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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Ibejis, infantil do Pessoal do Faroeste, Teatro João Caetano (São Paulo, SP)

Ibejis


Nova Temporada Popular 2010 no Teatro João Caetano. Estreia 9 de outubro, às 16horas e é uma realização do Departamento de Expansão Cultural-Prefeitura Municipal de São Paulo.

Inspirado na lenda dos gêmeos nas culturas africana, católica e grega, o espetáculo reúne em cena elementos representações de folguedos e elementos da cultura popular brasileira, como cantigas populares adaptadas e uma cenografia móvel com tecidos e teatro de bonecos. O espetáculo fará temporada no Teatro João Caetano a partir de sábado, 9, às 16horas. (Até 14/11) .

A montagem do Espetáculo ocorreu por meio do ProAC 2008/2009 da Secretaria do Estado de Cultura, o Ibejis apresentou Ensaios Abertos exclusivos para escola públicas e ONG´s até o final de abril de 2009, na Sede Luz do Faroeste. Por meio do Circuito Cultural passou por cinco municípios paulistas entre eles: Taquarituba, Lençóis Paulista, São Caetano do Sul, Guararapes e Lins. Bem como de junho a setembro de 2010, participou do Viagens Teatrais do SESI realizando espetáculo em cerca de 30 municípios do Estado de São Paulo.

A história contada na peça é um recorte do sincretismo religioso na formação das festas populares do Brasil, como festas do divino, boi-bumbá, frevo etc. Dessa forma, Paulo Faria, diretor e dramaturgo da Companhia, investigou a lenda dos Ibejis africanos, passou aos santos católicos São Cosme e São Damião, gêmeos presentes em outras culturas, como a criação do signo de Geminis na constelação zodiacal criada na mitologia grega, para criar a leitura teatral nesse contexto. “A idéia é aproximar a mitologia africana da história universal do homem, entendendo que a África é o continente mais antigo da humanidade e berço da civilização humana”, explica Faria.

Desde 2009, o Ministério da Educação instituiu a Lei n.º 10.639 que obriga a inclusão do ensino da cultura africana e afrobrasileira nos currículos das escolas brasileiras, ou seja, Ibejis pode se tornar uma ferramenta didática com o enredo carregado de brasilidades e desperta o faz-de-conta por meio da construção e desconstrução de todas os personagens em cena.

Sobre o Pessoal do Faroeste Cia de Teatro

Fundada em janeiro de 1998, a Cia tem tido como fonte de pesquisa a vida social e política do povo brasileiro por meio de seu imaginário popular e de sua cultura. A companhia tem como principais montagens: Um Certo Faroeste Caboclo (1998), que recebeu o prêmio Teatro Jovem Coca-Cola/Pananco de Melhor Direção (Paulo Faria) e Melhor Coreografia (Luís Miranda) e as indicações de Melhor Música (Eliseu Paranhos), Rei dos Ventos e, em 2000, A Mulher Macaco, que recebeu o Prêmio Nacional Plínio Marcos de Dramaturgia/2000 e foi patrocinada pelo Grupo Construcap (Lei Mendonça) e o Programa Federal EnCena Brasil. Inaugurou e desenvolveu parceria de ocupação por dois anos com o Centro Cultural Capobianco, atual Instituto Cultural Capobianco. O Índio (2003) fez parte do Projeto Escola Aberta, Recreio nas Férias e Circuito CEUs – prefeitura de São Paulo. Em 2002, iniciou o projeto Trilogia Degenerada: Um inventário sobre a cidade de São Paulo, sobre o processo de formação histórica da cidade de São Paulo. Todos os trabalhos foram concedidos pela lei de Fomento ao Teatro da Secretaria do Estado de Cultura, assim como as montagens Re-bentos, Os Crimes de Preto Amaral, em 2006, e Labirinto Reencarnado, em 2008. O que viabilizou a criação da Sede Luz do Faroeste, localizado em Campos Elíseos.

Ficha Técnica de Ibejis

Direção e dramaturgia: Paulo Faria

Elenco: Isadora Ferrite, Paulo Arcuri, Mauricio Badé, Welton Santos

Figurinos: Paulo Faria

Direção musical e preparação vocal: Denise Venturini

Preparação percussiva: Jorge Peña

Preparação física: Eduardo Gomes

Bonecos e adereços: Jeferson Cecim

Iluminação: Ciso de Souza

Produção executiva: Valmir Gustavo

Produção Administrativo Financeiro: Teca D´Alessio

Coordenação de Produção: Sabrina Flechtman

Fotos: Lenise Pinheiro

Comunicação da Cia: Vanessa Hassegawa

Serviço:

Estreia 9 de outubro de 2010

Temporada Popular - Teatro João Caetano

Dias: Sábado e domingo. (até 14/10)

Hora: 16h

Local: Rua Borges Lagoa, 650- Vila Clementino

Ingressos: R$10

Informações: 11-5549-1744

Acesso a deficientes físicos

Contato de Imprensa:

Cia Pessoal do Faroeste

11-3362-8883/8133-4759

imprensa@pessoaldofaroeste.com.br

http://www.pessoaldofaroeste.com.br/

http://pessoaldofaroeste.blogspot.com/ 

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

LABIRINTO KAFKA, última semana no João Caetano (São Paulo, SP)

O LABIRINTO QUE VEIO PARA FICAR


Uma invasão bárbara está acontecendo em São Paulo, mas é daquelas invasões que são bem-vindas. E acrescentam. Os atores e o diretor da Confraria dos Ritos aportaram na capital paulista, em fevereiro de 2010, para estrear em agosto o seu “Labirinto Kafka”, no Teatro João Caetano (Zona Sul de São Paulo).


Com exceção feita a duas atrizes paulistas e uma catarinense, todos os demais componentes do elenco vieram do Rio Grande do Sul, onde já haviam apresentado o espetáculo em diversas cidades do interior gaúcho, além das sessões que fizeram em Porto Alegre. “Labirinto Kafka” estreou na capital gaúcha em janeiro de 2009 e foi premiada no festival de teatro de Rosário do Sul como melhor conjunto de elenco. Nesse quesito, em especial, a peça carrega seu grande mérito.

O trabalho empreendido pelo elenco, aberto ao método do diretor Janssen Hugo Lage, gerou uma encenação possante, que vibra, salta aos olhos e nos remete àquela sensação ínfima de que somos parte de um sistema obtuso e caótico, tão demasiadamente humano. Kafka, um dos maiores escritores da Literatura moderna, incide em nós este questionamento e a Confraria dos Ritos corresponde, exaltando em luz, texto e em mise-en-scene essa tortuosa trilha.

Hugo Lage é o criador do Teatro Fractal e do método de ator que batizou de Ritos. Observe o que ele imprime em seus atores, dentro dessa jornada kafkiana, quando a repetição de falas e cenas, propositalmente, contorna um círculo onde o que parece se encerrar, na realidade começa outra vez, e por aí vai. Mas é muito mais do que isso. É trabalho intenso de corpo e voz, de preparação e muita energia. Entre os espetáculos que Hugo Lage dirigiu estão “Cemitério de Elefantes”, “Calígula”, “Sonhos”, “Otelo”, “Mulheres de Sangue”, “Rei Lear’ e “Hamlet”.

Por sinal, o título “Labirinto Kafka” cai muito bem ao que vem dizer o espetáculo. São dois textos clássicos do escritor tcheco – o primeiro, “O Processo” e, depois, “A Metamorfose” – que na encenação fazem parte dos delírios do escritor. Os personagens despejados no palco transformam o absurdo das situações em tamanha beleza plástica que faz de “Labirinto Kafka”, sem dúvida, um dos melhores espetáculos em cartaz na cidade, atualmente.

Há, no elenco, um ou outro problema de colocação vocal e perfeita compreensão do que é dito, mas no conjunto acaba por não ser um demérito. O conjunto desenvolve um primoroso trabalho de corpo, voz e energia. A iluminação é primorosa, e sua operação requer atenção redobrada, concentração absoluta. Ela é brilhantemente criada e no conjunto, ela encanta com seus triângulos, os focos de elipsoidais, os jogos de cores e contraluzes. O que a plateia ganha em luz e som se reflete no que é dito pelos atores nas duas partes em que o espetáculo se divide.

Anderson Ciccone, que interpreta os protagonistas Joseph K. (nas cenas de “O Processo”) e Gregor Samsa (em “A Metamorfose”), extravasa a sua técnica e força cênica, para dar vida a essas duas criaturas desesperadas num mundo que lhes é hostil e que não lhe explica a que vem. Junto dele, um elenco de primeira, e todos tecem uma teia de personagens que respiram, bufam, são tortuosos, doloridos e encarniçados. Mariana Brum impõe uma voz suave e precisa aos dois personagens aos quais dá vida, nas duas tramas, e ela fica irreconhecível na maquiagem pesada que utiliza.


A presença de John Robert no palco é posante e ao mesmo tempo delicada, enquanto Leandro Borges despeja voz e corpo nos tormentos do pai de Gregor Samsa e Thatiana Moraes expele o nojo que Enya, irmã do homem que se transforma em inseto, sente do fedor e da situação bizarra que a ela é apresentada. As situações insólitas em que são despejados os personagens provocam comentários, risadas nervosas, e a plateia se cala com o espelho de nossa sociedade obtusa. O espelho nos embevece com a plasticidade das cenas e do movimento que Hugo Lage provocou e também atordoa. Só depois da peça é que se vai pensar mesmo nisso.

Desde o início, quando a plateia é recebida por uma cena não menos insólita, repetitiva necessariamente, envolta em fumaça, até explodir a encenação, o poderoso labirinto kafkiano se impõe, instala-se diante do espectador. E o próprio Kafka é confrontado em cena, expondo seus delírios, donde resultam as duas tramas famosas.

Em “O Processo”, um funcionário público tem seu dia devastado pela suspeita de um assassinato. Ele se diz inocente, é preso de forma sumária e seu julgamento está a caminho. A situação absurda do protagonista, Joseph K., nos dá a medida da burocracia e da violência dos governos que já recrudesciam em sua estupidez no alvorecer do século XX, detonando, em conseqüência, na Primeira Guerra Mundial. É espantosa a atualidade da trama.

Na segunda parte, “A Metamorfose”, Gregor Samsa é um caixeiro viajante arrimo de sua família pequeno-burguesa e que, num dia não menos medonho, acorda sob a horripilante, fedorenta e dolorosa forma de um inseto de grandes proporções. O insólito interessa ao mesmo tempo ao escritor tcheco como à Confraria dos Ritos, e cenicamente funciona muito bem, mostrando cruamente como a mentalidade das pessoas, no que há de mais cruel, reage àqueles que saem da órbita normal das coisas.

O espetáculo é assim dividido: há uma proposição, acontecem as duas histórias e finalmente uma conclusão que não parece se encerrar. Fica para o espectador completar, e aí recai no que se propõe a encenação de Hugo Lage e seus atores. Este grupo, aliás, detém uma história interessante: boa parte deles veio de Porto Alegre, onde já levaram aos palcos a segunda temporada de “Labirinto Kafka”, foram morar numa casa na Zona Leste paulistana. A vinda desses atores proporcionou um workshop que não somente trouxe novos artistas para a nova temporada da peça, como também os novos trabalhos que virão. E os projetos deles estão só começando.

Com iluminação de grande brilho e muito apuro, uma trilha sonora que se repete, como as falas de muitos personagens – e até cenas inteiras são repetidas de forma proposital -, “Labirinto Kafka” amplia a insânia das duas tramas levadas ao palco. Os figurinos fazem alusão não só a pierrôs como, em outros casos, lembram o clima de um “1984” de George Orwell, com suas sociedades despersonalizadas. Ou seja, eles instalam em cena o massacrante, com extremo bom gosto visual e sonoro. Imperdível trabalho desses guris e gurias em sua última semana no belo palco reformado do Teatro João Caetano.

SERVIÇO

“LABIRINTO KAFKA”

Dramaturgia e direção: Janssen Hugo Lage

Elenco: Anderson Ciccone, Mariana Brum, Leandro Borges, John Robert, Thatiana Moraes, Raisa Rocha e outros.

Teatro João Caetano

R. Borges Lagoa, 675 – Vila Clementina (Metrô Santa Cruz)- tel. (11) 5573-3774

Sextas e sábados, 21h

Domingos, 19h

R$ 10
 
até 12 de setembro

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Penúltimos dias de LABIRINTO KAFKA, no João Caetano (São Paulo, SP)

clique na imagem para ler melhor



Penúltimo final de semana do espetáculo
"LABIRINTO KAFKA"
da Confraria dos Ritos
direção: Janssen Hugo Lage
sexta e sábado, 21h - domingo, 19h
Teatro João Caetano
(R. Borges Lagoa, 675 - a algumas quadras da Estação Sta. Cruz do Metrô)
Zona Sul de São Paulo
cotação: imperdível
mais informações:

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

LABIRINTO KAFKA de sexta a domingo no João Caetano (São Paulo, SP)



Imperdível espetáculo da Confraria dos Ritos
em seus dois últimos fins de semana
no Teatro João Caetano
veja:

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

LABIRINTO KAFKA de sexta a domingo no João Caetano (São Paulo, SP)

clique na imagem para ler melhor



O espetáculo está no João Caetano, sextas e sábados, 21h e domingos, 19h.
Imperdível.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

LABIRINTO KAFKA de sexta a domingo no João Caetano (São Paulo, SP)

O espetáculo Labirinto Kafka, pela Confraria dos Ritos, é apresentado às sextas e sábados (21h) e domingos (19h) no Teatro João Caetano (Metrô Santa Cruz, Zona Sul de São Paulo)
direção de Janssen Hugo Lage
veja mais no site

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

LABIRINTO KAFKA de sexta a domingo no João Caetano (São Paulo, SP)

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Em cartaz no Teatro João Caetano, a montagem da Confraria dos Ritos, com elenco basicamente gaúcho. Cotação: muito bom

terça-feira, 10 de agosto de 2010

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Convite p/ estreia de LABIRINTO KAFKA, no João Caetano (São Paulo, SP)

http://www.confrariadosritos.com/ apresenta LABIRINTO KAFKA


BAIXE E IMPRIMA O CONVITE - VALIDO PARA PARA UMA PESSOA E ACOMPANHANTE


Buenas!



É com grande alegria que faço esse convite!

Nesta sexta-feira estréia Labirinto Kafka em São Paulo, no Teatro João Caetano.

Será um prazer dividir com vocês essa obra novamente metamorfoseada.

Reformulada, reserva surpresas e novas indagações mesmo pra quem já conferiu outras vezes.

Aos amigos do Sul que tiverem amigos, parentes ou conhecidos que morem ou estejam por

aqui, podem divulgar, além é claro de estarem convidadíssimos.

Aos amigos de São Paulo, não tem desculpa, hehehhehehe.

Aliás, quem for terá a oportunidade de me ver de uma forma inesperada... txan txan txan txan....

Abração!

Leandro Borges

http://www.confrariadosritos.com/

Leandro Borges

(11) 8282 9947 - 2737 2671

http://www.curtadodia.blogspot.com/

terça-feira, 22 de junho de 2010

Garden Now, espetáculo no Teatro João Caetano (São Paulo, SP)

Teatro João Caetano

Olá Povo!


Única apresentação do meu espetáculo "Garden Now - Solo para um ator e cinco flores".

O monólogo narra algumas horas na vida de um homem que, aprisionado em seu apartamento/jardim, discute aspectos do cotidiano com suas flores.

Na tarefa rotineira de regar, adubar e podar suas plantas, um jardineiro encontra um espaço seguro e confortável para refletir sobre a relação do homem com a natureza e do homem com o próprio homem.

Personagem de traços inquietantes e neuróticos, sua angústia e falatório incansável permitem que as flores tomem vida e participem de um debate naturalmente cômico.

Local: Teatro João Caetano - Rua Borges Lagoa, 690 - Vila Mariana (próx. metro santa cruz)

Data: 22 de Junho - Terça-feira

Horário: 20h

Entrada GRATUITA!

Abraços!

David Carolla

11 9419-8449

davidcarolla@hotmail.com

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Jogo de Damas, de Vendramini, no João Caetano (São Paulo, SP)


Espetáculo “JOGO DE DAMAS” últimas semanas no Teatro João Caetano - SP.


Estrelada pelas atrizes Arllete Montenegro, Beatriz Tragtenberg e Maria Eugênia De Domenico está no Teatro João Caetano, em São Paulo. O enredo da montagem, que tem texto de José Eduardo Vendramini - que também dirige a peça em parceria com Marcelo Braga - conta à história de três senhoras de personalidades distintas que enfrentam os reveses da vida jogando cartas, evoluindo da tristeza das grandes perdas para a celebração da amizade e da alegria de viver.

A montagem lança mão do humor para enaltecer a amizade e mostrar o efeito da passagem do tempo sobre a vida das pessoas e suas relações. José Eduardo Vendramini coloca a terceira idade como ponto de partida para discutir questões maiores como amor, amizade, sexo e envelhecimento. Por isso a velhice é retratada de forma suave, brincalhona e descontraída, evitando a depreciação e afirmando a dignidade.

Vendramini e Marcelo Braga explicam que o “dinamismo da comédia se complementa nas emendas das cenas, na luz poética de Paulo Oseas, na trilha sonora de Tunica (formada basicamente por clássicos da música nacional e internacional) e nas mudanças de cenário de Carlos Colabone ”. “O cenário e os objetos mudam, assim como mudam as coisas na vida, o tempo muda até os móveis de lugar”, complementam.

Jogo de Damas é um elogio à vida, celebrada e salva pelo nobre sentimento de amizade, comenta o autor.

Teatro João Caetano fica na Rua Borges Lagoa, 650 – Vila Clementino/SP – Tel: (11) 5573-3774 Temporada: sextas e sábados (21 horas) e domingos (19 horas) – Até 13/06 Ingressos: R$ R$ 10,00 (¹/2 entrada: R$ 5,00) - Bilheteria: 1 hora antes do espetáculo Duração: 1h30 - Gênero: Comédia - Classificação etária: 14 anos.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Jogo de Damas, de Vendramini, no João Caetano (São Paulo, SP)

JOGO DE DAMAS - Comédia

Teatro João Caetano - SP -

Endereço: Rua Borges Lagoa, 650

Tel.:(11) 5573-3774

Preço: R$ 10,00

Duração: 90 min.

Censura: 14 anos

Quando: Sexta e sábado, às 21h; domingo às 19h.

De 14/05 a 13/06.

Ficha técnica

Texto: José Eduardo Vendramini

Direção: Marcelo Braga e José Eduardo Vendramini

Elenco: Arllete Montenegro, Beatriz Tragtenberg e Maria Eugênia De Domenico

Iluminação: Paulo OseasCenografia e figurinos: Carlos ColaboneTrilha sonora: Tunica

Programação visual: Marcelo Pestana e Carlos Cirne

Edição de vídeo e fotos: Marcelo Kahn

Operadora de som: Solange Mendes

Operador de luz: Rodrigo Palmieri

Contra-regra: Leandro Ivo

Coordenação geral e direção de produção: Neusa Andrade

Produção executiva: Geondes Antonio

Realização: Secretaria de Estado da Cultura (Prêmio ProAC)

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Jogo de Damas, de Vendramini, no João Caetano (São Paulo, SP)


ESPETÁCULO


JOGO DE DAMAS - Comédia

Teatro João Caetano - SP -

Endereço: Rua Borges Lagoa, 650

Tel.:(11) 5573-3774

Preço: R$ 10,00

Duração: 90 min.

Censura: 14 anos

Quando: Sexta e sábado, às 21h; domingo às 19h.

De 14/05 a 13/06.

Ficha técnica

Texto: José Eduardo Vendramini

Direção: Marcelo Braga e José Eduardo Vendramini

Elenco: Arllete Montenegro, Beatriz Tragtenberg e Maria Eugênia De Domenico

Iluminação: Paulo OseasCenografia e figurinos: Carlos ColaboneTrilha sonora: Tunica

Programação visual: Marcelo Pestana e Carlos Cirne

Edição de vídeo e fotos: Marcelo Kahn

Operadora de som: Solange Mendes

Operador de luz: Rodrigo Palmieri

Contra-regra: Leandro Ivo

Coordenação geral e direção de produção: Neusa Andrade

Produção executiva: Geondes Antonio

Realização: Secretaria de Estado da Cultura (Prêmio ProAC)