco do Largo Pedro Archanjo, no Pelourinho, no dia 23 de abril, às 21h, dentro da Caravana de Humor e Performance. O Projeto faz parte da agenda do Pelourinho Cultural, programa do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), vinculado à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult-Ba).

Dirigido pelo ator Thiago Enoque e realizado pela Cia ObCena de artes, Banquete 1 – Terrorismo Poético foi apresentado no Teatro Gamboa em setembro de 2010 e estreará pela primeira vez no Centro Histórico. “Já fiz diversos trabalhos aqui no Pelourinho, em 2007 e 2008, para um público mais infantil. Desta vez, retorno com esse projeto que pretende atingir um público de jovens e adultos e espero que o pessoal dê muitas gargalhadas”, explica o artista.

Trata-se de um espetáculo solo de palhaço construído a partir da experiência de números apresentados em ruas e cabarés, que são espetáculos de comicidade para adultos. O banquete acontece quando o palhaço Sabiá, ao montar sua banca para vender frutas, ovos, realiza performances e brincadeiras de forma a aproximar a realidade da rua ao teatro. Deste modo, cenas aparentemente cotidianas conduzem a um ápice de transgressão, incluindo sátiras com músicas, em um espetáculo recheado de diversão, anarquia, questionamento de valores, poesia e esperança.

Thiago Enoque - Artista profissional, direciona suas investigações e pesquisas para a atuação em cena através do teatro, palhaçaria, circo, dança e performance. Com a experiência adquirida nas atuações pelos palcos de Brasília, sua cidade natal e pela formação em dança pela Universidade Federal da Bahia, o artista vem construindo uma linguagem de atuação própria, mesclando conhecimentos empíricos e autodidatas com técnicas e teorias cênicas, espalhando alegria e gargalhadas para o público soteropolitano, desde que resolveu vir para a Bahia, há pouco mais de cinco anos.

A Caravana de Humor e Perfomance é um desdobramento do Festival de Humor e Performance (FHP), evento que levou as mais diversas formas de artes ligadas ao riso ao Pelourinho em setembro de 2010. As apresentações acontecerão durante os meses de abril e maio.

Serviço

Caravana de Humor e Performance com Banquete 1 – Terrorismo Poético

Data: 23 de abril (sábado)

Local: Largo Pedro Archanjo

Horário: 21h

Entrada gratuita

Classificação: 14 anos

Para fotos em maior resolução, favor solicitar através dos e-mails felipe@textoecia.com.br  e driely@textoecia.com.br . Crédito das fotos: Aldren Lincoln

Confira outras atrações do Pelourinho Cultural no site http://www.pelourinho.ba.gov.br/ .

MAIS INFORMAÇÕES:

Texto&Cia Comunicação e Marketing

Driely Lago (71) 8627-3373

Felipe Zamarioli (71) 9651-9190