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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

O CRA, no Maria Clara Machado, e reciclagem de atores (Rio de Janeiro)


Está funcionando desde março no Teatro Maria Clara Machado – Planetário, o Centro de Reciclagem de Atores, voltado para a reciclagem e o treinamento continuado de atores profissionais.  De AGOSTO A OUTUBRO o projeto oferecerá o seguinte workshop:

RECICLAGEM DE ATORES, com aulas/treinamento para atores profissionais todas as SEGUNDAS das 19h às 22h, no teatro.

O treinamento é estruturado em módulos bimestrais, com 3 diretores/professores por módulo e conta com uma noite aberta para os  atores mostrarem trabalhos – esquetes, performances, solos - a produtores de elenco e profissionais da área. Além disso, o curso oferece informações, contatos e dicas semanais sobre o mercado de trabalho através do nosso Mural Virtual e conta com uma mini-biblioteca gratuita de livros da área para os atores se reciclarem. 

PROGRAMAÇÃO DA RECICLAGEM DE AGOSTO A OUTUBRO:

terça-feira, 10 de maio de 2011

Ivan Sugahara e Moacyr Góes em palestras no CRA (Rio de Janeiro, RJ)


CRA – CENTRO DE RECICLAGEM DE ATORES – no Teatro Maria Clara Machado


Está funcionando desde março no Teatro Maria Clara Machado – Planetário, o Centro de Reciclagem de Atores, voltado para a reciclagem e o treinamento continuado de atores profissionais. De junho a agosto o projeto oferecerá o seguinte workshop:

RECICLAGEM DE ATORES, com aulas/treinamento para atores profissionais todas as SEGUNDAS das 19h às 22h, no teatro.

O treinamento é estruturado em módulos bimestrais, com 2 diretores/professores por módulo e conta com uma noite aberta para os atores mostrarem trabalhos – esquetes, performances, solos - a produtores de elenco e profissionais da área. Além disso, o curso oferece informações, contatos e dicas semanais sobre o mercado de trabalho através do nosso Mural Virtual e conta com uma mini-biblioteca gratuita de livros da área para os atores se reciclarem.

PROGRAMAÇÃO DA RECICLAGEM DE JUNHO A AGOSTO:


De 13 de JUNHO a 04 de JULHO: aulas com o diretor MOACYR GÓES

De 11 de JULHO a 01 de AGOSTO: aulas com o diretor IVAN SUGAHARA

Dia 08 de AGOSTO: Noite Aberta do Centro de Reciclagem de Atores

O preenchimento das vagas será realizado via seleção de currículo. Para participar os atores devem possuir registro profissional. O valor total da Reciclagem será de 500 reais à vista ou duas parcelas de 280 reais. Interessados em participar devem enviar currículo para reciclagemdeatores@gmail.com colocando no assunto: RECICLAGEM.

Mais informações: 9666-9954 ou reciclagemdeatores@gmail.com

SOBRE OS MINISTRANTES DESSE BIMESTRE NO CENTRO DE RECICLAGEM DE ATORES:

Moacyr Góes

Diretor teatral que ganhou projeção na década de 1980, estreou como cineasta e roteirista em 2003 com o filme Dom, livremente inspirado em Machado de Assis. Nascido em Natal em 1961, mudou-se para o Rio de Janeiro e formou-se em artes cênicas pela UniRio. Em 1986, criou a Companhia de Encenação Teatral, ganhou três vezes o prêmio Shell de melhor diretor e duas vezes o prêmio Moliére. Foi professor de interpretação no curso de formação de ator da Casa das Artes de Laranjeiras durante quatro anos, e professor do curso de pós-graduação em Teatro da UFRJ. Em 1993, assumiu a direção artística do Teatro Glória, e em 1997, do Teatro Carlos Gomes, ambos no Rio de Janeiro. Em 1999, passou também a dirigir novelas na Rede Globo.

Entre seus trabalhos em teatro:

Alarmes, de Michael Frayn

Com: Cristina Pereira, André Valli, Isabela Garcia e João Camargo

Teatro das Artes, RJ – 2001

Bonitinha, mas ordinária, de Nélson Rodrigues

Com: Helena Ranaldi, André Valli, Leon Góes, Oswaldo Loureiro e grande elenco

Teatro Carlos Gomes, RJ – 2000

Festival de Teatro de Curitiba

Bispo Jesus do Rosário, de Clara Góes

Com: Helena Ranaldi, Leon Góes e grande elenco
Teatro Carlos Gomes, RJ – 1999


Os 7 gatinhos, de Nélson Rodrigues

Com: Helena Ranaldi, André Valli, Fabio Sabag, Thelma Reston e grande elenco

Teatro Carlos Gomes, RJ – 1998; Teatro Miguel Falabella, RJ – 1999

Teatro Leblon, RJ – 1999

Toda nudez será castigada, de Nélson Rodrigues

Com: Marília Pêra, André Valli, Leon Góes, Walter Breda e grande elenco

Teatro Alfa Real, SP; Teatro Carlos Gomes, RJ; Teatro Nacional, Brasília;

Teatro Sesi, Porto Alegre – 1998

Gata em teto de zinco quente, de Tenessee Williams

Com: Vera Fischer, Ítalo Rossi, Ivone Hoffman, Floriano Peixoto e grande elenco

Teatro Villa Lobos, RJ – 1998

2 anos de Tournée pelo Brasil

Entre seus trabalhos em Cinema:

Bonitinha, mas Ordinária

Adaptado da obra de Nelson Rodrigues.

2008

Destino

Primeira co-produção cinematográfica entre o Brasil e a China.

2007

O Homem que desafiou o Diabo

2006

Trair e Coçar, é Só Começar

Adaptado da obra homônima de Marcos Caruso.

2006

Ivan Sugahara

Nos últimos 3 anos, dirigiu várias peças. Em 2010: Terra do Nunca, de Ivan Sugahara e Leonardo Netto – Mostra Internacional de Teatro de Oeiras, Portugal (MITO) e Espaço SESC; Tudo que existe entre nós, de Ivan Sugahara (criado em Portugal para estréia na MITO); Tempo de Solidão, de Márcia Zanelatto – CCBB Rio; Blitz, de Bosco Brasil – Casa de Cultura Laura Alvim e Centro Cultural São Paulo; Sade em Sodoma, de Flávio Braga – Caixa Cultural Brasília e Rio. Em 2009: Play, de Rodrigo Nogueira – Teatro Solar de Botafogo, Teatro Nair Bello (SP) e turnê pelo Brasil; Às vezes é preciso usar um punhal para atravessar o caminho, de Roberto Alvim – Espaço Cultural Sérgio Porto; e Deixa eu brincar de ser feliz, deixa eu pintar o meu nariz, adaptação de Cyrano de Bergerac – Teatro SESI e Teatro Solar de Botafogo. Em 2008: Pelo amor de Deus, não fala assim comigo!, de Maria Carmem Barbosa – CCBB Rio; Sem Ana, de Caio Fernando Abreu – Espaço SESC; Memória Afetiva de um Amor Esquecido, de Rosyane Trotta – Espaço Oi Futuro e Festival de Curitiba (indicado aos prêmios Shell de Melhor Diretor e Qualidade Brasil de Melhor Diretor e Melhor Espetáculo).
 
Diretor da cia. Os dezequilibrados há 14 anos, com a qual montou 13 espetáculos, como Dilacerado (indicado ao Prêmio Qualidade Brasil de Melhor Diretor) e Vida, o Filme (indicado ao Prêmio Shell de Melhor Diretor), ambas de Daniela Pereira de Carvalho. Fora da companhia, encenou também 13 trabalhos, entre eles Notícias Cariocas, de Filipe Miguez, com a Cia. dos Atores e dirigido em conjunto com Enrique Diaz (vencedor dos Prêmios Qualidade Brasil de Melhor Espetáculo e de Melhor Diretor). Atualmente está com o espetáculo A Estupidez, com sua a Cia Dezequilibrados, no Teatro II do CCBB.


SOBRE O CENTRO DE RECICLAGEM DE ATORES:

O Centro de Reciclagem de Atores começou a funcionar em maio de 2010 com a missão de treinar, reciclar e manter aquecidos atores profissionais que estão exercendo seu ofício em diversas frentes, como cinema, TV e teatro.

Em seu primeiro ano de funcionamento o CRA reuniu cerca de 200 atores profissionais, que tiveram encontros/aulas com cerca de 30 professores diferentes, gerando trocas artísticas e movimentando a classe. Entre os ministrantes do Centro de Reciclagem, sempre grandes profissionais como Domingos de Oliveira, Amir Haddad, Daniel Herz, Christiane Jatahy, Marcio Libar, Hamilton Vaz Pereira, Jefferson Miranda, Ivan Sugahara, entre outros.

Coordenando o CRA, a Diretora Geral do coletivo artístico Clube da Cena e uma das Diretoras Artísticas do Teatro Maria Clara Machado – Planetário, Cristina Fagundes.

Mais informações: 9666-9954 ou reciclagemdeatores@gmail.com

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Moacyr Góes e Ivan Sugahara dão palestras no CRA (Rio de Janeiro, RJ)


CRA – CENTRO DE RECICLAGEM DE ATORES – no Teatro Maria Clara Machado


Está funcionando desde março no Teatro Maria Clara Machado – Planetário, o Centro de Reciclagem de Atores, voltado para a reciclagem e o treinamento continuado de atores profissionais. De junho a agosto o projeto oferecerá o seguinte workshop:

RECICLAGEM DE ATORES, com aulas/treinamento para atores profissionais todas as SEGUNDAS das 19h às 22h, no teatro.

O treinamento é estruturado em módulos bimestrais, com 2 diretores/professores por módulo e conta com uma noite aberta para os atores mostrarem trabalhos – esquetes, performances, solos - a produtores de elenco e profissionais da área. Além disso, o curso oferece informações, contatos e dicas semanais sobre o mercado de trabalho através do nosso Mural Virtual e conta com uma mini-biblioteca gratuita de livros da área para os atores se reciclarem.

PROGRAMAÇÃO DA RECICLAGEM DE JUNHO A AGOSTO:

De 13 de JUNHO a 04 de JULHO: aulas com o diretor MOACYR GÓES


De 11 de JULHO a 01 de AGOSTO: aulas com o diretor IVAN SUGAHARA

Dia 08 de AGOSTO: Noite Aberta do Centro de Reciclagem de Atores

O preenchimento das vagas será realizado via seleção de currículo. Para participar os atores devem possuir registro profissional. O valor total da Reciclagem será de 500 reais à vista ou duas parcelas de 280 reais. Interessados em participar devem enviar currículo para reciclagemdeatores@gmail.com colocando no assunto: RECICLAGEM.

Mais informações: 9666-9954 ou reciclagemdeatores@gmail.com

SOBRE OS MINISTRANTES DESSE BIMESTRE NO CENTRO DE RECICLAGEM DE ATORES:

Moacyr Góes

Diretor teatral que ganhou projeção na década de 1980, estreou como cineasta e roteirista em 2003 com o filme Dom, livremente inspirado em Machado de Assis. Nascido em Natal em 1961, mudou-se para o Rio de Janeiro e formou-se em artes cênicas pela UniRio. Em 1986, criou a Companhia de Encenação Teatral, ganhou três vezes o prêmio Shell de melhor diretor e duas vezes o prêmio Moliére. Foi professor de interpretação no curso de formação de ator da Casa das Artes de Laranjeiras durante quatro anos, e professor do curso de pós-graduação em Teatro da UFRJ. Em 1993, assumiu a direção artística do Teatro Glória, e em 1997, do Teatro Carlos Gomes, ambos no Rio de Janeiro. Em 1999, passou também a dirigir novelas na Rede Globo.

Entre seus trabalhos em teatro:

Alarmes, de Michael Frayn


Com: Cristina Pereira, André Valli, Isabela Garcia e João Camargo

Teatro das Artes, RJ – 2001

Bonitinha, mas ordinária, de Nélson Rodrigues

Com: Helena Ranaldi, André Valli, Leon Góes, Oswaldo Loureiro e grande elenco

Teatro Carlos Gomes, RJ – 2000

Festival de Teatro de Curitiba

Bispo Jesus do Rosário, de Clara Góes

Com: Helena Ranaldi, Leon Góes e grande elenco

Teatro Carlos Gomes, RJ – 1999

Os 7 gatinhos, de Nélson Rodrigues

Com: Helena Ranaldi, André Valli, Fabio Sabag, Thelma Reston e grande elenco

Teatro Carlos Gomes, RJ – 1998; Teatro Miguel Falabella, RJ – 1999

Teatro Leblon, RJ – 1999

Toda nudez será castigada, de Nélson Rodrigues

Com: Marília Pêra, André Valli, Leon Góes, Walter Breda e grande elenco

Teatro Alfa Real, SP; Teatro Carlos Gomes, RJ; Teatro Nacional, Brasília;

Teatro Sesi, Porto Alegre – 1998

Gata em teto de zinco quente, de Tenessee Williams

Com: Vera Fischer, Ítalo Rossi, Ivone Hoffman, Floriano Peixoto e grande elenco

Teatro Villa Lobos, RJ – 1998

2 anos de Tournée pelo Brasil

Entre seus trabalhos em Cinema:

Bonitinha, mas Ordinária

Adaptado da obra de Nelson Rodrigues.

2008

Destino

Primeira co-produção cinematográfica entre o Brasil e a China.

2007

O Homem que desafiou o Diabo

2006
 
Trair e Coçar, é Só Começar


Adaptado da obra homônima de Marcos Caruso.

2006

Ivan Sugahara

Nos últimos 3 anos, dirigiu várias peças. Em 2010: Terra do Nunca, de Ivan Sugahara e Leonardo Netto – Mostra Internacional de Teatro de Oeiras, Portugal (MITO) e Espaço SESC; Tudo que existe entre nós, de Ivan Sugahara (criado em Portugal para estréia na MITO); Tempo de Solidão, de Márcia Zanelatto – CCBB Rio; Blitz, de Bosco Brasil – Casa de Cultura Laura Alvim e Centro Cultural São Paulo; Sade em Sodoma, de Flávio Braga – Caixa Cultural Brasília e Rio. Em 2009: Play, de Rodrigo Nogueira – Teatro Solar de Botafogo, Teatro Nair Bello (SP) e turnê pelo Brasil; Às vezes é preciso usar um punhal para atravessar o caminho, de Roberto Alvim – Espaço Cultural Sérgio Porto; e Deixa eu brincar de ser feliz, deixa eu pintar o meu nariz, adaptação de Cyrano de Bergerac – Teatro SESI e Teatro Solar de Botafogo. Em 2008: Pelo amor de Deus, não fala assim comigo!, de Maria Carmem Barbosa – CCBB Rio; Sem Ana, de Caio Fernando Abreu – Espaço SESC; Memória Afetiva de um Amor Esquecido, de Rosyane Trotta – Espaço Oi Futuro e Festival de Curitiba (indicado aos prêmios Shell de Melhor Diretor e Qualidade Brasil de Melhor Diretor e Melhor Espetáculo).

Diretor da cia. Os dezequilibrados há 14 anos, com a qual montou 13 espetáculos, como Dilacerado (indicado ao Prêmio Qualidade Brasil de Melhor Diretor) e Vida, o Filme (indicado ao Prêmio Shell de Melhor Diretor), ambas de Daniela Pereira de Carvalho. Fora da companhia, encenou também 13 trabalhos, entre eles Notícias Cariocas, de Filipe Miguez, com a Cia. dos Atores e dirigido em conjunto com Enrique Diaz (vencedor dos Prêmios Qualidade Brasil de Melhor Espetáculo e de Melhor Diretor). Atualmente está com o espetáculo A Estupidez, com sua a Cia Dezequilibrados, no Teatro II do CCBB.

SOBRE O CENTRO DE RECICLAGEM DE ATORES:

O Centro de Reciclagem de Atores começou a funcionar em maio de 2010 com a missão de treinar, reciclar e manter aquecidos atores profissionais que estão exercendo seu ofício em diversas frentes, como cinema, TV e teatro.

Em seu primeiro ano de funcionamento o CRA reuniu cerca de 200 atores profissionais, que tiveram encontros/aulas com cerca de 30 professores diferentes, gerando trocas artísticas e movimentando a classe. Entre os ministrantes do Centro de Reciclagem, sempre grandes profissionais como Domingos de Oliveira, Amir Haddad, Daniel Herz, Christiane Jatahy, Marcio Libar, Hamilton Vaz Pereira, Jefferson Miranda, Ivan Sugahara, entre outros.


Coordenando o CRA, a Diretora Geral do coletivo artístico Clube da Cena e uma das Diretoras Artísticas do Teatro Maria Clara Machado – Planetário, Cristina Fagundes.

Mais informações: 9666-9954 ou reciclagemdeatores@gmail.com

quinta-feira, 17 de março de 2011

Atividades do Centro de Reciclagem de Atores no Maria Clara Machado (RJ)


TEATRO MARIA CLARA MACHADO / PLANETÁRIO, RJ

Em março começa o segundo ano de extra-atividades do Teatro Maria Clara Machado, como Centro de Reciclagem de Atores e o Processo de Encenação. E nomes como: Hamilton Vaz Pereira, Thierry Trémouroux, Daniel Herz e João Marcelo Pallottino.

Como é a vida do ator? Quais os caminhos para os recém-formados ingressarem no mercado de trabalho? Como esta o aquecimento da dramaturgia no Rio de Janeiro? Como se mostrar? ... Pensando nessas perguntas, a atriz e autora Cristina Fagundes, diretora artística do Teatro Maria Clara Machado, criou o CRA (Centro de Reciclagem de Atores) e segue com grande sucesso e procura para seu segundo ano.

“O CRA foi criando para atores profissionais e tem a missão de treinar, reciclar e manter aquecidos os atores que saíram das escolas profissionais de teatro e ficam perdidos com o registro nas mãos sem saber como entrar (e como é) o mercado de trabalho. Além do treinamento, vamos dar palco para os atores se mostrarem.” Explica Cristina.

No seu primeiro ano de funcionamento o CRA reuniu cerca de 200 atores profissionais, que tiveram encontros/aulas com cerca de 30 professores diferentes, gerando trocas artísticas e movimentando a classe artística. Uma característica do Centro é contar com professores/diretores que tenham nome e influencia de mercado, como Domingos de Oliveira, Amir Haddad, Daniel Herz, Christiane Jatahy, Marcio Libar, Hamilton Vaz Pereira, Jefferson Miranda, Ivan Sugahara, entre outros.

O treinamento é estruturado em módulos bimestrais, com dois diretores/professores por módulo e conta com uma noite aberta para os atores mostrarem seus trabalhos que estão na “manga” (esquetes, performances, solos...) a produtores de elenco e profissionais da área. Além disso, o curso oferece informações, contatos e dicas semanais sobre o mercado de trabalho através do Mural Virtual e conta com uma mini-biblioteca gratuita de livros da área para os atores se reciclarem. A RECICLAGEM DE ATORES, com aulas/treinamento para atores profissionais todas as SEGUNDAS das 19h às 22h, no teatro.

O PROCESSO DE ENCENAÇÃO, voltado para a criação de um espetáculo com diretores convidados. O primeiro Processo de Encenação começará dia 22 de março, sob o comando dos diretores Daniel Herz e João Marcelo Pallottino, que conduzirão uma investigação sobre a comicidade para construírem juntos um espetáculo. Após esse tempo, entrarão em cartaz com uma temporada de cinco semanas no teatro, sempre às quintas-feiras às 20h.

O processo terá duração de dois meses e meio e acontecerá todas as terças e quintas das 10h às 12h no teatro. “O ator fica muito sozinho ao sair das escolas e precisa continuar a treinar e se articular para conseguir realizar bons trabalhos.”, acredita Cristina. O preenchimento das vagas para o Reciclagem ou Processo de Encenação é realizado via seleção curricular. Ponto essencial para participar é ter o registro profissional.

Programação:

De 21 de março a 11 de abril: aulas com Hamilton Vaz Pereira

De 18 de abril a 09 de maio: aulas com Thierry Trémouroux

Dia 16 de maio: ensaio para a Noite Aberta

Dia 23 de maio: Noite Aberta do Centro de Reciclagem de Atores.

CRA – CENTRO DE RECICLAGEM DE ATORES

Teatro Maria Clara Machado (Planetário da Gávea) – Av. Padre Leonel França, 240 - Gávea

Tel.: 21 2274-7722

Sobre a idealizadora: Cristina Fagundes é uma mente inquieta, atualmente esta nos seguintes projetos: projeto clube da cena – clubedacena.blogspot.com, como diretora geral, autora e atriz; Comédia Minuto (co-autora e atriz desse micro-programa de humor pra internet que está em fase de edição), é idealizadora e coordenadora do Centro de Reciclagem de Atores, diretora artística do Teatro Maria Clara Machado, está ensaiando uma peça como atriz com o autor e diretor Leandro Muniz (um dos redatores do Tudo Junto e Misturado) e está implantando em abril o Café-Clube de Dramaturgia, no Maria Clara Machado e ainda está com dois textos seus na peça “Igual a Você”, dirigidos por Ernesto Piccolo e interpretados por Camila Morgado.

Informação de imprensa: Lidy Marx

MarxComunicação!

21 7851-4832 / ID: 83*3642

21 8105-0659 / 3439-6758

lidymarx@globo.com

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Iniciam em março atividades do CRA no Teatro Maria Clara Machado (RJ)


CRA – CENTRO DE RECICLAGEM DE ATORES – no Teatro Maria Clara Machado


Estará funcionando a partir de março no Teatro Maria Clara Machado – Planetário, o Centro de Reciclagem de Atores, voltado para a reciclagem e o treinamento continuado de atores profissionais. O projeto oferecerá 2 atividades diferentes:

1. A RECICLAGEM DE ATORES, com aulas/treinamento para atores profissionais todas as SEGUNDAS das 19h às 22h, no teatro.

O treinamento é estruturado em módulos bimestrais, com 2 diretores/professores por módulo e conta com uma noite aberta para os atores mostrarem trabalhos – esquetes, performances, solos - a produtores de elenco e profissionais da área. Além disso, o curso oferece informações, contatos e dicas semanais sobre o mercado de trabalho através do nosso Mural Virtual e conta com uma mini-biblioteca gratuita de livros da área para os atores se reciclarem.

PROGRAMAÇÃO DO PRIMEIRO BIMESTRE DA RECICLAGEM:
De 21 de março a 11 de abril: aulas com Hamilton Vaz Pereira

De 18 de abril a 09 de maio: aulas com Thierry Trémouroux

Dia 16 de maio: ensaio para a Noite Aberta

Dia 23 de maio: Noite Aberta do Centro de Reciclagem de Atores

Obs: Veja ao final deste mail o currículo dos ministrantes envolvidos

O preenchimento das vagas é realizado a cada 2 meses via seleção de currículo. Para participar os atores devem possuir registro profissional. As aulas do primeiro bimestre começarão no dia 21 de março. O valor total deste primeiro ciclo da Reciclagem será de 500 reais à vista ou duas parcelas de 280 reais. Interessados em participar devem enviar currículo para reciclagemdeatores@gmail.com  colocando no assunto: RECICLAGEM.

Mais informações: 9666-9954

2. O PROCESSO DE ENCENAÇÃO, voltado para a criação de um espetáculo com diretores convidados. O processo terá duração de 2 meses e meio e acontecerá todas as terças e quintas das 10h às 12h no teatro. O primeiro Processo de Encenação começará dia 22 de março, sob o comando dos diretores Daniel Herz e João Marcelo Pallottino, que conduzirão uma investigação sobre a comicidade para construírem juntos um espetáculo. Após 2 meses e meio de ensaio, o espetáculo levantado ficará em temporada durante 5 semanas no teatro, sempre às quintas-feiras às 20h.

O valor de investimento para participar do Processo de Encenação será de 900 reais à vista ou 3 parcelas de 330 reais.

Os interessados devem enviar currículo para reciclagemdeatores@gmail.com  colocando no assunto: Processo de Encenação.

Este workshop é reservado a atores com registro profissional.

Veja no final deste mail o currículo dos 2 diretores convidados.

Mais informações 9666-9954

SOBRE O CENTRO DE RECICLAGEM DE ATORES:

O Centro de Reciclagem de Atores começou a funcionar em maio de 2010 com a missão de treinar, reciclar e manter aquecidos atores profissionais que estão exercendo seu ofício em diversas frentes, como cinema, TV e teatro.

Em seu primeiro ano de funcionamento o CRA reuniu cerca de 200 atores profissionais, que tiveram encontros/aulas com cerca de 30 professores diferentes, gerando trocas artísticas e movimentando a classe. Entre os ministrantes do Centro de Reciclagem, sempre grandes profissionais como Domingos de Oliveira, Amir Haddad, Daniel Herz, Christiane Jatahy, Marcio Libar, Hamilton Vaz Pereira, Jefferson Miranda, Ivan Sugahara, entre outros.

Coordenando o CRA, a Diretora Geral do coletivo artístico Clube da Cena e uma das diretoras Artísticas do Teatro Maria Clara Machado – Planetário, Cristina Fagundes.

SOBRE OS MINISTRANTES DO PRIMEIRO BIMESTRE DO CENTRO DE RECICLAGEM DE ATORES:

Thierry Trémouroux

Ator e diretor belga radicado no Brasil, formado em psicologia, trabalhou durante 15 anos na França ao lado de artistas como Jean-Claude Carrière e Yoshi Oïda, ambos colaboradores de Peter Brook, de Zygmunt Molik, co-fundador do Teatro Laboratório de Grotowski e de Stefano Scribani do Piccolo Teatro del Milano. No Brasil desde 1994, co-fundou o grupo l'acte – Atos da Criação Teatral – realizando grandes parcerias com artistas do teatro contemporâneo da Europa. Autores como Novarina, Gombrowicz, Valletti, Lagarce e Reinshagen, foram assim introduzidos no país. Com o grupo l'acte dirigiu durante dois anos, o Teatro Aliança Francesa de Botafogo/RJ, realizando neste espaço diversas criações artísticas. Foi membro do Laboratório do Ator/Funarte, ministrando ateliês de formação para atores e de dramaturgia no Brasil. Associou-se, como ator convidado, à produtores e diretores de teatro, cinema e televisão como Monique Gardenberg (Os Sete Afluentes do Rio Ota; Tim Jazz; Ó pai, ó), Bia Lessa (Medéia, As Três Irmãs, Casa de Bonecas), Miguel Farias (O Shangô de Baker Street, Vinícius) Zelito Viana (Villa Lobos) e Ricardo Waddington (Rede Globo). Em 2007, foi curador dos encontros "Passage à l´acte" trazendo artistas internacionais como Hassane Kuyaté, François Berreur etc. Entre as direções realizadas seus principais trabalhos são: "Depois da Chuva", de Sergi Belbel; "Aqui Jaz Marylin Monroe", "92-58-89", de Gerlind Reinshagen; "Santo Elvis" e "Monsieur Armand, Vulgo Garrincha", de Serge Valletti; "Ivone, Princesa da Borgonha" de Witold Gombrowicz, e "Diante da Palavra", de Valère Novarina. Dirigiu criações coletivas para a Casa das Artes de Laranjeiras como "Don Juan", profissão ator, "E viveram felizes para sempre?" e "E Até que a morte nos separe". Em 2008 foi diretor da Cia Aplauso. Em 2009 montou "Don Juan – DJ", "A Inquietude" de Valère Novarina e o encontro musical "Ponts" em Lons Le Saunier/FR, dentro da programação France-Brésil. Paralelamente, participou como ator da turnê mundial de "A Gaivota" com direção de Enrique Diaz e da turnê nacional de "Apropriação" a partir da obra de Harold Pinter com direção de Bel Garcia. Atualmente, além de circular com "A Inquietude" de Valère Novarina com Ana Kfouri, Thierry está em turnê internacional com a peça "Otro" do Coletivo Improviso, direção de Enrique Diaz e Cristina Moura.

Hamilton Vaz Pereira

Hamilton de Souza Pinto Vaz Pereira (Rio de Janeiro RJ 1951). Diretor, autor, ator, compositor e diretor musical. Líder do Asdrúbal Trouxe o Trombone, grupo carioca que invade a cena com temática, personagens e modo de representar próprios da geração jovem da década de 70. Sua linguagem toma como centro de investigação o cotidiano da equipe de atores e reúne uma série de princípios que definem a produção dos grupos teatrais dos anos 70.

Hamilton faz curso de teatro com Maria Clara Machado, em O Tablado, de 1968 a 1970. É aluno de Sergio Britto, no Teatro Senac, em 1972. No ano seguinte, estuda no Teatro Ipanema, coordenado por Ivan de Albuquerque e Rubens Corrêa.

Inicia carreira profissional, em 1974, em O Inspetor Geral, estréia do Asdrúbal Trouxe o Trombone, no qual atua como diretor de todos os espetáculos e como integrante - trabalhando também na produção, na trilha sonora e na finalização dos textos.

Em 1975, dirige Ubu Rei, uma irreverente versão do texto de Alfred Jarry, confirmação do talento do conjunto. Trate-Me Leão, sua terceira direção dentro do grupo, inaugura, por meio da criação coletiva, uma nova linguagem na cena teatral brasileira ao propor um teatro que fala a língua da juventude carioca de Ipanema, construído por um processo de improvisações que resulta em narrativa fragmentada. O crítico Yan Michalski considera a direção "absolutamente brilhante".

Em 1980, é a vez de Aquela Coisa Toda, agora com roteiro assinado pelo próprio Hamilton sobre uma "dispersa trupe de solitários", inspirada na experiência coletiva do grupo. Em A Farra da Terra, 1983, última montagem do grupo, o diretor constrói um roteiro baseado em imagens, textos e fotos. No Teatro Villa-Lobos, apenas vinte espectadores assistem à encenação que une atores e público no palco, se deslocam pelo espaço e usam as cadeiras da platéia como cenário. A linguagem coloquial, urbana e cômica dos primeiros espetáculos ganha um tom poético e uma ênfase musical.

Mesmo com o desmembramento do grupo, a proposta e o estilo do diretor se mantêm, mas não encontram em cena os parceiros de criação que identificavam sua linguagem - os espetáculos não trazem mais as interpretações de Regina Casé e Luiz Fernando Guimarães. Inicia-se uma fase de valorização do elemento intelectual, em que as citações se sobrepõem à ação. É a fase de Ataliba, a Gata Safira, 1988, e de Nardja Zulpério, 1989. Em 1995, em 5 x Comédia, de Vicente Pereira, Mauro Rasi, Pedro Cardoso, Luis Fernando Veríssimo e Hamilton Vaz Pereira, reúne cinco comediantes de prestígio, Pedro Cardoso, Débora Bloch, Diogo Vilela, Fernanda Torres e Luiz Fernando Guimarães, espetáculo que é sucesso de bilheteria. Em seguida, o autor e diretor retorna à interpretação livre dos clássicos, seja dos gregos, Uiva e Vocifera, 1997, ou, de William Shakespeare, Omelete, escrito por José Roberto Torero,1998.

Filho rebelde de O Tablado, formado no Teatro de Grupo dos anos 70, Hamilton torna-se um artista múltiplo, assinando sempre mais de uma criação nas fichas técnicas de seus espetáculos.

Daniel Herz

Ator, professor e diretor de teatro, é diretor artístico dos Atores de Laura desde 1992 e do Teatro Miguel Falabella. Atuou em diversas produções teatrais entre as quais: "Nossa Senhora das Flores", adaptação para a cena do romance de Jean Genet (1987) e "O jovem Törless", adaptação do romance de Robert Musil, encenada no CCBB em 1996. Destacou-se como encenador nas últimas duas décadas, tendo recebido prêmios de melhor direção pelos espetáculos "Romeu e Isolda" (1996), "Decote" (1997), "A flauta mágica" (2000), "As artimanhas de Scapino" (2002). Em 2000 encenou no CCBB "Esplêndidos", peça rejeitada por Jean Genet, que até então só havia sido montada na França e na Inglaterra. É responsável igualmente pela direção de "Zastrozzi", de George Walker, que compartilhou com o protagonista Selton Mello (2002), "Otelo da Mangueira", de Gustavo Gasparani (2006) e "Tom e Vinicius – o musical", de Daniela Pereira e Eucanaã Ferraz, em cartaz no Rio de Janeiro em 2009. Em 2010 dirigiu O Barbeiro de Ervilha, adaptação de Vanessa Dantas da ópera O Barbeiro de Sevilha de Gioacchino Rossini, para teatro infantil. Atualmente está em cartaz no Teatro Gláucio Gil com a peça da Cia Atores de Laura, Adultério e estreará ainda em 2011 mais 2 peças.

João Marcelo Pallottino

É diretor e fundador junto com a atriz e diretora Symone Strobel da Hospedaria Cia de teatro onde teve a sua estréia no ano de 2010 com o espetáculo "A Religiosa" de Denis Diderot cumprindo temporada no Rio e em São Paulo. Trabalhou como ator na Cia. Atores de Laura sob a direção de Daniel Herz e Susana Kruger, participando do repertório do grupo desde 2002, nos espetáculos: "As Artimanhas de Scapino" de Moliére (2002 a 2009) com três indicações ao prêmio Shell, sendo premiada pelo figurino; além do prêmio "Qualidade-BR" de melhor espetáculo e direção, representando o Brasil no festival internacional de teatro Mercosul, na Argentina (Córdoba); "O Conto de Inverno", de Shakespeare (2004), "Decote" (2005) e "N.I.S.E." (2006). Fundou e dirigiu artisticamente o Grupo de Teatro O Porão, de 2000 a 2006, realizando os seguintes trabalhos: "Entre Quatro Paredes", de J. P Sartre (2006); "Carroça Pão e Sonho" (2004/2005); "...Cinzas" (2001/2003); "Mentirosos" (2004/2005), participando de festivais nacionais onde recebeu diversos prêmios, entre os quais: quatro de melhor diretor, cinco de melhor espetáculo, cinco de melhor ator e dois de melhor iluminador. Dirigiu os espetáculos: "Carmem de Tal" (2007), como comemoração dos 20 anos do Grupo Nós do Morro; "Chuva Ácida" (2007), peça integrante do projeto "Novos Talentos do Teatro" do Sesc Rio, com supervisão de Roberto Bontempo e José Joffily, participando do Festival de Inverno Sesc 2007 e . Sua formação artística inclui o curso de cinema na UGF com coordenação de Ruy Guerra e workshops com: Gerald Thomas; "Odin Teatret" (com Roberta Carreri, Jan Ferslev e Eugênio Barba); Processo do Teatro Du Soleil com Fabiana Mello, Oficinas com os Grupo Moitará e Lume Teatro além de experiências com a família Colombaione e Técnica de Bufões com Hélvio Garcez Clow. Fez cursos de interpretação na Casa de cultura Laura Alvim com Daniel Herz e Susanna Kruguer, e no Teatro O Tablado com Taís Balloni, João Brandão e Ricardo Kosoviski. Como professor trabalhou na escola de formação de atores do Sindicato dos Artistas Sated, na Universidade Veiga de Almeida, no curso Rei Ator; no Grupo Nós do Morro, com Guti Fraga no "Projeto Tempo Livre Sesc" e na faculdade Univercidade com o diretor Daniel Herz, como diretor-assistente. Atualmente ministra aulas na Firjan e é professor do Teatro Miguel Falabella.

Informações Gerais sobre o Centro de Reciclagem de Atores:

reciclagemdeatores@gmail.com  e 21 9666-9954

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Palestras no Centro de Reciclagem de Atores (Rio de Janeiro, RJ)

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NOVEMBRO: Márcio Libar, Fábio Porchat, Fábio Ferreira e Ivan Sugahara. Neste último mês da Reciclagem, as aulas serão às terças, num charmoso Ateliê Na Visconde de Caravelas.


CRA – CENTRO DE RECICLAGEM DE ATORES
Novembro será o último mês do ano para participar do Centro de Reciclagem de Atores, workshop,voltado para a reciclagem e o treinamento continuado de atores profissionais que está acontecendo no Teatro Maria Clara Machado – Planetário. Todas as terças de novembro, das 19h às 22h, DE NOVEMBRO haverá aula com um professor diferente a cada semana.

Entre os ministrantes da reciclagem este anos, passaram renomados diretores como Moacir Chaves, Daniel Herz, Christiane Jatahy, Marcio Libar, Hamilton Vaz Pereira, Jefferson Miranda, Ivan Sugahara, entre outros.

Coordenando o CRA, a Diretora Geral do coletivo Clube da Cena e uma das diretoras Artísticas do Teatro Maria Clara Machado – Planetário, Cristina Fagundes.

Há abertura de novas vagas para o workshop mensalmente e o preenchimento das vagas é feito via seleção de currículo. O projeto é voltado apenas para atores com registro profissional.

Os interessados em ingressar no CRA, devem enviar currículo para cris1@ism.com.br

A mensalidade é de 250 reais e as vagas são limitadas. Indicando um amigo que também venha a ser selecionado você ganhará 20% de desconto na primeira mensalidade.

Mais informações: 21 9666-9954

Seguem abaixo os ministrantes do CRA em NOVEMBRO

DIA 02 – MÁRCIO LIBAR

DIA 09 – FÁBIO PORCHAT

DIA 16 – FÁBIO FERREIRA

DIA 23 – IVAN SUGAHARA

SOBRE OS MINISTRANTES:

DIA 02 – MÁRCIO LIBAR

Idealizador e fundador do Teatro de Anônimo, onde atuou por 18 anos e dos quais foi diretor nos primeiros sete, Marcio Libar concebeu o evento “Anjos do Picadeiro – Encontro Internacional de Palhaços”. No ano de 2003/2004 foi agraciado com a Bolsa Vitae de Artes que lhe permitiu a criação do Ateliê de Comicidade e que possibilitou a sistematização do seu processo criativo em torno da arte da palhaçaria. Em 2004 cria o Projeto Mundo ao Contrário, que dá suporte a todos os seus projetos desde então.

Considerado um dos palhaços mais importantes do Brasil na atualidade, seu trabalho como artista vai além da exploração da cena como ator. Há também o aspecto didático e pedagógico que contribui para o aprimoramento técnico desta arte. Sua oficina vem atraindo atores profissionais e iniciantes, além de artistas de vários segmentos das artes cênicas no país. Atualmente está envolvido com o lançamento nacional de seu primeiro livro “A Nobre Arte do Palhaço” que trata de seu aprendizado como palhaço dando conta de importantes personagens dessa cena.

21 anos trabalhando com teatro de rua circense, sempre buscou o equilíbrio entre a comédia falada e a comédia física no aprimoramento de seu ofício como brincante popular. É sobre esse aparato técnico que Marcio procura imprimir seu pensamento, sua filosofia, sua ética, sua estética e sua reflexão sobre a sociedade e a arte contemporânea.

Ø PRÊMIOS

•Premio Especial Cirque du Soleil - 2006(Mônaco)

•Nariz de Prata – 2006 (Festival de Circo de Monte Carlo)

•Melhor Ator – 2006 (Festival Nacional de Campos)

•Melhor Ator no Festival de Cinema de Paraty – 2005. Longa metragem “O Diabo a Quatro”, de Alice de Andrade.

DIA 09 – FÁBIO PORCHAT

Ele tem apenas 27 anos, mas, pelo currículo, Fábio Porchat já é um veterano. Na TV, ficou conhecido com Zé Maria, o primo extremamente chato do personagem de Fernando Caruso, no Zorra Total. Além de ator, foi roteirista do Zorra, do quadro Exagerados, do Fantástico (no qual também atuou), e colaborou no roteiro de Os Caras de Pau, todos da Rede Globo. Nesta sexta-feira (27/8), o cara – que ainda manda bem como apresentador – vai provocar risadas ao vivo em Porto Alegre.

No espetáculo solo Fora do Normal Porchat apresenta uma junção dos melhores momentos de um outro projeto do qual participa desde 2006, Comédia em Pé. Nesse show, o humorista divide as piadas com Cláudio Torres Gonzaga, Paulo Carvalho e Léo Lins. Juntos, eles formaram o primeiro grupo de stand-up comedy do Brasil.

Ainda no teatro, Porchat escreveu a peça Velha é Mãe, estrelada por Louise Cardoso e Ana Baird e dirigida por João Fonseca. Na TV, além dos quadros globais, também se aventurou na apresentação, com o programa De Perto Ninguém é Normal, no canal por assinatura GNT. O mais novo projeto é Tudo Junto e Misturado, também na Globo, em que participa como ator e redator ao lado de nomes como Bruno Mazzeo e Fabíula Nascimento. A série terá 12 episódios e deve ir ao ar às sextas-feiras, depois do Globo Repórter.

DIA 16 – FÁBIO FERREIRA

É diretor de teatro, pesquisador, professor universitário e produtor cultural, Bacharel em Artes Cênicas pela Uni-Rio, pós-graduado em História Social da Cultura pela PUC-Rio e doutorando em Teoria Literária, na USP. Fábio foi criador e diretor geral do RioCena Contemporânea (1996-2008) e colaborador do Jornal do Brasil (1992-1993) e da revista Bravo (1996-1998) e de outras publicações. Trabalhou no Instituto Municipal de Arte e Cultura do Rio de Janeiro (Rio Arte), inicialmente como diretor da Divisão de Artes Cênica, depois como Diretor de Projetos Artísticos e Presidente da insitituição de 2001 a 2003, tendo sido responsável pela criação e gestão dos Teatros do Rio, do Centro Coreográfico do Rio de Janeiro e do Centro de Arte Hélio Oiticica. É presidente da PROJÉTEIS – cooperativa carioca de empreendedores culturais.

DIA 23 – IVAN SUGAHARA

Nos últimos 3 anos, dirigiu várias peças. Em 2010: Terra do Nunca, de Ivan Sugahara e Leonardo Netto – Mostra Internacional de Teatro de Oeiras, Portugal (MITO) e Espaço SESC; Tudo que existe entre nós, de Ivan Sugahara (criado em Portugal para estréia na MITO); Tempo de Solidão, de Márcia Zanelatto – CCBB Rio; Blitz, de Bosco Brasil – Casa de Cultura Laura Alvim e Centro Cultural São Paulo; Sade em Sodoma, de Flávio Braga – Caixa Cultural Brasília e Rio. Em 2009: Play, de Rodrigo Nogueira – Teatro Solar de Botafogo, Teatro Nair Bello (SP) e turnê pelo Brasil; Às vezes é preciso usar um punhal para atravessar o caminho, de Roberto Alvim – Espaço Cultural Sérgio Porto; e Deixa eu brincar de ser feliz, deixa eu pintar o meu nariz, adaptação de Cyrano de Bergerac – Teatro SESI e Teatro Solar de Botafogo. Em 2008: Pelo amor de Deus, não fala assim comigo!, de Maria Carmem Barbosa – CCBB Rio; Sem Ana, de Caio Fernando Abreu – Espaço SESC; Memória Afetiva de um Amor Esquecido, de Rosyane Trotta – Espaço Oi Futuro e Festival de Curitiba (indicado aos prêmios Shell de Melhor Diretor e Qualidade Brasil de Melhor Diretor e Melhor Espetáculo).

Diretor da cia. Os dezequilibrados há 14 anos, com a qual montou 13 espetáculos, como Dilacerado (indicado ao Prêmio Qualidade Brasil de Melhor Diretor) e Vida, o Filme (indicado ao Prêmio Shell de Melhor Diretor), ambas de Daniela Pereira de Carvalho. Fora da companhia, encenou também 13 trabalhos, entre eles Notícias Cariocas, de Filipe Miguez, com a Cia. dos Atores e dirigido em conjunto com Enrique Diaz (vencedor dos Prêmios Qualidade Brasil de Melhor Espetáculo e de Melhor Diretor).

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Centro de Reciclagem de Atores ,programação out/2010 (Rio de Janeiro, RJ)


OUTUBRO: Susanna Kruger, Hamilton Vaz Pereira, Alexandre Mello e Paulo de Moraes


CRA – CENTRO DE RECICLAGEM DE ATORES

Está funcionando no Teatro Maria Clara Machado – Planetário, o Centro de Reciclagem de Atores, voltado para a reciclagem e o treinamento continuado de atores profissionais. Todas as segundas-feiras das 19h às 22h, durante o ano haverá aula com um professor diferente a cada semana.

Entre os ministrantes da reciclagem estarão renomados diretores como Moacir Chaves, Daniel Herz, Christiane Jatahy, Marcio Libar, Hamilton Vaz Pereira, Jefferson Miranda, Ivan Sugahara, entre outros.

Coordenando o CRA, a Diretora Geral do coletivo Clube da Cena e uma das diretoras Artísticas do Teatro Maria Clara Machado – Planetário, Cristina Fagundes.

Há abertura de novas vagas para o workshop mensalmente e o preenchimento das vagas é feito via seleção de currículo. O projeto é voltado apenas para atores com registro profissional.

Os interessados em ingressar no CRA, devem enviar currículo para cris1@ism.com.br

A mensalidade é de 250 reais e as vagas são limitadas. Indicando um amigo que também venha a ser selecionado você ganhará 20% de desconto na primeira mensalidade.

Mais informações: 21 9666-9954

Seguem abaixo os ministrantes do CRA em OUTUBRO:

DIA 04- Susanna Kruger

DIA 11 – Hamilton Vaz Pereira

DIA 18 – Alexandre Mello

Dia 25 – Paulo de Moraes

SOBRE OS MINISTRANTES:

DIA 04 – SUSANNA KRUGER

Susanna Kruger é atriz e diretora premiada. Começou seus estudos em 1977, no Teatro O’Tablado ingressando depois no Grupo TAPA onde atuou por cinco anos. Produziu e atuou em todas as montagens do Festival de Teatro Brasileiro -1985 à 1990. Em 1993 fundou a Companhia Atores de Laura que co-dirigiu artisticamente por 16 anos. Em 2000 passou a dirigir o Teatro Miguel Falabella e durante os nove anos em que esteve a frente de sua programação artística desenvolveu um projeto de formação de um público de teatro na Zona Norte do Rio de Janeiro.

Atuou em diversas montagens teatrais. Entre Prêmios e indicações, destacam-se Prêmio MINC Troféu Mambembe de melhor atriz (1988), Prêmio Coca-Cola de Teatro Jovem na categoria melhor direção (1996/1997). Em 2007 recebeu cinco prêmios por sua atuação no filme Esconde-Esconde, entre eles o do Festival de Brasília de Cinema Brasileiro. Por sua interpretação em CASA DE LAURA foi indicada ao Prêmio Shell de Teatro 2008 na categoria melhor atriz, trabalho que permanece em cartaz há quase dois anos consecutivos.

Desde 1988 desenvolve um trabalho voltado para a atuação teatral através de seus cursos livres na Casa de Cultura Laura Alvim, além de outros ministrados no Centro Cultural do Banco do Brasil, no Teatro Miguel Falabella, no SESC Rio e São Paulo, no Baukurs Cultural - onde também coordena uma reciclagem voltada para professores de teatro.

DIA 11 – HAMILTON VAZ PEREIRA

Hamilton de Souza Pinto Vaz Pereira (Rio de Janeiro RJ 1951). Diretor, autor, ator, compositor e diretor musical. Líder do Asdrúbal Trouxe o Trombone, grupo carioca que invade a cena com temática, personagens e modo de representar próprios da geração jovem da década de 70. Sua linguagem toma como centro de investigação o cotidiano da equipe de atores e reúne uma série de princípios que definem a produção dos grupos teatrais dos anos 70.

Hamilton faz curso de teatro com Maria Clara Machado, em O Tablado, de 1968 a 1970. É aluno de Sergio Britto, no Teatro Senac, em 1972. No ano seguinte, estuda no Teatro Ipanema, coordenado por Ivan de Albuquerque e Rubens Corrêa.

Inicia carreira profissional, em 1974, em O Inspetor Geral, estréia do Asdrúbal Trouxe o Trombone, no qual atua como diretor de todos os espetáculos e como integrante - trabalhando também na produção, na trilha sonora e na finalização dos textos.

Em 1975, dirige Ubu Rei, uma irreverente versão do texto de Alfred Jarry, confirmação do talento do conjunto. Trate-Me Leão, sua terceira direção dentro do grupo, inaugura, por meio da criação coletiva, uma nova linguagem na cena teatral brasileira ao propor um teatro que fala a língua da juventude carioca de Ipanema, construído por um processo de improvisações que resulta em narrativa fragmentada. O crítico Yan Michalski considera a direção "absolutamente brilhante".

Em 1980, é a vez de Aquela Coisa Toda, agora com roteiro assinado pelo próprio Hamilton sobre uma "dispersa trupe de solitários", inspirada na experiência coletiva do grupo. Em A Farra da Terra, 1983, última montagem do grupo, o diretor constrói um roteiro baseado em imagens, textos e fotos. No Teatro Villa-Lobos, apenas vinte espectadores assistem à encenação que une atores e público no palco, se deslocam pelo espaço e usam as cadeiras da platéia como cenário. A linguagem coloquial, urbana e cômica dos primeiros espetáculos ganha um tom poético e uma ênfase musical.

Mesmo com o desmembramento do grupo, a proposta e o estilo do diretor se mantêm, mas não encontram em cena os parceiros de criação que identificavam sua linguagem - os espetáculos não trazem mais as interpretações de Regina Casé e Luiz Fernando Guimarães. Inicia-se uma fase de valorização do elemento intelectual, em que as citações se sobrepõem à ação. É a fase de Ataliba, a Gata Safira, 1988, e de Nardja Zulpério, 1989. Em 1995, em 5 x Comédia, de Vicente Pereira, Mauro Rasi, Pedro Cardoso, Luis Fernando Veríssimo e Hamilton Vaz Pereira, reúne cinco comediantes de prestígio, Pedro Cardoso, Débora Bloch, Diogo Vilela, Fernanda Torres e Luiz Fernando Guimarães, espetáculo que é sucesso de bilheteria. Em seguida, o autor e diretor retorna à interpretação livre dos clássicos, seja dos gregos, Uiva e Vocifera, 1997, ou, de William Shakespeare, Omelete, escrito por José Roberto Torero,1998.

Filho rebelde de O Tablado, formado no Teatro de Grupo dos anos 70, Hamilton torna-se um artista múltiplo, assinando sempre mais de uma criação nas fichas técnicas de seus espetáculos.

DIA 18 – ALEXANDRE MELLO

Alexandre Mello é especializado na preparação de atores para o aprofundamento de personagens a partir da ação física. Desenvolve uma dinâmica própria de trabalho há vinte anos e atua como professor de interpretação na UniverCidade desde 1994. Fundou em 2005 o Grupo Ateliê Usina e organizou o livro Vestindo Nelson pela Editora Francisco Alves.

Em 2005 com o Ateliê Usina estréia Labirinto ou O estado em que me encontro na Escola de Cinema Darcy Ribeiro; realizou a intervenção Revelação/revolução na Estação Leopoldina no festival Riocenacontemporânea e Oriente-se!® na Cinelândia em 2006. Insulto público de Peter Handke em novembro/2005 no Teatro da UniverCidade e em 2006 no CCBB-Teatro II. Teorema, co-direção da Cia de Dança Márcia Rubin, CCBB. Canção de Mim Mesmo de Walt Whitman – Espaço SESC em outubro de 2006; em 2007 – Canção de Mim Mesmo – a proposição – Sesc Avenida Paulista – agosto e setembro; Quatro Pessoas de Mário de Andrade – Espaço SESC – maio de 2008.

Como diretor realizou também: O Rinoceronte de E.Ionesco – Espaço Cultural Sergio Porto e Espaço III do Teatro Villa-Lobos- 1997/98. A Paisagem Daqui é Outra – Itaú Cultural- São Paulo e X Panorama de Dança, Espaço Cultural Sergio Porto- (Escolhido entre os Dez Melhores do Ano de 2001 pela Crítica de O Globo)-com Cia. Márcia Rubin. Vassah de Máximo Gorki- Teatro Villa-Lobos, Teatro São Pedro (POA), Caxias do Sul, Teatro Sergio Cardoso (SP) 2000/01, Who´s gonna kill me?, performance no RioCena –Teatro Carlos Gomes- 2002, Vestido de Noiva de Nelson Rodrigues no Teatro do SESI Junho/julho de 2003.

Como ator no Grupo Mergulho no Trágico fez: Édipo Rei; Oréstia; Prometheus e As Troianas. Premiados com o Mambembe 1989 e o Shell 1990. Fez Ñaque de Sanchis Sinisterra – Turnê em Portugal- direção de Moncho Rodrigues – 1992; Family Voices de Harold Pinter – Teatro II do CCBB- direção: Silvia Paselo- 1995; Perdida nos Apalaches de Sanchis Sinisterra – Casa da Gávea- Direção: Sanchis Sinisterra-1997; Acteon de Virgílio Piñera – EntrèScenen Teatret- Aarhus, Dinamarca- direção: Miyoko Kataoka- 1998. Atuou em Capital Federal –CCBB no Rio e em Na Geladeira no Espaço SESC em 2003 e circuito SESC-RJ, em turnê. Participou do Festival de Moañas (Espanha); Festival de Teatro Grego (Ribeirão Preto- SP); Porto Alegre em Cena, Internacional de Teatro de Almada (Portugal), RioCena Contemporânea em 2002/03/05 e FENARTE 2003 (João Pessoa). Atualmente (2010) em cartaz com o espetáculo HAMELIN de Juan Mayorga no CCBB Rio, depois de temporada de CCBB São Paulo. Apresentou-se ainda em Fortaleza, Salvador e Manaus. Atualmente prepara MIRA! em parceria com Oscar saraiva com estréia prevista para o dia 10 de junho na arena do Espaço SESC.

DIA 25 – PAULO DE MORAES

Diretor, autor e cenógrafo. Diretor artístico da Armazém Companhia de Teatro, busca um teatro mais próximo do jogo, pensado em grande medida com base na relação do ator com o espaço cênico. Funda uma dramaturgia própria, inspirando-se livremente na literatura e dramaturgia clássica para apresentar as reflexões do grupo.

Inicia a carreira em Londrina, Paraná, em 1984, no elenco de Toda a Nudez Será Castigada, de Nelson Rodrigues, montada pelo Grupo Delta, com direção de José Antonio Teodoro. Forma-se em jornalismo e, ainda jovem, ministra oficinas de iniciação teatral no Colégio Delta. Em 1987, estreia na direção teatral com seu grupo de alunos, encenando a peça Aniversário de Vida, Aniversário de Morte, adaptação sua para o texto de Nossa Cidade, de Thornton Wilder. Funda então, em Londrina, a Cia. Dramática Bombom Pra Que Se Pirulito Tem Pauzinho Pra Se Chupar.

Com a repercussão que o primeiro espetáculo alcança, o diretor dá continuidade ao trabalho com o grupo. Monta Périplo, o Ideograma da Obsessão, criando um roteiro com base em fragmentos da obra de Oswald de Andrade, em 1988, e, no ano seguinte, o grupo aluga um barracão onde se instala e inicia a investigação das potencialidades da cena em espaços alternativos. Em 1990, retoma a estética da colagem de fragmentos na peça A Construção do Olhar, com base na obra de William Shakespeare. Um ano depois, encena Alabastro, adaptação sua para a peça Salomé, de Oscar Wilde.

O grupo passa a se chamar Armazém Companhia de Teatro, se estabelece em nova sede e estreia, em 1993, A Ratoeira É o Gato, discurso sobre a violência com colagem de textos de Michel de Ghelderode, Heiner Müller e outros autores. Com esse espetáculo faz temporada no Rio de Janeiro e recebe elogios da crítica, que ressalta tanto a ligação estreita entre a cena e a cenografia (criada também por Paulo de Moraes) quanto a disponibilidade dos atores para a acrobacia. Segundo Barbara Heliodora, "todo o grupo mostra ótima preparação corporal, e esta é usada para a criação do personagem e o bom funcionamento das cenas, não para exibicionismos gratuitos e nem como substituto de interpretação; a todos os momentos há desenho de personagem e verdade interpretativa, indispensáveis mesmo quando, como aqui, a linha é totalmente antirrealista e os valores plásticos uma preocupação de todos os momentos".1

Com o apoio da Secretaria de Cultura de Londrina, Paulo de Moraes dirige, em 1994, A Tempestade, de Shakespeare, com o ator Paulo Autran, à beira do lago Igapó. A companhia comemora os 10 anos com a encenação de Sob Sol em Meu Leito após a Água, texto de Paulo de Moraes em parceira com Mauricio Arruda Mendonça, que propõe um cruzamento do épico indiano O Mahabharata com narrativas populares brasileiras.

Em 1997, a Armazém muda-se para o Rio de Janeiro, e monta, no ano seguinte, Esperando Godot, de Samuel Beckett. Quando o grupo passa a ocupar o espaço da Fundição Progresso, em 1999, estreia Alice Através do Espelho, criação com base na obra de Lewis Carroll. A cenografia de Paulo de Moraes e Gelson Amaral coloca o espectador no centro da ação, e, segundo Macksen Luiz, a encenação "inventa um espaço cenográfico dentro do qual Alice Através do Espelho realiza a 'ação física' da trama, criando um envolvimento concreto [...] penetrando numa dimensão física semelhante às experiências vividas pela personagem".2

A companhia obtém patrocínio permanente da Petrobras, em 2001. Nesse ano, encena Da Arte de Subir em Telhados, texto que elabora um retorno à infância, em renovada colaboração dramatúrgica de Paulo de Moraes com Maurício Arruda Mendonça - parceria que se mantém em trabalhos posteriores. A concepção cenográfica de Moraes recebe o Prêmio Shell. Em 2002, Pessoas Invisíveis apresenta a pesquisa do grupo sobre a obra de Will Eisner; em 2003, Moraes dirige Casca de Noz, adaptação de As Cosmicômicas, de Ítalo Calvino. Em A Caminho de Casa, de 2004, a dupla de dramaturgos propõe ao grupo uma narrativa sobre a fé nos dias atuais. Valmir Santos escreve: "Moraes é um diretor que conjuga o caráter espetacular da cena e a convicção de que o espectador precisa ser envolvido por uma boa história. Não espanta, portanto, que ele maneje cenografia, desenhe luz, crie trilha sonora e pratique a escrita teatral, vezo literário do jornalismo de formação. Opera a fantasia de modo peculiar. Compõe a cena com minúcias, guiado por um sentido lúdico do jogo. Disso não recua mesmo quando impregnado da tragédia".3

Pela direção de Toda Nudez Será Castigada, de Nelson Rodrigues, em 2005, Paulo de Moraes recebe o Prêmio Shell. Em 2007, monta com a Armazém Mãe Coragem e Seus Filhos, de Bertolt Brecht, a convite da atriz Louise Cardoso. No ano seguinte, encena dramaturgia oriunda da parceria com Mendonça, Inveja dos Anjos, pela qual recebem o Prêmio Shell de melhor texto.

Em paralelo às atividades desenvolvidas na companhia, Moraes assume a direção de alguns espetáculos: FLAP!, que comemora os 15 anos da Intrépida Trupe, em 2001; O Pequeno Eyolf, de Henrik Ibsen, em 2004; Fala Baixo Senão Eu Grito, da dramaturga Leilah Assumpção, em 2007; e, no mesmo ano, de Pequenos Milagres, projeto do Grupo Galpão, dramaturgia elaborada com base em cartas enviadas ao grupo contendo relatos de pessoas comuns.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Centro de Reciclagem de Atores ,programação set/2010 (Rio de Janeiro, RJ)

Daniel Herz é um dos palestrantes de setembro

Seguem abaixo informações sobre o projeto e os 4 diretores que vão ministrar as aulas em setembro.


CRA – CENTRO DE RECICLAGEM DE ATORES

Está funcionando no Teatro Maria Clara Machado – Planetário, o Centro de Reciclagem de Atores, voltado para a reciclagem e o treinamento continuado de atores profissionais. Todas as segundas-feiras das 19h às 22h, durante o ano haverá aula com um professor diferente a cada semana.

Entre os ministrantes da reciclagem estarão renomados diretores como Moacir Chaves, Domingos de Oliveira, Christiane Jatahy, Marcio Libar, Hamilton Vaz Pereira, Jefferson Miranda, Ivan Sugahara, entre outros.

Coordenando o CRA, a Diretora Geral do coletivo Clube da Cena e uma das diretoras Artísticas do Teatro Maria Clara Machado – Planetário, Cristina Fagundes.

Há abertura de novas vagas para o workshop mensalmente e o preenchimento das vagas é feito via seleção de currículo. O projeto é voltado apenas para atores com registro profissional.

Os interessados em ingressar no CRA, devem enviar currículo para cris1@ism.com.br

A mensalidade é de 250 reais e as vagas são limitadas. Indicando um amigo que também venha a ser selecionado você ganhará 20% de desconto na primeira mensalidade.

Mais informações: 21 9666-9954

Seguem abaixo os ministrantes do CRA em SETEMBRO:

DIA 06 – THIERRY TRÉMOUROUX

DIA 13 – CARLA CHUEKE

DIA 20 – DANIEL HERZ

DIA 27– MICHEL BERCOVITCH

SOBRE OS MINISTRANTES:

DIA 06 – THIERRY TRÉMOUROUX

Ator e diretor belga radicado no Brasil, formado em psicologia, trabalhou durante 15 anos na França ao lado de artistas como Jean-Claude Carrière e Yoshi Oïda, ambos colaboradores de Peter Brook, de Zygmunt Molik, co-fundador do Teatro Laboratório de Grotowski e de Stefano Scribani do Piccolo Teatro del Milano. No Brasil desde 1994, co-fundou o grupo l'acte – Atos da Criação Teatral – realizando grandes parcerias com artistas do teatro contemporâneo da Europa. Autores como Novarina, Gombrowicz, Valletti, Lagarce e Reinshagen, foram assim introduzidos no país.

Com o grupo l'acte dirigiu durante dois anos, o Teatro Aliança Francesa de Botafogo/RJ, realizando neste espaço diversas criações artísticas. Foi membro do Laboratório do Ator/Funarte, ministrando ateliês de formação para atores e de dramaturgia no Brasil. Associou-se, como ator convidado, à produtores e diretores de teatro, cinema e televisão como Monique Gardenberg (Os Sete Afluentes do Rio Ota; Tim Jazz; Ó pai, ó), Bia Lessa (Medéia, As Três Irmãs, Casa de Bonecas), Miguel Farias (O Shangô de Baker Street, Vinícius) Zelito Viana (Villa Lobos) e Ricardo Waddington (Rede Globo). Em 2007, foi curador dos encontros "Passage à l´acte" trazendo artistas internacionais como Hassane Kuyaté, François Berreur etc.

Entre as direções realizadas seus principais trabalhos são: "Depois da Chuva", de Sergi Belbel; "Aqui Jaz Marylin Monroe", "92-58-89", de Gerlind Reinshagen; "Santo Elvis" e "Monsieur Armand, Vulgo Garrincha", de Serge Valletti; "Ivone, Princesa da Borgonha" de Witold Gombrowicz, e "Diante da Palavra", de Valère Novarina. Dirigiu criações coletivas para a Casa das Artes de Laranjeiras como "Don Juan", profissão ator, "E viveram felizes para sempre?" e "E Até que a morte nos separe". Em 2008 foi diretor da Cia Aplauso. Em 2009 montou "Don Juan – DJ", "A Inquietude" de Valère Novarina e o encontro musical "Ponts" em Lons Le Saunier/FR, dentro da programação France-Brésil. Paralelamente, participou como ator da turnê mundial de "A Gaivota" com direção de Enrique Diaz e da turnê nacional de "Apropriação" a partir da obra de Harold Pinter com direção de Bel Garcia. Atualmente, além de circular com "A Inquietude" de Valère Novarina com Ana Kfouri, Thierry está em turnê internacional com a peça "Otro" do Coletivo Improviso, direção de Enrique Diaz e Cristina Moura.

DIA 13 – CARLA CHUEKE

Produtora de elenco com vasta experiência, atuando sobretudo com casting para publicidade e cinema, ministra o workshop Rumos para o Ator, onde orienta os atores a se colocarem no mercado, abordando assuntos como: apresentação em testes, marketing pessoal, preparação do material de trabalho, Profissão do ator, agente empresarial, gestão de carreira, produção de elenco e mais...

Alguns trabalhos realizados:

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Campanhas Cerveja Antarctica (todas)

Produtora: Cine Cinematografica

Direção: Clovis Mello

Veiculação: Nacional

Campanhas Sandálias Havaianas (todas)

Produtora: Cine Cinematografica

Direção: Clovis Mello

Veiculação: Nacional

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Produtora: Cine Cinematografica

Direção: Clovis Mello

Veiculação: Nacional

COB – A Paixão nos Une

Produtora: o2 Filmes

Direção: Fernando Meirelles

Veiculação: Mundial – apresentação em Copenhagen em Agosto 2009

Bradesco Vai que............

Produtora: o2 Filmes

Direção: Fernando Meirelles

Veiculação: Nacional

Campanha Postos Ipiranga

Produtora: Zeppelin Filmes

Direção: Rodrigo Pesavento

Veiculação: Nacional

CLIPS

Festa / Ivete Sangalo

Produtora: Tv Zero

Direção:André Horta

Qual é?? / Marcelo D2

Produtora: Julio Xavier

Direção: Johny Araujo

CINEMA

O Tempo das Uvas 1997

Dulce Conforto Produções Artísticas

Direção: Juarez Precioso

2 vezes com Helena 2000

Fraiha Produções

Direção: Mauro Farias

Jacobina 2001

Produtora: LC Barreto

Direção: Fabio Barreto

A Incrível historia da mulher que mudou de cor 2003

Produtora: LC Barreto

Direção: Marcelo Santiago

Sonhos e Desejos 2005

Produtora: LC Barreto

Direção: Marcelo Santiago

O Ultimo Virgem 2010

Direção : Wagner Santisteban

DIA 20 – DANIEL HERZ

Ator, professor e diretor de teatro, é diretor artístico dos Atores de Laura desde 1992 e do Teatro Miguel Falabella. Atuou em diversas produções teatrais entre as quais: "Nossa Senhora das Flores", adaptação para a cena do romance de Jean Genet (1987) e "O jovem Törless", adaptação do romance de Robert Musil, encenada no CCBB em 1996. Destacou-se como encenador nas últimas duas décadas, tendo recebido prêmios de melhor direção pelos espetáculos "Romeu e Isolda" (1996), "Decote" (1997), "A flauta mágica" (2000), "As artimanhas de Scapino" (2002).

Em 2000 encenou no CCBB "Esplêndidos", peça rejeitada por Jean Genet, que até então só havia sido montada na França e na Inglaterra. É responsável igualmente pela direção de "Zastrozzi", de George Walker, que compartilhou com o protagonista Selton Mello (2002), "Otelo da Mangueira", de Gustavo Gasparani (2006) e "Tom e Vinicius – o musical", de Daniela Pereira e Eucanaã Ferraz, em cartaz no Rio de Janeiro em 2009. Em 2010 dirigiu O Barbeiro de Ervilha, adaptação de Vanessa Dantas da ópera O Barbeiro de Sevilha de Gioacchino Rossini, para teatro infantil.

Diretor de uma das mais relevantes companhias teatrais do Rio de Janeiro, a Cia Atores de Laura, onde também assina dramaturgia nas criações coletivas, Daniel é professor de teatro há mais de 20 anos, dando aulas na oficina regular da Casa de Cultura Laura Alvim e na Firjan, entrou outros espaços. Entre seus espetáculos:

A Entrevista (Rio de Janeiro - 1993)

Cartão de Embarque (Rio de Janeiro - 1994)

Romeu e Isolda (Rio de Janeiro - 1995)

Sonhos Shakespearianos de uma Noite de Inverno (Rio de Janeiro - 1995)

Decote (Rio de Janeiro - 1996)

A Casa Bem Assombrada (Rio de Janeiro - 1998)

O Julgamento (Rio de Janeiro - 1998)

O Mundo Não Me Quis (Rio de Janeiro - 1998)

A Flauta Mágica (Rio de Janeiro - 1999)

As Rosas de Nossa Senhora (Rio de Janeiro - 1999)

Auto da Índia ou Arabutã (Rio de Janeiro - 2000)

Esplêndidos (Rio de Janeiro - 2000)

As Artimanhas de Scapino (Rio de Janeiro - 2002)

As Artimanhas de Scapino (São Paulo - 2003)

O Conto do Inverno (Rio de Janeiro - 2004)

A Glória de Nelson (Rio de Janeiro - 2005)

N. I. S. E. (Rio de Janeiro - 2006)

Tom & Vinícius - O Musical (São Paulo - 2008)

DIA 27 – MICHEL BERCOVITCH

Michel Bercovitch é ator, diretor e produtor com diversos trabalhos no teatro, cinema e televisão. É professor de teatro há mais de 20 anos e está á frente há mais de 10 anos da Cia Prática de Teatro.

Fez seus primeiros estudos de teatro em 1982, com Miguel Falabella. Participou de diversas montagens do TACA (Teatro Amador do Colégio Andrews).

Freqüentou os cursos de Carlos Wilson, no Tablado em 1986, e ali atuou no papel de Hänschen Rilow, em "O Despertar da Primavera", de Frank Wedekind, dirigido por Cacá Mourthé. Participou, também, de "Quatro Meninas", adaptação teatral do romance "Little Women", de Louise May Alcott; "Odisséia", de Homero, e "Van Gogh", de João Uchoa, no Teatro dos Quatro, todas dirigidas por Carlos Wílson.

Em 1988, atuou em "Camaleão na Lua", de Maria Clara Machado. No ano seguinte, integrou o elenco de "Os Doze Trabalhos de Hércules", adaptação da obra de Monteiro Lobato.

Esteve matriculado, entre 1989 e 1990, no Programa para Estudantes Estrangeiros da Universidade de Tel Aviv, onde fez cursos de teatro e literatura dramática, entre outros. De volta ao Rio, atuou em "Romeu e Julieta", de William Shakespeare, que comemorava os quarenta anos do Tablado.

Produziu, em 1992, juntamente com Marcelo Serrado, Oberdan Junior e Selton Mello, "Os Meninos da Rua Paulo", de Ferenc Molnar, dirigida por Ricardo Kosovsky. Professor de teatro desde 1990, no Colégio Divina Providência, em seguida no Teatro de Bolso (1991), no Teatro Ipanema (1992-1993), no Café-Teatro Othon (1993), no Centro Laban de Artes do Movimento, e também na Oficina de Artes.

Em 1993, dirigiu montagem experimental de "Sonho de Uma Noite de Verão", de William Shakespeare. Foi assistente de direção de Antônio Abujamra em "O Inferno São os Outros" (Huis Clos), de Jean-Paul Sartre.

Estreou, em 1994, com Felipe Martins a co-direção de "O Despertar da Primavera", de Frank Wedekind.

Em 1995 e 1996, dirigiu, no projeto Prática 95, os seguintes espetáculos: "Beijo no Asfalto", de Nelson Rodrigues; "O Pagador de Promessas", de Dias Gomes e "Sonho de Uma Noite de Verão", de Shakespeare. Recebeu onze indicações ao Prêmio Festival de Teatro do Rio de Janeiro.

Atuou, em 1996, no espetáculo "O Jovem Törless", de Robert Musil, dirigido por Ivone Hofmann. Nesse mesmo ano, fundou a Companhia Prática de Teatro e o espaço Aquário, espaço cultural. A Companhia estreou "O Despertar da Primavera", em 1996, no Teatro Ipanema.

Em 1997, dirigiu "Nossa Cidade", de Thorton Wilder e Titus Andronicus, de Shakespeare.

Dirigiu e atuou na montagem da peça "Muito Barulho por Nada", de Shakespeare, em 1998.

Em televisão, participou das novelas "Perigosas Peruas", "O Rei do Gado", na minissérie "Chiquinha Gonzaga", da TV Globo.

No cinema, atuou como ator do filme "Woman on Top", com direção de Fina Torres e produção da Fox.

Em 1999, dirigiu o espetáculo "O Zelador", de Harold Pinter, foi indicado ao Prêmio Shell de melhor diretor e ganhou o Prêmio Bravo! - Revelação 1999.

Estreou, em 2001, "Viagem ao Centro da Terra", espetáculo itinerante no qual trabalhou como diretor-assistente. O espetáculo foi vencedor na categoria especial do Prêmio Shell neste ano. Colocou em cartaz no Teatro Ipanema e, em seguida, no Teatro Gláucio Gill, a direção e produção do espetáculo infantil "As Aventuras de Tom Sawyer". O espetáculo recebeu os prêmios Maria Clara Machado de Teatro infantil de melhor adaptação, melhor atriz e melhor espetáculo.

Em 2002, atuou no filme "Lost Zweig" , de Silvio Back e integrou o elenco de "Casa de Boneca", de Ibsen, com direção de Aderbal Freire-Filho. Dirigiu a peça "Reveillon", de Flávio Márcio, e o novo espetáculo infantil da Cia Prática de Teatro, "A Jornada do Rei Artur".

Esteve em cartaz, em 2003, como ator no espetáculo "Zastrozzi", de George Walker, dirigido por Daniel Herz e Selton Mello e também com a direção de "O Cara que Dançou Comigo", de Mário Bortolotto.

Em 2004, dirigiu as montagens de "Assim é Se Lhe Parece", de Luigi Pirandello e "Jogos de Massacre", de Eugène Ionesco, além de participar da turnê nacional de "O Zelador".

Em 2005, estreou em seu primeiro longa metragem, "Cabra Cega" de Toni Venturi, grande vencedor do Festival de Brasília. Filmou "Desafinados", de Walter Lima Junior, no papel de Leon. Ainda em 2005, participou da novela "Alma Gêmea", no papel de Ciro. No mesmo ano, dirigiu a peça "Jogos na Hora da Sesta", de Roma Mahieu, que cumpriu temporada no Teatro do Leblon. Também participa do espetáculo "Beijo no Asfalto", de Nelson Rodrigues, na casa de Cultura Laura Alvim, comemorando os dez anos da Companhia Prática de Teatro.

Atuou na novela "Paixões Proibidas", da TV Bandeirantes, em 2006.

Em 2008, Michel Bervovitch faz uma participação especial na novela "Beleza Pura", da Rede Globo.

Ainda em 2008, o ator participa do especial de fim de ano da Record "Os Óculos de Pedro Antão". Adaptação para TV de um conto de Machado de Assis, o especial é parte da programação de fim de ano da Record, em homenagem ao centenário da morte do escritor brasileiro.

Entre 2009 e 2010, Michel está em cartaz no teatro com a peça "Gorda", de Neil Labute, protagonizada por Fabiana Karla. Por seu desempenho nessa peça, Michel Bercovitch foi indicado para o prêmio Shell Rio de Janeiro de melhor ator em 2009.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Centro de Reciclagem de Atores, no Maria Clara Machado (Rio de Janeiro,RJ)

"Corte Seco", dir.: Christiane Jatahy, no Teatro Maria Clara Machado

CRA – CENTRO DE RECICLAGEM DE ATORES


Está funcionando no Teatro Maria Clara Machado – Planetário, o Centro de Reciclagem de Atores, voltado para a reciclagem e o treinamento continuado de atores profissionais. Todas as segundas-feiras das 19h às 22h, durante o ano haverá aula com um professor diferente a cada semana.

Entre os ministrantes da reciclagem estarão renomados diretores como Moacir Chaves, Daniel Herz, Christiane Jatahy, Marcio Libar, Hamilton Vaz Pereira, Jefferson Miranda, Ivan Sugahara, entre outros.

Coordenando o CRA, a Diretora Geral do coletivo Clube da Cena e uma das diretoras Artísticas do Teatro Maria Clara Machado – Planetário, Cristina Fagundes.

Há abertura de novas vagas para o workshop mensalmente e o preenchimento das vagas é feito via seleção de currículo. O projeto é voltado apenas para atores com registro profissional.

Os interessados em ingressar no CRA, devem enviar currículo para cris1@ism.com.br

A mensalidade é de 250 reais e as vagas são limitadas.

Mais informações: 21 9666-9954

Seguem abaixo os ministrantes do CRA em julho:

Dia 05 de julho - Ernesto Piccolo

Dia 12 de julho - Christiane Jatahy

Dia 19 de julho - Luís Artur Nunes

Dia 26 de julho - Helena Varvaki

Ernesto Piccolo Neto

É ator, diretor de teatro e professor de teatro.

Um dos nomes de maior destaque na atual cena carioca e diversos prêmios na bagagem, o ator e diretor Ernesto Piccolo já foi indicado duas vezes ao Prêmio Shell: melhor direção por "Divã" e na categoria Especial pelo desenvolvimento do projeto Oficinas de Criação de Espetáculo, que ele coordena e dirige no Centro de Artes Calouste Gulbenkian.

Recebeu também o Prêmio Coca Cola pela direção do musical infantil "A Guerrinha de Tróia".

Principais Trabalhos:

Teatro:

"A Leve, o Próximo Nome da Terra"

"Desejos, Bazófias e Quedas"

"Amigas"

"O Futuro do Pretérito"

"Enfim Sós"

"Arraiá ou a Verdadeira História da Onça que Comia Caqui"

"A Maconha da Mamãe é a mais Gostosa"

"Os Visigodos"

"O Piano à Luz da Lua"

"Pluft, o Musical"

"O Que o Mordomo Viu"

"Galileu"

"Lorenzzaccio"

"Tiro Ao Alvo"

"As Desgraças de Uma Criança"

"Zartan"

"Capitães da Areia"

Cinema:

Gatão de Meia Idade

Benjamim

Como ser Solteiro

For All: O Trampolim da Vitória

Super Xuxa Contra o Baixo Astral

O Cabeça de Copacabana - Curta

Açaí com Jabá - Curta

Happy Hour - Curta

Decisão- Curta

Dois Na Chuva - Curta

Melodrama - Curta

Patriamada

TV:

Alma Gêmea

A Diarista

Carga Pesada

A Turma do Didi

Retrato Falado

Brava Gente Brasileira (episódio "Um Edifício Chamado 200")

Zorra Total

Mulher

Como Ser Solteiro, A Série (série produzida pelo Multishow)

Na Arquibancada (MultiRio)

Caça Talentos

O Fantasma da Ópera

Ana Raio e Zé Trovão

Floradas na Serra

Pantanal

Kananga do Japão

O Pagador de Promessas

Eu Prometo

Jogo da Vida

Em 2007, protagonizou com Sílvia Buarque, o seriado "Paidecendo no Paraíso", na GNT e atuou no programa especial da Rede Globo, "Faça Sua História".

No ano de 2009, dirigiu o espetáculo "Os Difamantes", com Maria Clara Gueiros e Emílio Orciollo Netto, e "História de Nós 2", com Alexandra Richter e Marcello Valle, peça indicada para o Prêmio Shell de 2009 pelo melhor texto.

Christiane Jatahy.

Diretora, dramaturga e atriz. Fundadora da Companhia Vértice de Teatro, seu trabalho se centra na pesquisa de linguagem e nas relações entre ator e público.

As primeiras atividades relacionadas ao teatro datam da adolescência, no Colégio Andrews, no Rio de Janeiro, em curso extracurricular ministrado por Miguel Falabella. Em 1984, atua em Cabaré, com texto e direção de Falabella, e em 1985, com o mesmo diretor, em Happy End, de Elisabeth Hauptman e Bertolt Brecht. Integra o grupo Mergulho no Trágico, no qual é dirigida por José Da Costa em Édipo Rei, de Sófocles, em 1988.

Interpreta textos do espanhol José Sanchis Sinisterra, autor sempre presente em sua produção, entre eles Ñaque, de Piolhos e Atores, em 1991, encenado por Moncho Rodriguez; Ay, Carmela, por Aderbal Freire-Filho, em 1993; e Perdida nos Apalaches, dirigida pelo autor, em 1997. A aproximação com a dramaturgia espanhola se reforça quando, em 1992, participa do curso Nuevos Enfoques de la Creación Teatral em Barcelona, na Sala Beckett, oportunidade para contatar autores, teóricos e dramaturgos.

Em 1994, com o cenógrafo Marcelo Lipiane e um elenco de 20 atores, cria o Grupo Tal, que compõe a Trilogia da Iniciação. Christiane assina a dramaturgia e a direção dos infantis Peter Pan, de J. M. Barrie, 1996; Alice, de Lewis Carrol, 1998; e Pinóquio, de Carlo Collodi, 1999. Esse grupo termina em 2000, e Christiane passa a dedicar-se ao teatro adulto, fundando a Companhia Vértice de Teatro, da qual é diretora artística.

No primeiro espetáculo dessa nova fase, Carícias, do catalão Sergi Belbel, inaugura o Teatro do Jóquei em 2001, com um encontro sobre a nova dramaturgia da Espanha. Em 2003, dirige Memorial do Convento, romance de José Saramago, com tratamento dramatúrgico de Sinisterra. A montagem é bem recebida pela crítica, que abona as soluções e os esforços imaginativos da encenação para conservar a força da obra literária.

A partir de 2004, Christiane radicaliza as pesquisas formais do grupo. Em Conjugado, monólogo interpretado por Malu Galli, a vida de uma mulher solitária ganha representação por meio da combinação de performance, projeção de documentário e instalação, elementos do cenário inventivo de Marcelo Lipiane. A peça inicia a trilogia intitulada Uma Cadeira para a Solidão, Duas para o Diálogo e Três para a Sociedade. A segunda parte dessa série, A Falta que nos Move ou Todas as Histórias São Ficção, 2005, joga abertamente com as relações entre ator e platéia. Enquanto prepara um jantar e espera um convidado, o elenco conversa com o público sem deixar claro, em muitos momentos, os limites entre interpretação, realidade e ficção. O espetáculo, segundo Sérgio Salvia Coelho caracteriza-se como a "obra-prima do naturalismo experimental de Christiane".1

Em 2006, as qualidades da diretora se revelam também em uma montagem mais convencional, a de Leitor por Horas, com Ana Beatriz Nogueira, Luciano Chirolli e Sebastião Vasconcelos. Trata-se de outro texto de Sinisterra, em que um pai contrata um homem para ler obras clássicas para a filha cega, tema adequado para abordar a metalinguagem. A crítica Mariângela Alves de Lima escreve sobre as virtudes da peça: "Cristiane Jatahy dirige a encenação atenta ao sentido de refração dos signos artísticos. Sendo parte de sintaxe teatral as personagens giram em torno de um eixo oferecendo a cada cena perspectivas diferentes de contemplação. De modo análogo, as composições dos intérpretes são fluidas e variáveis para que não se colem às personagens traços fixos de caráter ou psiquismo. (...) o espetáculo tem o encanto especial da revelação endereçada a poucos e privilegiados espectadores. É a um só tempo íntimo, em razão das dimensões e da proximidade entre atores e público, e impessoal porque aborda os abstratos problemas da comunicação artística".2

A partir de 2001, começa a ministrar aulas no curso de interpretação da Escola de Artes Dramáticas do Centro Universitário do Rio de Janeiro - UniverCidade.

Luis Artur Nunes

é Diretor e professor. Com carreira acadêmica contínua, dirige o Núcleo Carioca de Teatro, onde pesquisa o teatro épico e é pioneiro em duas iniciativas: a descoberta da teatralidade nas convenções do melodrama e nas crônicas de Nelson Rodrigues.

Forma-se em 1971 como bacharel em direção teatral e leciona entre 1973 e 1990 no Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Em 1976, conclui mestrado em teatro pela Universidade de Nova York. Em Porto Alegre, faz suas primeiras experiências de direção com o Grupo de Teatro Província, no início da década de 70. Encena também vários trabalhos de sua autoria, como: Sarau das 9 às 11, em parceria com Caio Fernando Abreu, 1976; DeColagem, 1977; Mo(vi)mentos e (Ins)Pirações; A Comédia dos Amantes; 1979; e Love/Love/Love, 1981.

Depois de quatro anos em Nova York, onde conclui doutorado em teatro e dirige dois espetáculos, monta A Fonte, 1988, adaptação da obra de Erico Verissimo, merecendo o prêmio de direção do sindicato dos artistas de Porto Alegre. No mesmo ano encena, no Rio de Janeiro, A Maldição do Vale Negro, 1988, escrito em parceria com Caio Fernando Abreu. A montagem parodia a dramaturgia e a linguagem do melodrama e vale aos autores o Prêmio Molière. O crítico Macksen Luiz considera que o diretor trata o material escrito com elegância: "Luiz Arthur desenha com estilo (...) cada cena do espetáculo, o que revela um cuidado de acabamento e um detalhamento raros de se encontrar ultimamente".1 Segundo o crítico Armindo Blanco, trata-se de "uma experiência quase laboratorial, muito envolvente na relação com a platéia graças à perfeita e disciplinada identificação dos atores com o autor/diretor." 2

Em 1990, morando no Rio de Janeiro, transfere-se para a Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ. A partir de 1996, é contratado como professor titular no Departamento de Direção Teatral e no Programa de Pós-Graduação em Teatro da Escola de Teatro da Universidade do Rio de Janeiro, Uni-Rio. No Rio de Janeiro, a partir da estréia e da boa receptividade de A Maldição do Vale Negro, funda o Núcleo Carioca de Teatro, dedicado a experiências teatralistas. Com o espetáculo A Vida Como Ela É, teatralização de crônicas de Nelson Rodrigues, 1991, ganha o Prêmio Sated/RJ pela direção. Fora do Núcleo, Luiz Arthur dirige A Volta ao Lar, de Harold Pinter, 1992, A Caravana da Ilusão, de Alcione Araújo, e Vestido de Noiva, de Nelson Rodrigues, 1993, Como Diria Montaigne, de Wilson Sayão, 1995, com Ivone Hoffman no papel da protagonista.

Em 1996, o Núcleo Carioca de Teatro retorna com Tragédias Cariocas para Rir, teatralização de contos de Machado de Assis (1839 - 1908), João do Rio, Orígenes Lessa (1903 - 1986), Ignácio de Loyola Brandão (1936) e Rubem Fonseca, com cenografia de Lidia Kosovski. No ano seguinte, Luiz Arthur encena O Homem e a Mancha, de Caio Fernando Abreu, e Seria Trágico se Não Fosse Cômico, de Dürrenmatt. Em 1998, dirige Que Mistérios tem Clarice, teatralização de textos de Clarice Lispector (1925 - 1977), e Chico Viola, do próprio Luiz Arthur Nunes.

Com o Núcleo, realiza O Correio Sentimental de Nelson Rodrigues, em 1999, tomando novamente a função do narrador como chave para a teatralidade. No mesmo ano, dirige O Momento de Mariana Martins, de Leilah Assumpção, e, em 2002, Arlequim, Servidor de Dois Patrões, de Carlo Goldoni.

Helena Varvaki

é atriz e diretora

Formada na Escola de Teatro P. Katsélis e no Studio de Movimento Teatral de Nellie Karas, Atenas/Grécia. Estudou com o Odin Teatret e Eugenio Barba. Fez curso de interpretação com Fatima Toledo.

É professora e coordenadora adjunta no Curso de Artes Dramáticas da UniverCidade.

Destaques em teatro: A AURORA DA MINHA VIDA, direção Naum Alves de Souza, 1984; VIA

CRUCIS DO CORPO, direção Manoel Prazeres, 1987; JÁ NÃO PENSO MAIS EM TI, direção Marcia Rubin,

1995; MÃO NA LUVA, direção Dudu Sandroni, 1998; O MAIS FROUXO DOS DEUSES (indicação

Mambembe), direção Flávio Desgranges, 1998; PENÉLOPE, direção Antonio Guedes, 1995; ENTRE O CÉU

E O INFERNO, direção Cristina Pereira, 2002; NAVALHA NA CARNE, direção Antonio Guedes, 2003;

KSENI, direção Jocy de Oliveira, 2006; A ARTE DE TER RAZÃO, direção Vitor Lemos, 2007; A FRUTA E A

CASCA, texto e direção Manoel Prazeres, 2008.

Destaques em vídeo: NÃO ME CONDENES ANTES QUE ME EXPLIQUE de Cristina Leal; AS

LUZES FAZEM O ESCURO PARECER MAIS ESCURO de Luciano Perez; PENÉLOPE de Célia Freitas; BELÍSSIMA, TV Globo, 2006; DEPOIS DO BIP de Victor Cury e Nathalie Phellipe, 2007; BELEZA PURA, TV

Globo, 2008.