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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Penso Ver o que Escuto, um Shakespeare no Arquivo Nacional (RJ)



assessoria de imprensa Ney Motta
21 8718-1965 | contato@neymotta.com.br
www.neymotta.com.br
Penso ver o que escuto

Concebido a partir dos grandes dramas históricos de Willian Shakespeare – Ricardo II, Henrique IV, Henrique V, as três partes de Henrique VI e Ricardo III, especialmente os dois Ricardos –, “Penso ver o que escuto” estreia dia 1° de dezembro, às 21h, no Arquivo Nacional, com direção de Cláudio Baltar e Fábio Ferreira, dramaturgia de Oscar Saraiva, figurinos de Rosa Magalhães, cenário de Fernando Mello da Costa e Rostand Albuquerque, iluminação de Renato Machado, direção musical e trilha sonora de Fabiano Krieger e realização da Cia Bufomecânica.

Em abril de 2012 este espetáculo faz a abertura do World Shakespeare Festival, em Londres e Stratford-Upon-Avon.

Com patrocínio da Prefeitura do Rio, Oi Futuro e Royal Shakespeare Company, tendo o apoio cultural do Arquivo Nacional, este terceiro projeto da Cia Bufomecânica vai montar, no jardim do Arquivo Nacional, uma estrutura cênica de 1.200m², com palco de 15m de comprimento, plateia para 350 pessoas e um café que vai atender o público durante as 16 apresentações, com ingressos gratuitos.

A temporada do espetáculo segue até 19 de dezembro. Em 2012, após as apresentações no World Shakespeare Festival, o espetáculo faz nova temporada no Rio e em seguida estreia em São Paulo.

O espetáculo

Perguntado sobre a concepção do espetáculo, Cláudio Baltar explica que em termos de criação de um ambiente cênico poético seria um caminho mais direto e fácil montar peças como Sonho de uma noite de verão ou A Tempestade. Mas eles optaram por um trabalho mais aberto. “Nos propusemos este desafio”, decreta Baltar. Assim, a concepção do espetáculo parte da pesquisa que integra os grandes dramas históricos escritos por Willian Shakespeare: Ricardo II, Henrique IV, Henrique V, as três partes de Henrique VI, Ricardo III (especialmente os dois Ricardos) e de uma dramaturgia que tem além dos personagens destas peças outros muito fortes em outros dramas históricos como Falstaff, Jack Cade e Joana Dark. Já Fábio Ferreira justifica a opção dizendo que “uma peça influencia a outra, é o que Jan Kott chamou de o grande mecanismo da história, onde tudo se repete. E nos encanta em Ricardo III a possibilidade de seguir questionando uma representação da figura humana, como aconteceu com a poesia de Maiakovski, agora, nos esbaldamos com o vilão anti-ético de Shakespeare”

Ricardo III é um drama histórico escrito por Skakespeare no século XVI que aborda a luta feroz pela coroa inglesa entre as dinastias de York e Lancaster. Os dois diretores contam que Ricardo III é o grande herói-vilão, o javali sanguinário, o mais popular dos vilões shakespearianos, apresenta-se ao espectador adotando um expediente muito caro ao teatro no mundo todo: a fala direta e o olhar grudado em nós, tornando-nos pactários de sua perversidade, de sua devassidão e do seu desejo desenfreado pela coroa. Fascina a todos. Sintético, coloquial, íntimo dos conflitos dos clãs de York e Lancaster.

O crítico e teórico teatral, Jan Kott, fazendo uma análise da escrita de Shakespeare para Ricardo III, explica que “aqui, numa de suas primeiras peças, ou melhor, na própria matéria-prima histórica, delineia-se já o esboço de todas grandes tragédias ulteriores: Hamlet, Macbeth, Rei Lear. Se quisermos decifrar o mundo de Shakespeare como mundo real, devemos começar a leitura pelas crônicas históricas e, em primeiro lugar, pelos dois Ricardos”.

– Nós achamos que está peça (Ricardo III) se assemelha muito a realidade brasileira. O que se faz para chegar ao poder e a admiração que se tem pela imagem da superação. O ascensor é admirado pela sua conquista, não importa muito o que se fez para chegar ao poder, por cima de que há de se ter passado –, diz Fábio Ferreira.

Sobre as apresentações em novembro e dezembro, no Rio de Janeiro, Ferreira completa: “é um trabalho que estreia no ano que vem e vai sofrer um afunilamento. O que vamos mostrar agora é o atual momento dessa pesquisa cênica, esse ‘mergulho panorâmico’ nos dramas históricos de Shakespeare.”

Ficha Técnica

Direção: Cláudio Baltar e Fábio Ferreira | Dramaturgia: Oscar Saraiva e Fábio Ferreira | Pesquisa/dramaturg: Pedro Sussekind | Elenco: Carol Machado, Carolina Virguez, Fernanda Avellar, João Lucas Romero, João Mello, Julia Lund, Marcelle Sampaio, Paulo Mantuano, Rafael Sardão, Rafael Verissimo e Savio Moll | Músicos: Fabiano Krieger e Lucas Macier | Cenário: Fernando Mello da Costa e Rostand Albuquerque | Figurinos: Rosa Magalhães | Iluminação: Renato Machado | Direção Musical e Trilha Sonora: Fabiano Krieger | Vídeos-arte: Rico Villarouca | Direção de Movimento: Paulo Mantuano | Direção de Aéreo: Raquel Karro | Direção Técnica: Cláudio Baltar | Direção de Arte: Brígida Baltar | Assessoria de Imprensa: Ney Motta | Programação Visual: Brígida Baltar | Fotos de divulgação: Emmanuelle Bernard | Assistência de Direção: José Alex Oliva | Direção de Palco: Márcia Machado e João Mello da Costa | Direção de Produção: Ana Luisa Lima | Realização: Companhia Bufomecânica

Serviço

Nome do espetáculo: Penso ver o que escuto
Direção: Cláudio Baltar e Fábio Ferreira
Adaptação: Oscar Saraiva
Elenco: Cia Bufomecânica e atores convidados
Estreia: 1° de dezembro às 21 horas
Temporada: 1° de dezembro até 19 de dezembro de 2011
Local: Arquivo Nacional. Praça da República 173, Centro, RJ (próximo a Estação Central do Brasil do Metrô Rio – estacionamento rotativo no local e ponto da taxi). Tels. 21 2179-1273 e 2179-1228
Dias e horários: Quintas, sextas, sábados e segundas às 20h, domingos às 19h.
Ingressos: GRÁTIS (senhas distribuídas 2 horas antes)
Capacidade de público: 350 lugares
Classificação indicativa: 16 anos
Duração: 120 minutos
Gênero: Ópera-bufa

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Hamlet Demasiado Humano, no Teatro Ipanema (Rio de Janeiro, RJ)


 HAMLET DEMASIADO HUMANO - TEATRO IPANEMA 26/11

Hamlet Demasiado Humano
Rio de Janeiro Adulto

A encenação é desenvolvida a partir de linguagens múltiplas, em que o teatro, a dança, a ópera, a música instrumental, o cinema e as artes visuais dialogam, encontrando na humanidade das questões de Hamlet o espaço de convívio. A pesquisa cênica tem como referência os processos criativos em Teatro Dança de Pina Bausch, Rudolf Laban e a Dança Butoh de Kazuo Ohno. O elenco é composto por dez integrantes, entre atores, bailarinos, cantores e músicos: Diego Caputto, Denise Telles, Cia de Ópera Contemporânea Playing around Shakespeare: Marina Consídera, Chiara Santoro, Paloma Godoy. Músico convidado: Ayres D Athayde. Bailarino: Marcus Flora. Atores convidados: Pilar Fortes e Lucas Braguirolli. Figurinos: Leila Barboza. Direção de arte inspirada em obras de Lygia Clark, com consultoria de Bianca Clark.

TEATRO IPANEMA - SALA RUBENS CORRÊA
ENDEREÇO R. Prudente de Moraes 824  A  Ipanema - Rio de Janeiro (RJ)

PRÓXIMOS sáb 26/11 21:30

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

La Violación de Lucrecia, de Shakespeare, no El Extranjero (Buenos Aires)


LA VIOLACIÓN DE LUCRECIA de Shakespeare


Sábado 12 de febrero, 21hs.

Sábado 19 de febrero, 22:30hs.

LA VIOLACION DE LUCRECIA es un poema magistral de Shakespeare sobre el abuso del poder, la violación de una muchacha a manos de un “intocable” y sus consecuencias políticas cuando el pueblo sale a la calle.

El lenguaje oscila entre lo brutalmente directo y la más alta poesía, pasando por argumentaciones filosóficas y técnicas del discurso tomadas de la oratoria.

La dramaturgia de Mónica Maffía lo lleva a escena, tomando como eje el ritual doméstico de transformar en celebración el placer de la lectura, como forma de anclaje en la estructura originaria de la obra. Sin embargo, la compenetración con el material hará que la “lectora” tome alternativamente los personajes que aparecen en el relato, transformado en un verdadero tour de force de la actriz.

La dirección actoral hizo hincapié en aspectos que distinguen la escuela shakespereana: la musicalidad del texto, la respiración, el uso de la voz tanto desde su aspecto técnico -como la forma correcta de abordar este tipo de texto de máxima demanda física para el actor- como desde su aspecto netamente actoral, para facilitar la recepción de un texto complejo de manera que la historia fluya claramente..

.Teatro: El Extranjero

Valentín Gómez 3378 – Abasto.

Tel.: 4862-7400

.Ficha técnico artística

Autoría: William Shakespeare

Traducción: Mónica Maffía

Actuan: Mónica Maffía

Cantantes: Natalia Simoncini

Música original: Ricardo Vergani

Asistencia de dirección: Elizabeth Casado

Dirección: Mónica Maffía

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Romeu e Julieta, de Shakespeare, no Laura Alvim (Rio de Janeiro, RJ)


A CASA DE CULTURA LAURA ALVIM  (excelência em cursos de teatro e de artes plásticas) traz a montagem de ROMEU E JULIETA, de William Shakespeare, o primeiro estudo realizado no curso de interpretação cênica do Projeto CLÁSSICOS DO TEATRO.

ROMEU E JULIETA, de Wiiliam Shakespeare.

Trad.: Onestaldo de Pennafort

Dir. Mariozinho Telles

Elenco:

MARIA RITA REZENDE, GUILHERME SALVADOR, CLARICE SOLLBERG, RONALDO PINHEIRO DUARTE, MARUANA CAMARGO MATTAR, ROBERTA MANCUSO, KARINA DINIZ e MARIOZINHO TELLES.

CCBB-RJ - Teatro II

Rua 1º de Março, 66. Centro. Rio de Janeiro.

Mostra de Teatro Estudantil V

Domingo, dia 14 de novembro de 2010, às 19:30h.

- ENTRADA FRANCA - (Distribuição de senhas no local a partir das 18h)

DURAÇÃO: 75 min. - CLASSIFICAÇÃO: 10 anos

Esta montagem de ROMEU E JULIETA estreou no CTO-Rio em 2006, apresentou-se no Circuito Estadual das Artes - SESC-Rio (Paraíba do Sul, Paty do Alferes, Itaocara, Angra dos Reis), Teatro Laura Alvim, Teatro SESC Madureira, 4º Salão do Livro do Tocantins, Teatro Princesa Isabel, Cine Arte UFF, Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto, Viradão Carioca SMC RJ 2010; comunidades Tavares Bastos e Tabajaras.

Com excelente aceitação do público dos mais diversos segmentos, junto às escolas e universidades vem servindo ao desenvolvimento de trabalho conjunto entre professores e alunos.

- Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz - 2006 -

O Projeto CLÁSSICOS DO TEATRO proporciona a iniciação, o desenvolvimento, o aprofundamento artístico, filosófico e cultural, através do estudo cênico, montagem e apresentação das obras clássicas do teatro universal, vivenciando a sabedoria contida em seus volumes, ensinamentos básicos da formação e do desenvolvimento da humanidade, criando um acesso aos valores contidos na ação de seus personagens e às tramas que tecem as relações da nossa civilização, com as atividades do curso de interpretação, a encenação dos clássicos do teatro universal e a construção do repertório de espetáculos (às quartas e sextas, às 19h).

Contatos:

TEATRO DE RODA / SPAÇO NAV – Prod. Art. Ltda.

21.2256-0930; 9649-7326; 9877-2916 - Maria Rita Rezende

http://teatroderoda.org/

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Laura Alvim apresenta Romeu e Julieta, de Shakespeare (Rio de Janeiro,RJ)

A CASA DE CULTURA LAURA ALVIM


(excelência em cursos de teatro e de artes plásticas).

traz a montagem de ROMEU E JULIETA, de William Shakespeare,

o primeiro estudo realizado no curso de interpretação cênica do Projeto CLÁSSICOS DO TEATRO.


ROMEU E JULIETA, de Wiiliam Shakespeare.

Trad.: Onestaldo de Pennafort

Dir. Mariozinho Telles

Elenco:

MARIA RITA REZENDE, GUILHERME SALVADOR, CLARICE SOLLBERG, RONALDO PINHEIRO DUARTE, MARUANA CAMARGO MATTAR, ROBERTA MANCUSO, KARINA DINIZ e MARIOZINHO TELLES.

CCBB-RJ - Teatro II

Rua 1º de Março, 66. Centro. Rio de Janeiro.

Mostra de Teatro Estudantil V

Domingo, dia 14 de novembro de 2010, às 19:30h.

- ENTRADA FRANCA - (Distribuição de senhas no local a partir das 18h)

DURAÇÃO: 75 min. - CLASSIFICAÇÃO: 10 anos

Esta montagem de ROMEU E JULIETA estreou no CTO-Rio em 2006, apresentou-se no Circuito Estadual das Artes - SESC-Rio (Paraíba do Sul, Paty do Alferes, Itaocara, Angra dos Reis), Teatro Laura Alvim, Teatro SESC Madureira, 4º Salão do Livro do Tocantins, Teatro Princesa Isabel, Cine Arte UFF, Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto, Viradão Carioca SMC RJ 2010; comunidades Tavares Bastos e Tabajaras.

Com excelente aceitação do público dos mais diversos segmentos, junto às escolas e universidades vem servindo ao desenvolvimento de trabalho conjunto entre professores e alunos.

- Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz - 2006 -

O Projeto CLÁSSICOS DO TEATRO proporciona a iniciação, o desenvolvimento, o aprofundamento artístico, filosófico e cultural, através do estudo cênico, montagem e apresentação das obras clássicas do teatro universal, vivenciando a sabedoria contida em seus volumes, ensinamentos básicos da formação e do desenvolvimento da humanidade, criando um acesso aos valores contidos na ação de seus personagens e às tramas que tecem as relações da nossa civilização, com as atividades do curso de interpretação, a encenação dos clássicos do teatro universal e a construção do repertório de espetáculos (às quartas e sextas, às 19h, na Casa de Cultura Laura Alvim, à Av. Vieira Souto, 176. Ipanema. Rio).

Contatos:

TEATRO DE RODA / SPAÇO NAV – Prod. Art. Ltda.

21.2256-0930; 9649-7326; 9877-2916 - Maria Rita Rezende

http://teatroderoda.org/

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Sonho de Uma Noite de Verão, no Pinheiro Guimarães (Rio de Janeiro, RJ)


Sonho de Uma Noite de Verão


Um dos espetáculos mais montados da dramaturgia universal, ganha nova roupagem dirigida pelo diretor inglês David Herman.

Shakespeare com gostinho brasileiro

O espetáculo “Sonho de uma Noite de Verão” é fruto do segundo módulo do curso profissional de formação de atores da Casa das Artes de Laranjeiras – CAL. Sob a direção de David Herman, após seis meses de trabalho, a peça estreou em julho deste ano no Espaço Yan Michalski. Depois de oito apresentações, a equipe sentiu que o espetáculo ainda não se esgotou. Assim, foi negociada uma nova temporada fora da CAL, que se realizará em outubro deste ano, no Teatro Pinheiro Guimarães, reinaugurando o teatro, que passou por uma reforma, no bairro do Catete.

“Sonho de uma Noite de Verão” é uma comédia da autoria de William Shakespeare, escrita em meados da década de 1590; uma mistura de romance espirituoso, fantasia, e envolve também a baixa sociedade. A peça mais lírica e mágica de Shakespeare traz consigo o desejo de sonhar de olhos abertos. Com maestria, a obra mistura personagens da mitologia grega com duendes, nobres e plebeus. Em 'Sonho de uma noite de verão', os duendes da floresta atrapalham a vida de alguns e salvam o amor de outros. É uma grande brincadeira de Shakespeare que se inspirou nas lendas gregas para brincar com o espectador.

Começamos a sentir um Shakespeare atual, pulsante, enérgico, com conflitos humanos tão intensos, e parecidos com os nossos.

A direção de David é firme, dinâmica, contemporânea, inteligente e universal.

Desejamos levar o espetáculo a novas platéias, com toda a juventude e energia que Shakespeare nos retrata, nós seres da Natureza.

DAVID HERMAN - Diretor

Inglês, estudou em Nova York nos anos 70 sob a orientação de Sonia Moore. Sonia, com os livros The Stanislavski System, Training an Actor e Stanislavski Today, apresentou ao teatro americano as últimas concluões de Stanislavski, sobre seu método de interpretáção para atores.

Começou sua carreira de diretor em 1979, quando foi convidado pela New York University a dirigir "A Funny Thing Happened on The Way to The Forum", comédia musical, encerramento do curso de mestrado da NYU School of Education. Nos anos seguintes dirigiu as peças: "My Room Off and On" de Phin Demise, "The Birthday Party" (A festa de Aniversário) de Harold Pinter, "Guys and Dolls" (musical), "Brigadoon" (musical) e “The Boys from Syracuse” (musical) entre outras.

Como ator no Brasil, fez parte do elenco de "Desejos de Mulher" e "Mulheres Apaixonadas" novelas da Rede Globo.

No cinema desempenhou o inglês Moe, em "Dois Perdidos Numa Noite Suja" de José Zoffily. Em "Zuzu Angel", de Sérgio Resende, interpretou Ray Bunker. Em "O Maior Amor do Mundo" de Cacá Diegues, fez o papel de um professor americano. Interpretou Bill Simpson em "Os Desafinados" de Walter Lima Jr; e atuou em "JK- Bela Noite Para Voar", de Zellito Vianna, como o Embaixador Americano.

Em 1997, foi indicado para o prêmio de Melhor diretor da Cultura Inglesa pela montagem de "A Cozinha" de Arnold Wesker que esteve em cartaz no Teatro Ziembinski.

Recentemente estava em cartaz com o espetáculo "Anton e Olga", baseado nas cartas de amor trocadas entro o dramaturgo Anton Tchekov e a atriz Olga Knipper, do qual assina a direção e também a dramaturgia, no Centro Cultural da Caixa Econômica Federal.

Seu último trabalho como diretor foi "Pedras nos Bolsos" de Marie Jones, sucesso de público e crítica, em cartaz no Teatro Poeira, e considerada por personalidades como Sérgio Britto, Marieta Severo, Eva Wilma e Renata Sorrah um espetáculo completo e inesquecível.

Desde 1986, como professor e diretor na CAL( Casa das Artes de Laranjeiras), dirigiu mais de 20 peças, entre elas "A Alma Boa de Setzuan" de Bertolt Brecht, "A Gaivota"e "As Três Irmãs" de Anton Tchecov, "Os Sete Gatinhos" e "Bonitinha, Mas Ordinária" de Nelson Rodrigues.



Um pouco sobre o autor: SHAKESPEARE

William Shakespeare (1564-1616), o mais famoso dramaturgo e poeta inglês de todos os tempos, compôs suas peças durante o reinado de Elizabeth I (1558-1603) e de James I, que a sucedeu. Casou-se em 1582 com Anne Hathaway, que tinha 26 anos e estava grávida. O casal teve uma filha, Susanna, e dois anos depois tiveram os gêmeos Hamnet e Judith. Por volta do ano de 1588, mudou-se para Londres e, em 1592, já fazia sucesso como ator e dramaturgo. Mas, eram suas poesias — e não suas peças — que eram aclamadas pelo público. Em virtude da peste, os teatros permaneceram fechados entre 1592 e 1594, impossibilitando seu contato com o público. Publicou dois poemas, "Vênus e Adônis", em 1593, e "O Rapto de Lucrécia", em 1594. Estes dois poemas e seus "Sonetos" (1609), que tornaram-se famosos por explorar todos os aspectos do amor, trouxeram-lhe reconhecimento como poeta. Escreveu mais de 38 peças, que estão divididas entre comédias, tragédias e peças históricas. Seus escritos são famosos até os dias de hoje, e suas atuações trouxeram-lhe riqueza (ele era sócio da companhia de teatro). Shakespeare não publicava suas peças, já que a dramaturgia não era bem paga. Na época, não havia direitos autorais. O autor pretendia que suas peças fossem representadas em vez de publicadas.

Shakespeare morreu em 23 de abril de 1616, no mesmo mês e dia tradicionalmente atribuídos como sendo de seu nascimento.

Algumas obras:

Comédias: “A Comédia dos Erros”; “Sonho de Uma Noite de Verão”; “Os Dois Cavalheiros de Verona”; “O Mercador de Veneza”; “Muito Barulho Por Nada”; “Como Quiserdes; A Megera Domada”; “A Décima Segunda Noite”. /Peças Históricas: “Ricardo II”; “Henrique IV - Partes I e II”; “Henrique V”; “Henrique VI - Partes I, II e III”; “Ricardo III”; “Rei João”; “Henrique VIII”./Tragédias:“Romeu e Julieta”; “A Tempestade”; “Júlio César”; “Antônio e Cleópatra”; “Hamlet”; “Othello”; “Rei Lear”; “MacBeth”.

Ficha Técnica

Autor

Willian Shakespeare

Direção e Cenografia

David Herman

Elenco

Adriano Monteiro / Arthur Prattes / Brunno Barros / Camila Moreira / Dani Saunders, Daniela Lemes / Eduardo Leão / Jéssika Menkel / Joanna Saraiva / Larissa Resende / Mariana Alencar / Miguel Barbosa / Natália Garcez / Paul Alves / Paula Calle / Pedro Sarmento / Pedro Souza / Piu Gama / Rodrigo Oliveira / Rodrigo Vidigal / Sidian Leite e Thiago Monteiro.

Atores Convidados

Rodrigo Vidigal

Thiago Monteiro

Trilha Sonora

David Herman

Iluminação

Wilson Reiz

Figurino

Paola Giancoli Malheiro

Coreografia e Preparação corporal

Marina Salomon

Preparação Vocal

Renata Frisina

Preparação de elenco

Lourival Prudêncio (Lolô)

Assistência de Direção

Cleiton Rasga / Rodrigo Vidigal / Thiago Monteiro

Design Gráfico

Pedro Logãn

Sobre o espetáculo:

A história se inicia com o Duque Teseu, que se prepara para casar com a amazona Hipólita. Antes do casamento, Teseu é chamado para resolver uma disputa amorosa envolvendo a romântica Hérmia e seu pai Egeu. Hérmia ama Lisandro, mas Egeu quer forçá-la a se casar com Demétrio. Como Teseu sela o destino infeliz da garota, Hérmia e Lisandro decidem fugir para a floresta. Enquanto isso, Demétrio é perseguido incessantemente pela apaixonada Helena, que irá se humilhar para conseguir seu amor. Os quatro, irão se encontrar em uma floresta povoada por sátiros, ninfas, fadas e outros seres encantados. O Rei das Fadas, Oberon está em pé de guerra com a belíssima rainha Titânia. Frustrado e desgostoso, Oberon decide descontar bagunçando o coreto da natureza. Arma com Puck um plano ardiloso envolvendo uma poção mágica, que fará com que qualquer pessoa se apaixone pelo primeiro ser vivo que vir pela frente. Enquanto isso, um grupo de atores amadores ensaia uma peça para o casamento do duque: Bobina, Chico Flauta, Esmerado, Esgalgado, Caldeira e Pedro Pinho, o diretor da companhia. Oberon transforma Bobina em um homem com orelhas de burro e ordena a Puck que use a poção em Titânia para ridicularizá-la. A belíssima rainha de apaixona pelo asno, assim como as confusões armadas por Puck levam os casais na floresta a caírem de amores pelos pares errados.

Serviço

LOCAL: TEATRO PINHEIRO GUIMARÃES (Rua Silveira Martins, 151/153 – Catete/RJ)

Preço: R$ 20 (inteira) e R$ 10(meia), sábados às 20h e domingos às 19h.

Capacidade: 67 lugares

Duração: 106 minutos

P revisão de temporada: de 23 de outubro de 2010 a 14 de novembro de 2010.

Assessoria de Imprensa

Bruno Barros

Contato: (21) 9816-1476 / (21) 3795-1822

E-mail: bruno.lohan@globo.com

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Al Pacino volta à Broadway com 'O Mercador de Veneza' (Nova York, EUA)


Ator já encena a peça ao ar livre desde junho no festival Shakespeare in Park, no Central Park

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Joan Marcus/APAl Pacino (dir.) em uma das cenas da peça de ShakespearePacino já encena a peça desde junho no festival Shakespeare in the Park, realizado anualmente no teatro ao ar livre do Central Park, e sua atuação tem recebido ótimas críticas.

Na Broadway, Pacino continuará dando vida ao judeu Shylock, personagem que já tinha representado na versão cinematográfica da obra lançada em 2004.

Segundo a produtora Public Theater, responsável pelo Shakespeare in the Park, "O Mercador de Veneza" será encenado no teatro Broadhurst entre 19 de outubro e 9 de janeiro.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Daniel Dantas revela seus trechos preferidos de "Macbeth" (São Paulo, SP)


Direção: Aderbal Freire-Filho.
Duração: 160 minutos.
Não recomendado para menores de 14 anos.


Fabiana Seragusa

É sempre muito difícil para um ator escolher os melhores momentos de uma peça. Mas a resposta inicial de Daniel Dantas já deixa claro que sua relação com o espetáculo "Macbeth", que protagoniza ao lado da atriz Renata Sorrah, é intensa e apaixonante.

Daryan Dornelles/Folhapress

Daniel Dantas e Renata Sorrah encenam "Macbeth", espetáculo que ficará em cartaz no Sesc Pinheiros, em SP, até o próximo domingo

"A minha primeira vontade é dizer que meu trecho preferido começa com 'Quando vamos nos encontrar de novo?' e termina em 'Vamos todos a Scone, onde serei coroado'", diz ao Guia. O trecho corresponde à peça inteira. "Mas, enfim, imagino que eu deva reduzir um pouco a minha escolha, né?", brinca.

Então, Daniel revela os três momentos definidos como os "mais desafiadores e melhores de se fazer, neste momento da vida do espetáculo". O primeiro mostra o mar de dúvidas de Macbeth antes de cometer seu primeiro assassinato. O segundo, uma conversa forte com dois matadores. E o trecho final escolhido vem logo após o anúncio da morte de sua amada.

"Mas não é incomum sair de cena achando que a melhor fala minha na peça tenha sido 'uma mulher te pariu', 'falaremos mais' ou outra tão prosaica quanto. Cada dia é um dia."

Escrito por William Shakespeare, o espetáculo fica em cartaz no Sesc Pinheiros (zona oeste de São Paulo) até o próximo domingo (18), com direção de Aderbal Freire-Filho. Os ingressos custam de R$ 5 a R$ 20, e a duração é de 160 minutos.
*

Veja os trechos escolhidos por Daniel Dantas:

TRECHO 1

Macbeth

Se isso acabasse assim que fosse feito, então era bom que fosse feito rápido. Se o assassinato pudesse confundir os fios das consequências, e alcançar, quando a vida dele cessasse, o sucesso, só esse golpe podia ser tudo e o fim de tudo. Mas aqui, da margem do rio do tempo, corremos o risco do salto para o que há depois da vida.

E nesses casos ainda temos aqui o julgamento. As ordens sangrentas, quando são seguidas, voltam como uma praga para quem as deu. Para manter o equilíbrio da balança da justiça, a mão conduz o conteúdo do nosso cálice envenenado aos nossos próprios lábios. Ele está aqui em dupla confiança: primeiro, sou seu parente e seu súdito, ambos fortemente contra o ato. E ainda, como seu anfitrião, eu deveria fechar a porta contra seu assassino, e não empunhar a faca eu mesmo.

Além disso, Duncan exerce seus poderes com tanta humildade, tem sido tão puro em seu grandioso cargo, que suas virtudes vão advogar como anjos, com sua linguagem de trombetas, contra a amaldiçoada ação de seu extermínio. E a piedade, como um recém-nascido nu, galopando uma rajada de vento, ou querubins celestes

cavalgando os mensageiros invisíveis do ar, soprarão o ato horrendo em todos os olhos e as lágrimas afogarão o vento. Não tenho esporas para cravar nas ancas da minha vontade, é só a ambição que salta, mas seu impulso é grande demais e ela cai do outro lado.

-

TRECHO 2

Macbeth

Sabem agora que era ele quem, naquele tempo, mantinha vocês subjugados, enquanto vocês pensavam que a culpa era de nossa inocente pessoa? Isso tudo esclareci na nossa última conversa, provando ponto por ponto. Como manipulava vocês, frustrava suas ambições, com que meios, quem manejava esses meios. E tudo mais, de modo que mesmo quem só tem meio entendimento, ou uma mente insana, pode dizer: "Foi Banquo quem fez isso".

Primeiro assassino

Você trouxe tudo isso a nosso conhecimento.

Macbeth

Fiz isso. E vou além, o que é agora a razão desse segundo encontro. Vocês aceitam que a paciência, tão predominante na natureza de vocês, deixe passar tudo isso? São tão religiosos, a ponto de rezar por esse bom homem e por seus descendentes, sabendo que era a mão pesada dele que os empurrava para o túmulo, condenando vossas famílias a mendicância?

Primeiro assassino

Somos homens, meu soberano.

Macbeth

É, numa classificação simples vocês aparecem como homens, do mesmo modo que pastores alemães, belgas, mastins, cocker-spaniels, dachshunds, labradores, cães-lobo são todos chamados pelo nome de cachorros. A listagem mais bem feita distingue o veloz, o lento, o sutil, o cão de guarda, o caçador, cada um de acordo com o dom que a abundante natureza colocou nele, e pelo qual ele recebe uma definição especial, diferente daquela do conjunto onde estavam juntos. É igual com os homens. Agora, se vocês têm um lugar especial na lista, e não são dois vira-latas quaisquer, do mais baixo escalão da humanidade, declarem. E eu confiarei a vossa coragem essa tarefa e a execução dela vai liquidar o inimigo de vocês e trazê-los para perto do nosso coração e do nosso amor. Quem depende de nossa saúde, abalada pela vida dele, com sua morte, nos cura.

Segundo assassino

Sou um homem, meu soberano, tão castigado pelos golpes mais vis do mundo que nada me importa e faço qualquer coisa contra a ordem do mundo.

Primeiro assassino

Já eu, tão cansado de fracassos e desprezado pela sorte, arriscaria minha vida por qualquer oportunidade de consertá-la ou de me livrar dela.

Macbeth

Os dois sabem que Banquo era inimigo de ambos.

Assassinos

É verdade, meu senhor.

Macbeth

E é meu também. E é tão sangrenta nossa inimizade que cada minuto da sua existência faz pressão contra o mais íntimo da minha vida. Embora fosse fácil, com meu poder, abertamente, varrê-lo da minha vista, justificando minha ação apenas com minha vontade, não devo fazer isso

em atenção a certos amigos que temos em comum, de cujo amor não posso abrir mão. Devo chorar sua morte que eu mesmo planejei. E é por isso que com amor recorro a ajuda de vocês, escondendo essa empreitada do olhar do povo por diversas razões que pesei bastante.

Segundo assassino

Nós vamos, senhor, executar o que nos ordena.

Primeiro assassino

Ainda que nossas vidas...

Macbeth

Vejo em vocês o brilho da disposição. Em uma hora, no máximo, eu direi a vocês o lugar onde devem ficar e os ponho a par da hora em que devem estar atentos, o momento certo, pois deve ser feito esta noite e a uma certa distância do palácio, sempre tendo em mente que estou fora disso. E para não deixar problemas nem falhas no serviço, o filho dele, Fleance, que lhe faz companhia e cuja desaparição é tão essencial para mim quanto a de seu pai, deve abraçar também o destino dessa hora sombria. Decidam entre vocês.

-

TRECHO 3

Macbeth

Ela só devia morrer depois do que está por vir. Então haveria o tempo de pronunciar essa palavra. Amanhã e amanhã e amanhã arrastam-se nesses passos inúteis dia a dia, até a última sílaba do livro do tempo, e todos os nossos ontens terão iluminado para os tolos o caminho de volta ao pó. Apaga, apaga chama breve. A vida é só uma sombra que passa, um pobre ator vaidoso e exibido quando está no palco e que depois não é mais ouvido. É uma história contada por um idiota, cheia de som e fúria, que não significa nada.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Nanda Rovere comenta "Macbeth", com Renata Sorrah (São Paulo, SP)

Nanda Rovere

Clássico de William Shakespeare estreia em São Paulo


Considerada alicerce do teatro mundial, a peça é a mais curta e uma das obras mais contundentes de Shakespeare. É um projeto do ator Daniel Dantas, acalentado há anos.

Os ensaios para a montagem começaram no segundo semestre do ano passado, contando com um elenco de doze atores e a temporada aconteceu de janeiro a março no Teatro Tom Jobim, no Rio de Janeiro.

O personagem do rei acompanha o artista desde o começo de sua carreira. No teatro, com o grupo Pessoal do Despertar, chegou a ensaiar para interpretá-lo, mas a montagem não estreou. Na TV, na minissérie da Rede Globo, Som e Fúria (2008), era um ator que daria vida a Macbeth. Na vida real, chegou a ensaiar o papel no início dos anos 80, mas o espetáculo acabou não estreando.

O ator considera Macbeth o melhor texto teatral já escrito e acredita que a estréia deste trabalho aconteceu no tempo certo, na sua maturidade profissional. Para ele, ao contrário do que se pensa, as tragédias de Shakespeare proporcionam não somente questionamentos, mas diversão, por conter um humor tênue nas suas criações.

O artista e toda a equipe apostam na atualidade das reflexões que a dramaturgia de Shakespeare suscitam: "Macbeth é o mais preciso e sucinto dos grandes textos de Shakespeare, e nosso desejo de fazê-lo apóia-se na crença de que o texto presta-se a uma montagem que se comunicará com a platéia da forma mais imediata, direta, simples e ao mesmo tempo ampla e profunda, como se o texto tivesse sido escrito há alguns meses, e não há quatro séculos", ressalta Dantas.

A tragédia do general que comete inúmeros assassinatos com a ajuda de sua mulher Lady MacBeth para assumir o trono da Escócia e manter-se no poder, fala de questões atemporais, como poder e ambição.

Mostra que estamos muito próximos da monstruosidade escondida nos seres humanos, os quais são capazes de atitudes desequilibradas. As nuances e oposições dos sentimentos e atitudes dos indivíduos são profundas. MacBeth é guerreiro, sonha com o trono, mas titubeia em alguns momentos. Lady Macbeth faz de tudo para fugir da fragilidade feminina e evoca a virilidade para sustentar as suas atitudes criminosas.

Com a intenção de facilitar a aproximação do público com a trama, a tradução, assinada por Aderbal Freire-Filho e João Dantas conversa com os dias de hoje, sem deixar de lado a poesia e a linguagem apurada dos diálogos.

Para evidenciar a atemporalidade dos atos cometidos pelos personagens, a encenação é viva, com referências à idade média e ao nosso tempo e promove a imaginação no cenário, figurino, iluminação, trilha e elementos de cena: Assim como Shakespeare incluía referências ao seu tempo nas palavras de seus personagens, incluímos referências ao nosso tempo, declara o diretor Aderbal Freire-Filho, que foi convidado por Dantas para fazer parte do projeto, assim como o restante do elenco.

Renata Sorrah vive Lady MacBeth. A atriz contracenou com Dantas na comédia Noite de Reis de Shakespeare e diz estar feliz em dividir o palco novamente com o colega, agora interpretando um casal apaixonado. A atriz conta que nunca assistiu a nenhuma montagem deste texto e num primeiro momento ficou em pânico. Aos poucos, foi buscar a humanidade da personagem, sem considerações sobre as suas atitudes e se atendo no seu amor pelo marido.

Apesar de ter experiência diversificada quanto aos estilos de interpretação, Renata é reconhecida por suas atuações trágicas. No teatro, entre os seus sucessos em São Paulo, merece destaque Mary Stuart, Rainha da Escócia. A atriz declara, no entanto, que a função do ator é viver com dedicação qualquer tipo de papel e diz que busca personagens instigantes, independentemente das obras se enquadrarem no gênero comédia ou drama.

Macbeth ficará em cartaz por quatro semanas no SESC Pinheiros. De 25/06 a 18/07. Sextas e sábados, 21h e domingos e feriado (dia 09/07), 18h. Tel. para informações: 11 3095.9400.

Nanda Rovere - 23 / 06 / 2010

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Shakespeare revisitado - Cia. Corpos Nômades, n'O Lugar (São Paulo,SP)


ESPECTROS DE SHAKESPEARE


DO OUTRO LADO DO VENTO

Reestreia 28 de maio (sexta) às 21h00 no O LUGAR .

Rua Augusta, 325 - Consolação - São Paulo - SP

Venham!

CIA. CORPOS NÔMADES mergulha no universo de SHAKESPEARE

Em “Espectros de Shakespeare – Do outro Lado do Vento”, a companhia inspira-se nas tragédias de “Macbeth”, “Otelo”, “Rei Lear” e “Hamlet”

"Seus personagens trágicos demonstram tanta grandeza, que em seu erro e queda podemos ter viva consciência das possibilidades da natureza humana.” (A. C. Bradley). A obra de William Shakespeare, o mais influente dramaturgo do mundo, provocou e continua provocando inúmeras discussões sobre atos e conflitos de natureza humana. Por encorajar o espectador a ter suas próprias ideias, o debate com Shakespeare torna-se estimulante. Uma oportunidade de entrar em contato com as regiões mais obscuras do ser humano é conferir de perto o espetáculo “Espectros de Shakespeare - Do Outro Lado do Vento”, novo trabalho da Cia. Corpos Nômades que estreia no Teatro Sesc Anchieta no dia 12 de maio de 2010, dirigida pelo coreógrafo e bailarino João Andreazzi.

O Bardo é a grande fonte de inspiração para este projeto, que conta com o 6º Programa Municipal de Fomento à Dança. Admirador e pesquisador de sua obra desde 1993, João Andreazzi transfere todo um processo de investigação cênica da Cia. Corpos Nômades ao universo de Shakespeare. Esse novo espetáculo, resultado do projeto “Espectros de Shakespeare”, é focado principalmente nas tragédias "Macbeth", "Otelo", "Rei Lear" e "Hamlet”, tendo seus personagens espectrais extraídos diretamente desses textos para a composição desta montagem. Além das tragédias, alguns sonetos do autor completam a poética da coreodramaturgrafia.

Toda a proposta do espetáculo é calcada no trabalho corporal desenvolvido nos últimos anos pela Cia. Corpos Nômades, com atenção especial para o trabalho de improvisação como processo cênico, aliado ao trabalho técnico com um forte contato com o chão e outros corpos, incorporando o contato e improvisação ao processo criativo, inserindo o teatro, a música e a vídeo-arte, possibilitando despontar daí uma dramaturgia extraída dos gestos, movimentos, objetos, textos, sons e imagens.

“Ofélia”, “Macbeth”, “Lady Macbeth”, “As Três Bruxas”, “Hamlet”, o “Espectro de Hamlet” e muitos outros personagens são dissecados e fundidos à coreodramaturgrafia buscando, mais do que o sofrimento trágico apresentado de forma literal, uma substância trágica capaz de unir as cenas transformando-as em referências da existência humana, assim como foi feito por outros artistas, cineastas, escritores e compositores sobre a obra de Shakespeare. Influenciaram também a pesquisa para esta montagem, filmes de Laurence Olivier (Hamlet e Rei Lear), de Orson Welles (Macbeth), de Akira Kurosawa (Trono Manchado de Sangue e Ran), de Peter Greenway (Prospero’s Books) e alguns livros como Oriente Ocidente escrito por Salman Rushdie, Hamlet-Machine por Heiner Müller, Teatro e Sociedade: Shakespeare por Guy Boquet, A Tragédia Shakespeariana por Andrew Cecil Bradley e diversas óperas que utilizaram o tema.

FICHA TÉCNICA

Direção e Coreodramaturgrafia: João Andreazzi Elenco: Bruna Dias, Fabíola Camargo, Isabella Franceschi, João Andreazzi, Ricardo Silva e Tais Magnani Textos: William Shakespeare Assessoria Poética: Claudio Willer Trilha Sonora: Vanderlei Lucentini Assessoria Musical: Ettore Veríssimo Desenho de Luz: Cia. Corpos Nômades e PH. Figurino David Schumaker Observadores Participativos: Alessandra Souza, Amanda Correa, Juliano Maltez, Ligia Marinho, Maju Minervina e Rafaela Fusaro Fotos de ensaio: João Andreazzi Cenário, Figurino e Vídeo-Arte: Cia. Corpos Nômades Designer Gráfico: Rafael Benthien Assessoria de Imprensa: Canal Aberto Produção: Cia. Corpos Nômades

"Espectros de Shakespeare - Do Outro Lado do Vento"

Recomendação: 14 anos Duração: 60 minutos

Reestreia no dia 28 de maio de 2010

O LUGAR - Rua Augusta, 325 - São Paulo - SP Tel (11) 3237-3224

Temporada: Sexta, Sábado às 21h00 e Domingo às 20h30. Preços: R$ 10,00 inteira, R$ 5,00 meia entrada artistas, estudantes e pessoas com mais de 60 anos, professores da rede pública de ensino.

NOVIDADE

NO AR NOVO SITE DA CIA. CORPOS NÔMADES

http://www.ciacorposnomades.art.br/

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Noite de Reis, de Shakespeare, no Globe -SP (São Paulo, SP)


GLOBE-SP


Apresenta

“NOITE DE REIS”

(De William Shakespeare / Direção Ramiro Silveira)

Última apresentação dia 29 de maio (sábado) às 20h

Entrada franca

“NOITE DE REIS” ganha uma encenação musical em que - referências aos anos oitenta - convidam a platéia a compartilhar uma noite de romance, aventura, humor... e mal-entendidos

Globe-SP - The Globe Coffee Shop (jardins do Globe-SP)

Rua Capitão Prudente, 173 – Pinheiros – Fone (11) 3097.9933

Ingresso - 1 kg de alimento não perecível (exceto sal e açúcar), que será doado para o Lar Infantil Alan Kardec

Saiba mais em http://soniakessar.com.br/blog/category/teatro/

segunda-feira, 5 de abril de 2010

"Sonho de Uma Noite de Verão", Shakespeare no SESC Tijuca (Rio)

Sonho de uma noite de verão - a magia de Shakespeare para todas as idades



Como contar um texto clássico de Willian Shakespeare para crianças e jovens?

A Trupe do Experimento optou pela criação de uma dramaturgia tipicamente brasileira, e (por que não?) usar a alegria, o gingado e do nordestino para embalar esta história tão mágica do universo Shakesperiano.

A musicalidade do Nordestino também ganha espaço na leitura do diretor Marco dos Anjos. Com músicas compostas especialmente para o espetáculo e tocadas ao vivo pelos atores, a clássica comédia ganha roupagem diferenciada para se aproximar do público infanto-juvenil.



Os personagens carismáticos e os seres fantásticos desta clássica comédia de Shakespeare são interpretados por jovens atores, que através de marcas dinâmicas e muita música, garantem o humor e a magia do texto.

Sesc Tijuca recebe a magia de Shakespeare

O grupo, comandado pelo diretor Marco dos Anjos, leva ao bairro seu espetáculo de grande sucesso que conquistou diversos prêmios em festivais do Rio de Janeiro. A história fala sobre Hérmia, que ama Lisandro, mas não tem a permissão de seu pai para o casamento. O pai da jovem deseja que ela se case com o corajoso Demétrio. O casal foge para uma floresta cheia de seres encantados e se veem as voltas com as trapalhadas do duende Puck.



Antropofagia cultural

Para buscar um diferencial que se encaixasse com a dramaturgia brasileira, o diretor optou por usar a alegria, o sotaque e o gingado do nordestino para embalar a fábula de Shakespeare. Com isso, a comédia clássica ganha uma roupagem distinta para se aproximar do público infanto-juvenil.

A musicalidade típica também ganha espaço na leitura da Trupe do Experimento. Com canções compostas especialmente para o espetáculo, o elenco canta e toca as músicas ao vivo, utilizando instrumentos peculiares do nordeste como alfaia, rabeca, reco-reco de bambu, caxixi etc.

E para acrescentar à miscelânea cultural, a companhia é composta por jovens atores de diversos estados, por exemplo, do Ceará, Pernambuco entre outros. “Cutucamos o folclore nordestino, bebemos em várias fontes e resolvemos experimentar, esta é a marca da trupe”, defende o diretor Marco dos Anjos. Trupe do Experimento A Trupe do Experimento surgiu em 2007 e, desde então, investe em pesquisa na busca por aprimorar sua linguagem junto ao universo infanto-juvenil. Com a criação do espetáculo “Sonho de uma noite verão – a magia de Shakespeare para todas as idades”, obteve 35 indicações em diferentes categorias em Festivais de Teatro pelo Brasil e destas conquistou 17 prêmios, dentre eles melhor direção e melhor espetáculo.

quarta-feira, 3 de março de 2010

"A MEGERA DOMADA", de Shakespeare / Marechal Hermes, RJ

Neste final de semana estréia A Megera Domada, a nova montagem da cia Amadores S/A. Será um prazer recebê-los e se puderem ajudar na divulgação, nós agradecemos.

Abraços,

Daniele Zamorano.



A MEGERA DOMADA

de William Shakespeare

direção: Daniele Zamorano

de 06 a 28/03

Sábados e Domingos às 20h

no Teatro Armando Gonzaga -FUNARJ - Marechal Hermes (Av. General Oswaldo Cordeiro de Farias, 511 - em frente ao Hospital Carlos Chagas)

R$ 10 (inteira)

R$ 5 (meia)

http://www.megera-domada.blogspot.com/

APOIO: PAR LUZ E SOM, FETAERJ, CASA PINTO, GRÁFICA SILPIN, ALLEQ SHOPP.

Adaptação e Direção: Daniele Zamorano

Produção geral: Daniele Zamorano e Pablo Rodrigues

Captação de recursos: Erica Lobão

Assistência de Produção: Andrea Duat

Assessoria de Imprensa: Daniele Zamorano

Arte: Juliana Araújo

Figurinos: Paulo Candura

Cenário: Leandro Lobo

Preparação Corporal: Josué Soares

Adereços: Amadores S/A

Maquiagem: Amadores S/A

Cabelos: Amadores S/A

Iluminação: Pablo Rodrigues

Direção Musical e sonoplastia: Rodrigo Naice e Daniele Zamorano

ELENCO:
Catarina - Andrea Duat

Bianca - Juliana Capelão

Petruchio - Rodrigo Queiroz

Batista - Antônio Sciamarelli

Grêmio - Adélio Gonçalves

Hortênsio - Bruno Linhares

Lucentio - Hugo Henrique

Trânio - Rodrigo Mello

Grumio - Rodrigo Gomes

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Rolando nos palcos no Rio de Janeiro, RJ

Em cartaz




Eu te amo mesmo assim

Temporada: Até 7 de março de 2010

Local: Casa da Gávea (Praça Santos Dumont, 116/sobrado – Gávea/RJ)

Dias: Sextas e sábados, às 21h, e domingos, às 20h

Sinopse: O espetáculo fala de amor através das músicas de Chico Buarque, Roberto Carlos e outros. Com Laila Garin e Osvaldo Mil. Direção de João Sanches e texto de Jô Abdu.





Macbeth

Temporada: Até 28 de março de 2010

Local: Teatro Tom Jobim (Rua Jardim Botânico, 1.008 – Jardim Botânico/RJ)

Dias: Sextas e sábados, às 20h30min, e domingos, às 20h

Sinopse: A tragédia de William Shakespeare, sobre a luta do homem pelo poder e tudo o que ele é capaz de fazer para alcançá-lo, ganha nova montagem. Com Renata Sorrah e Daniel Dantas. Direção de Aderbal Freire-Filho.



Tomo suas mãos nas minhas

Temporada: Até 28 de março de 2010

Local: Teatro do Leblon - Sala Tônia Carrero (Rua Conde de Bernadotte, 26 – Leblon/RJ)

Dias: Sextas e sábados, às 21h, e domingos, às 20h

Sinopse: Espetáculo sobre a história de amor entre o escritor Anton Tchekov e a atriz Olga Knipper. Com Roberto Bomtempo e Miriam Freeland. Direção de Leila Hipolito.