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sexta-feira, 8 de abril de 2011
O Reino do Feijão Preto, peça infantil no Teatro do Jóckey (Rio de Janeiro)
EXTRA
A CIA ZIRIPITÓ DE TEATRO CONVIDA A TODOS PARA ESTRÉIA DO ESPETÁCULO INFANTO-JUVENIL
O REINO DO FEIJÃO PRETO
DIA 09 DE ABRIL, ÀS 18H30, NO TEATRO DO JOCKEY,
E PERMANECERÁ EM TEMPORADA ATÉ 29 DE MAIO, SEMPRE AOS SÁBADOS E DOMINGOS, ÀS 18H30.
A PÉ: RUA BARTOLOMEU MITRE, 1110 - GÁVEA
DE CARRO: RUA MÁRIO RIBEIRO, 410
Agradeço a todos que repassarem esta mensAgem aos seus contatos. Obrigada.
Anabella Rocha
Palestra com iluminador premiado Beto Bruel na UFRJ (Rio de Janeiro,RJ)
BETO BRUEL
Prezados,
O iluminador curitibano Beto Bruel, vencedor da medalha de ouro na categoria Iluminação na exposição internacional World Stage Design 2009, na Coreia do Sul, fará uma palestra no Rio de Janeiro na próxima semana. O tema será exatamente o seu trabalho no espetáculo "Não Sobre o Amor" que conquistou o prêmio. Não é todo dia que se pode ouvir um campeão mundial de iluminação!
O evento é uma parceria da ABrIC / OISTABr com o curso de Direção Teatral da UFRJ e acontecerá na quarta-feira, 13/6/2011, às 16:30, na Sala Vianinha da Escola de Comunicação da UFRJ (campus da Praia Vermelha). A palestra será aberta a todos os interessados.
Evento: Palestra de Beto Bruel sobre a iluminação da peça "Não Sobre o Amor" - Medalha de Ouro na WSD 2009
Data: Quarta-feira, 13 de abril de 2011
Horário: de 16:30 às 18:30
Local: Sala Vianinha - Escola de Comunicação da UFRJ - Campus da Praia Vermelha - entrada pela Av. Venceslau Brás, ao lado do Hospital Pinel.
Outros pontos de referência: Rio Plaza Shopping (antigo Shopping Off-price, junto à sede do Botafogo); Hospital Rocha Maia; Iate Clube.
Aberto a todos os interessados - Entrada franca
Não é todo dia que se pode ouvir um campeão mundial de iluminação!
Peço-lhes que ajudem na divulgação, repassando esta mensagem aos possíveis interessados.
Saudações,
José Henrique Moreira
Professor do Curso de Direção Teatral da Escola de Comunicação da UFRJ
Presidente da Associação Brasileira de Iluminação Cênica - ABrIC / OISTAT Brasil
Prezados,
O iluminador curitibano Beto Bruel, vencedor da medalha de ouro na categoria Iluminação na exposição internacional World Stage Design 2009, na Coreia do Sul, fará uma palestra no Rio de Janeiro na próxima semana. O tema será exatamente o seu trabalho no espetáculo "Não Sobre o Amor" que conquistou o prêmio. Não é todo dia que se pode ouvir um campeão mundial de iluminação!
O evento é uma parceria da ABrIC / OISTABr com o curso de Direção Teatral da UFRJ e acontecerá na quarta-feira, 13/6/2011, às 16:30, na Sala Vianinha da Escola de Comunicação da UFRJ (campus da Praia Vermelha). A palestra será aberta a todos os interessados.
Evento: Palestra de Beto Bruel sobre a iluminação da peça "Não Sobre o Amor" - Medalha de Ouro na WSD 2009
Data: Quarta-feira, 13 de abril de 2011
Horário: de 16:30 às 18:30
Local: Sala Vianinha - Escola de Comunicação da UFRJ - Campus da Praia Vermelha - entrada pela Av. Venceslau Brás, ao lado do Hospital Pinel.
Outros pontos de referência: Rio Plaza Shopping (antigo Shopping Off-price, junto à sede do Botafogo); Hospital Rocha Maia; Iate Clube.
Aberto a todos os interessados - Entrada franca
Não é todo dia que se pode ouvir um campeão mundial de iluminação!
Peço-lhes que ajudem na divulgação, repassando esta mensagem aos possíveis interessados.
Saudações,
José Henrique Moreira
Professor do Curso de Direção Teatral da Escola de Comunicação da UFRJ
Presidente da Associação Brasileira de Iluminação Cênica - ABrIC / OISTAT Brasil
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quarta-feira, 30 de março de 2011
Oficina de Iniciação Teatral no Sobrado Cultural de Botafogo (Rio de Janeiro)
Oficina de Teatro para iniciantes no Sobrado Cultural em Botafogo.
Curso voltado a jovens e adultos (a partir dos 15 anos) com o premiado Diretor Teatral Claudio Sásil.
Mais informações:
http://www.oficinateatrolivre.blogspot.com/
As aulas são práticas de interpretação e criação teatral.
Serão desenvolvidas técnicas e métodos que constituem o repertório de treinamento do ator evidenciando as ações físicas, técnicas de expressão vocal, improviso, texto e o ator criador.
Sábados de 11:00 as 14 horas
Início dia 09 de Abril (Inscrições até dia o dia 06 de Abril)
Duração 3 meses (com montagem de exercício público no final)
Local: Sobrado Cultural. R. Assunção, 13 - Botafogo
Mensalidade: R$100,00
Mais informações:
http://www.oficinateatrolivre.blogspot.com/
2237 6136 /2237 6077 ou pelo e mail claudiosasil@yahoo.com.br
sexta-feira, 25 de março de 2011
João e Maria e a Casa Encantada, peça no Elbe de Holanda (Rio de Janeiro)
Prezados,Seguem release e fotos de divulgação do espetáculo "João e Maria e a casa encantada" que encerra no próximo fim de semana sua curta temporada na Casa de Cultura Elbe de Holanda.
‘JOÃO E MARIA E A CASA ENCANTADA’ PELA PRIMEIRA VEZ NA CASA DE CULTURA ELBE DE HOLANDA No próximo final de semana (SÁBADO e DOMINGO, DIAS 26 e 27), o espetáculo infantil JOÃO E MARIA E A CASA ENCANTADA encerra sua curta temporada na Casa de Cultura Elbe de Holanda, na Ilha do Governador. A peça da Cia Atos e Atores tem texto e direção de Eduardo Monteiro.
João e Maria são dois irmãos que perderam a mãe ainda cedo. Vivem com o lenhador Franco, seu pai, um homem trabalhador, numa casa próxima a uma grande e espessa floresta. Malena, amiga da família, oferece seus préstimos para ajudar a cuidar das crianças. Tanta bondade conquista o coração de Franco e os dois acabam se casando. Mas a promessa de cuidar bem de João e Maria se desfaz na ausência do pai. Malena revela sua personalidade malvada e perversa. É a hora das ameaças, do escuro, do silêncio, do olhar duro, dos castigos, do trabalho forçado. O pior deles é o abandono na floresta a partir do pretexto de um piquenique em família. A prisão das crianças na casa de doces é tramada por uma doce velhinha que se revela, na verdade, a Bruxa Malévola. Malévola é irmã de Malena.
As duas não poupam esforços para se alimentar das crianças. Lacaio, um monstro criado pelas irmãs bruxas, e que lhes serve como escravo, é quem vai ajudar João, Maria e seu pai a se livrarem das artimanhas das malvadas. Como todos conhecemos, João e Maria seguem uma trilha para chegar à sua casa e vivem felizes, em família, para sempre. A peça aborda ainda questões importantes como preconceito, solidariedade e amizade.
Mas nem tudo no espetáculo é só maldade ou sofrimento. Apesar do perfil forte dos personagens, na montagem da companhia, foram acrescentados alguns traços cômicos, como às bruxas, por exemplo, para que houvesse também momentos de descontração. A idéia é que o público interaja o tempo inteiro durante a peça. “João e Maria e a casa encantada” é uma adaptação pensada para apresentações cheia de dinamismo, sem esquecer do compromisso com o lúdico. A proposta cênica valoriza desde a estrutura do texto, passando por cenário e figurinos à trilha sonora escolhida para despertar a platéia.
SERVIÇO:
“JOÃO E MARIA E A CASA ENCANTADA” (Teatro Infantil)SÁBADO e DOMINGO, 26 e 27/março, às 17h. (Último fim de semana)INGRESSOS: R$ 16,00 (inteira) e R$ 8,00 (meia entrada) CASA DE CULTURA ELBE DE HOLANDARUA ENGENHEIRO ROZAURO ZAMBRANO 302 – JARDIM GUANABARA – ILHA DO GOVERNADORFONES: 2466-0661 / 2466-0100PRODUÇÃO EXECUTIVA: MAURO LIMA (mauroprod@msn.com )CONTATOS: 3465-7916 / 8817-3052
http://www.cceh.com.br/
quinta-feira, 24 de março de 2011
A lista de vencedores do Prêmio Shell de Teatro 2011 (Rio de Janeiro, RJ)
AE - Agência Estado
Foi um Prêmio Shell de primeiras vezes o de anteontem à noite, no Rio. Aos 26 anos e aparelho ortodôntico a estampar o sorriso, o autor de "Savana Glacial", Jô Bilac, ganhou a tradicional láurea do teatro brasileiro. É sua sexta peça. Mariana Lima, atriz há 22 anos, levou para as filhas também o primeiro troféu da carreira, por "Ptedorátilos". O espetáculo rendeu uma igualmente inédita concha dourada a Marco Nanini. O ator, que coleciona indicações (e outros prêmios), concorrera já na primeira edição do Shell, há 23 anos, com "O Mistério de Irma Vap". Mas só agora venceu.
"O teatro precisa disso", disse Nanini, enaltecendo a longevidade do prêmio, que destaca separadamente os melhores das temporadas do Rio e de São Paulo. Ao fim, depois de aplaudir de pé, como todos os presentes, a homenagem a Nathalia Timberg, relativizou: "Dá um prazer grande, mas a pessoa passa. Fica é a entidade do ator".
Mariana era o rosto exultante da noite. "Já estava vacinada, porque da última vez era favorita, cheguei achando que ia arrebentar, e não ganhei". "Pterodátilos" venceu também na categoria cenário, pelo palco móvel de Daniela Thomas, instável como os personagens em cena.
Jô Bilac, que correu para o abraço do seu Grupo Físico de Teatro ao ter o nome anunciado, dava gargalhadas de felicidade. "É surpreendente ganhar um prêmio com cinco anos de carreira, e numa festa com tanta gente experiente. Achava que seria o Newton Moreno, sou fã dele."
Moreno concorria com "Maria do Caritó", peça com mais indicações (seis das nove), e que deu a João Fonseca o Shell de diretor. Querido no meio teatral, foi o mais aplaudido da cerimônia. Isso sem contar Nathalia Timberg, de 81 anos, ovacionada ao falar de sua "arte teimosa que não morre". "Toda a minha vida eu vivi no palco, de e para o teatro. A esta altura, o meu duplo já se fundiu." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Confira a lista de vencedores:
Ator - Marco Nanini, por "Pterodátilos";
Atriz - Mariana Lima, por "Pterodátilos";
Direção - João Fonseca, por "Maria do Caritó";
Autor - Jô Bilac, por "Savana Glacial";
Iluminação - Tomás Ribas, por "Rock Antygona";
Figurino - Marcelo Pies, por "Hair";
Cenário - Daniela Thomas, por "Pterodátilos";
Música - Marcelo Alonso Neves, por "As Conchambranças de Quaderna";
Categoria especial - André Curti e Artur Ribeiro pela singular linguagem corporal aplicada no espetáculo "Fragmentos do Desejo";
Homenagem - Nathalia Timberg pela magnitude de sua carreira teatral.
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quarta-feira, 23 de março de 2011
Rede Brasileira de Teatro de Rua homenageia Dia do Teatro (Rio de Janeiro)
A Rede Brasileira de Teatro de Rua/RJ realiza no Domingo, dia 27, a partir das 16h, na Rua Joaquim Silva/ Lapa RJ
HOMENAGEM ARTÍSTICA PELO
DIA INTERNACIONAL DO TEATRO E NACIONAL DO CIRCO
27 de Março, dia Mundial do Teatro foi instituido pelo Instituto Internacional do Teatro em 1961 quando da inalguração do Teatro da Nações, em Paris.
O Dia Nacional do Circo é comemorado em 27 de março, dia do nascimento de Abelardo Pinto, Palhaço Piolin, devido a seu trabalho pioneiro na introdução do circo nas artes cênicas.
“… um povo que não ajuda ou não fomenta o seu teatro, se não está morto, está moribundo.”
( Garcia Lorca )
CONVOCAÇÃO GERAL
A RODA ESTARÁ ABERTA PARA PERFORMANCES.
CONFIRME A SUA PRESENÇA POR E MAIL
( produção.teatroitinerante@gmail.com )
MARCAREMOS REUNIÃO DE ACERTO FINAL PARA QUINTA FEIRA.
FIQUE ATENTO AO SEU E MAIL.
Os artistas brasileiros muito tem a comemorar nessa data pois resistir nas artes já se constitui vitória, porém muito há o que reivindicar.
A produção do evento convida para:
“VAMOS PRA RUA, JUNTO AO PÚBLICO FAZER POLÍTICA COM ARTE E
MARCAR A DATA E A NECESSIDADE DE RESPEITO
PARA COM A NOSSA PROFISSÃO.”
ATENÇÃO!!!
NÃO TEMOS PATROCINADORES.
Resposta para
produção.teatroitinerante@gmail.com
PARCEIRO:
BLOCO BOÊMIOS DA LAPA.
PRODUÇÃO:
TEATRO ITINERANTE
PRODUÇÃO EXECUTIVA:
MARCONDS MESQUEU – 21 78992293
LUZ ANNA –21 98708567
TEATRO ITINERANTE
Saiba mais no http://www.google.com/
http://www.teatroparceria.blogspot.com/
http://www.lapabrasileira.blogspot.com/
http://redecultura.ning.com/profile/marcondesmesqueu
Orkut:
TEATRO ITINERANTE
http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?rl=lsuid=252019123630957191
Marcondes Mesqueu e Vinícius Mesqueu
(021) 32878485, 78952243(ID:24*38860 ) e 78992293 ( ID 24*16314 )
VIOLENTAS DECLARAÇÕES DE AMOR
Entre no site
http://www.booklink.com/
e saiba mais.
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Amores de Sabrina segue em cartaz no Teatro Ziembinski (Rio de Janeiro)
Chegamos na metade da temporada de
“Amores de Sabrina”
todas as quintas-feiras de Março e Abril no Teatro Ziembinski
Com: Ana Paula Novelino, Ana Paula Lopes, Flavia Tolledo, Alexandre Barros,
Claudio Garcia e Ricardo Gonçalves.
Direção: Camilo Pellegrini
Supervisão: Cláudio Torres Gonzaga
Comédia romântica baseada nos romances da Nova Cultural, Sabrina, Bianca,
Julia..., publicados nas bancas de jornal, Numa linguagem de folhetim,
novelesca, a peça traz ao palco a força do clichê abordados nessas revistas.
Três heroínas, três histórias de amor, numa trama divertida e fascinante.
Teatro Ziembinski
Todas as quinta- feiras de Março e Abril - 03/03 a 28/04
as 20 horas.
ingresso: 20 reais
Av. Heitor Beltrão s/n.
tel: (21) 2254-5399
em frente a estação São Francisco Xavier.
Classificação 14 anos
duração: 1h e 20 min.
Trailler do espetáculo:
http://www.4shared.com/video/v9jvEYqG/Amores_de_Sabrina_Trailer_01.html
imprimindo o Flyer desconto de 50%
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Marco Nanini é Prêmio Shell por Pterodátilos (Rio de Janeiro, RJ)
Marco Nanini em Pterodátilos, Premio Shell
Marco Nanini vence etapa carioca do Prêmio Shell
A peça "Pterodátilos" foi a grande vencedora da etapa carioca do 23º Prêmio Shell de Teatro.
O espetáculo ficou com três dos nove prêmios da noite, inclusive o de melhor ator para Marco Nanini.
A atriz Mariana Lima e a cenógrafa Daniela Thomas também foram reconhecidas pelo trabalho na mesma produção.
Entre os demais premiados, destaque para Jô Bilac, premiado como autor por "Savana Glacial", e João Fonseca, considerado o melhor diretor por "Maria do Caritó".
Houve ainda prêmios para Marcelo Pies pelo figurino de "Hair", Tomás Ribas pela iluminação de "Rock Antygona" e Marcelo Alonso Neves pela música de "As Conchambranças de Quaderna".
A linguagem corporal aplicada no espetáculo "Fragmentos do Desejo" também rendeu o prêmio categoria especial para André Curti e Artur Ribeiro.
A cerimônia de premiação ocorreu nesta terça-feira (22) no Rio de Janeiro.
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terça-feira, 22 de março de 2011
A Escola do Escândalo, dir. Miguel Falabella, no Tom Jobim (Rio de Janeiro)
Miguel Falabella dirige A Escola do Escândalo
Aulas de fofoca típica do século 18
Em tom de comédia, A Escola do Escândalo, escrita em 1777, faz dura crítica à sociedade e a seus valores frágeis
Roberta Pennafort / RIO - O Estado de S.Paulo
Quando ainda estudava Letras na Universidade Federal do Rio de Janeiro, Miguel Falabella se deparou com um texto que julgou incrível, escrito em 1777, mas atemporal: a comédia de costumes A Escola do Escândalo, do dramaturgo irlandês Richard Brinsley Sheridan, crítico duro da sociedade impregnada de valores frágeis em que viveu. Eram cinco atos, 23 personagens, e ainda assim o jovem se aventurou a traduzi-lo.
Ele se tornou ator, autor de teatro e TV, diretor, mas o texto continuou na gaveta. "Sempre tive pudor de montá-lo. Mas é muito melhor ouvir Sheridan do que não ouvir", acredita Falabella, que, agora com 30 anos de sucessos a lhe respaldar, estreia o espetáculo nesta sexta-feira, no Teatro Tom Jobim, no Rio, onde deu entrevista, na semana passada.
"A peça mostra que não evoluímos tanto no costume social. A maledicência e a avacalhação continuam aí. É um privilégio poder fazer esse texto, a essa altura da vida, com esse grupo de amigos. Estamos resgatando a mística do teatro, que se perdeu com o tempo. O teatro tem que ser encantador." Ele assina a tradução, a adaptação e a direção. Os amigos são Maria Padilha, Ney Latorraca, Jacqueline Laurence, entre outros.
É a primeira encenação no Brasil de uma peça que nunca foi esquecida nos países de língua inglesa - em maio, ganha o Barbican Theatre, em Londres. A iniciativa começou com um desejo de Maria Padilha de voltar a fazer teatro com Falabella - seu primeiro parceiro profissional, um amigo desde o fim dos anos 70 -, e de estar mais uma vez ao lado com Ney, trazido aos palcos depois de um intervalo de sete anos, que vive seu marido.
Os três se associaram e viraram produtores da peça, que tem ares grandiosos: figurino (de Emília Duncan) e visagismo (Rose Verçosa) caprichados, com muitas saias rodadas, perucas e maquiagens carregadas, e cenários (Linha Renha) elaborados, em que se destacam três espelhos de três metros de altura por 1,2 metro de largura, nos quais o público também consegue se enxergar, além de dois suntuosos lustres.
"Fomos absolutamente impecáveis com relação ao século 18. É o nosso tableau vivant", apresenta Falabella. "Ele tinha medo, porque é uma peça muito cara. Mas conseguimos baratear, pegamos móveis em consignação, fizemos permuta com fábricas de tecido. Esse é um jeito muito bom de fazer teatro", vibra Maria, que inicialmente pensara ser interessante estrear em 2009, quando se completaram 30 anos do primeiro trabalho dos dois.
Seu personagem é Rosália, uma nova rica, mulher fútil e deslumbrada que sai do campo para a corte e só quer saber de gastar o dinheiro do marido, o comendador Pedro Atiça (Ney), com toda sorte de bobagem feminina. Heroína da história, ela acaba por perceber que tudo aquilo não a levará a lugar algum. "Mas não é uma peça moral", ressalva Maria, que falou ao Estado em meio à prova de maquiagem e peruca.
O comendador é o único que não cultiva o hábito da fofoca - é o homem de caráter que difere dos demais por não sucumbir à maldade. É tio de Maria (Bianca Comparato), cuja mão é disputada por um jovem bom, Carlos (Armando Babaioff) e outro mau caráter, José, seu irmão (Bruno Garcia). Dona Benferina (Rita Elmôr), tia dos dois, se dedica a acabar com a reputação de Carlos, com a ajuda de outros personagens que adoram intriga, como Dona Cândida (Jacqueline Laurence).
"Maledicência, meus caros, não se aprende na escola. Mais difícil é ensinar um menino a jogar bola!", Sheridan já anuncia no prólogo. "Uma palavra dita, uma reputação morta!", reclama o comendador.
Adaptação. Os tipos são os que frequentavam a Londres do fim do século 18. Falabella não localizou geograficamente a peça. "Poderia ser num arraiá aqui no Brasil." Ele lembra que resolveu dedicar-se à tradução, na faculdade, porque via a preguiça dos outros diante do calhamaço em um inglês ultrapassado. A ideia de montá-lo adormeceu - "um dia, quem sabe..." À época, já escrevia compulsivamente. Guardava tudo em pastas de cores diferentes. "Eu tinha um Window antes de o Window existir...", ri.
Os cinco atos foram reduzidos a três, os personagens, a dez. Para Ney, é uma deliciosa volta a seu lugar preferido - o último espetáculo havia sido também com Falabella, Capitanias Hereditárias. "Eu nunca tive essa preocupação com quantidade de montagens. Nesses sete anos, cuidei de mim, parei de fumar, mudei de casa. Estou me sentindo como se estivesse saindo agora da Escola de Arte Dramática de São Paulo. Teatro não tem gentalha", diz o ator. "A qualidade do teatro é ser imortal, e esse texto é muito atual, no mundo de fofoca e celebridades em que vivemos. Não por acaso está estreando também em teatros de Londres."
Os ensaios vêm de janeiro, e atropelaram o carnaval. O processo mostrou que teatro é a maior diversão: as risadas começaram já nas leituras. "Somos ratos de teatro. As pessoas com que se trabalha são o mais importante. Você pode ter os espetáculos no currículo, mas o que fica na sua vida é Miguel, Padilha, Jacqueline", emociona-se Ney.
QUEM É
RICHARD SHERIDAN
DRAMATURGO, POETA E POLÍTICO IRLANDÊS
De família teatral, nascido em Dublin (1751-1816) e criado em Londres desde os 7 anos, tornou-se dono do Teatro Drury Lane. Lá, estreou, aos 25 anos, The School for Scandal, uma de suas peças mais remontadas desde então. Foi membro do Parlamento. Sua obra é comparada à de Molière e Oscar Wilde.
A ESCOLA DO ESCÂNDALO
Teatro Tom Jobim. Rua Jardim Botânico, 1.008, tel. (21) 2274-7012. 6ª e sáb., 20h30; dom., 20 h. R$ 80. Até 6/6.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Curso de Iniciação Teatral no Sobrado Cultural, em Botafogo (Rio de Janeiro)
CURSO TEATRO INICIANTES
- INSCRIÇÕES PRORROGADASPara melhor receber nossa nova turma,estamos transferindo a data de início do Curso para o dia 09 de Abril!Com um número máximo de 14 anos alunos, as vagas são limitadas e é necessário que o aluno se inscreva pessoalmente,no local até o dia 06 de abril.
Oficina de Teatro para iniciantes no Sobrado Cultural em Botafogo.
Curso voltado a jovens e adultos (a partir dos 15 anos) com o premiado Diretor Teatral Claudio Sásil.
Mais informações: http://www.oficinateatrolivre.blogspot.com/
As aulas são práticas de interpretação e criação teatral.
Serão desenvolvidas técnicas e métodos que constituem o repertório de treinamento do ator evidenciando as ações físicas, técnicas de expressão vocal,
improviso, texto e o ator criador.
Sábados de 11:00 as 14 horasInício dia 09 de Abril (Inscrições até dia o dia 06 de Abril)Duração 3 meses (com montagem de exercício público no final)Local: Sobrado Cultural. R. Assunção, 13 - Botafogo Mensalidade: R$100,00
Mais informações: http://www.oficinateatrolivre.blogspot.com/
2237 6136 /2237 6077 ou pelo e mail claudiosasil@yahoo.com.br
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quinta-feira, 17 de março de 2011
A História do Homem que Ouve Mozart, no SESC Tijuca (Rio de Janeiro, RJ)
SUCESSO DE PÚBLICO, CRÍTICAS!
“A HISTÓRIA DO HOMEM QUE OUVE MOZART E DA MOÇA DO LADO QUE ESCUTA O HOMEM”
Montagem está no Teatro 2 – Sesc Tijuca
O espetáculo – selecionado para os Festivais de Teatro de Curitiba (abril) e Porto Alegre (setembro) de 2011 - traz uma reflexão sobre a incomunicabilidade ao abordar as contradições humanas estabelecendo fronteiras entre corpo e alma; consciência e existência. Revela o homem no precipício de sua inércia diante da vida, no encontro dele com ele mesmo, vivendo num mundo de muitos ruídos que invadem a atmosfera para preencher o que talvez seja o maior problema do nosso século: a incomunicabilidade. O que é um paradoxo, pois desfrutamos de sofisticados meios de comunicação e continuamos cada vez mais enclausurados em nossos impenetráveis abrigos. O texto é do escritor e dramaturgo Francis Ivanovich, com direção de Luiz Antonio Rocha, tendo no elenco os atores Adriana Zattar e Roberto Birindelli.
SINOPSE
Embalados por uma tempestade que não cessa, um professor de literatura perseguido pelo seu passado, chega a uma hospedaria e não se dá conta que no quarto vizinho, habita a “Moça do Lado”. Vizinhos invisíveis.
Atividades do Centro de Reciclagem de Atores no Maria Clara Machado (RJ)
TEATRO MARIA CLARA MACHADO / PLANETÁRIO, RJ
Em março começa o segundo ano de extra-atividades do Teatro Maria Clara Machado, como Centro de Reciclagem de Atores e o Processo de Encenação. E nomes como: Hamilton Vaz Pereira, Thierry Trémouroux, Daniel Herz e João Marcelo Pallottino.
Como é a vida do ator? Quais os caminhos para os recém-formados ingressarem no mercado de trabalho? Como esta o aquecimento da dramaturgia no Rio de Janeiro? Como se mostrar? ... Pensando nessas perguntas, a atriz e autora Cristina Fagundes, diretora artística do Teatro Maria Clara Machado, criou o CRA (Centro de Reciclagem de Atores) e segue com grande sucesso e procura para seu segundo ano.
“O CRA foi criando para atores profissionais e tem a missão de treinar, reciclar e manter aquecidos os atores que saíram das escolas profissionais de teatro e ficam perdidos com o registro nas mãos sem saber como entrar (e como é) o mercado de trabalho. Além do treinamento, vamos dar palco para os atores se mostrarem.” Explica Cristina.
No seu primeiro ano de funcionamento o CRA reuniu cerca de 200 atores profissionais, que tiveram encontros/aulas com cerca de 30 professores diferentes, gerando trocas artísticas e movimentando a classe artística. Uma característica do Centro é contar com professores/diretores que tenham nome e influencia de mercado, como Domingos de Oliveira, Amir Haddad, Daniel Herz, Christiane Jatahy, Marcio Libar, Hamilton Vaz Pereira, Jefferson Miranda, Ivan Sugahara, entre outros.
O treinamento é estruturado em módulos bimestrais, com dois diretores/professores por módulo e conta com uma noite aberta para os atores mostrarem seus trabalhos que estão na “manga” (esquetes, performances, solos...) a produtores de elenco e profissionais da área. Além disso, o curso oferece informações, contatos e dicas semanais sobre o mercado de trabalho através do Mural Virtual e conta com uma mini-biblioteca gratuita de livros da área para os atores se reciclarem. A RECICLAGEM DE ATORES, com aulas/treinamento para atores profissionais todas as SEGUNDAS das 19h às 22h, no teatro.
O PROCESSO DE ENCENAÇÃO, voltado para a criação de um espetáculo com diretores convidados. O primeiro Processo de Encenação começará dia 22 de março, sob o comando dos diretores Daniel Herz e João Marcelo Pallottino, que conduzirão uma investigação sobre a comicidade para construírem juntos um espetáculo. Após esse tempo, entrarão em cartaz com uma temporada de cinco semanas no teatro, sempre às quintas-feiras às 20h.
O processo terá duração de dois meses e meio e acontecerá todas as terças e quintas das 10h às 12h no teatro. “O ator fica muito sozinho ao sair das escolas e precisa continuar a treinar e se articular para conseguir realizar bons trabalhos.”, acredita Cristina. O preenchimento das vagas para o Reciclagem ou Processo de Encenação é realizado via seleção curricular. Ponto essencial para participar é ter o registro profissional.
Programação:
De 21 de março a 11 de abril: aulas com Hamilton Vaz Pereira
De 18 de abril a 09 de maio: aulas com Thierry Trémouroux
Dia 16 de maio: ensaio para a Noite Aberta
Dia 23 de maio: Noite Aberta do Centro de Reciclagem de Atores.
CRA – CENTRO DE RECICLAGEM DE ATORES
Teatro Maria Clara Machado (Planetário da Gávea) – Av. Padre Leonel França, 240 - Gávea
Tel.: 21 2274-7722
Sobre a idealizadora: Cristina Fagundes é uma mente inquieta, atualmente esta nos seguintes projetos: projeto clube da cena – clubedacena.blogspot.com, como diretora geral, autora e atriz; Comédia Minuto (co-autora e atriz desse micro-programa de humor pra internet que está em fase de edição), é idealizadora e coordenadora do Centro de Reciclagem de Atores, diretora artística do Teatro Maria Clara Machado, está ensaiando uma peça como atriz com o autor e diretor Leandro Muniz (um dos redatores do Tudo Junto e Misturado) e está implantando em abril o Café-Clube de Dramaturgia, no Maria Clara Machado e ainda está com dois textos seus na peça “Igual a Você”, dirigidos por Ernesto Piccolo e interpretados por Camila Morgado.
Informação de imprensa: Lidy Marx
MarxComunicação!
21 7851-4832 / ID: 83*3642
21 8105-0659 / 3439-6758
lidymarx@globo.com
quarta-feira, 16 de março de 2011
Amores de Sabrina, março e abril no Teatro Ziembinski (Rio de Janeirol, RJ)
AMORES DE SABRINA
Gostaria de convidá-los para o espetáculo “Amores de Sabrina”, todas as quintas-feiras de Março e Abril no Teatro Ziembinski
Com: Ana Paula Novelino, Ana Paula Lopes, Flavia Tolledo, Alexandre Barros,
Claudio Garcia e Ricardo Gonçalves.
Direção: Camilo Pellegrini
Supervisão: Cláudio Torres Gonzaga
Comédia romântica baseada nos romances da Nova Cultural, Sabrina, Bianca, Julia..., publicados nas bancas de jornal, Numa linguagem de folhetim, novelesca, a peça traz ao palco a força do clichê abordados nessas revistas. Três heroínas, três histórias de amor, numa trama divertida e fascinante.
Teatro Ziembinski
Todas as quinta- feiras de Março e Abril - 03/03 a 28/04
às 20 horas.
ingresso: 20 reais
Av. Heitor Beltrão s/n.
tel: (21) 2254-5399
em frente à estação São Francisco Xavier.
Classificação 14 anos
duração: 1h e 20 min.
Trailer do espetáculo:
http://www.4shared.com/video/v9jvEYqG/Amores_de_ Sabrina_Trailer_01.html
imprimindo o Flyer desconto de 50%
sexta-feira, 11 de março de 2011
"Linda" estreia no SESC Mezanino, em Copacabana (Rio de Janeiro,RJ)
Novamente ao lado de Aderbal Freire Filho, Gillray Coutinho co-dirige, atua e assina o texto de “LINDA”, comédia romântica que estréia dia 18 de março no Espaço Sesc - Mezanino.
Premiado no Rio e São Paulo por sua atuação em “O Púcaro Búlgaro” (que em 2011 volta em turnê com o elenco original), Gillray Coutinho atua ao lado de Fernanda Nobre, na comédia romântica “Linda”, que estréia dia 18 de março, às 21:30h, no Espaço Sesc - Mezanino. Inédito, o texto de Gillray Coutinho trata do envolvimento entre um advogado de meia idade e uma jovem candidata a atriz, que não conseguem conciliar o relacionamento com suas ideias inteiramente diferentes. Álvaro e Linda são o protótipo do casal contemporâneo, incapazes de viver plenamente juntos, impossibilitados porém de se separarem definitivamente. A peça desconstrói o tempo, a vida e o destino de dois personagens que se engalfinham em questões que envolvem a necessidade de ser prático e o desejo de ser feliz. A direção é de Aderbal Freire Filho e Gillray Coutinho.
Sobre a peça, Gillray Coutinho diz que “nossa montagem segue as tendências modernas da experimentação teatral. Queremos construir um espetáculo despojado e ao mesmo tempo cativante e comunicativo, concentrando a atenção da platéia basicamente no trabalho de interpretação dos atores. Para isso construiremos uma cenografia simples, figurinos funcionais, trilha sonora e iluminação na justa medida para acentuar os climas e a amplitude emocional de cada cena.”
O ELENCO
Gillray Coutinho, 49 anos, recebeu os Prêmios ELETROBRÁS 2006 (RJ) e QUALIDADE BRASIL 2007 (SP) de Melhor Ator por sua atuação na peça O Púcaro Búlgaro, direção de Aderbal Freire-Filho, tendo sido indicado ao Prêmio Shell. Nos anos 90 atuou e dirigiu seus próprios textos nos espetáculos da Companhia do Paraíso, grupo originário do Centro de Demolição e Construção do Espetáculo, fundado e dirigido pelo encenador Aderbal Freire-Filho. A Companhia do Paraíso foi responsável pela criação e ativação da Sala que leva esse nome, a partir de um foyer desativado do Teatro Carlos Gomes. Aderbal Freire-Filho montou seu primeiro texto teatral, Aos Costumes, em 1979, durante na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Atuou em peças como: Hamlet (2010), O Púcaro Búlgaro (2006), O Que Diz Molero (2003), Quando As Máquinas Param (2001), Luzes da Bohemia (2000), A Alma Boa de Setsuan (1999), Lampião – Rei Diabo do Brasil (1991), A Mulher Carioca aos 22 Anos (1990); dirigiu: Quando As Máquinas Param, de Plínio Marcos (2001), Amorzinho, de Thecov (1998), Lear, de Edward Bond (1996), Novas Histórias do Paraíso (1995), Completamente Só (1993), Pavor, de Clive Barker (1991). No cinema, atuou em: Como Esquecer (2010), Os Normais 2 (2009), Meu Nome Não é Johnny (2007). Na TV, atuou em: A Grande Família, JK, Malhação, SOS Emergência, Fantástico. Tendo ainda colaborado com roteiros e argumentos para a Rede Globo. Atualmente Gillray Coutinho está trabalhando num roteiro de cinema com Maurício Farias, fazendo uma participação em Giovani Improta, filme de José Wilker, e captando recursos para a turnê 2011 da peça O Púcaro Búlgaro.
Fernanda Nobre, 27 anos, começou a carreira de atriz aos 8 anos de idade, na novela Despedida de Solteiro, sua personagem era a Bibi. Neste mesmo ano, 1992, representou Pollyanna, em espetáculo que recebeu o Prêmio Coca-Cola de Teatro Infantil. Ainda era um momento em que havia poucas crianças trabalhando em novelas. Depois da primeira novela foi emendando uma atrás da outra e programas como Chico Anysio Show, até que houve o grande sucesso com a personagem Bia na Malhação, onde ficou durante 3 anos. Após 12 anos na Rede Globo, Fernanda foi para Rede Record onde inaugurou o núcleo de teledramaturgia com a Escrava Isaura, desde então já fez seis novelas na emissora. Atuou em peças com direção de Cláudio Cavalcanti e Luis Salém. Recentemente atuou em Lisboa, Portugal, na peça Beijo na Boca, direção de Carlos Tirré. Atualmente atriz está em processo de criação de uma performance sobre o enclausuramento Um Espaço para Solidão Vigiada, com a direção da Branca Messina, onde “estarei sozinha no espaço cênico falando sobre a necessidade que o ser humano tem de ser olhado, como se o olhar do outro definisse de alguma maneira quem somos, nos enquadrasse em um perfil e nos libertasse da responsabilidade de ter que SER alguém”. Após a estréia de Linda, começa a ensaiar O Gato Branco, uma trama policial com texto de Jô Billac e direção de João Fonseca. Participou do filme Léo e Bia, direção de Osvaldo Montenegro. Está escalada para próxima novela de Lauro César Muniz, prevista para o fim do ano de 2011.
FICHA TÉCNICA
Texto: Gillray Coutinho
Direção: Aderbal Freire Filho e Gillray Coutinho
Elenco: Fernanda Nobre e Gillray Coutinho
Cenografia: Fernando Mello da Costa
Figurinos: Bia Salgado
Iluminação: Djalma Amaral
Trilha sonora original: Marcelo Neves
Assessoria de imprensa: Ney Motta
Programação visual: Marcela Nobre
Fotos de divulgação: Guga Melgar
Assistente de direção: Fernando Philbert
Produção executiva: Tiago Lopes
Direção de produção: Willian Taranto
Produção e realização: Taranto Produções Artísticas
SERVIÇO
Nome da peça: Linda
Texto: Gillray Coutinho
Direção: Aderbal Freire Filho e Gillray Coutinho
Elenco: Fernanda Nobre e Gillray Coutinho
Local: Espaço Sesc – Mezanino. Rua Domingos Ferreira 160, Copacabana. Tel. 2547-0156
Capacidade de público: 120 pessoas
Estréia: 18 de março, sexta-feira, às 21:30h
Horários: quintas e domingos às 20h; sextas e sábados às 21:30h
Ingressos: R$16,00 (inteira), R$8,00 (meia), R$ 4,00 (comerciário)
Duração: 70 minutos
Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 16 anos
Até 10 de abril de 2010
GÊNERO
Comédia romântica
SINOPSE
Sinopse longa: Álvaro e Linda são o protótipo do casal contemporâneo, incapazes de viver plenamente juntos, impossibilitados porém de se separarem definitivamente. Engalfinham-se em questões que envolvem a necessidade de ser prático e o desejo de ser feliz.
Sinopse curta: Jovem e bela atriz e um advogado de meia-idade vivem um conturbado relacionamento amoroso.
ATENDIMENTO À IMPRENSA
assessoria de imprensa Ney Motta
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21 2539-2873 e 8718-1965
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SESC Copacabana - Espaço Mezanino
quarta-feira, 9 de março de 2011
Besame Mucho, de Mario Prata, volta ao Teatro Leblon (Rio de Janeiro,RJ)
Texto de Mário Prata, com direção de Bomtempo, atravessa duas décadas
BESAME MUCHO
Encenado pela última vez há quase 25 anos, o espetáculo “Besame Mucho”, de Mário Prata, retorna à cena a partir do dia 15 de março, no Teatro Leblon – Sala Marília Pêra, após uma temporada de sucesso no Espaço Sesc Copacabana. A produção marca o desfecho do ciclo de comemorações dos 25 anos de carreira de Roberto Bomtempo, responsável pela direção, após a indicação ao Prêmio Shell 2010 de Melhor Ator pela montagem “Tomo suas mãos nas minhas”.
A comédia romântica, escrita em 1982, contextualiza o comportamento social de quatro amigos - Xico, Olga, Tuca e Dina - de uma cidade do interior paulista, num período marcado não só pela revolução de 64, pelo AI-5 e pelas lutas políticas de 1968, mas principalmente pelas relações humanas vivenciadas em meio à repressão sexual, os bailes de debutantes, colégio de freiras, machismo e feminismo, namoros nas noites interioranas de domingo e tudo o que foi importante na história desses amigos. Através de projeções de vídeo, retratamos esses 20 anos (1982 a 1962) que o texto percorre, numa importante época para o país e o mundo, tanto política quanto culturalmente.
Reviver o texto, após quase 25 anos desde sua última montagem profissional, retrata através do irresistível e arrebatador senso de humor de Mário Prata, um pouco do caráter que nos forma hoje, após os anos de repressão política, social, religiosa e sexual, vividas depois dos Anos Dourados. Lançar diversos olhares sobre nossa trajetória, ao longo de um passado recente, é atitude necessária e fundamental para entendermos o que somos.
A dramaturgia sempre teve um caráter formador da maturidade de uma sociedade e da consciência cidadã de seu povo. No Brasil dos anos 60 a 80, época da censura federal e da ditadura militar, Mário Prata, entre outros tantos, representou a voz de uma crítica, sutil e inteligente, contra a repressão comportamental e ideológica imposta por uma sociedade hipócrita.
BESAME MUCHO revive, para a realidade atual brasileira, a consciência das dificuldades sofridas por uma geração que cresceu sob a síndrome da culpa, gerada não apenas pela repressão política/social, mas também por tantas outras, que criaram conflitos entre a igreja, o sexo e o amor, pecados que podem ter sobrevivido em nosso inconsciente coletivo até hoje.
A proposta do espetáculo não é apenas retratar os destinos deste ou daquele personagem, mas, principalmente, trazer reflexões sobre uma época e suas conseqüências no momento em que vivemos agora.
SINOPSE
A peça conta a história de quatro amigos - Xico, Olga, Tuca e Dina. Começa em 1982, e termina em um baile de formatura em 1962. A trama é narrada de trás para frente, percorrendo vinte anos de suas vidas Primeiro vem o efeito e, depois, vão se descobrindo as causas. A maneira como a história é contada, proporciona ao espectador não somente relembrar fatos de uma época tão importante, mas também cria uma identificação com aquilo que está sendo dito. Tornando o espetáculo leve e muito divertido.
Xico (Leandro Baumgratz) veio do interior para São Paulo e se torna escritor de sucesso. Casa com Olga (Janaina Moura), que também veio do interior, exilou-se em Paris em 1968 e criou reputação como socióloga. Tuca (Rafael Sardão) permanece no interior e casa com Dina (Ana Paula Sant´Anna). O primeiro casal vive um drama de criatividade. Ele é o escritor, mas ela, socióloga, é quem escreve para ele. Tuca permaneceu no interior como homem de negócios realizado e se casou com Dina, que escolheu ser esposa e mãe. Dina, em virtude da repressão sexual exercida pelas freiras e uma forte síndrome de culpa, não consegue se sentir plena no casamento, atrapalhando a relação do casal que chega até a pensar em separação. Em um determinado momento, Dina fantasiando, se veste de Marilyn Monroe, e, daí para frente, o casal passa a fantasiar cada vez mais, transformando esse “jogo” numa verdadeira obsessão.
Esse retorno mágico e realista no tempo descreve a amizade entre dois homens — nascidos na mesma cidade do interior — que viveram a alegria dos anos 60, o desencanto dos anos 70 e a queda na real dos anos 80.
Mário Prata define o texto como: “Uma história de amor entre quatro pessoas, sem as quatro paredes. O jogo é aberto”.
COMENTÁRIOS SOBRE A PEÇA
“Besame Mucho recebeu excelente versão cênica de Roberto Bomtempo, cabendo destacar a criativa dinâmica da encenação, a ótima utilização dos vídeos e a capacidade do diretor de extrair atuações irrepreensíveis do elenco.”
Lionel Fischer
“Mario Prata é um craque, sempre foi. O Bomtempo nasceu no palco. A Ana Paula tem talento e é um dínamo impulsionando sonhos. Janaína, Leandro e Rafael, completam o time. Assim, alegrias, tristezas e perplexidades do período marcados pela peça, ultrapassam a época em que foram flagradas e ganham graça e permanência. Por conta disso tudo, minha geração e a das minhas filhas têm uma boas justificativa e tema para irem juntos ao teatro e conversarem depois do espetáculo.”
José Joffily
“A idéia do Mário Prata de contar a história de Besame Mucho de trás para a frente acrescenta significados que não seriam possíveis se a história fosse contada de maneira cronológica. Besame Mucho é um grande entretenimento, com conteúdo. E é uma história que precisa de excelentes atores, e esta encenação goza também deste privilégio. Imperdível.”
Alberto Salvá
“Ótima oportunidade de revisitar o texto de Mario Prata sob a competente direção de Roberto Bomtempo. Também vale a pena conferir a entrega do elenco a este inspirado ‘rastro atrás’ na história recente do país.”
Susana Schild
Comédia inteligente e muito bem executada! É muito gostoso quando o teatro é feito com seriedade e dedicação! O público tendo ou não consciência, embarca e a magia acontece!
Miriam Freeland
“Besame Mucho é um delicioso passeio pelo passado de cada um de nós. A encenação delicada e segura de Roberto Bomtempo e o belo trabalho de todo o elenco ressaltam as melhores qualidades do texto de Mário Prata, emocionando e divertindo os espectadores.”
Moacir Chaves
EQUIPE DE CRIAÇÃO
Texto: Mário Prata
Direção: Roberto Bomtempo
Assistente de Direção: Elder Gatelly
Elenco: Ana Paula Sant´Anna, Janaina Moura, Leandro Baumgratz e Rafael Sardão
Preparação Corporal: Fernanda Guimarães
Iluminação: Renato Machado
Figurinos e Visagismo: Joana Seibel
Desenho Cenográfico e Trilha Sonora: Roberto Bomtempo
Direção de Arte: Alexandre Lino
Programação Visual: Luiz Avellar
Edição de vídeos: Édipo Ferraz
Operação de som: Elder Gatelly
Contra-regra: Gabriel Helleno
Direção de Produção e Assessoria de Imprensa: Ana Paula Sant´Anna
Produção Executiva: Roseane Milani
Administração: Leandro Baumgratz
Idealização: Ana Paula Sant´Anna, Fernanda Guimarães e Leandro Baumgratz
Realização: Movimento Carioca Produções Artísticas
Co-Produção: Escambaum Prods Arts e Gam Produções
SOBRE O AUTOR - MÁRIO PRATA
Mário Prata é escritor, jornalista e dramaturgo. Autor de 11 peças teatrais; escreveu 21 livros para o público adulto e 10 infanto-juvenis; para televisão escreveu 21 obras, entre novelas e especiais; 6 roteiros para cinema, além de outras obras de vídeo-ficção e jornalismo. Através desse vasto trabalho, recebeu diversos prêmios nacionais e internacionais.
Escreveu Besame Mucho em 1982, depois de viver em uma época onde todas as peças falavam da vida sob o prisma político. Todo mundo - inclusive Mário - já havia escrito sobre essa
geração. E não foi só de repressão política/social que eles cresceram. Tinha as outras repressões. Era hora de tocar nelas. A Igreja, o Sexo, o Amor. Foi uma geração que cresceu sob a síndrome
da culpa. Durante os anos 70, toda essa geração continuou escrevendo o que mais tarde seria chamado de "teatro de resistência". Todo mundo tinha vergonha de escrever uma boa comédia. Mas veio a abertura no final dos 70 e a pergunta: Sobre o que escrever? Foi mais ou menos a partir dessa pergunta que foi surgindo a peça. O Grupo Mambembe encomendou a Mário um texto, e depois de dois meses ele resolveu escrever uma peça de trás pra frente, e como ele mesmo define: "para chegar às minhas raízes".
Em 1987 escreveu o roteiro do longa metragem “Besame Mucho” com Francisco Ramalho Junior, dirigido pelo mesmo. Este filme representou oficialmente o Brasil em vários festivais internacionais.
“Minha geração em teatro sempre teve a preocupação de mostrar o lado político do Brasil na década de 60. Em “Besame Mucho” eu quis mostrar as outras repressões que sofremos, de origem sexual, econômica e religiosa. A peça só resvala pelo aspecto político. Assim como os textos que falam daquele período tristemente rígido, apenas resvalam nos aspectos sexuais e religiosos".
SOBRE O DIRETOR - ROBERTO BOMTEMPO
Roberto Bomtempo é um ator, diretor e produtor que desde o início de sua carreira transita constantemente entre a televisão, o teatro e o cinema, tendo sido premiado diversas vezes em festivais nacionais e internacionais.
Esse ano está completando 25 anos de carreira. As comemorações iniciaram-se com uma ocupação de três meses no Teatro Leblon com três espetáculos em que atua: “Raul fora da Lei – A história de Raul Seixas”, espetáculo que completou esse ano 10 anos de carreira; “Espia uma mulher que se mata”, que após duas temporadas de sucesso no Rio de Janeiro, foi indicado ao Prêmio Shell 2009; “Tomo suas mãos nas minhas”, que estreou em 2010 e lhe rendeu uma indicação ao Prêmio Shell 2010 como melhor ator.
Bomtempo acabou de rodar seu 2º longa metragem - “Mão na Luva”, texto de Oduvaldo Vianna Filho - como diretor ao lado de José Joffily. Para finalizar as comemorações, Bomtempo retorna aos palcos como diretor com o espetáculo “Besame Mucho”.
SERVIÇO – BESAME MUCHO
Sinopse curta: Uma história de amor e amizade entre quatro amigos do interior de São Paulo, que durante duas décadas (de 1962 a 1982) tiveram suas vidas marcadas por todo contexto social, cultural e comportamental da época, e que buscaram realizar seus sonhos, fantasias e ideais.
Texto: Mário Prata
Direção: Roberto Bomtempo
Elenco: Ana Paula Sant´Anna, Janaina Moura, Leandro Baumgratz e Rafael Sardão
Duração: 90 minutos
Classificação: 16 anos
Gênero: Comédia romântica
Temporada: 15 de março a 13 de abril de 2011 / Terça e Quarta às 21hs
Teatro Leblon – Sala Marília Pêra - Capacidade: 462 lugares
Rua Conde Bernadotte, 26 – Leblon - Tel: 2529-7700 - http://www.teatrodoleblon.com.br/
Horário de funcionamento da bilheteria: De terça a domingo das 15hs às 20hs.
Ingressos: R$ 50,00 inteira; R$ 25,00 estudantes, classe artística e maiores de 60 anos.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Mostra Carnvalesca de Teatro de Rua abre programação (Rio de Janeiro, RJ)
A Rede Brasileira de Teatro de Rua/RJ
CONVIDA O PÚBLICO EM GERAL e aqueles que fazem do espaço público palco para suas manifestações artísticas para I MOCATRUA - Mostra Carnavalesca de Teatro de Rua
Domingo de Carnaval / 17 h
Rua Joaquim Silva
Reunião para entrega dos prospectos e acertos finais
QUARTA, DIA 2, ÁS 18 NO BAR DOS XIMENES - Rua Joaquim Silva, 82
Reuniremos num só momento teatro, dança, poesia, música, estátuas vivas e tudo mais que a criatividade dos participantes assim definir.
A mostra será composta de performances ao longo da Rua Joaquim Silva, onde, além dos passantes, existe uma comunidade residente.
UM CONVITE A MAIS
Um dos nossos parceiros para esse evento é o Bloco BOÊMIOS DA LAPA que na Sexta de Carnaval desfila às 18 horas.
Concentração: Travessa do Mosqueira.
PARCEIROS:
BLOCO BOÊMIOS DA LAPA
BAR E RESTAURANTE OS XIMENES
CIA. ARTÍSTICA EM NÓS
GRUPO ARTE TEATRO – MOSTRA RIO SÃO PAULO
PRODUÇÃO:
TEATRO ITINERANTE
GRUPO ENTROU POR UMA PORTA
Contatos:
Marcondes Mesqueu - 21 78992293
Luz Anna - 21 98708567
mocatrua@gmail.com
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
6º Circuito Mix de Esquetes está com inscrições abertas (Rio de Janeiro,RJ)
6º CIRCUITO MIX DE ESQUETES
Teatro de Rua.
Teatro em palco Italiano.
Oficinas e palestras.
7 dias de evento.
36 Esquetes selecionados
Intercâmbio cultural e troca de saberes entre mais de 300 artistas e técnicos.
Mais de R$2.000,00 em prêmios!!!!
Inscrições abertas até o dia 26 de fevereiro
Maiores informações
http://www.projetofama.arteblog.com.br/
(21) 3768-9250
Realização: PROJETO CULTURAL F.A.M.A.
Marcadores:
Circuito Mix de Esquetes,
inscrições abertas,
rio de janeiro
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Iniciam em março atividades do CRA no Teatro Maria Clara Machado (RJ)
CRA – CENTRO DE RECICLAGEM DE ATORES – no Teatro Maria Clara Machado
Estará funcionando a partir de março no Teatro Maria Clara Machado – Planetário, o Centro de Reciclagem de Atores, voltado para a reciclagem e o treinamento continuado de atores profissionais. O projeto oferecerá 2 atividades diferentes:
1. A RECICLAGEM DE ATORES, com aulas/treinamento para atores profissionais todas as SEGUNDAS das 19h às 22h, no teatro.
O treinamento é estruturado em módulos bimestrais, com 2 diretores/professores por módulo e conta com uma noite aberta para os atores mostrarem trabalhos – esquetes, performances, solos - a produtores de elenco e profissionais da área. Além disso, o curso oferece informações, contatos e dicas semanais sobre o mercado de trabalho através do nosso Mural Virtual e conta com uma mini-biblioteca gratuita de livros da área para os atores se reciclarem.
PROGRAMAÇÃO DO PRIMEIRO BIMESTRE DA RECICLAGEM:
De 21 de março a 11 de abril: aulas com Hamilton Vaz Pereira
De 18 de abril a 09 de maio: aulas com Thierry Trémouroux
Dia 16 de maio: ensaio para a Noite Aberta
Dia 23 de maio: Noite Aberta do Centro de Reciclagem de Atores
Obs: Veja ao final deste mail o currículo dos ministrantes envolvidos
O preenchimento das vagas é realizado a cada 2 meses via seleção de currículo. Para participar os atores devem possuir registro profissional. As aulas do primeiro bimestre começarão no dia 21 de março. O valor total deste primeiro ciclo da Reciclagem será de 500 reais à vista ou duas parcelas de 280 reais. Interessados em participar devem enviar currículo para reciclagemdeatores@gmail.com colocando no assunto: RECICLAGEM.
Mais informações: 9666-9954
2. O PROCESSO DE ENCENAÇÃO, voltado para a criação de um espetáculo com diretores convidados. O processo terá duração de 2 meses e meio e acontecerá todas as terças e quintas das 10h às 12h no teatro. O primeiro Processo de Encenação começará dia 22 de março, sob o comando dos diretores Daniel Herz e João Marcelo Pallottino, que conduzirão uma investigação sobre a comicidade para construírem juntos um espetáculo. Após 2 meses e meio de ensaio, o espetáculo levantado ficará em temporada durante 5 semanas no teatro, sempre às quintas-feiras às 20h.
O valor de investimento para participar do Processo de Encenação será de 900 reais à vista ou 3 parcelas de 330 reais.
Os interessados devem enviar currículo para reciclagemdeatores@gmail.com colocando no assunto: Processo de Encenação.
Este workshop é reservado a atores com registro profissional.
Veja no final deste mail o currículo dos 2 diretores convidados.
Mais informações 9666-9954
SOBRE O CENTRO DE RECICLAGEM DE ATORES:
O Centro de Reciclagem de Atores começou a funcionar em maio de 2010 com a missão de treinar, reciclar e manter aquecidos atores profissionais que estão exercendo seu ofício em diversas frentes, como cinema, TV e teatro.
Em seu primeiro ano de funcionamento o CRA reuniu cerca de 200 atores profissionais, que tiveram encontros/aulas com cerca de 30 professores diferentes, gerando trocas artísticas e movimentando a classe. Entre os ministrantes do Centro de Reciclagem, sempre grandes profissionais como Domingos de Oliveira, Amir Haddad, Daniel Herz, Christiane Jatahy, Marcio Libar, Hamilton Vaz Pereira, Jefferson Miranda, Ivan Sugahara, entre outros.
Coordenando o CRA, a Diretora Geral do coletivo artístico Clube da Cena e uma das diretoras Artísticas do Teatro Maria Clara Machado – Planetário, Cristina Fagundes.
SOBRE OS MINISTRANTES DO PRIMEIRO BIMESTRE DO CENTRO DE RECICLAGEM DE ATORES:
Thierry Trémouroux
Ator e diretor belga radicado no Brasil, formado em psicologia, trabalhou durante 15 anos na França ao lado de artistas como Jean-Claude Carrière e Yoshi Oïda, ambos colaboradores de Peter Brook, de Zygmunt Molik, co-fundador do Teatro Laboratório de Grotowski e de Stefano Scribani do Piccolo Teatro del Milano. No Brasil desde 1994, co-fundou o grupo l'acte – Atos da Criação Teatral – realizando grandes parcerias com artistas do teatro contemporâneo da Europa. Autores como Novarina, Gombrowicz, Valletti, Lagarce e Reinshagen, foram assim introduzidos no país. Com o grupo l'acte dirigiu durante dois anos, o Teatro Aliança Francesa de Botafogo/RJ, realizando neste espaço diversas criações artísticas. Foi membro do Laboratório do Ator/Funarte, ministrando ateliês de formação para atores e de dramaturgia no Brasil. Associou-se, como ator convidado, à produtores e diretores de teatro, cinema e televisão como Monique Gardenberg (Os Sete Afluentes do Rio Ota; Tim Jazz; Ó pai, ó), Bia Lessa (Medéia, As Três Irmãs, Casa de Bonecas), Miguel Farias (O Shangô de Baker Street, Vinícius) Zelito Viana (Villa Lobos) e Ricardo Waddington (Rede Globo). Em 2007, foi curador dos encontros "Passage à l´acte" trazendo artistas internacionais como Hassane Kuyaté, François Berreur etc. Entre as direções realizadas seus principais trabalhos são: "Depois da Chuva", de Sergi Belbel; "Aqui Jaz Marylin Monroe", "92-58-89", de Gerlind Reinshagen; "Santo Elvis" e "Monsieur Armand, Vulgo Garrincha", de Serge Valletti; "Ivone, Princesa da Borgonha" de Witold Gombrowicz, e "Diante da Palavra", de Valère Novarina. Dirigiu criações coletivas para a Casa das Artes de Laranjeiras como "Don Juan", profissão ator, "E viveram felizes para sempre?" e "E Até que a morte nos separe". Em 2008 foi diretor da Cia Aplauso. Em 2009 montou "Don Juan – DJ", "A Inquietude" de Valère Novarina e o encontro musical "Ponts" em Lons Le Saunier/FR, dentro da programação France-Brésil. Paralelamente, participou como ator da turnê mundial de "A Gaivota" com direção de Enrique Diaz e da turnê nacional de "Apropriação" a partir da obra de Harold Pinter com direção de Bel Garcia. Atualmente, além de circular com "A Inquietude" de Valère Novarina com Ana Kfouri, Thierry está em turnê internacional com a peça "Otro" do Coletivo Improviso, direção de Enrique Diaz e Cristina Moura.
Hamilton Vaz Pereira
Hamilton de Souza Pinto Vaz Pereira (Rio de Janeiro RJ 1951). Diretor, autor, ator, compositor e diretor musical. Líder do Asdrúbal Trouxe o Trombone, grupo carioca que invade a cena com temática, personagens e modo de representar próprios da geração jovem da década de 70. Sua linguagem toma como centro de investigação o cotidiano da equipe de atores e reúne uma série de princípios que definem a produção dos grupos teatrais dos anos 70.
Hamilton faz curso de teatro com Maria Clara Machado, em O Tablado, de 1968 a 1970. É aluno de Sergio Britto, no Teatro Senac, em 1972. No ano seguinte, estuda no Teatro Ipanema, coordenado por Ivan de Albuquerque e Rubens Corrêa.
Inicia carreira profissional, em 1974, em O Inspetor Geral, estréia do Asdrúbal Trouxe o Trombone, no qual atua como diretor de todos os espetáculos e como integrante - trabalhando também na produção, na trilha sonora e na finalização dos textos.
Em 1975, dirige Ubu Rei, uma irreverente versão do texto de Alfred Jarry, confirmação do talento do conjunto. Trate-Me Leão, sua terceira direção dentro do grupo, inaugura, por meio da criação coletiva, uma nova linguagem na cena teatral brasileira ao propor um teatro que fala a língua da juventude carioca de Ipanema, construído por um processo de improvisações que resulta em narrativa fragmentada. O crítico Yan Michalski considera a direção "absolutamente brilhante".
Em 1980, é a vez de Aquela Coisa Toda, agora com roteiro assinado pelo próprio Hamilton sobre uma "dispersa trupe de solitários", inspirada na experiência coletiva do grupo. Em A Farra da Terra, 1983, última montagem do grupo, o diretor constrói um roteiro baseado em imagens, textos e fotos. No Teatro Villa-Lobos, apenas vinte espectadores assistem à encenação que une atores e público no palco, se deslocam pelo espaço e usam as cadeiras da platéia como cenário. A linguagem coloquial, urbana e cômica dos primeiros espetáculos ganha um tom poético e uma ênfase musical.
Mesmo com o desmembramento do grupo, a proposta e o estilo do diretor se mantêm, mas não encontram em cena os parceiros de criação que identificavam sua linguagem - os espetáculos não trazem mais as interpretações de Regina Casé e Luiz Fernando Guimarães. Inicia-se uma fase de valorização do elemento intelectual, em que as citações se sobrepõem à ação. É a fase de Ataliba, a Gata Safira, 1988, e de Nardja Zulpério, 1989. Em 1995, em 5 x Comédia, de Vicente Pereira, Mauro Rasi, Pedro Cardoso, Luis Fernando Veríssimo e Hamilton Vaz Pereira, reúne cinco comediantes de prestígio, Pedro Cardoso, Débora Bloch, Diogo Vilela, Fernanda Torres e Luiz Fernando Guimarães, espetáculo que é sucesso de bilheteria. Em seguida, o autor e diretor retorna à interpretação livre dos clássicos, seja dos gregos, Uiva e Vocifera, 1997, ou, de William Shakespeare, Omelete, escrito por José Roberto Torero,1998.
Filho rebelde de O Tablado, formado no Teatro de Grupo dos anos 70, Hamilton torna-se um artista múltiplo, assinando sempre mais de uma criação nas fichas técnicas de seus espetáculos.
Daniel Herz
Ator, professor e diretor de teatro, é diretor artístico dos Atores de Laura desde 1992 e do Teatro Miguel Falabella. Atuou em diversas produções teatrais entre as quais: "Nossa Senhora das Flores", adaptação para a cena do romance de Jean Genet (1987) e "O jovem Törless", adaptação do romance de Robert Musil, encenada no CCBB em 1996. Destacou-se como encenador nas últimas duas décadas, tendo recebido prêmios de melhor direção pelos espetáculos "Romeu e Isolda" (1996), "Decote" (1997), "A flauta mágica" (2000), "As artimanhas de Scapino" (2002). Em 2000 encenou no CCBB "Esplêndidos", peça rejeitada por Jean Genet, que até então só havia sido montada na França e na Inglaterra. É responsável igualmente pela direção de "Zastrozzi", de George Walker, que compartilhou com o protagonista Selton Mello (2002), "Otelo da Mangueira", de Gustavo Gasparani (2006) e "Tom e Vinicius – o musical", de Daniela Pereira e Eucanaã Ferraz, em cartaz no Rio de Janeiro em 2009. Em 2010 dirigiu O Barbeiro de Ervilha, adaptação de Vanessa Dantas da ópera O Barbeiro de Sevilha de Gioacchino Rossini, para teatro infantil. Atualmente está em cartaz no Teatro Gláucio Gil com a peça da Cia Atores de Laura, Adultério e estreará ainda em 2011 mais 2 peças.
João Marcelo Pallottino
É diretor e fundador junto com a atriz e diretora Symone Strobel da Hospedaria Cia de teatro onde teve a sua estréia no ano de 2010 com o espetáculo "A Religiosa" de Denis Diderot cumprindo temporada no Rio e em São Paulo. Trabalhou como ator na Cia. Atores de Laura sob a direção de Daniel Herz e Susana Kruger, participando do repertório do grupo desde 2002, nos espetáculos: "As Artimanhas de Scapino" de Moliére (2002 a 2009) com três indicações ao prêmio Shell, sendo premiada pelo figurino; além do prêmio "Qualidade-BR" de melhor espetáculo e direção, representando o Brasil no festival internacional de teatro Mercosul, na Argentina (Córdoba); "O Conto de Inverno", de Shakespeare (2004), "Decote" (2005) e "N.I.S.E." (2006). Fundou e dirigiu artisticamente o Grupo de Teatro O Porão, de 2000 a 2006, realizando os seguintes trabalhos: "Entre Quatro Paredes", de J. P Sartre (2006); "Carroça Pão e Sonho" (2004/2005); "...Cinzas" (2001/2003); "Mentirosos" (2004/2005), participando de festivais nacionais onde recebeu diversos prêmios, entre os quais: quatro de melhor diretor, cinco de melhor espetáculo, cinco de melhor ator e dois de melhor iluminador. Dirigiu os espetáculos: "Carmem de Tal" (2007), como comemoração dos 20 anos do Grupo Nós do Morro; "Chuva Ácida" (2007), peça integrante do projeto "Novos Talentos do Teatro" do Sesc Rio, com supervisão de Roberto Bontempo e José Joffily, participando do Festival de Inverno Sesc 2007 e . Sua formação artística inclui o curso de cinema na UGF com coordenação de Ruy Guerra e workshops com: Gerald Thomas; "Odin Teatret" (com Roberta Carreri, Jan Ferslev e Eugênio Barba); Processo do Teatro Du Soleil com Fabiana Mello, Oficinas com os Grupo Moitará e Lume Teatro além de experiências com a família Colombaione e Técnica de Bufões com Hélvio Garcez Clow. Fez cursos de interpretação na Casa de cultura Laura Alvim com Daniel Herz e Susanna Kruguer, e no Teatro O Tablado com Taís Balloni, João Brandão e Ricardo Kosoviski. Como professor trabalhou na escola de formação de atores do Sindicato dos Artistas Sated, na Universidade Veiga de Almeida, no curso Rei Ator; no Grupo Nós do Morro, com Guti Fraga no "Projeto Tempo Livre Sesc" e na faculdade Univercidade com o diretor Daniel Herz, como diretor-assistente. Atualmente ministra aulas na Firjan e é professor do Teatro Miguel Falabella.
Informações Gerais sobre o Centro de Reciclagem de Atores:
reciclagemdeatores@gmail.com e 21 9666-9954
Inscrições abertas para oficina de bonecos Tropa de Fantoches (RJ)
Cia. TROPPA de FANTOCHES em CENA
______________________
Marcia Fernandes Pimentel
Titeriteira e Contadora de histórais
21 9788*0307
21 3027*0726
titeriteira@gmail.com.br , titeriteira@hotmail.com ,
http://www.troppadefantochesemcena.blogspot.com/
http://www.marciafernandespimentel.blogspot.com/
http://www.tungaocao.blogspot.com/
Tunga na UFF - http://www.youtube.com/watch?v=KZnOn4u_e0U
Orkut Cia. - http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=12936113720197577180
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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Atividades do CRA no Teatro Maria Clara Machado (Rio de Janeiro, RJ)
CRA – CENTRO DE RECICLAGEM DE ATORES – no Teatro Maria Clara Machado
Estará funcionando a partir de março no Teatro Maria Clara Machado – Planetário, o Centro de Reciclagem de Atores, voltado para a reciclagem e o treinamento continuado de atores profissionais. O projeto oferecerá 2 atividades diferentes:
1. A RECICLAGEM DE ATORES, com aulas/treinamento para atores profissionais todas as SEGUNDAS das 19h às 22h, no teatro.
O treinamento é estruturado em módulos bimestrais, com 2 diretores/professores por módulo e conta com uma noite aberta para os atores mostrarem trabalhos – esquetes, performances, solos - a produtores de elenco e profissionais da área. Além disso, o curso oferece informações, contatos e dicas semanais sobre o mercado de trabalho através do nosso Mural Virtual e conta com uma mini-biblioteca gratuita de livros da área para os atores se reciclarem.
PROGRAMAÇÃO DO PRIMEIRO BIMESTRE DA RECICLAGEM:
De 21 de março a 11 de abril: aulas com Hamilton Vaz Pereira
De 18 de abril a 09 de maio: aulas com Thierry Trémouroux
Dia 16 de maio: ensaio para a Noite Aberta
Dia 23 de maio: Noite Aberta do Centro de Reciclagem de Atores
Obs: Veja ao final deste mail o currículo dos ministrantes envolvidos
O preenchimento das vagas é realizado a cada 2 meses via seleção de currículo. Para participar os atores devem possuir registro profissional. As aulas do primeiro bimestre começarão no dia 21 de março. O valor total deste primeiro ciclo da Reciclagem será de 500 reais à vista ou duas parcelas de 280 reais. Interessados em participar devem enviar currículo para reciclagemdeatores@gmail.com colocando no assunto: RECICLAGEM.
Mais informações: 9666-9954
2. O PROCESSO DE ENCENAÇÃO, voltado para a criação de um espetáculo com diretores convidados. O processo terá duração de 2 meses e meio e acontecerá todas as terças e quintas das 10h às 12h no teatro. O primeiro Processo de Encenação começará dia 22 de março, sob o comando dos diretores Daniel Herz e João Marcelo Pallottino, que conduzirão uma investigação sobre a comicidade para construírem juntos um espetáculo. Após 2 meses e meio de ensaio, o espetáculo levantado ficará em temporada durante 5 semanas no teatro, sempre às quintas-feiras às 20h.
O valor de investimento para participar do Processo de Encenação será de 900 reais à vista ou 3 parcelas de 330 reais.
Os interessados devem enviar currículo para reciclagemdeatores@gmail.com colocando no assunto: Processo de Encenação.
Este workshop é reservado a atores com registro profissional.
Veja no final deste mail o currículo dos 2 diretores convidados.
Mais informações 9666-9954
SOBRE O CENTRO DE RECICLAGEM DE ATORES:
O Centro de Reciclagem de Atores começou a funcionar em maio de 2010 com a missão de treinar, reciclar e manter aquecidos atores profissionais que estão exercendo seu ofício em diversas frentes, como cinema, TV e teatro.
Em seu primeiro ano de funcionamento o CRA reuniu cerca de 200 atores profissionais, que tiveram encontros/aulas com cerca de 30 professores diferentes, gerando trocas artísticas e movimentando a classe. Entre os ministrantes do Centro de Reciclagem, sempre grandes profissionais como Domingos de Oliveira, Amir Haddad, Daniel Herz, Christiane Jatahy, Marcio Libar, Hamilton Vaz Pereira, Jefferson Miranda, Ivan Sugahara, entre outros.
Coordenando o CRA, a Diretora Geral do coletivo artístico Clube da Cena e uma das diretoras Artísticas do Teatro Maria Clara Machado – Planetário, Cristina Fagundes.
SOBRE OS MINISTRANTES DO PRIMEIRO BIMESTRE DO CENTRO DE RECICLAGEM DE ATORES:
Thierry Trémouroux
Ator e diretor belga radicado no Brasil, formado em psicologia, trabalhou durante 15 anos na França ao lado de artistas como Jean-Claude Carrière e Yoshi Oïda, ambos colaboradores de Peter Brook, de Zygmunt Molik, co-fundador do Teatro Laboratório de Grotowski e de Stefano Scribani do Piccolo Teatro del Milano. No Brasil desde 1994, co-fundou o grupo l’acte – Atos da Criação Teatral – realizando grandes parcerias com artistas do teatro contemporâneo da Europa. Autores como Novarina, Gombrowicz, Valletti, Lagarce e Reinshagen, foram assim introduzidos no país. Com o grupo l’acte dirigiu durante dois anos, o Teatro Aliança Francesa de Botafogo/RJ, realizando neste espaço diversas criações artísticas. Foi membro do Laboratório do Ator/Funarte, ministrando ateliês de formação para atores e de dramaturgia no Brasil. Associou-se, como ator convidado, à produtores e diretores de teatro, cinema e televisão como Monique Gardenberg (Os Sete Afluentes do Rio Ota; Tim Jazz; Ó pai, ó), Bia Lessa (Medéia, As Três Irmãs, Casa de Bonecas), Miguel Farias (O Shangô de Baker Street, Vinícius) Zelito Viana (Villa Lobos) e Ricardo Waddington (Rede Globo). Em 2007, foi curador dos encontros “Passage à l´acte” trazendo artistas internacionais como Hassane Kuyaté, François Berreur etc. Entre as direções realizadas seus principais trabalhos são: “Depois da Chuva”, de Sergi Belbel; “Aqui Jaz Marylin Monroe”, “92-58-89”, de Gerlind Reinshagen; “Santo Elvis” e “Monsieur Armand, Vulgo Garrincha”, de Serge Valletti; “Ivone, Princesa da Borgonha” de Witold Gombrowicz, e “Diante da Palavra”, de Valère Novarina. Dirigiu criações coletivas para a Casa das Artes de Laranjeiras como “Don Juan”, profissão ator, “E viveram felizes para sempre?” e “E Até que a morte nos separe”. Em 2008 foi diretor da Cia Aplauso. Em 2009 montou “Don Juan – DJ”, “A Inquietude” de Valère Novarina e o encontro musical “Ponts” em Lons Le Saunier/FR, dentro da programação France-Brésil. Paralelamente, participou como ator da turnê mundial de “A Gaivota” com direção de Enrique Diaz e da turnê nacional de “Apropriação” a partir da obra de Harold Pinter com direção de Bel Garcia. Atualmente, além de circular com "A Inquietude" de Valère Novarina com Ana Kfouri, Thierry está em turnê internacional com a peça "Otro" do Coletivo Improviso, direção de Enrique Diaz e Cristina Moura.
Hamilton Vaz Pereira
Hamilton de Souza Pinto Vaz Pereira (Rio de Janeiro RJ 1951). Diretor, autor, ator, compositor e diretor musical. Líder do Asdrúbal Trouxe o Trombone, grupo carioca que invade a cena com temática, personagens e modo de representar próprios da geração jovem da década de 70. Sua linguagem toma como centro de investigação o cotidiano da equipe de atores e reúne uma série de princípios que definem a produção dos grupos teatrais dos anos 70.
Hamilton faz curso de teatro com Maria Clara Machado, em O Tablado, de 1968 a 1970. É aluno de Sergio Britto, no Teatro Senac, em 1972. No ano seguinte, estuda no Teatro Ipanema, coordenado por Ivan de Albuquerque e Rubens Corrêa.
Inicia carreira profissional, em 1974, em O Inspetor Geral, estréia do Asdrúbal Trouxe o Trombone, no qual atua como diretor de todos os espetáculos e como integrante - trabalhando também na produção, na trilha sonora e na finalização dos textos.
Em 1975, dirige Ubu Rei, uma irreverente versão do texto de Alfred Jarry, confirmação do talento do conjunto. Trate-Me Leão, sua terceira direção dentro do grupo, inaugura, por meio da criação coletiva, uma nova linguagem na cena teatral brasileira ao propor um teatro que fala a língua da juventude carioca de Ipanema, construído por um processo de improvisações que resulta em narrativa fragmentada. O crítico Yan Michalski considera a direção "absolutamente brilhante".
Em 1980, é a vez de Aquela Coisa Toda, agora com roteiro assinado pelo próprio Hamilton sobre uma "dispersa trupe de solitários", inspirada na experiência coletiva do grupo. Em A Farra da Terra, 1983, última montagem do grupo, o diretor constrói um roteiro baseado em imagens, textos e fotos. No Teatro Villa-Lobos, apenas vinte espectadores assistem à encenação que une atores e público no palco, se deslocam pelo espaço e usam as cadeiras da platéia como cenário. A linguagem coloquial, urbana e cômica dos primeiros espetáculos ganha um tom poético e uma ênfase musical.
Mesmo com o desmembramento do grupo, a proposta e o estilo do diretor se mantêm, mas não encontram em cena os parceiros de criação que identificavam sua linguagem - os espetáculos não trazem mais as interpretações de Regina Casé e Luiz Fernando Guimarães. Inicia-se uma fase de valorização do elemento intelectual, em que as citações se sobrepõem à ação. É a fase de Ataliba, a Gata Safira, 1988, e de Nardja Zulpério, 1989. Em 1995, em 5 x Comédia, de Vicente Pereira, Mauro Rasi, Pedro Cardoso, Luis Fernando Veríssimo e Hamilton Vaz Pereira, reúne cinco comediantes de prestígio, Pedro Cardoso, Débora Bloch, Diogo Vilela, Fernanda Torres e Luiz Fernando Guimarães, espetáculo que é sucesso de bilheteria. Em seguida, o autor e diretor retorna à interpretação livre dos clássicos, seja dos gregos, Uiva e Vocifera, 1997, ou, de William Shakespeare, Omelete, escrito por José Roberto Torero,1998.
Filho rebelde de O Tablado, formado no Teatro de Grupo dos anos 70, Hamilton torna-se um artista múltiplo, assinando sempre mais de uma criação nas fichas técnicas de seus espetáculos.
Daniel Herz
Ator, professor e diretor de teatro, é diretor artístico dos Atores de Laura desde 1992 e do Teatro Miguel Falabella. Atuou em diversas produções teatrais entre as quais: “Nossa Senhora das Flores”, adaptação para a cena do romance de Jean Genet (1987) e “O jovem Törless”, adaptação do romance de Robert Musil, encenada no CCBB em 1996. Destacou-se como encenador nas últimas duas décadas, tendo recebido prêmios de melhor direção pelos espetáculos “Romeu e Isolda” (1996), “Decote” (1997), “A flauta mágica” (2000), “As artimanhas de Scapino” (2002). Em 2000 encenou no CCBB “Esplêndidos”, peça rejeitada por Jean Genet, que até então só havia sido montada na França e na Inglaterra. É responsável igualmente pela direção de “Zastrozzi”, de George Walker, que compartilhou com o protagonista Selton Mello (2002), “Otelo da Mangueira”, de Gustavo Gasparani (2006) e “Tom e Vinicius – o musical”, de Daniela Pereira e Eucanaã Ferraz, em cartaz no Rio de Janeiro em 2009. Em 2010 dirigiu O Barbeiro de Ervilha, adaptação de Vanessa Dantas da ópera O Barbeiro de Sevilha de Gioacchino Rossini, para teatro infantil. Atualmente está em cartaz no Teatro Gláucio Gil com a peça da Cia Atores de Laura, Adultério e estreará ainda em 2011 mais 2 peças.
João Marcelo Pallottino
É diretor e fundador junto com a atriz e diretora Symone Strobel da Hospedaria Cia de teatro onde teve a sua estréia no ano de 2010 com o espetáculo “A Religiosa” de Denis Diderot cumprindo temporada no Rio e em São Paulo. Trabalhou como ator na Cia. Atores de Laura sob a direção de Daniel Herz e Susana Kruger, participando do repertório do grupo desde 2002, nos espetáculos: “As Artimanhas de Scapino” de Moliére (2002 a 2009) com três indicações ao prêmio Shell, sendo premiada pelo figurino; além do prêmio “Qualidade-BR” de melhor espetáculo e direção, representando o Brasil no festival internacional de teatro Mercosul, na Argentina (Córdoba); “O Conto de Inverno”, de Shakespeare (2004), “Decote” (2005) e “N.I.S.E.” (2006). Fundou e dirigiu artisticamente o Grupo de Teatro O Porão, de 2000 a 2006, realizando os seguintes trabalhos: “Entre Quatro Paredes”, de J. P Sartre (2006); “Carroça Pão e Sonho” (2004/2005); “...Cinzas” (2001/2003); “Mentirosos” (2004/2005), participando de festivais nacionais onde recebeu diversos prêmios, entre os quais: quatro de melhor diretor, cinco de melhor espetáculo, cinco de melhor ator e dois de melhor iluminador. Dirigiu os espetáculos: “Carmem de Tal” (2007), como comemoração dos 20 anos do Grupo Nós do Morro; “Chuva Ácida” (2007), peça integrante do projeto “Novos Talentos do Teatro” do Sesc Rio, com supervisão de Roberto Bontempo e José Joffily, participando do Festival de Inverno Sesc 2007 e . Sua formação artística inclui o curso de cinema na UGF com coordenação de Ruy Guerra e workshops com: Gerald Thomas; “Odin Teatret” (com Roberta Carreri, Jan Ferslev e Eugênio Barba); Processo do Teatro Du Soleil com Fabiana Mello, Oficinas com os Grupo Moitará e Lume Teatro além de experiências com a família Colombaione e Técnica de Bufões com Hélvio Garcez Clow. Fez cursos de interpretação na Casa de cultura Laura Alvim com Daniel Herz e Susanna Kruguer, e no Teatro O Tablado com Taís Balloni, João Brandão e Ricardo Kosoviski. Como professor trabalhou na escola de formação de atores do Sindicato dos Artistas Sated, na Universidade Veiga de Almeida, no curso Rei Ator; no Grupo Nós do Morro, com Guti Fraga no “Projeto Tempo Livre Sesc” e na faculdade Univercidade com o diretor Daniel Herz, como diretor-assistente. Atualmente ministra aulas na Firjan e é professor do Teatro Miguel Falabella.
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