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sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Curso de Teatro do Oprimido, com Raúl Shalom (CELCIT, Argentina)
Centro Latinoamericano de Creación e Investigación Teatral
1975-2010.
35 años al servicio del teatro argentino y latinoamericano
http://www.celcit.org.ar/
Talleres internacionales 2010
TEATRO DEL OPRIMIDO: TEATRO-FORO COMO HERRAMIENTA DE TRABAJO EN LA EDUCACION FORMAL Y NO FORMAL /Raúl Shalom
8 al 12 de noviembre, de lunes a viernes de 14.30 a 18.30
Para actores y no actores interesados en participar de actividades artísticas con fines pedagógicos, artistas interesados en nuevas metodologías de expresión y participación (teatristas, músicos, artistas plásticos, etc.), integrantes de entidades educativas primarias y secundarias, estudiantes y docentes de institutos de formación docente, educadores no formales, referentes comunitarios, miembros de organizaciones barriales
JUSTIFICACION. El taller propone herramientas artísticas basándose en la metodología de Teatro del Oprimido para enriquecer y acercar los lenguajes artísticos (teatro, música y artes audiovisuales) a personas que desempeñen diversos roles educativos en el ámbito formal y no formal. Se trata de brindar herramientas de tipo lúdico y artístico que puedan ser apropiadas por los participantes para utilizar tanto en la réplica de los talleres de Teatro del Oprimido como en su trabajo diario, a la vez que permitan ampliar el horizonte de sus miradas y así enriquecer su labor, desde una perspectiva que promueve la construcción conjunta de nuevas estrategias educativas en el contexto de la educación formal y no formal. Asimismo, se intenta crear un espacio de encuentro que fortalezca los vínculos entre los participantes y entre las organizaciones e instituciones a las que éstos pertenecen.
METODO DE TRABAJO. Es un taller vivencial, se trata de un conjunto de juegos, ejercicios y técnicas particulares que pretende hacer de la actividad teatral -como convergencia de diversas disciplinas artísticas- un instrumento eficaz para la comprensión y la búsqueda de soluciones a problemas sociales, intentando crear desde los talleres y el escenario una reflexión que conduzca a la acción fuera de los mismos. Basado en propuestas de Paulo Freire, Bertolt Brecht y principalmente Augusto Boal y su Teatro del Oprimido, pretende abordar la escenificación de conflictos a través de una dinámica que invita a actuar y hacer actuar alternativas de cambio en escena; en este aspecto la metodología pone en un mismo plano al actor con el espectador creando al espectador; generando así un debate y una problematización conjunta, que pretende constituirse como un ensayo de nuestro actuar y hacer actuar en la vida cotidiana. Es dialogar en acción.
OBJETIVOS: 1. Capacitar a personas del arte, la cultura, la educación formal y no formal como multiplicadores de la experiencia. 2. Crear piezas de Teatro Foro que nos permita reflexionar y criticar constructivamente sobre los conflictos y jugar posibles modificaciones de la realidad social.
RAUL SHALOM. Actor, director teatral, psicólogo social, educador popular. Miembro del grupo de Teatro Comunitario La Mueca. Coordinador pedagógico del equipo Animadores Hospitalarios en el Hospital Ricardo Gutiérrez, Gobierno de la Ciudad de Buenos Aires, y Asociación Civil Redar. Capacitador Proyecto de Talleres Pedagógicos de Teatro del Oprimido, San Salvador de Jujuy, Valle de Calamuchita Córdoba y Córdoba Capital. Coordinador Teatro Foro con presos con salida transitoria de la Unidad Penitenciaria 19 de Ezeiza. Capacitador en Construcción de Redes Sociales y Culturales, Secretaría de Cultura de la Nación, Ministerio de Desarrollo Social de la Nación. Coordinador del Primer Congreso de Gestión Participativa del Carnaval Porteño, Programa Carnaval Porteño, Gobierno de la Ciudad de Buenos Aires. Coordinador de la Escuela de Arte Popular, Coordinador y Capacitador de Teatro Popular Juvenil, Asociación Civil El Culebrón Timbal, Moreno, Provincia de Buenos Aires.
Más información en la sección Cursos de http://www.celcit.org.ar/
Informes e inscripción: Moreno 431, Buenos Aires. Teléfono: (5411) 4342-1026.
e-mail: correo@celcit.org.ar
Horario de atención: lunes a sábados de 10 a 13; lunes a jueves de 18 a 21
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cursos e oficinas
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Arcos da Lapa têm mostra do Teatro do Oprimido (Rio de Janeiro, RJ)
Dias: 28 e 29 de maio de 10h às 20h
Local: Arena junto aos Arcos da Lapa
Nos dias 28 e 29 de maio de 2010, o Centro de Teatro do Oprimido realiza na Arena localizada junto aos Arcos da Lapa, de 10h às 20h, o evento “Madalena Ocupa a Lapa” (na sexta-feira) com espetáculos e performances, dirigidos pela italiana Alessandra Vannucci (Prêmio Shell 2006 de Melhor Espetáculo por “A Descoberta das Américas”), com elenco composto exclusivamente por mulheres que buscam percursos de expressões estéticas e narrativas a partir do corpo feminino, e o evento “Curumim Ocupa a Lapa” (no sábado) com peças interpretadas exclusivamente por crianças e adolescentes, com foco no ECA (Estatuto dos direitos da criança e do adolescente). Nestes dias serão apresentados ao público uma mostra estética e teatral das atividades artísticas e cidadãs que a equipe de curingas do CTO vem realizando desde 2008 em dezoito estados brasileiros mais quatro países da África (Moçambique, Guiné Bissau, Angola e Senegal) com o Projeto Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto. Na ocasião também acontecem as mesas de debates cujos temas são “Corpo feminino como território do sagrado e do poder, da ancestralidade ao século XXI” e “Estatuto da criança e do adolescente”. A classificação é livre e a entrada é franca.
O evento público é patrocinado pelo Ministério da Cultura, por intermédio do Programa Cultura Viva, com promoção da TV Globo “Teatro a gente vê por aqui”, apoio do Governo do Estado do Rio de Janeiro e da Prefeitura do Rio de Janeiro.
O público vai trocar de lugar com os protagonistas
As pessoas que acompanharem os dois dias de mostras teatrais vão ter a oportunidade de subir no palco e mudar o final da história. Nas peças de Teatro-Fórum, após cada apresentação, os espectadores são convidados a trocar de lugar com o protagonista para sugerir alternativas ao problema encenado. O espectador (ou espect-ator) da sessão de Teatro-Fórum não é um consumidor do bem cultural, mas sim um ativo interlocutor que é convidado a assumir o papel do oprimido ou de seus aliados para interagir na ação dramática de maneira a apresentar alternativas para transformar a realidade – ser ator de sua própria vida.
Sobre “MADALENA”
Contemplado com o Prêmio Interações Estéticas – Residências Artísticas em Pontos de Cultura e realizado no Brasil e na África pelo Centro de Teatro do Oprimido, o “Laboratório Madalena” é uma iniciativa da diretora italiana Alessandra Vannucci e integra a sua residência artística no Projeto Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto. O projeto realizou cinco laboratórios teatrais gratuitos, três no Brasil e dois na África lusófona (Moçambique e Guiné Bissau), cada um produzindo obras de artes plásticas e espetáculos (peças de Teatro-Fórum e/ou performances) que já estão circulando localmente. Os resultados cênicos destes laboratórios chegam agora ao público.
A experiência cênica “Laboratório Madalena, teatro das oprimidas” – exclusiva para mulheres empenhadas em investigar as especificidades das opressões enfrentadas por elas e em atuar para a criação de medidas efetivas que contribuam para a superação dessas opressões e para a igualdade dos gêneros – busca percursos de expressões estéticas e narrativas a partir do corpo feminino. Esse corpo que ao longo dos séculos permaneceu escondido, protegido e oprimido pelo corpo masculino, e hoje parece protagonizar, como objeto e sujeito, a ribalta de nossa sociedade midiática. O corpo da mulher despido, exibido, sensual, trivial, reinventado, prostituído, espremido e despedaçado nos outdoors, nas páginas das revistas, nas passarelas da moda e do samba, é o melhor veículo para venda de qualquer produto. É no corpo feminino que se trava hoje, mais do que no masculino, o embate entre os hábitos ancestrais e a defesa dos direitos humanos fundamentais. Essa condição comporta ilusões, feridas, contradições e uma busca urgente de significados.
Sobre “CURUMIM”
Ao se buscar discutir a atuação do Teatro do Oprimido na educação e nos direitos da criança e do adolescente, demonstra-se que o uso da linguagem teatral pode possibilitar múltiplas experiências, que potencializam a criatividade, a autonomia e, por que não o desbloqueio do corpo e de seus sentidos, nas crianças e nos adolescentes. Além do mais, o Teatro do Oprimido é uma prática de arte politizadora que abre espaço para a manifestação expressiva dos participantes, pois tendo como uma de suas prioridades a não priorização em formar atores profissionais, mas, sim, protagonistas sociais, cidadãos mais conscientes de seus direitos e deveres, da sua dignidade e com auto-estima elevada e fortalecida. Neste sentido, acredita-se que seu caráter popular e participativo possa propiciar um procedimento educacional relevante, proporcionando aos educandos o contato com a arte do teatro por meio de uma proposta pedagógica que conjuga teoria, prática e expressão artística.
SERVIÇO
Local: Arena do Largo da Lapa (junto aos Arcos da Lapa). Avenida Mem de Sá s/n° - Lapa/RJ
Informações: (21) 2232-5826 e 2215-0503 e http://www.cto.org.br/
Classificação indicativa: LIVRE
Ingressos: GRÁTIS
Programação:
28 de maio, sexta-feira, de 10h até 20h – Neste dia acontece a mostra “Madalena ocupa a Lapa” com apresentações de peças teatrais e performances (com elenco exclusivamente de mulheres), intervenções estéticas, shows musicais e exibição de vídeos das atividades do Laboratório Madalena no Brasil e na África. A tarde acontece uma mesa de debates cujo tema “Corpo feminino como território do sagrado e do poder, da ancestralidade ao século XXI” vai expor tanto nas relações reais quando em sua representação nas mídias e no imaginário coletivo, revoluções, mutações, expectativas, seduções, obsessões, novas vivências e novos hábitos do corpo feminino, aparentemente visando à emancipação da mulher na sociedade contemporânea, que convivem com a evidente permanência de opressão e violência contra este mesmo corpo.
10h - Abertura da Exposição na Arena da Lapa. Ensaios abertos.
15h - Abertura musical (D. Santa e Roni Valk)
15:15h - Performance do Grupo Madalenas Ouro Preto
15:30h - Apresentação do espetáculo de Teatro-Fórum “Eva” com o Grupo Madalenas do Ceará / Intervalo Musical / Performance do Grupo Madalenas Santa Catarina
16:30h - Mesa de Debates “Corpo feminino como território do sagrado e do poder, da ancestralidade ao século XXI”, com Cecilia Boal, psicanalista; Mãe Beata; e Barbara Soares, mestre em Antropologia Social e doutora em Sociologia pelo IUPERJ.
18:30h - Performance do Grupo Madalenas de Ouro Preto / Apresentação do espetáculo de Teatro-Fórum “Madalena” com do Grupo Madalenas Rio de Janeiro
20h – Encerramento Musical
29 de maio, sábado, de 10h até 20h – Neste dia acontece a mostra “Curumim ocupa a Lapa” com apresentação de dois espetáculos – com elenco exclusivamente de crianças e adolescentes – de Teatro-Fórum que colocam em discussão situações de opressão na escola e no ambiente familiar. Na ocasião haverá uma Sessão Solene de Teatro Legislativo, onde a platéia também pode participar escrevendo Propostas de Lei ou de Ações Concretas, que serão analisadas por duas pessoas especialistas na legislação referente à Criança e Adolescente – ECA (Estatuto da criança e do adolescente).
10h - Exposição na Arena da Lapa e na Casa do CTO. Ensaios abertos.
15h - Abertura musical (Grupo Infantil de Dança Afro)
15:15h - Apresentação do espetáculo de Teatro-Fórum “O Empasse”, com o grupo Tô Fazendo Arte, formado por adolescentes e crianças de Macaé / Intervalo Musical
16h – Apresentação do espetáculo de Teatro-Fórum “Rosa é Sonho” com o grupo Encenarte, do Ceará, seguida de Sessão Solene de Teatro Legislativo
17h - Mesa de Debates "Estatuto da criança e do adolescente", com Dr. Siro Darlan (Desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro) e Antonio Futuro (Professor de Pedagogia da Faculdade de Educação da UERJ, Mestre em Educação e especialista em Juventude e Violência) / Intervalo Musical
18h - Apresentação do Grupo Nova Imagem de Estância/SE com a peça Correndo atrás do Futuro
19h - Apresentação do espetáculo de Teatro-Fórum “Correndo atrás do futuro” com o grupo Nova Imagem, de Sergipe.
20h - Encerramento Musical
ATENDIMENTO À IMPRENSA
Ney Motta
Centro de Teatro do Oprimido
assessor de comunicação
(21) 2539-2873 e 8718-1965
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