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terça-feira, 10 de maio de 2011
Ivan Sugahara e Moacyr Góes em palestras no CRA (Rio de Janeiro, RJ)
CRA – CENTRO DE RECICLAGEM DE ATORES – no Teatro Maria Clara Machado
Está funcionando desde março no Teatro Maria Clara Machado – Planetário, o Centro de Reciclagem de Atores, voltado para a reciclagem e o treinamento continuado de atores profissionais. De junho a agosto o projeto oferecerá o seguinte workshop:
RECICLAGEM DE ATORES, com aulas/treinamento para atores profissionais todas as SEGUNDAS das 19h às 22h, no teatro.
O treinamento é estruturado em módulos bimestrais, com 2 diretores/professores por módulo e conta com uma noite aberta para os atores mostrarem trabalhos – esquetes, performances, solos - a produtores de elenco e profissionais da área. Além disso, o curso oferece informações, contatos e dicas semanais sobre o mercado de trabalho através do nosso Mural Virtual e conta com uma mini-biblioteca gratuita de livros da área para os atores se reciclarem.
PROGRAMAÇÃO DA RECICLAGEM DE JUNHO A AGOSTO:
De 13 de JUNHO a 04 de JULHO: aulas com o diretor MOACYR GÓES
De 11 de JULHO a 01 de AGOSTO: aulas com o diretor IVAN SUGAHARA
Dia 08 de AGOSTO: Noite Aberta do Centro de Reciclagem de Atores
O preenchimento das vagas será realizado via seleção de currículo. Para participar os atores devem possuir registro profissional. O valor total da Reciclagem será de 500 reais à vista ou duas parcelas de 280 reais. Interessados em participar devem enviar currículo para reciclagemdeatores@gmail.com colocando no assunto: RECICLAGEM.
Mais informações: 9666-9954 ou reciclagemdeatores@gmail.com
SOBRE OS MINISTRANTES DESSE BIMESTRE NO CENTRO DE RECICLAGEM DE ATORES:
Moacyr Góes
Diretor teatral que ganhou projeção na década de 1980, estreou como cineasta e roteirista em 2003 com o filme Dom, livremente inspirado em Machado de Assis. Nascido em Natal em 1961, mudou-se para o Rio de Janeiro e formou-se em artes cênicas pela UniRio. Em 1986, criou a Companhia de Encenação Teatral, ganhou três vezes o prêmio Shell de melhor diretor e duas vezes o prêmio Moliére. Foi professor de interpretação no curso de formação de ator da Casa das Artes de Laranjeiras durante quatro anos, e professor do curso de pós-graduação em Teatro da UFRJ. Em 1993, assumiu a direção artística do Teatro Glória, e em 1997, do Teatro Carlos Gomes, ambos no Rio de Janeiro. Em 1999, passou também a dirigir novelas na Rede Globo.
Entre seus trabalhos em teatro:
Alarmes, de Michael Frayn
Com: Cristina Pereira, André Valli, Isabela Garcia e João Camargo
Teatro das Artes, RJ – 2001
Bonitinha, mas ordinária, de Nélson Rodrigues
Com: Helena Ranaldi, André Valli, Leon Góes, Oswaldo Loureiro e grande elenco
Teatro Carlos Gomes, RJ – 2000
Festival de Teatro de Curitiba
Bispo Jesus do Rosário, de Clara Góes
Com: Helena Ranaldi, Leon Góes e grande elenco
Teatro Carlos Gomes, RJ – 1999
Os 7 gatinhos, de Nélson Rodrigues
Com: Helena Ranaldi, André Valli, Fabio Sabag, Thelma Reston e grande elenco
Teatro Carlos Gomes, RJ – 1998; Teatro Miguel Falabella, RJ – 1999
Teatro Leblon, RJ – 1999
Toda nudez será castigada, de Nélson Rodrigues
Com: Marília Pêra, André Valli, Leon Góes, Walter Breda e grande elenco
Teatro Alfa Real, SP; Teatro Carlos Gomes, RJ; Teatro Nacional, Brasília;
Teatro Sesi, Porto Alegre – 1998
Gata em teto de zinco quente, de Tenessee Williams
Com: Vera Fischer, Ítalo Rossi, Ivone Hoffman, Floriano Peixoto e grande elenco
Teatro Villa Lobos, RJ – 1998
2 anos de Tournée pelo Brasil
Entre seus trabalhos em Cinema:
Bonitinha, mas Ordinária
Adaptado da obra de Nelson Rodrigues.
2008
Destino
Primeira co-produção cinematográfica entre o Brasil e a China.
2007
O Homem que desafiou o Diabo
2006
Trair e Coçar, é Só Começar
Adaptado da obra homônima de Marcos Caruso.
2006
Ivan Sugahara
Nos últimos 3 anos, dirigiu várias peças. Em 2010: Terra do Nunca, de Ivan Sugahara e Leonardo Netto – Mostra Internacional de Teatro de Oeiras, Portugal (MITO) e Espaço SESC; Tudo que existe entre nós, de Ivan Sugahara (criado em Portugal para estréia na MITO); Tempo de Solidão, de Márcia Zanelatto – CCBB Rio; Blitz, de Bosco Brasil – Casa de Cultura Laura Alvim e Centro Cultural São Paulo; Sade em Sodoma, de Flávio Braga – Caixa Cultural Brasília e Rio. Em 2009: Play, de Rodrigo Nogueira – Teatro Solar de Botafogo, Teatro Nair Bello (SP) e turnê pelo Brasil; Às vezes é preciso usar um punhal para atravessar o caminho, de Roberto Alvim – Espaço Cultural Sérgio Porto; e Deixa eu brincar de ser feliz, deixa eu pintar o meu nariz, adaptação de Cyrano de Bergerac – Teatro SESI e Teatro Solar de Botafogo. Em 2008: Pelo amor de Deus, não fala assim comigo!, de Maria Carmem Barbosa – CCBB Rio; Sem Ana, de Caio Fernando Abreu – Espaço SESC; Memória Afetiva de um Amor Esquecido, de Rosyane Trotta – Espaço Oi Futuro e Festival de Curitiba (indicado aos prêmios Shell de Melhor Diretor e Qualidade Brasil de Melhor Diretor e Melhor Espetáculo).
Diretor da cia. Os dezequilibrados há 14 anos, com a qual montou 13 espetáculos, como Dilacerado (indicado ao Prêmio Qualidade Brasil de Melhor Diretor) e Vida, o Filme (indicado ao Prêmio Shell de Melhor Diretor), ambas de Daniela Pereira de Carvalho. Fora da companhia, encenou também 13 trabalhos, entre eles Notícias Cariocas, de Filipe Miguez, com a Cia. dos Atores e dirigido em conjunto com Enrique Diaz (vencedor dos Prêmios Qualidade Brasil de Melhor Espetáculo e de Melhor Diretor). Atualmente está com o espetáculo A Estupidez, com sua a Cia Dezequilibrados, no Teatro II do CCBB.
SOBRE O CENTRO DE RECICLAGEM DE ATORES:
O Centro de Reciclagem de Atores começou a funcionar em maio de 2010 com a missão de treinar, reciclar e manter aquecidos atores profissionais que estão exercendo seu ofício em diversas frentes, como cinema, TV e teatro.
Em seu primeiro ano de funcionamento o CRA reuniu cerca de 200 atores profissionais, que tiveram encontros/aulas com cerca de 30 professores diferentes, gerando trocas artísticas e movimentando a classe. Entre os ministrantes do Centro de Reciclagem, sempre grandes profissionais como Domingos de Oliveira, Amir Haddad, Daniel Herz, Christiane Jatahy, Marcio Libar, Hamilton Vaz Pereira, Jefferson Miranda, Ivan Sugahara, entre outros.
Coordenando o CRA, a Diretora Geral do coletivo artístico Clube da Cena e uma das Diretoras Artísticas do Teatro Maria Clara Machado – Planetário, Cristina Fagundes.
Mais informações: 9666-9954 ou reciclagemdeatores@gmail.com
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palestras
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Moacyr Góes e Ivan Sugahara dão palestras no CRA (Rio de Janeiro, RJ)
CRA – CENTRO DE RECICLAGEM DE ATORES – no Teatro Maria Clara Machado
Está funcionando desde março no Teatro Maria Clara Machado – Planetário, o Centro de Reciclagem de Atores, voltado para a reciclagem e o treinamento continuado de atores profissionais. De junho a agosto o projeto oferecerá o seguinte workshop:
RECICLAGEM DE ATORES, com aulas/treinamento para atores profissionais todas as SEGUNDAS das 19h às 22h, no teatro.
O treinamento é estruturado em módulos bimestrais, com 2 diretores/professores por módulo e conta com uma noite aberta para os atores mostrarem trabalhos – esquetes, performances, solos - a produtores de elenco e profissionais da área. Além disso, o curso oferece informações, contatos e dicas semanais sobre o mercado de trabalho através do nosso Mural Virtual e conta com uma mini-biblioteca gratuita de livros da área para os atores se reciclarem.
PROGRAMAÇÃO DA RECICLAGEM DE JUNHO A AGOSTO:
De 13 de JUNHO a 04 de JULHO: aulas com o diretor MOACYR GÓES
De 11 de JULHO a 01 de AGOSTO: aulas com o diretor IVAN SUGAHARA
Dia 08 de AGOSTO: Noite Aberta do Centro de Reciclagem de Atores
O preenchimento das vagas será realizado via seleção de currículo. Para participar os atores devem possuir registro profissional. O valor total da Reciclagem será de 500 reais à vista ou duas parcelas de 280 reais. Interessados em participar devem enviar currículo para reciclagemdeatores@gmail.com colocando no assunto: RECICLAGEM.
Mais informações: 9666-9954 ou reciclagemdeatores@gmail.com
SOBRE OS MINISTRANTES DESSE BIMESTRE NO CENTRO DE RECICLAGEM DE ATORES:
Moacyr Góes
Diretor teatral que ganhou projeção na década de 1980, estreou como cineasta e roteirista em 2003 com o filme Dom, livremente inspirado em Machado de Assis. Nascido em Natal em 1961, mudou-se para o Rio de Janeiro e formou-se em artes cênicas pela UniRio. Em 1986, criou a Companhia de Encenação Teatral, ganhou três vezes o prêmio Shell de melhor diretor e duas vezes o prêmio Moliére. Foi professor de interpretação no curso de formação de ator da Casa das Artes de Laranjeiras durante quatro anos, e professor do curso de pós-graduação em Teatro da UFRJ. Em 1993, assumiu a direção artística do Teatro Glória, e em 1997, do Teatro Carlos Gomes, ambos no Rio de Janeiro. Em 1999, passou também a dirigir novelas na Rede Globo.
Entre seus trabalhos em teatro:
Alarmes, de Michael Frayn
Com: Cristina Pereira, André Valli, Isabela Garcia e João Camargo
Teatro das Artes, RJ – 2001
Bonitinha, mas ordinária, de Nélson Rodrigues
Com: Helena Ranaldi, André Valli, Leon Góes, Oswaldo Loureiro e grande elenco
Teatro Carlos Gomes, RJ – 2000
Festival de Teatro de Curitiba
Bispo Jesus do Rosário, de Clara Góes
Com: Helena Ranaldi, Leon Góes e grande elenco
Teatro Carlos Gomes, RJ – 1999
Os 7 gatinhos, de Nélson Rodrigues
Com: Helena Ranaldi, André Valli, Fabio Sabag, Thelma Reston e grande elenco
Teatro Carlos Gomes, RJ – 1998; Teatro Miguel Falabella, RJ – 1999
Teatro Leblon, RJ – 1999
Toda nudez será castigada, de Nélson Rodrigues
Com: Marília Pêra, André Valli, Leon Góes, Walter Breda e grande elenco
Teatro Alfa Real, SP; Teatro Carlos Gomes, RJ; Teatro Nacional, Brasília;
Teatro Sesi, Porto Alegre – 1998
Gata em teto de zinco quente, de Tenessee Williams
Com: Vera Fischer, Ítalo Rossi, Ivone Hoffman, Floriano Peixoto e grande elenco
Teatro Villa Lobos, RJ – 1998
2 anos de Tournée pelo Brasil
Entre seus trabalhos em Cinema:
Bonitinha, mas Ordinária
Adaptado da obra de Nelson Rodrigues.
2008
Destino
Primeira co-produção cinematográfica entre o Brasil e a China.
2007
O Homem que desafiou o Diabo
2006
Trair e Coçar, é Só Começar
Adaptado da obra homônima de Marcos Caruso.
2006
Ivan Sugahara
Nos últimos 3 anos, dirigiu várias peças. Em 2010: Terra do Nunca, de Ivan Sugahara e Leonardo Netto – Mostra Internacional de Teatro de Oeiras, Portugal (MITO) e Espaço SESC; Tudo que existe entre nós, de Ivan Sugahara (criado em Portugal para estréia na MITO); Tempo de Solidão, de Márcia Zanelatto – CCBB Rio; Blitz, de Bosco Brasil – Casa de Cultura Laura Alvim e Centro Cultural São Paulo; Sade em Sodoma, de Flávio Braga – Caixa Cultural Brasília e Rio. Em 2009: Play, de Rodrigo Nogueira – Teatro Solar de Botafogo, Teatro Nair Bello (SP) e turnê pelo Brasil; Às vezes é preciso usar um punhal para atravessar o caminho, de Roberto Alvim – Espaço Cultural Sérgio Porto; e Deixa eu brincar de ser feliz, deixa eu pintar o meu nariz, adaptação de Cyrano de Bergerac – Teatro SESI e Teatro Solar de Botafogo. Em 2008: Pelo amor de Deus, não fala assim comigo!, de Maria Carmem Barbosa – CCBB Rio; Sem Ana, de Caio Fernando Abreu – Espaço SESC; Memória Afetiva de um Amor Esquecido, de Rosyane Trotta – Espaço Oi Futuro e Festival de Curitiba (indicado aos prêmios Shell de Melhor Diretor e Qualidade Brasil de Melhor Diretor e Melhor Espetáculo).
Diretor da cia. Os dezequilibrados há 14 anos, com a qual montou 13 espetáculos, como Dilacerado (indicado ao Prêmio Qualidade Brasil de Melhor Diretor) e Vida, o Filme (indicado ao Prêmio Shell de Melhor Diretor), ambas de Daniela Pereira de Carvalho. Fora da companhia, encenou também 13 trabalhos, entre eles Notícias Cariocas, de Filipe Miguez, com a Cia. dos Atores e dirigido em conjunto com Enrique Diaz (vencedor dos Prêmios Qualidade Brasil de Melhor Espetáculo e de Melhor Diretor). Atualmente está com o espetáculo A Estupidez, com sua a Cia Dezequilibrados, no Teatro II do CCBB.
SOBRE O CENTRO DE RECICLAGEM DE ATORES:
O Centro de Reciclagem de Atores começou a funcionar em maio de 2010 com a missão de treinar, reciclar e manter aquecidos atores profissionais que estão exercendo seu ofício em diversas frentes, como cinema, TV e teatro.
Em seu primeiro ano de funcionamento o CRA reuniu cerca de 200 atores profissionais, que tiveram encontros/aulas com cerca de 30 professores diferentes, gerando trocas artísticas e movimentando a classe. Entre os ministrantes do Centro de Reciclagem, sempre grandes profissionais como Domingos de Oliveira, Amir Haddad, Daniel Herz, Christiane Jatahy, Marcio Libar, Hamilton Vaz Pereira, Jefferson Miranda, Ivan Sugahara, entre outros.
Coordenando o CRA, a Diretora Geral do coletivo artístico Clube da Cena e uma das Diretoras Artísticas do Teatro Maria Clara Machado – Planetário, Cristina Fagundes.
Mais informações: 9666-9954 ou reciclagemdeatores@gmail.com
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Tempo de Solidão, no Centro Cultural Banco do Brasil (Rio de Janeiro, RJ)
TEMPO DE SOLIDÃO
Um drama sobre a separação. Mas também um espetáculo lúdico com tom onírico, quase um realismo fantástico. Assim define o diretor Ivan Sugahara a peça "Tempo de Solidão", de Márcia Zanellato, vencedora do projeto Seleção Brasil em Cena do CCBB que estréia dia 14 de maio no teatro 3 do centro cultural. A trama se passa em uma estação de trem, onde um casal e seu duplo (concepção criada pelo diretor) se depara com chegadas e partidas e a possibilidade de uma vida nova após a separação. O diretor de arte Ruy Cortez criou cenários e figurinos de uma outra época mas sem definição exata de tempo e espaço, como um sonho.
Personagens lúdicos como o mensageiro e o bilheteiro interagem com o casal que espera tomar um novo rumo na vida. “Gostei do texto desde a leitura dramatizada e durante o processo de construção do espetáculo fui me envolvendo com o cheiro nostálgico e a delicadeza lúdica que realça a força dramática da peça”, garante Sugahara.
Escrita em um momento difícil da vida – a separação - para a autora Márcia Zanellato, o maior prêmio é poder ver seu texto encenado. Ela que já trabalhou com Domingos de Oliveira, agora tem a possibilidade de ver sua própria peça em cartaz no CCBB.
Já o diretor Ivan Sugahara se diz feliz com o resultado e pela possibilidade de encenar o texto vencedor do projeto Seleção Brasil em Cena, depois de quatro anos participando do projeto. “Acho muito bacana conhecer jovens atores e novos autores e ajudar as pessoas a entrar no mercado de trabalho. Esse é o real objetivo do projeto Seleção Brasil em Cena”, conclui. O elenco é formando por jovens atores recém saídos das principais escolas de teatro da cidade. Eles participaram das leituras dramatizadas e foram selecionados através de testes com o diretor.
Ao longo dos quatro anos de realização, o Seleção Brasil em Cena, abriu espaço para diversos novos autores, colocou atores no mercado de trabalho e teve um de seus autores premiados recebendo indicação ao prêmio Shell de melhor autor, consolidando o projeto como um dos mais importantes da dramaturgia nacional da atualidade.
A história do Seleção Brasil em Cena revela dados curiosos. Dos 12 finalistas de 2006, quatro autores tiveram os direitos de seus textos comprados por diretores conceituados como Stella Miranda e Luis Carlos Maciel.
Em 2007, a estreante atriz Julia Marini participou dos testes para formar o elenco de A Tragédia de Ismene. Foi escolhida pelo diretor Moacir Chaves e teve atuação tão elogiada pela crítica que hoje não sai mais dos palcos.
Esteve no elenco da peça O Jardim das Cerejeiras, sob a direção do mesmo Moacir Chaves que a descobriu e revelou no Seleção Brasil em Cena, comprovando a ideia original do projeto de fomentar a inserção no mercado de trabalho.
Em 2008, a peça vencedora foi o musical É Samba na veia, é Candeia, que revelou o jovem dramaturgo Eduardo Rieche, vencedor do prêmio Shell deste ano. Candeia teve uma temporada de sucesso no CCBB e depois seguiu adiante em outros teatros, rendendo ao autor a primeira indicação ao prêmio Shell.
Em 2009, Tempo de Solidão foi a peça vencedora entre 162 textos de diversas partes do Brasil. Em 2010 as inscrições para o Seleção Brasil em Cena abrem em outubro e os 12 textos finalistas terão leituras dramatizadas em dezembro, sob a direção de nomes consagrados como Ivan Sugahara, Gilberto Gawronski, Moacir Chaves e Paulo de Moraes. As 3 melhores peças eleitas por júri popular ganham prêmios em dinheiro no valor de 5 mil, 3 mil e 1 mil reais respectivamente, além da montagem da peça vencedora em 2011.
Ficha técnica "Tempo de Solidão"
Texto Márcia Zanelatto
Direção Ivan Sugahara
Direção de Arte Ruy Cortez
Iluminação Renato Machado
Boneco e Direção de Manipulação Márcio Newlands
Trilha Sonora Ivan Sugahara
Diretora Assistente Flávia Naves
Fotos Cristiane Assunção
Assessoria de Imprensa Bruno Pacheco
Elenco:
Bruno Dubeux
Carol Garcia
Fábio Cardoso
Marília Misailirdis
Samuel Paes Luna
Victor Mattos
SERVIÇO:
Temporada de 15 de maio a 04 de julho de 2010
Horário: Quarta a Domingo às 19h30
Local: Centro Cultural Banco do Brasil – Teatro III
Rua Primeiro de Março, 66 – Centro
Tel.: 3808-2020
Site: www.bb.com.br/cultura
Ingressos: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia entrada)
Tempo de Duração: 50 minutos
Capacidade de Público: 80 lugares
Acessível para cadeirantes
Samuel Paes de Luna
DRT: 39555 - Ator/Dançarino
Fone: 21 8690 7012
E-mails: sampaluna@hotmail.com
sampaluna@gmail.com
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