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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Espetáculos do Parlapatões, aos 20 anos, em programação (São Paulo,SP)





Para dar continuidade à comemoração dos 20 anos do Grupo, duas peças estreiam no Espaço Parlapatões:

 Ridículos, Ainda e Sempre – a partir de 20 de janeiro, está de volta o espetáculo que estreou em setembro de 2011.

PPP@WllShkspr.br – Estreia dia 28 a remontagem do grande sucesso que tornou os Parlapatões conhecidos em todo o Brasil.
 Seguem os releases anexados.
 Vamos fazer uma pauta sobre essa história?
 Beijo grande e obrigada,

DANIELA BUSTOS
55 (11). 3255.6183 / 9453.9563
7817.2761 / ID  30*27343

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Pira, Pirandello, Pira, de Mário Viana, no Parlapatões (São Paulo, SP)

 Mário Viana

Inspirada em obra de Nobel de literatura de 1934,
Pira, Pirandello, Pira
chega ao Espaço dos Parlapatões em curtíssima temporada

Com texto de Mário Viana, direção de Bárbara Bruno, trilha sonora do Du Moreira, cenários e figurinos de Milton Fucci, livre adaptação de Uno, Nessuno e Centomila, de Luigi Pirandello – um dos maiores nomes da dramaturgia do século XX – fica em cartaz de 
 12 de agosto a 10 de setembro em São Paulo    

         O dramaturgo italiano da Sicilia Luigi Pirandello (1867-1936), agraciado com um                         Nobel de Literatura em 1934 por sua “revitalização arrojada e engenhosa da arte dramática e cênica”, apresenta em Uno, Nessuno e Centomila, romance de 1909 - em tradução livre Um, nenhum, cem mil – seu eterno e penetrante questionamento sobre o que é “a verdade”, revelando assim as falsas impressões que surgem como respostas para essa questão.  O relativismo que se evidencia vai do trágico ao cômico e arranca gargalhadas em sinal de concordância não só por conta da complexidade que se desenvolve de forma serena e natural: a coerência e contundência em questão ganha legitimidade, sobretudo pelo impacto fulminante na forma com que o dramaturgo traduz a máxima de que “as coisas nem sempre são o que parecem” (embora talvez sejam), pode ter na vida de um indivíduo.

         De 12 de agosto a 10 de setembro o público terá a oportunidade de conhecer este universo de “desconstrução (ou construção) de identidade. Produção e elenco experientes encenam Uno, Nessuno e Centomila no Espaço dos Parlapatões - Praça Franklin Roosevelt, 158 – agora sob o título Pira, Pirandello, Pira. Protagonizada pelo ator Beto Bellini – que dá vida à Vitangelo Moscarda – a livre adaptação de Mário Viana, dirigida por Bárbara Bruno, ganha vida ainda pelos atores Cláudio Curi, Eliete Cigaarini, Vanessa Goulartt, Rafael Maia e Edu Guimarães. Completam a ficha técnica a trilha sonora de Du Moreira e os cenários e figurinos de Milton Fucci, além da coreografia de Paulo Goulart Filho.

            *  abaixo da descrição da peça, leia análises assinadas por Mário Viana e Bárbara Bruno

A peça           
         O personagem protagonista Vitangelo Moscarda é emblemático: ao notar que as pessoas têm uma impressão sobre ele absolutamente diferente da forma com que ele afirma (ou supõe) ser na realidade, Moscarda cai na insanidade. Ou será na realidade? Inicia-se, então, o processo de autoconsciência – talvez o mais agressivo da carreira de Pirandello. O tom sátiro da peça surge como ponto de equilíbrio à busca dramática e até trágica do protagonista por essa verdade logo na faísca da reviravolta que ele dará em sua vida.

         Vitangelo Moscarda é um jovem herdeiro do banco de seu pai. Um dia, porém sua esposa, Dida, - interpretada por Eliete Cigaarini - lhe faz a seguinte observação: “seu nariz é ligeiramente torto”. Eis a “faísca” acima citada, que dá origem à busca do protagonista – em primeiro plano por sua identidade – e, de forma mais ampla, pela “verdade”. Moscarda, então, muda de vida: desiste de ser banqueiro, o que desaponta sua esposa - que sai de casa. Mesmo ao custo de sua ruína financeira e abandono de seu amor, Vitangelo encontra em um projeto de caridade o caminho para suas elucidações, o que também caracteriza o personagem como anti-herói – figura bastante presente no teatro da primeira metade do século XX. Sua busca chega a levá-lo a um hospital, onde os seus sentimentos se libertam. O esmagamento do ego, a mudança de atitude e postura do outro perante ao “novo ele” são algumas das percepções que permeiam a apresentação a ser vista nos Parlapatões.      

         Essa interrogação da veracidade da situação dramática ganha o tempero das provocantes rupturas do metateatro – recorrente nas peças de Pirandello – e que são contempladas em                                  Pira, Pirandello, Pira. Acrescenta-se às referências e alusões a outras de suas peças durante a encenação, entre elas, Seis personagens à procura de um autor, uma das mais famosas. Toda a construção do espetáculo traz o espectador ao universo macro e o conduz ao detalhe do pensamento instigante do dramaturgo italiano. Mas talvez a melhor definição para sua busca seja mesmo a que dá título ao texto a ser interpretado a partir do dia 12 de agosto: Um, Nenhum, Cem Mil.


Pira, Pirandello, Pira !!!

Se eu tivesse absoluta certeza que meu nariz é reto diria que Pirandello é absolutamente louco !

A dúvida existe, portanto a sanidade é relativa, já que a retidão de meu nariz depende de quem o vê.

Sei que respiro mas apenas me parece, não afirmo, que de forma alguma as linhas de meu rosto determinam minha condição de respirar melhor ou pior.

Abre-se a cortina e num instante mágico, infinitas possibilidades se apresentam o que não impede que se tenha uma única versão de determinado ponto de vista.

Que jogo fascinante da máscara teatral que respeita a liberdade absoluta da incerteza e propõe um mergulho profundo sem rede protetora.

Salve (-me ) Pirandello !!!

Abraços

Bárbara Bruno ? ! – diretora


**Piraporque

  Por Mário Viana

Quando Bárbara Bruno me propôs fazer a adaptação do romance Um, Nenhum e Cem Mil, de             Luigi Pirandello, tremi nas bases. Já tinha lido o livro anos atrás e lembrava que era uma aventura desbravar a floresta intrincada dos raciocínios do autor siciliano. Pirandello não é mole, não. Mas, ao reler o romance e as peças, descobri a América, ou seja, me apaixonei por Pirandello e sua floresta de raciocínios intrincados.

Na recriação do romance e das peças para um outro espetáculo, visto pelos olhos de um dramaturgo, uma diretora e uma equipe totalmente ligados no século XXI, tentamos mostrar que Luigi Pirandello é mais contemporâneo que muito escritor badalado que circula por aí.

Há, em Pirandello, uma atualidade impressionante – a ideia de que a verdade muda conforme a pessoa que vê é uma prévia do que temos hoje, quando temos todos os nossos passos seguidos por câmeras de segurança. Cada uma nos mostra de um ângulo, desvenda nossos gestos, delata possíveis agressões... O mundo está cada vez mais “pirandelliano”.

Mário Viana, dramaturgo.

Serviço: Pira, Pirandello, Pira

12 de agosto a 10 de setembro
Local: Espaço dos Parlapatões
Endereço: Praça Franklin Roosevelt, 158 - São Paulo
Horários: sextas e sábados – à meia-noite (uma única apresentação por noite)
Duração: 60 minutos
Ingressos: R$ 30,00
Capacidade: 96 lugares
Gênero: Comédia Enlouquecida
Fone: 3258-4449- parlapatoes@uol.com.br 
Aceita cartões: Visa / Master Card / American Express
Lanchonete no local
Bilheteria: das 16h às 22h


Ficha Técnica do espetáculo: Pira, Pirandello, Pira

Adaptação de texto: Mário Viana
Direção: Bárbara Bruno
Assistente de Direção: Samira Lochter
Elenco: Beto Bellini, Eliete Cigaarini, Cláudio Curi, Vanessa Goulartt, Edu Guimarães, Rafael Maia
Cenário e figurinos: Milton Fucci
Coreografia: Paulo Goulart Filho
Trilha Sonora: Du Moreira
Produção Marketing: Igor Guedes
Designer Gráfico: Leo Marino
Vídeo: Luís Felipe Minnicelli
Iluminação: Rodolfo García Vázquez
Fotografia: Damien Golovaty
Coordenação de Produção: Erika Barbosa
Diretora de Produção: Gisa Guttervil
Assistente de Produção e Visagista: Rafael Mendes
Núcleo de Produção: FAZ Centro de Criação
Assessoria de Comunicação: Parceria 6 Assessoria de Comunicação





Sobre Luigi Pirandello

Luigi Pirandello nasceu na Sicília em 1867 e morreu em Roma em 1936. É considerado um dos mais importantes escritores do século XX e precursor do teatro do absurdo, que seria desenvolvido nos anos 1950. Foi membro do Partido Fascista e participou ativamente da vida cultural italiana sob o domínio de Benito Mussolini, embora se recusasse a transmitir em suas obras qualquer mensagem relativa à sua posição política. Doutor em filologia pela Universidade de Bonn – Alemanha - com tese sobre o dialeto de sua cidade natal, revela grande preocupação lingüística em sua obra literária, boa parte dela escrita no dialeto siciliano.


Sobre Bárbara Bruno

Bárbara Bruno estreiou no palco do teatro sob a direção de Antunes Filho no espetáculo “Tome Conta de Amelie”, ao lado de Maria Della Costa. Escolheu o teatro como ofício e atuou em diversas montagens teatrais como "Direita, Volver!" de Lauro César Muniz, direção Emílio Di Biasi, “O Martelo”, “Laços Eternos”, “Crimes Delicados”, entre outras. Ampliou suas funções trabalhando também como diretora e produtora.

Sobre Mário Viana

Nascido em São Paulo, 11 de julho de 1960, Mário Viana é um jornalista e dramaturgo brasileiro. Formado em jornalismo pela Faculdades Cásper Líbero, trabalhou no jornal Folha de São Paulo,  Veja São Paulo, atuou como editor de turismo no jornal O Estado de São Paulo, além de ter colaborado com um extenso leque de publicações.

Como dramaturgo, formou o Núcleo dos 10, sob orientação do também dramaturgo                                   Luís Alberto de Abreu. Recebeu menção honrosa no Concurso Nacional de Textos Teatrais Inéditos de 2000, promovido pelo Ministério da Cultura, com a peça Flechadas do teu Olhar. Os textos Vamos? e Vestir o Pai também receberam prêmios em duas edições do concurso de dramaturgia promovido pela Secretaria de Cultura de Porto Alegre, em 2000 e 2001.

Teve montados três espetáculos com o Grupo Parlapatões: Mistérios Gulosos, Um Chopes, Dois Pastel e uma Porção de Bobagem e Pantagruel. Também foram montadas as peças Ifigônia, com as atrizes Rosi Campos e Zezeh Barbosa, e Verdades, Canalhas, dirigida por Hugo Possolo. A comédia Vamos? ganha montagem em Fortaleza. O monólogo Natureza Morta, inspirado numa tela do norueguês Edvard Munch, é montado no Recife, em São Paulo e Rio de Janeiro.




Sobre a FAZ Produções e Erika Barbosa - Produtora


A Faz Produções é coordenada por Erika Barbosa, com Luiza Gottschalk e Beto Bellini.  Atua entre o eixo Rio/São Paulo há mais de 17 anos, produzindo diversos espetáculos. Entre as mais recentes produções de espetáculos, “O Última Stand Up” – estreia no Festival de Curitiba 2011; “19 Centímentros”, com direção Bárbara Bruno de Lauro César Muniz – Satyrianas – 25/11/2010; “Nó de Cachorro ou a Mandrágora Brasileira” , com direção de Nelson Xavier – Teatro Bibi Ferreira – Espaço dos Satyros Um e Espaço dos Satyros Dois – SP; “Hipóteses para o Amor e a Verdade”, com direção de Rodolfo García Vázquez -  Espaço dos Satyros Um – Pça Roosevelt  - e Festival de Ararquara em junho de 2010; “O Arquiteto e o Imperador da Assíria”, 2007 e 2009 no Rio de Janeiro – 2008 em São Paulo; Produção da temporada carioca no Espaço Municipal Sérgio Porto dos espetáculos paulistanos do Grupo Os Satyros: “A Filosofia na Alcova”, “120 Dias de Sodoma”, “Justine”, “Liz” e “O Monólogo da Velha Apresentadora”; “Gotas ao Dia”, de Alessandro Toller e Tatiana Passarelli, direção Sérgio Sálvia Coelho - Teatro Augusta – SP; “Uma Coisa Muito Louca”, de Flavio de Souza, direção Roberto Lage com Luiza Gottschalk e Bruno Gradim. Teatro Bibi Ferreira – SP; “Um Passeio no Bosque”, de Lee Blessing, com direção de Emilio Di Biasi; entre outros trabalhos de igual importância.


INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA:
(11) 3081-1260 | 3062-9951
Carina Gonçalves| carina@parceria6.com.br  (11) 8657-6894
Heloizi Parra | heloizi@parceria6.com.br | (11) 7717-5804 Nextel: ID 55*7*5307
Antoune Nakkhle | parceria6@parceria6.com.br (11) 7717-5802 Nextel: ID 55*7*5305
 

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Noel Rosa, o Poeta da Vila e Seus Amores no Parlapatões (São Paulo,SP)


Espetáculo musical conta a trajetória de Noel Rosa

DE SÃO PAULO

O espetáculo "Noel Rosa, o Poeta da Vila e Seus Amores" segue em cartaz no Espaço Parlapatões, em São Paulo, até o dia 29 de abril.

Com texto de Plínio Marcos e direção de Dagoberto Feliz, a peça apresenta uma retrospectiva em ordem não cronológica da vida do cantor, inserida em um contexto poético da boemia, dos cabarés e da era do rádio.

Uma das características principais do musical é o cenário típico de um cabaré, permitindo assim a interação com os espectadores

"O espetáculo pretende fazer com que o público se sinta quase que nos bares e locais em que Noel Rosa transitou, numa aproximação do universo boêmio", explica o diretor da peça no áudio a seguir.

Noel Rosa, o Poeta da Vila e Seus Amores

Quando: Qui. e sex., às 21h. Até 29/4

Onde: Espaço Paralapatões - pça. Franklin Roosevelt, 158, República, região central, São Paulo, tel.: 0/xx/11 3258.4449

Quanto: R$ 30 e R$ 40

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

peça de Mário Bortolotto estreia no Espaço Parlapatões (São Paulo, SP)

Mario Bortolotto (à dir.)

Peça de Bortolotto faz retrospectiva de história recente do Brasil


DE SÃO PAULO  / Folha On Line

Os bebês Jesse (Fábio Espósito) e Billy (Henrique Stroeter) nasceram no mesmo dia em 1950 e começaram uma amizade ainda no berçário. "À Meia-Noite Um Solo de Sax na Minha Cabeça", do dramaturgo Mario Bortolotto, conta a história dessa relação, usando como pano de fundo a história recente do Brasil.

Um telão projeta imagens dos fatos mais importantes. Os temas são os mais diversos, como conquistas das Copas do Mundo e exílio político dos refugiados da ditadura. "A projeções situam o espectador na época em os personagens estão. São imagens históricas".

Ao todo, a peça cobre 34 anos de história, e acaba no Réveillon de 1984.

À Meia-Noite Um Solo de Sax na Minha Cabeça

Onde: Espaço Parlapatões. Pça Roosevelt, 158, Centro, tel.: 0/xx/11 3258-4449

Quando: Ter. e qua., às 21h.

Quanto: R$ 30

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Peça de Mário Bortolotto estreia no Espaço Parlapatões (São Paulo, SP)


"À Meia-Noite Um Solo de Sax sobre a Minha Cabeça" estreia nesta terça-feira


AE - Agência Estado

Mário Bortolotto tem alma de rebelde. Nas dezenas de peças que escreveu, convoca à cena figuras à margem da sociedade, sempre prontas a escapar à regra. Filhos da burguesia inconformados, inaptos para a vida usual e banal a que estariam inevitavelmente destinados. É a esse mesmo sentimento de revolta - tão costumeiro em sua dramaturgia - que reencontramos em "À Meia-Noite Um Solo de Sax sobre a Minha Cabeça", montagem que estreia hoje no Espaço Parlapatões, em São Paulo.

Há uma diferença, contudo, que sobressai nessa peça produzida em 1983: seu sentido político. Uma política que não aparece sugerida, mas escancarada. A marcar todas as passagens e reviravoltas da obra. "É minha única peça que fala de política de maneira tão explícita. Acho que depois aprendi a tratar disso de outra maneira", observa o autor, que também se encarrega da direção.

Concebida nos estertores do regime militar, o texto atravessa as décadas de 1960 e 70 para pontuar os acontecimentos que marcaram o País no período. E, a conduzir a trama, coloca em relevo as trajetórias antagônicas de dois amigos.

Billy e Jesse, interpretados pelos parlapatões Fabio Espósito e Henrique Stroeter, conhecem-se no berçário. As diferenças se estabelecem desde o início. Billy (Henrique Stroeter) é filho de prostituta e logo enfrenta dificuldades. Cresce sempre pronto a questionar o estabelecido. Torna-se ativista político. Jesse é seu oposto. Filho da classe média, é cioso das comodidades e da estabilidade.

Ao longo do espetáculo, a dupla encontra-se em 13 momentos - instantâneos das décadas que o texto atravessa. Nesses encontros, as conversas miram quase sempre as estripulias sexuais de ambos, mas deixam entrever as transformações na política e no comportamento do Brasil daqueles anos. Um tom que, conforme lembra Bortolotto, levou o texto a sofrer várias censuras à época de seu lançamento.

Não é a primeira vez que "À Meia-Noite Um Solo de Sax sobre a Minha Cabeça" é montado. O texto mereceu algumas versões, entre elas uma encenação conduzida por Cibele Forjaz que trazia Raul Cortez como protagonista, em 2004. Em todas elas, porém, fica evidente que o mais importante - para além das discussões ideológicas - é o sentido que as relações de amizade adquirem na ficção de Bortolotto. As diferenças entre Billy e Jesse só se aprofundam conforme os anos passam. Mas existe a promessa de que esse afeto perdure. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

À Meia-Noite Um Solo de Sax... - Espaço Parlapatões (Pça. Roosevelt, 158). Tel. (011) 3258-4449. 3ª e 4ª, 21 h. R$ 30. Até 16/3.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Réquiem, direção de Francisco Medeiros, no Parlapatões (São Paulo, SP)

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RÉQUIEM

de Hanoch Levin

direção de Francisco Medeiros

Em homenagem ao 150º aniversário de nascimento de Anton Tchekhov

com André Blumenschein, Chico Carvalho, Dinah Feldman, Fabricio Licursi, Felipe Schermann, Fernanda Viacava,

Marcio Castro e Priscilla Herrerias

ÚLTIMA APRESENTAÇÃO 2010

10/12, sexta-feira, às 21h

Em 2011, turnê pelo Estado de SP:

Guarulhos, Sorocaba, Ilhabela e São Sebastião!

http://www.requiemlevin.blogspot.com/

Você não pode perder!!!

Dividida em 15 cenas curtas, a história versa sobre a desilusão de um marceneiro, artesão de caixões, que, ao chegar à velhice, depara-se com a solidão e a sucessão de perdas que acumulou ao longo dos anos. A morte da mulher com a qual conviveu por 52 anos, mas que nunca lhe despertou um gesto de afeto, desencadeia um gradativo processo de sensibilização e encontros que culminará com o enfrentamento de sua própria morte. Comédia, poesia, magia e drama numa combinação inusitada, marca registrada de um dos mais importantes artistas israelenses da atualidade.

Duração – 75 minutos. Classificação etária: 14 anos.

Dia 10 de dezembro

Sexta, às 21h.

Ingressos a R$ 30,00 e R$ 15,00

Espaço Parlapatões

Praça Franklin Roosevelt, 158, Centro – São Paulo

Informações: (11) 3258-4449

http://www.parlapatoes.com.br/ 

Estacionamento: Convênio com estacionamento na rua Nestor Pestana, 129

Bilheteria: Terça a domingo, das 16h às 22h.

Compre também pela Ingresso Rápido

(11) 40031212 / http://www.ingressorapido.com.br/

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Quarto do Nada, dir: Lucianno Maza, agora no Parlapatões (São Paulo, SP)


ESTA SEXTA-FEIRA MEIA-NOITE


NO ESPAÇO PARLAPATÕES

"QUARTO DO NADA"

DIREÇÃO DE LUCIANNO MAZA

TEXTO DE FERNANDO CEYLÃO

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ÚLTIMAS SEMANAS - SOMENTE ATÉ 3 DE DEZEMBRO

INGRESSOS: R$30 E R$15

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

duas matérias: Noturnos, de Jon Fosse, nos Parlapatões (São Paulo, SP)

Maria Manoella e Jiddu Pinheiro, em "Noturnos"

Bortolotto e sua versão do silêncio musical de Jon Fosse


"Noturnos", mais um texto do incensado dramaturgo a merecer montagem por aqui, no Espaço Parlapatões

Maria Eugênia de Menezes - O Estado de S. Paulo

Um homem e uma mulher discutem o casamento em crise. Ele é um escritor deprimido, que mal consegue sair do sofá. Ela se arrasta pelo apartamento minúsculo, recolhendo roupinhas de bebê espalhadas pelo chão e praguejando contra a vida enfadonha que não é a que queria ter. Este é o argumento de Noturnos, mais um texto de Jon Fosse a merecer montagem por aqui. Sinopses, no entanto, dizem pouco, muito pouco da cruel experiência a que nos submete esse autor norueguês.

A peça, que entra em cartaz neste sábado, 7, no Espaço Parlapatões, não foge muito da dicção particular que ajudou a notabilizar Fosse como um dos dramaturgos mais encenados e incensados do teatro contemporâneo. Assim como acontece em outras de suas obras, a essência de Noturnos não pode ser encontrada em no que é dito. Está, sobretudo, nas quebras, nas pausas, nos movimentos que aproximam sua escrita de uma estrutura muito mais musical do que dramática.

Falso realismo. Na hora de levar à cena essa história de Fosse, o diretor Mário Bortolotto não teve medo de optar por uma camada aparentemente realista. Conduz a ação em um cenário que reproduz um pequeno apartamento em desordem. Reveste os diálogos da mulher (Maria Manoella) de exasperação. Dá ao marido (Jiddu Pinheiro) a máscara de apatia que os dramas convencionais iriam requerer. "É uma peça que engana um pouco o espectador", diz a atriz Maria Manoella, que idealizou o projeto e assina a produção. "Noturnos cria uma armadilha para ao final subvertê-la. Você acha que está diante de mais uma historinha de discussão de relação, quase uma novela, mas o que está em jogo é algo de terrível."

É nesse embate entre uma aparência naturalista e um teatro desconectado da realidade que Fosse encontra sua poética. O espectador que viu Um Dia, no Verão, dirigido por Monique Gardenberg, ou Sonho de Outono, em versão de Emílio de Mello, deve se lembrar do estranhamento provocado pelo autor.

As palavras são todas muito simples, banais, e costumam ser repetidas à exaustão. Seus personagens fogem a qualquer psicologismo. E a crise no casamento é apenas um subterfúgio para instaurar um mal-estar no palco.

"Ele coloca na superfície o pior do ser humano", lembra o ator Jiddu Pinheiro. Apesar da aura de atemporalidade, Maria Manoella consegue encontrar na trama um reflexo da própria época. "Quantos amigos que a gente conhece não levam uma vida muito distante daquela que gostariam? Fiz essa peça porque acredito que ela é um pouco o retrato da minha geração, uma geração sem perspectivas."

Noturnos - Espaço Parlapatões. Praça Roosevelt, 158, Centro, 3258-4449. Sáb., às 21h; dom., às 20h. R$ 30. Até 5/12.

...............

Mário Bortolotto dirige montagem "musical" de relação em crise


NOTURNOS

GABRIELA MELLÃO / COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

O norueguês Jon Fosse tem alma de músico.

Transferiu sua paixão musical para a dramaturgia, passou a escrever textos como quem compõe canções e se tornou um dos mais cultuados autores teatrais da contemporaneidade.

Amanhã, entra em cartaz uma obra inédita dele no país: "Noturnos", com direção de Mário Bortolotto.

O espetáculo retrata o relacionamento sombrio de um jovem casal com um bebê. Contada através de quatro saltos cronológicos, a trama se desenrola em um único dia no apartamento do trio.

Móveis chamuscados, flores secas e um porta-retrato desabitado convivem em harmonia com o casal esvaziado de amor e esperança.

Bortolotto busca ser fiel ao autor e segue suas detalhadas rubricas. Leva à cena personagens raros de ver nos palcos. "São chatos e desinteressantes. Fosse não tenta glamorizar. Na sua dramaturgia, não há heróis nem anti-heróis", afirma o diretor.

Os protagonistas não são merecedores nem mesmo de nomes. São intitulados de forma despersonificada como Moça e Moço. Tom, o amante, é único personagem da trama honrado com uma denominação diferenciada.

"Tom aparece como elemento catártico, para revelar o verdadeiro caráter da protagonista", diz o ator que o interpreta, Marcelo Spektor. "A Moça é terrível, uma Lady Macbeth", fala Maria Manoella, que, além de viver a personagem, é produtora e idealizadora da montagem.

BIS

Fosse inspira-se em Samuel Beckett (1906-1989) para trabalhar a fala cotidiana de forma inusual. Faz uma reflexão sobre as dificuldades dos relacionamentos afetivos contemporâneos criando uma falsa sensação de realidade em cena.

Sua obra, definida por ele mesmo como uma composição musical, apresenta versos e estrofes. Como no bis de uma canção, frases são repetidas continuamente, em diferentes intensidades.

Acompanham a trajetória do pensamento dos personagens e relevam a condição cíclica do relacionamento que os aprisiona, desvelando o que de fato se passa em cena.

"O texto tem um naturalismo estranho. É quase uma novela, mas você tem de entender que a parada não está no que é dito, mas no subterrâneo", explica Bortolotto.

"NOTURNOS"

QUANDO sábados, às 21h, e domingos, às 20h

ONDE espaço Parlapatões (pça. Franklin Rosevelt, 158, tel. 0/xx/11/3258-4449)

QUANTO de R$ 15 a R$ 30

CLASSIFICAÇÃO 16 anos

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Margaridas Enlatadas estreia no Parlapatões (São Paulo, SP)


MARGARIDAS ENLATADAS


Gostaria de divulgar a temporada da peça Margaridas Enlatadas da Cia Teatro Enlatado no Espaco Parlapatões, do dia 18 de setembro a 16 de outubro de 2010, todos os sábados à meia-noite.

Contamos com sua divulgação e estamos disponíveis para reportagem.

Release

Margaridas Enlatadas

"O que me aterroriza neste conto de 1975 é a sua atualidade. Com a censura da época, seria impossível publicá-lo. Depois, cada vez que o relia, acabava por rejeitá-lo com um arrepio de repulsa pela sua absoluta violência. Assim, durante vinte anos, escondi até de mim mesmo a personagem dessa mulher-monstro fabricada pelas grandes cidades. Não é exatamente uma boa sensação, hoje, perceber que as cidades ficaram ainda piores, e pessoas assim ainda mais comuns."

C.F.A. sobre o conto “Creme de Alface”

Este projeto de adaptação da literatura de Caio Fernando Abreu trata de temáticas contemporâneas como: solidão, incomunicabilidade, e a relação com o caos urbano por uma ótica essencialmente feminina. A adaptação de contos, tendo como base da narrativa o conto “Creme de Alface”, deu origem a um monólogo interpretado por três atrizes que de forma densa mostram a força e a atmosfera da obra do autor. Utilizando-se de elementos e ações para dar vida à personagem, surge um trabalho calcado em belas e significativas imagens, que ora realistas ora simbólicas, criam uma linguagem que aproxima e revela um universo inevitavelmente próximo da nossa realidade.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Basílio, o Destemido, última apresentação no Parlapatões (São Paulo, SP)

ÚLTIMA APRESENTAÇÃO NESTA TERÇA-FEIRA, DIA 28 DE SETEMBRO, ÀS 21 HORAS
 
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Walmir Pavam e Roberta Uhller

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Margaridas Enlatadas estreia no Parlapatões (São Paulo, SP)

Leandro Borges indica

Trata-se da melhor peça de teatro que jah vi, no poa em cena em 2008! Sao tres gurias no palco, Daniela Gue, Fernanda Mandagará, Muriel Vieira Foram alunas do DAD - UFRGS - otimas atrizes

Elas naum vao estar nos guias, entaum o maximo de apoio de divulgacao, via blog, maling boca a boca, amigos e maling de amigos.

Fico imensamente grato.

Peça reune textos dos mais lindos do nosso conterraneo: Caio Fernando Abreu, que 2008 marcou os 40 anos dele teria em vida.

http://paginacultural.com.br/teatro/margaridas-enlatadas/

http://prontoparaconsumo.blogspot.com/2010/09/estreia-de-margaridas-enlatadas-no.html

http://cidades.terra.com.br/sao/espetaculos/0,7558,I:65312,00.html

http://www2.uol.com.br/parlapatoes/espaco/home/agenda.html

Margaridas Enlatadas

Sábado, 18 de setembro, a partir da meia-noite, estreia no Espaço Parlapatões, a temporada da peça Margaridas Enlatadas da Cia Teatro Enlatado. O espetáculo é uma adaptação de contos de Caio Fernando de Abreu, tendo como base da narrativa o conto “Creme de Alface”. Margaridas Enlatadas trata de temáticas contemporâneas como solidão, incomunicabilidade e a relação com o caos urbano sob uma perspectiva essencialmente feminina. O monólogo é apresentado por três atrizes que interpretam uma personagem tentando pagar crediários no centro de uma cidade. Utilizando-se de elementos e ações para dar vida à personagem, surge um trabalho calcado em belas e significativas imagens, que ora realistas ora simbólicas, criam uma linguagem que aproxima e revela um universo inevitavelmente próximo a realidade.

Drive-Thru

Antes da estreia do espetáculo e na data final da temporada (16 de outubro), a Cia apresenta o Teatro Drive-Thru, das 20h às 22h. A ideia, inaugurada no ano passado, propõe uma experiência teatral diferenciada, em que o público seleciona no menu a peça que quer assistir, dentre 6 opções possíveis. Cada cena dura aproximadamente 4 minutos e o consumidor assiste individualmente dentro de uma pequena cabine (2m de comprimento por 1m de largura) o que acabou de “comprar”, separado da cena por uma parede de vidro. As cenas, criadas pelos atores, fazem uma releitura do cotidiano sobre diversas perspectivas e caracterizam-se como produtos artísticos com doses de humor e crítica. O fast food teatral da Cia foi selecionado pelo Projeto Circuito Cultural da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo para o segundo semestre de 2010.

Serviço:

Estreia do espetáculo Margaridas Enlatadas (antes, apresentação do Teatro Drive-Thru)

Local: Espaço Parlapatões, Praça Roosevelt, 158 (97 lugares)

Direção, Adaptação e Atuação: Daniela Gue, Fernanda Mandagará, Muriel Vieira

Produção: Teatro Enlatado

Horário: sábados, à meia-noite (temporada de 18 de setembro a 16 de outubro)

Ingressos: R$30 e R$15 (bilheteria do teatro ou Ingresso Rápido – 40031212)

Classificação Etária: 16 anos

Duração: 50 minutos

Aquele abraço!!!

Leandro Borges

(11) 8282 9947 - 2737 2671

http://www.curtadodia.blogspot.com/

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Monólogo com Lulu Pavarin no Parlapatões (São Paulo, SP)

Lulu Pavarin

Caros, aqui é a Karyna, da assessoria Márcia Stival!

Gostaríamos de convida-los para assistir o monólogo "Como Ser Uma Pessoa Pior", com Lulu Pavarin e direção de Mário Bortolotto, em cartaz no Espaço Parlapatões todas as sextas-feiras, à meia noite. Temos convites limitados e concorridos, por isso os interessados devem mandar os nomes completos o quanto antes. Confirmação de presença até 17/09 ao meio dia pelo pauta@consultordeempresas.com.br  ou (11) 3205-4651.

Abraços,

Karyna Djo Credidio - Assessoria Márcia Stival

Lulu Pavarin comemora 25 anos de carreira com monólogo

Direção de Mário Bortolotto “Como Ser Uma Pessoa Pior” estréia 10 de setembro, no Parlapatões.

"Você pode ser bom! Quer ser bom?! Você pode ser bom, você pode ser muito bom, você pode até ser, quem sabe, ótimo! Você pode ser ótimo! Você pode amar, você pode ter um grande amor e ser o grande amor de alguém. Ao mesmo tempo? Pode acontecer, mas você precisa ter sorte. Todos nós temos sorte? Não. Alguns de nós tem sorte. Os demais ficam assistindo a sorte dos outros acontecer. Você tem inveja da sorte dos outros?" (Amabile, em Como Ser Uma pessoa Pior)

A Peça

Existem livros de auto- ajuda que prometem resolver todos os nossos problemas.

No delicioso monólogo “Como Ser Uma Pessoa Pior”, Lulu Pavarin interpreta Amabile, uma mulher de meia idade que julga ter lido todos esses livros, mas nunca ter encontrado a resposta para a sua dependência em relacionamentos. Desacreditada de métodos convencionais, ela se tranca num apartamento tendo como companhia uma samambaia e uma garrafa de uísque.

A direção de Mário Bortolotto e o talento de Lulu dão o tom cômico que transforma a desgraça em boas gargalhadas quando a personagem cria seu próprio método de autoajuda para se tornar, em doze passos, uma pessoa pior. Com estréia marcada para 10 de setembro, a peça estará em cartaz às sextas-feiras sempre à meia noite no Espaço Parlapatões, na Praça Franklin Rosevelt.

A Atriz

Lulu Pavarin comemora seus 25 anos de carreira fazendo pela primeira vez um monólogo. Reconhecida por uma carreira marcante no teatro, a atriz atuou com importantes diretores do teatro brasileiro. Na sua trajetória, desfilam importantes espetáculos teatrais como: "Paraíso Zona Norte" e "Drácula e Outros Vampiros", direção Antunes Filho; "Jesus Homem" texto e direção de Plinio Marcos: "Guerra Santa", direção Gabriel Vilella; "Vestido de Noiva" e "Rastro Atrás", direção Eduardo Tolentino; "Ludwig e as Irmãs", direção Mauricio Paroni; "Barca dos Mortos", direção Rubens Rushe; "Baile Verde", direção de Paulo Marcello e Marcio Aurélio; "A Estranha", direção Andre Garolli; "A Loucadora de Vídeos" e "O Falecido", direção Antonio Rocco.

Na televisão seu mais recente trabalho foi na novela Passione, em julho de 2010.

Outros trabalhos em televisão tanto em novelas como programas diversos, podem ser destacados, como em: Belíssima; Laços de Família; Meu Bem Querer; Zazá: Deus Nos Acuda (Rede Globo), As Pupilas do Senhor Reitor e Sangue do Meu Sangue, (SBT), e nestes dois últimos anos protagonizou a série Profissão Professor (TV Cultura).

O Diretor

Mário Bortolotto escreve para teatro desde 1981. Em 1982 fundou seu próprio grupo, o Chiclete com Banana, atual Cemitério de Automóveis. Montou cerca de quarenta textos seus com o Cemitério de Automóveis e ganhou vários prêmios como autor, diretor, ator, sonoplasta e iluminador.Em 2000, Mário Bortolotto recebeu o Prêmio APCA pelo conjunto da obra e o Prêmio Shell de Melhor Autor por Nossa Vida Não Vale Um Chevrolet.

Tem onze livros publicados: Seis Peças de Mário Bortolotto - Volume I; Mamãe Não Voltou do Supermercado (romance); Para os Inocentes que Ficaram em Casa (poesia) e Seis Peças de Mário Bortolotto - Volume II. Sete Peças de Mário Bortolotto – Volume III, Gutemberg Blues, Bagana na Chuva (romance), Doze Peças de Mário Bortolotto – Volume IV, Atire no Dramaturgo,Nossa Vida não vale um Chevrolet e Notre vie ne vaut pás une Chevrolet (publicação francesa) pela Les Solitaires Intempestifs

Como ator de teatro, além dos trabalhos com o seu grupo, trabalhou também com o diretor Fauzi Arap nas montagens de Frida e Santidade sendo indicado por este espetáculo para o Prêmio Shell de Melhor Ator de 1997. Dirigiu o tele-teatro “Billy, a Garota” para a Tv Cultura que foi ao ar no dia 15 de Julho de 2.007. Também dirigiu para teatro os textos Jordan de Anna Reynolds, Garotas da Quadra de Rebeca Prichard, além de adaptar e dirigir o livro “O Natimorto” de Lourenço Mutarelli em teatro. É também o diretor do texto “Tape” de Stephen Belber.

Já realizou no Centro Cultural São Paulo quatro mostras com Textos seus e adaptações que fez de livros de outros escritores.

Responsável pela trilha sonora de todos os espetáculos de seu grupo, também fez trilha para vários outros espetáculos de outros diretores sendo as principais delas: “Hotel Lancaster”, “Brutal”, “A Idéia” (de Fernanda Young com direção de Alexandre Heinecke) , “A Volta ao Lar” (de Harold Pinter com direção de Alexandre Heinecke) e Vergonha dos Pés (de Fernanda Young com direção de Alexandre Heinecke)

Escreve no blog : http://www.atirenodramaturgo.zip.net/

Ficha técnica:

Argumento: Lulu Pavarin; co-direção: Germano Melo; cenário: André Cortez; figurino e visagismo: Paula Valéria Andrade; iluminação: Marcus Cardeliquio, sonoplastia: Fernando Martinez e Michelle Ferreira; fotos: Flambart; programação visual: Victor Bittow, cenotécnico: Ivan Fagundes

Divulgação/ Assessoria: Márcia Stival - Fone: 11 3205 4651 ou 8122 5651 imprensa@consultordeempresas.com.br

Produção Executiva: Dani Dezan - Fones: 11-5536.5083 ou 9 906.0884 danidezan@uol.com.br

Serviço:

COMO SER UMA PESSOA PIOR

De 10 de setembro a 22 de outubro às Sextas-feiras: Meia-noite

Duração: 45 minutos

Direção: Mário Bortolotto

Texto: Germano Melo e Michelle Ferreira

Espaço Parlapatões - Praça Franklin Roosevelt, 158 Centro – SP

Informações: 11 3258-4449

Bilheteria: de terça a domingo das 16h00 às 22h00

Valor ingresso: 30,00 inteira. 15,00 meia

Pontos de venda e internet: http://www.ingressorapido.com.br/

Sinopse para roteiro

COMO SER UMA PESSOA PIOR

Amabile, (Lulu Pavarin) uma mulher viciada em relacionamentos destrutivos, mergulha em profunda crise e se tranca num apartamento, acompanhada de uma samambaia e uma garrafa de uísque. Frustrada com a impossibilidade de melhora cria o seu próprio método de auto-ajuda para se tornar, em doze passos, uma pessoa pior. Texto de Germano Melo e Michelle Ferreira, direção: Mário Bortolotto

De 10 de setembro a 22 de outubro, Sextas - Meia-noite

Espaço Parlapatões - Praça Franklin Roosevelt, 158 Centro – SP

Informações: 3258-4449 Bilheteria: 30,00 inteira. 15,00 meia

De terça a domingo das 16h00 às 22h00

Pontos de venda e internet: http://www.ingressorapido.com.br/ 

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Basílio, o Destemido, agora no Parlapatões, toda terça (São Paulo, SP)

BASÍLIO, O DESTEMIDO
de Marcos Gomes
direção Marcos Loureiro
com Walmir Pavam, Zeza Mota, Roberta Uhller e outros
TERÇAS, 21h
ESPAÇO DOS PARLAPATÕES

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Predador Entra na Sala, no Espaço dos Parlapatões (São Paulo, SP)


CURTA TEMPORADA!!!


“PREDADOR ENTRA NA SALA”

TEXTO E DIREÇÃO DE MARCELO RUBENS PAIVA

Com Raul Barretto, Celso Melez e Anna Cecília Junqueira

QUARTAS (Hoje) e QUINTAS (Amanhã), às 21HS

Local: ESPAÇO PARLAPATÕES

Praça Franklin Roosevelt, 158 – Consolação/SP

TEL: (11) 3258-4449

Adquira seu ingresso antecipado no site da Ingresso Rápido: http://www.ingressorapido.com.br/

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Mostra "Sortidos e Variados" no Espaço dos Parlapatões (São Paulo, SP)

cena de Vaca de Nariz Sutil

MARCOS GRINSPUM FERRAZ / São Paulo

Em 19 anos de trajetória, o Parlapatões criou um estilo próprio. Mas isso, segundo o diretor Hugo Possolo, não significa ter uma só cara e, muito menos, trabalhar com uma única linguagem.

Daí o nome da mostra, "Sortidos e Variados", que a companhia apresenta a partir de hoje em sua sede na praça Roosevelt.

São seis espetáculos adultos, um infantil, um cabaré e um festival de peças com duração de um minuto, todos escolhidos na tentativa de traçar um panorama da diversidade do grupo.

"As Nuvens" (2002), que dá a largada, é uma narrativa épica, diz Possolo; "Vaca de Nariz Sutil" (2008), um drama; "U Fabuliô", (1995), uma peça de rua com linguagem popular; e assim por diante.

Todo o repertório, no entanto, "é Parlapatões". O diretor diz ver aspectos em comum nas peças, como "a comunicação direta, o humor com uma visão crítica da sociedade ou o estudo do universo dos palhaços".

Além disso, há um ponto de partida curioso para boa parte da dramaturgia: "A ideia de que o ser humano erra, não percebe e continua errando. E que isso é risível".

Com 33 espetáculos e a participação de mais de 200 atores nos 19 anos, o diretor diz que uma dificuldade, no início, era achar "o ponto de conexão com o público".

O erro, em alguns momentos, foi interagir se colocando acima da plateia. "A gente precisa jogar de igual para igual e, se a pessoa não quer brincar, tem todo direito."

Para além desse diálogo no palco, os Parlapatões criaram uma conversa com a cidade, principalmente após a criação da sede, em 2006.

"Alguns grupos se fecham, mas a gente descobriu que, quanto mais aberto às novas linguagens, à interação com outros grupos e com a cidade, melhor a qualidade do nosso trabalho."

SORTIDOS E VARIADOS

QUANDO: sex. a dom.; até 11/9

ONDE: Espaço Parlapatões (pça. Roosevelt, 158, tel. 0/xx/11/ 3258-4449)

QUANTO: R$ 15 cada espetáculo

INFORMAÇÕES: para horários e classificação, ver em http://www2.uol.com.br/parlapatoes/home/index.html  

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Cartas a Um Jovem Poeta, sábado, 23h59, no Parlapatões (São Paulo, SP)


Para os que não conseguiram ver durante a semana, aí vai a dica:


Sábado, à meia noite no Espaço Parlapatões.

"Simplesmente brilhante"

(APLAUSO BRASIL)

“Cartas a um Jovem Poeta faz a defesa da solidão, não como martírio, mas opção filosófica e caminho para a transcendência. A densidade delas é tarefa árdua para um ator. Ivo Müller tem vibração interior, o olhar aguçado, o temperamento e o físico exatos.”

(O ESTADO DE S. PAULO)

João Maria Müller

Produção/comunicação

http://www.cartasaumjovempoeta.com.br/

www.twitter.com/CartasRilke

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Celebração, de Harold Pinter, aterrisa no Parlapatões (São Paulo, SP)


A PEçA
"CELEBRAÇÃO"
 de Harold Pinter

 VOLTOU AOS PALCOS PAULISTANOS!


A TEMPORADA VAI COMEçAR OFICIALMENTE HOJE DIA 9 DE JUNHO NO TEATRO ESPAçO PARLAPATOES (Praça Roosvelt 158- Consolaçao).

TODAS AS QUARTAS AS 21 HORAS ATè DIA 14 DE JULHO.

NAO PERCA ESSA VERSAO DA PEçA PELA SUPERVISAO DO CINEASTA VITOR MAFRA!!!

QUEM Jà VIU VAI SE SURPREENDER E QUEM NAO VIU NAO PODE PERDER!!!!

ESPERAMOS VC!!!

ABRAçO

VALENTINA

PS. PODEM DIVULGAR E REPASSAR AOS AMIGOS!!!

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