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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Cartas de Amor estreia no Centro Cultural Banco do Brasil (São Paulo)



Olá!

Próxima quarta, dia 23, estreia o espetáculo Cartas de Amor no Centro Cultural Banco do Brasil.
O release está abaixo e se quiser fotos, por favor, responda esse e-mail.
Vamos fazer uma pautinha?

Um abraço,
DANIELA BUSTOS
55 (11). 3255.6183 / 9453.9563
7817.2761 / ID  30*27343
www.twitter.com/morenteforte

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Banco do Brasil

Apresenta

CARTAS DE AMOR
ELECTROPOPROCKOPERAMUSICAL

Roteiro e direção de Flavio Graff e Co-direção de Emílio de Mello

Estreia dia 23 de novembro no CCBB

As possibilidades do amor são o ponto de partida para o espetáculo Cartas de Amor - ELECTROPOPROCKOPERAMUSICAL, dirigido por Flavio Graff e Emilio de Mello, que faz temporada as quartas e quintas no CCBB.

Unindo diferentes formas de arte como música, vídeo, teatro, dança, instalação e performances, a peça se debruça sobre os sentimentos e expectativas dos relacionamentos, nas experiências afetivas de desencontros e reencontros de homens e mulheres na busca de estados transcendentes do amor, criando um espaço cênico de múltiplas imagens.

As 14 narrativas musicais, de composições inéditas, interpretadas por Dedina Bernardelli, Fernando Alves Pinto e Flavio Graff, são o fio condutor do espetáculo que já teve duas temporadas de sucesso de público e crítica: no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília e no Espaço SESC Copacabana, ambas em 2010. Nas palavras da crítica teatral Tânia Brandão, do Segundo Caderno do Jornal O Globo, "o espetáculo é uma forma nova e instigante de se falar de amor no teatro… e um grande espaço de invenção que o público pode experimentar".

Responsável pela idealização de todo o projeto, Flavio Graff conta que tudo começou em 2003. “Foi um processo longo de pensar a relação cênica entre música, artes visuais, o cinema e o vídeo clipe. Eu e Felipe Storino, que assina as composições musicais originais do espetáculo, fizemos um percurso de criação aberto chamado “Site Specific for Love” apresentado em festivais e eventos, como a Quadrienal de Praga de 2007, com a intenção de desenvolver e aprofundar o conceito do trabalho. Mas foi só quando saiu o patrocínio do Banco do Brasil que o espetáculo tomou a forma atual”, comemora ele.

O roteiro e as letras das músicas foram criados a partir de histórias encontradas em cartas de amigos, arquivos dos atores, feiras de antiguidades, poemas e referências pessoais de Graff. Os vídeos são de Rodrigo Ponichi e Luan Baptista e as coreografias de Márcia Rubin, que também atua como vídeo performer. Em vídeo estão ainda Solange Badim, Adriano Garib e Otto Jr., entre outros.

Cartas de Amor - ELECTROPOPROCKOPERAMUSICAL leva diferentes expressões estéticas ao espectador, e por ser um trabalho multifacetado, com narrativas desamarradas, permite também diversas percepções. As músicas - rock, POP e MPB - permeiam as relações entre os três intérpretes, que cantam, tocam instrumentos e interagem. Os vídeos - projetados em quatro telas e exibidos em dois monitores de TV - envolvem as múltiplas áreas de ação cênica e dialogam com as canções e interpretações.

Graff afirma que “o espetáculo propõe o cruzamento de diversas áreas artísticas, para criar um vídeo clipe cênico onde o espectador é o autor da sua própria história juntando as imagens e relacionando-as. Usamos diversos tipos de narrativa que se acumulam na mesma cena ou vídeo. Estas imagens tomam o espaço e circundam o espectador que está sentado no centro da ação rodeado por pequenas instalações e situações performáticas que acontecem simultaneamente. Então, o espectador não vê a totalidade, e sim partes do trabalho, permitindo que ele seja o editor do seu filme”.

Cada uma das cenas desperta sensações e impressões singulares na abordagem sobre os desencontros de um casal. As “cartas” do título vieram de uma canção chamada “Casa Vazia”, escrita por Flavio Graff, que fala do momento de ruptura de um casal.  Tem como imagem da perda e do abandono, uma casa em ruínas onde o chão desta está repleto de cartas espalhadas em meio a folhas secas, fazendo referência às lembranças e memórias esquecidas, as coisas não ditas. “As cartas de amor ainda podem ser os próprios poemas que formam as músicas do espetáculo. Cada música é um poema, é uma carta de amor – isso tem a ver com as relações de acúmulo e sentidos que o trabalho pretende trazer”, completa.

Emilio de Mello, convidado a participar do projeto, auxiliou Graff na direção das cenas e dos intérpretes: “O trabalho multifacetado permite que cada um veja um espetáculo diferente. Não há moldura que determine o que se vai ver. E não se vê com os olhos, mas com os sentidos. Não se trata de uma apreensão racional. Alguns podem se envolver com os vídeos, outros com as interpretações. O termo electropoprockoperamusical dá a noção das várias linhas que cruzam o espetáculo, não só musicais, mas estéticas”, afirma o diretor, que já trabalhou com Graff em “Sonho de Outono” e “Deus da Carnificina”.

Trecho do espetáculo — Infinitas possibilidades:
"(…) É possível que você não vá ouvir, eu, que estou aqui do lado de fora – tentando
Até quando você vai resistir ficar nesses dias se iludindo
Só para ter, por um dia, por uma noite, felicidade com prazo de validade?
Até onde você vai aguentar viver dessa alegria inventada?
Pra esquecer de tudo? Ou para mentir aquilo que você não se esforça para ser?
Porque eu já não aguento mais ter que pedir perdão toda a vez
Que por errar tanto
E eu não quero mais ser como antes
Querendo ser para alguém o que eu não sou nem para mim
Tentando satisfazer lugares vazios colocando minha felicidade na expectativa do outro
Ou a minha expectativa na felicidade do outro
E que eu pretendo chamar isso, amor
Ah o amor! O que se tor/não o que a gente tornou o amor?
Para que a gente saia dele tão lamentavelmente enfermos (…)"

CARTAS DE AMOR
ELECTROPOPROCKOPERAMUSICAL
Centro Cultural Banco do Brasil (65 lugares)
Rua Álvares Penteado, 112 – Centro
Informações: (11) 3113-3651

Bilheteria: de terça a domingo das 9h às 21h.

Acesso e facilidades para pessoas com deficiência física // Ar-condicionado // Café Cafezal
Estacionamento conveniado: Estapar - Rua da Consolação, 228 - Edifício Zarvos
(R$ 15 por 5 horas. Necessário carimbar o ticket na bilheteria do CCBB). Infos: (11) 3256-8935
Transporte gratuito (Van) até as proximidades do CCBB. Embarque e desembarque na Rua da Consolação, 228 (Ed. Zarvos) e na rua XV de novembro, esq. com a rua da Quitanda.

Assessoria de Imprensa CCBB SP: Alexandre Yokoi  3113-3613 –  alexandreyokoi@bb.com.br
Eduardo Vasconcelos – (11) 3113-3628 – eudu@bb.com.br
 
Quartas e Quintas, às 19h e 21h
Ingressos: R$ 6


Duração: 75 minutos
Recomendação: 14 anos

Estreia dia 23 de novembro, às 21h
Curta Temporada: até 15 de dezembro

Ficha Técnica:

Intérpretes:
Dedina Bernardelli, Felipe Storino, Fernando Alves Pinto e Flavio Graff
Roteiro, letras e direção: Flavio Graff
Co-direção: Emilio de Mello
Direção musical e música original: Felipe Storino
Coreografias, direção de movimento: Marcia Rubin
Direção de arte e cenografia: Ronald Teixeira e Flavio Graff
Vídeoarte: Rodrigo Ponichi e Luan Baptista – Plano Geral
Produção de vídeo: July Ferré
Figurinos: Ronald Teixeira
Iluminação: Renato Machado
Projeto gráfico: Ruth Freihof / Passaredo Design Christiane Krämer
Preparação vocal: Marcelo Nogueira
Filme Rose Hanie – a partir da obra de Kahlil Gibran – Intérpretes – Adriano Garib e Otto Jr.
Fotografia: Filme Rose Hanie: Daniel Neves e Rodrigo Ponichi
Vídeo – performers:
Procurando por mim e Pequenos instantes - Solange Badim
Casa Vazia – Adriana Seiffert, Alessandra de Oliveira, Amanda Ribeiro, America Cupello, Lia Sarno, Liza Machado e Regina Rangel
Em Neshat como rose hanie - a partir da obra de Kahlil Gibran - em neshat - Marcia Rubin
Fotos: Rodrigo Ponichi, Guga Melgar, Dedina Bernardelli e Flavio Graff
Produção: Carlos Grum e Fernando do Val
Produção Local SP: Roberta Koyama
Direção de produção: Flavio Graff  
Realização: Pow Produções e Eventos
A&G Produções Artísticas

Currículos:

Flavio Graff – diretor
Diretor, autor, diretor de arte, e intérprete. Artista multimídia, atuou como diretor, músico-performer, dramaturgo, letrista, designer, diretor de arte, cenógrafo, figurinista e produtor do núcleo artístico da Cia Teatro Autônomo entre os anos de 2001 e 2009, onde participou, entre outros trabalhos, como dramaturgo, diretor de arte, figurinista e intérprete no espetáculo “Nu de mim mesmo” (Prêmio Myriam Muniz), apresentado no Teatro do Jockey/RJ, no CCBB Brasília, em 2008, em no Sesc/SP, em 2009. Criou ainda como dramaturgo e diretor de arte o espetáculo “deve haver algum sentido em mim que basta”, apresentado no CCBB/RJ e DF e no Sesc Belenzinho, em 2005, pelo Teatro Autônomo - vencedor do Prêmio APCA de melhor espetáculo de 2005. Pelo mesmo espetáculo recebeu ainda o Prêmio Shell de melhor cenografia. Atualmente está indicado aos Prêmios Shell e Questão de Crítica pelos figurinos do espetáculo “Outside – um musical noir”. Dirigiu, escreveu e atuou na performace multimídia “Site Specific for Love”, apresentada na Quadriennal de Praga, no Festival Internacional Riocenacontemporanea e no evento Performance, Presente e Futuro, no OI Futuro/RJ. Assinou a direção, dramaturgia, performance, vídeos e direção de arte de Gravidade Zero: movimento#3, de Andrea Maciel Cia de Dança, que esteve na programação do projeto Movimento D/CCBB Brasília 2009 e no Panorama de Dança/RJ. Realizou, entre outras, a direção, o roteiro, a cenografia e os figurinos de “O Mundo dos Esquecidos”, com Eliane Giardini e Silvia Buarque – indicado ao Prêmio Shell de cenografia; a cenografia do espetáculo “Sonho de Outono”, de Jon Fosse, e a direção de arte e figurinos de “O Perfeito Cozinheiro das Almas deste Mundo” – Sesc/SP 2007 – Exibido na Quadrienal de Praga de 2011, Prêmio Golden Triga. Foi indicado ainda, por esse trabalho, ao Prêmio Shell, Eletrobrás e Contigo, de melhor cenografia. No cinema, fez a cenografia e os figurinos do longa-metragem Separações, de Domingos Oliveira, dentre outros. Entre as suas obras mais recentes está a cenografia do espetáculo “Deus da Carnificina”, de Yasmina Reza e direção de Emilio de Mello, em cartaz em São Paulo.

Emilio de Mello – diretor
Atualmente está em turnê na Europa com o espetáculo “A Gaivota”, direção de Enrique Diaz. Atuou na novela Cordel Encantado, da Rede Globo, no espetáculo “In on it”, vencedor do Prêmio APTR de melhor ator. Atuou também no espetáculo Baque, com direção de Monique Gardemberg. Dirigiu Deus da Carnificina, de Yasmina Reza, com Deborah Evelyn, Julia Lemmertz, Orã Figueiredo e Paulo Betti, indicado ao Prêmio Shell de direção de 2010. Ator formado pela EAD/SP e pela ECA da USP. Dirigiu ainda os espetáculos “O Homem Inesperado”, com Nicette Bruno e Paulo Goulart e “Sonho de Outono”, de Jon Fosse, indicado ao Prêmio Eletrobras de 2006.
 


quinta-feira, 26 de maio de 2011

Andersen Sem Palavras estreia no Teatro Cacilda Becker (São Paulo, SP)


ESPETÁCULO INFANTIL ANDERSEN SEM PALAVRAS ESTRÉIA NO TEATRO CACILDA BECKER


Inspirada em contos do autor Hans Christian Andersen montagem é apresentada por meio de técnicas do Teatro de Sombras. Trilha sonora da peça foi especialmente composta por André Abujamra

Inspirado em contos do autor Hans Christian Andersen, o espetáculo infantil ANDERSEN SEM PALAVRAS estréia dia 4 de junho, sábado, às 16h, no Teatro Cacilda Becker. Encenada pelo Grupo Caleidoscópio, montagem é apresentada por meio de técnicas do Teatro de Sombras, e trabalha com imagens, figuras, silhuetas, luzes, sombras e músicas. Peça tem texto e direção de João Bresser e música original especialmente composta por André Abujamra.

ANDERSEN SEM PALAVRAS reúne cinco contos de Hans Christian Andersen: O Patinho feio, Soldadinho de chumbo, Os Namorados, A Menina dos fósforos e O Sapo.

“Espetáculo une a magia do teatro de sombras com a poesia dos contos de Andersen. Feito um cinema mudo, sem palavras, figuras entram e saem de cena, acompanhadas por uma trilha musical criada especialmente para entreter e emocionar a platéia”, afirma o autor e diretor da peça João Bresser.

No conto o O Sapo, o público entra em contato com temas como: aventura e coragem, em Os Namorados e O Soldadinho de chumbo o amor é o pilar principal. Em A Menina dos fósforos, estão presentes a pobreza e a solidão e em O Patinho feio, o pré-conceito e a exclusão. São histórias independentes e separadas, cada uma com início, meio e fim, mas, com temas do universo de Andersen que se repetem de maneiras diferentes, como a morte, o sofrimento, a dor, a dureza da vida, a pobreza, a exclusão, etc.

“A idéia de utilizar o Teatro de Sombras para expressar o universo de Andersen foi devido a riqueza de imagens e figuras contidas em seus contos, que parecem estar mergulhados em um mar de sonhos, a sensação de um sonho dentro de outro sonho. Para obter essa representação, nada melhor que essa técnica, que possibilita entradas e saídas de figuras simultâneas, sobreposição de imagens, alteração da dimensão e nitidez, deslocamentos surreais, mudanças de cores, luzes e sombras” finaliza o autor.

O cenário, de João Bresser e Walmir Amui, é uma estrutura de projeção, com uma tela de 1,40 de largura por um metro de altura. As figuras, construídas com papel couro e acetato, foram criadas por Valter Valverde, a partir dos desenhos da Regina Pessoa. A música, de André Abujamra e Du Moreira, está presente no espetáculo inteiro; criando, pontuando e conduzindo o clima de cada momento. Elenco reúne os atores manipuladores Cássia Carvalho, Lenita Ponce, Valter Valverde e Cristina Rasec.


Grupo Caleidoscópio:

Faz parte da Cooperativa Paulista de Teatro e dedica-se a pesquisa do Teatro de Animação. Em 2004, estreou o espetáculo O Fantástico Laboratório do Professor Percival, no qual o grupo desenvolveu o trabalho utilizando a técnica do Teatro de objetos. Em 2006, estreou no espetáculo A vida mudada de um bicho mutante, com dramaturgia inspirada na vida do bicho-da-seda, realizando uma metáfora poética com as transformações e realizações humanas, com utilização de técnica do Teatro de bonecos e música ao vivo. O Grupo já se apresentou com seus espetáculos em lugares como: SESC Itaquera, SESC Interlagos, SESC Catanduva, Projeto Recreio nas Férias, SESC São José dos Campos, Casa do Zezinho, SESC Araraquara, SESC Birigui, SESC Araçatuba, SESC Vila Mariana, CEU Aricanduva, SESC São José do Rio Preto, Festival de Campos de Jordão, Projeto Recreio nas Férias, Biblioteca Monteiro Lobato – Projeto Truks, Festival Veja Riviera de São Lourenço, SESC Bauru, CEU Uirapuru, CEU São Carlos, CEU Parque Bristol, Centro Cultural Vladimir Herzog e Festival Fringe, em Curitiba, entre outros. http://www.grupocaleidoscopio.com.br/

João Bresser: Formado

em 1997, pela Escola de Artes Indac e em Educação Artística, com licenciatura e habilitação em Artes Plásticas na Universidade Cruzeiro do Sul, em 2005. Ministrou aulas de Teatro de Animação para professores da rede pública na Universidade Cruzeiro do Sul. Atuou no espetáculo A Alma Boa de Setsuan, de Bertolt Brecht, direção de Marco Antonio Braz, entre 2008 e 2010. Em 2010, preparou e treinou o segundo elenco do espetáculo Avenida Q para a manipulação de bonecos. Participou, em 2009, do espetáculo Cocoricó – Uma aventura no Teatro, como ator e manipulador, direção de Fernando Gomes. Dirigiu, em 2009, o espetáculo O Coelho, o menino e a água, coordenado e produzido pelo Instituto Callis e patrocinado pela Colgate. Faz parte do elenco dos espetáculos Theatro de Brinquedo e Submundo, ambos do Grupo Sobrevento, dirigido por Luiz André Cherubini. Atuou nos espetáculos: Ensaio do Latão, com a Cia. do Latão, dirigido por Sérgio Carvalho, O Beijo no Asfalto e Geração Trianon, ambos com direção de Marco Antonio Braz. Fundou o Grupo Caleidoscópio, no qual é autor, ator e produtor dos espetáculos: O Fantástico Laboratório do Prof. Percival, A vida mudada de um bicho mutante e Andersen sem palavras. Na televisão atuou nos Programas: Retrato Falado e Aline, no seriado Tal Filho, Tal Pai e na minissérie Amor em 4 atos, episódio Vitrines, todos na Rede Globo, e na novela Água na boca, na Rede Bandeirantes. Atuou no curta-metragem Os Fiéis, dirigido por Danilo Solferini, e também nos filmes O Casamento de Romeu e Julieta e Caixa 2, ambos dirigidos pelo cineasta Bruno Barreto.

Hans Christian Andersen:

Nascido na pequena cidade dinamarquesa de Odense, em 02 de abril de 1805, Andersen teve uma infância humilde. Era filho de um sapateiro e de uma lavadeira. Seu pai era um homem humilde e sem instrução, mas nem por isso deixou de alimentar o espírito fantasioso do filho, pois lhe contava histórias e estimulava o interesse do menino pela literatura e pelo teatro. Quando perdeu o pai, aos onze anos, Andersen teve que ganhar a vida exercendo ofícios modestos. Aos quatorze anos juntou o pouco que tinha e foi para Copenhague, sonhando em trabalhar no teatro. Em Copenhague, conseguiu emprego no Teatro Real, mas não se saiu muito bem como ator. Tentou a dramaturgia, também sem sucesso. Não que lhe faltasse talento e criatividade, mas faltava-lhe embasamento teórico e cultural, pois havia abandonado os estudos muito cedo. Um dos diretores do Teatro Real – Jonas Collin, percebendo seus esforços e talento, resolveu patrocinar-lhe os estudos. A partir daí, Andersen começou a escrever contos, romances e poemas, publicando seu primeiro livro aos dezessete anos de idade. O reconhecimento veio aos trinta anos, quando da publicação de Contos Para Crianças. Aí descobriu sua verdadeira vocação, a de um grande contador de histórias. Andersen foi o primeiro autor a criar textos para crianças. Antes dele as publicações existentes eram de histórias da tradição oral. O dia 02 de abril, data de seu aniversário, foi escolhido como o Dia Internacional do Livro Infantil. O prêmio mais importante de literatura infantil – uma espécie de Nobel – é a Medalha Hans Christian Andersen.


Para Roteiro

ANDERSEN SEM PALAVRAS – Estréia dia 4 de junho de 2011, sexta-feira às 16h. Inspirado em contos de Hans Christian Andersen. Texto e Direção: João Bresser. Com o grupo Caleidoscópio. Elenco: Cássia Carvalho, Lenita Ponce, Valter Valverde e Cristina Rasec. Duração: 40 minutos. Recomendação: livre. Ingressos: R$10,00 (Estudantes, maiores de 60 anos e classe teatral têm 50% de desconto). Sábados e Domingos, às 16h. Até 26 de junho.

TEATRO CACILDA BECKER – Rua Tito, 295 – Lapa, tel: 3864-4513. Capacidade 198 lugares. Bilheteria funciona de terça a domingo das 14h às 19h30. Em dias de espetáculos, a bilheteria funciona até 20 minutos após o início da sessão. Vendas pelo telefone 4003-2050 (Ingresso Rápido) ou pelo site (www.ingressorapido.com.br/prefeitura). Acesso para deficientes. Ar condicionado.

(Amália Pereira – maio/2011)

Assessoria de Imprensa

Amália Pereira - MTB: 28545

(11) 3159-1822 / (11) 9762-5340

amaliapereira@terra.com.br

terça-feira, 17 de maio de 2011

Fragmento.Ponto.Alma estreia no Teatro Café Pequeno (Rio de Janeiro)


ESTREIA, ESTA QUARTA (18/05) A PEÇA FRAGMENTO.PONTO.ALMA!!!!!!!!!!!

DIVULGUEM!!!!

Release

Fragmento.Ponto.Alma é uma experiência feminina que discute as dúvidas e a auto estima de uma mulher que possui três personalidades. Dentro do quarto de Verônica, o espectador vê através de uma mistura de música, elementos realistas e sensoriais, uma série de personagens que buscam um profundo diálogo consigo mesmos, envolvendo a platéia em suas indistintas relações amorosas.

Ficha Técnica

Texto e Direção de Nirley Lacerda

Elenco: Carolina Dessandre, Diogo Andrade, Monique Vaillé e Nirley Lacerda

Assistente de Direção: Elio de Oliveira

Supervisão de Ole Erdmann

Música ao Vivo: Daluz Gonçalves (violino)

Desenho de Luz: Fabiano de Freitas

Direção de Produção: Carolina Krause e Patrícia Mahet

Trilha Sonora: Vívian Sartori

Preparação Corporal: Edney D'Conti

Cenário e Figurino: Grupo Fragmento

Realização: Grupo Fragmento

Teatro Café Pequeno,

Av.Ataufo de Paiva, 269 - Leblon Cap.: 100 pessoas. 4ª e 5ª (qua e qui),

as 21:30h; R$ 20. Estudantes e idosos pagam meia. 18 anos. Duração:

70min.

Até 26 de Maio.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Pronto para Mudar, direção de atrizes do Grupo XIX de Teatro (São Paulo)

Atrizes do XIX dirigem Pronto Para Mudar


Redação do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com )

Atrizes do Grupo XIX de Teatro dirige "Pronto Para Mudar"

Livremente inspirado na obra Carta a una señorita en Paris, de Julio Cortázar e com direção de Janaína Leite e Juliana Sanches, atrizes do Grupo XIX de Teatro, o espetáculo Pronto Para Mudar estreia esta quinta-feira (5), às 21 horas, no Centro Cultural São Paulo. A montagem, que traz no elenco as atrizes Mimi Bonnenfant, Michelle Gonçalves e Priscila Jácomo, é fruto da construção dramatúrgica coletiva a partir de improvisações e reflexões sobre as diversas dimensões do limite.

Uma mulher começa a escrever uma carta ao dono do imóvel em que vive provisoriamente para dividir um drama: está vomitando coelhinhos. Ao ultrapassar seu limite, a carta torna-se uma carta de despedida. Em outro plano, uma corretora tenta vender tal apartamento e tem a tarefa de convencer possíveis compradores das vantagens do negócio, ainda que acontecimentos recentes assombrem o lugar.

A ideia de adaptar o conto de Cortázar surgiu ao final dos três meses do curso que as atrizes-diretoras ministravam. A afinidade e a identidade artística destas cinco mulheres era notória. Convencidas da potência do que havia nascido naquele período de investigação e experimentação passaram, em 2009, a se encontrar semanalmente dando continuidade à pesquisa temática. Evoluíram, então, da relação de mestres e pupilas a uma relação de co-autoras, em um processo de trabalho em que Janaína Leite e Juliana Sanches passam de orientadoras a diretoras.

Atrizes do Grupo XIX de Teatro dirige "Pronto Para Mudar"

Juliana Sanches ressalta que isso se deu dentro de uma perspectiva criativa em que direção, dramaturgia e atuação não são estáticas, mas transitam por cada criadora em momentos diferentes do processo.

“O ponto de partida da pesquisa foi a idéia de limite em qualquer das dimensões em que ele possa existir. Ao aprofundar esta investigação, uma questão se tornou crucial: o que acontece quando se ultrapassa um limite?”, conta ela.

PRONTO PARA MUDAR – Estreia dia 5 de maio, quinta-feira, às 21 horas, na sala Paulo Emílio Salles Gomes do Centro Cultural São Paulo. Concepção e Dramaturgia – Janaína Leite, Juliana Sanches, Michelle Gonçalves, Mimi Bonnenfant e Priscila Jácomo. Direção – Janaína Leite e Juliana Sanches. Elenco – Michelle Gonçalves, Mimi Bonnenfant e Priscila Jácomo.Provocação Dramatúrgica – Cássio Pires. Cenografia e Figurino – Janaína Leite, Juliana Sanches, Michelle Gonçalves, Mimi Bonnenfant, Priscila Jácomo e Rodrigo Vieira. Direção de Arte e Operação de Som – Rodrigo Vieira. Iluminação – Carlos Canhameiro. Trilha Sonora – Guime. Operação de Luz – Amanda Magrini. Produção – Michelle Gonçalves e Mimi Bonnenfant. Duração – 65 minutos. Espetáculo recomendado para maiores de 14 anos.Temporada – Quinta a sábado às 21 horas e domingo às 20 horas. Ingressos – R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia-entrada). Dia 12 de maio, quinta-feira, o ingresso para a apresentação terá o valor promocional de R$ 2,50. Até 29 de maio.

CENTRO CULTURAL SÃO PAULO – Sala Paulo Emílio Salles Gomes – Rua Vergueiro, 1000 – Estação de metrô Vergueiro – Fone (11) 3397-4002 . Bilheteria – De terça-feira a domingo, das 10 às 22 horas. Ingressos a venda também pelo telefone (11) 4003-2050 ou pelo site http://www.ingressorapido.com.br/ . Capacidade – 100 lugares.Acesso para deficientes físicos. http://www.centrocultural.sp.gov.br/

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Édipo, versão de Elias Andreato, estreia no Teatro Eva Herz (São Paulo,SP)

Estreia 03 de maio no Teatro Eva Herz


A peça foi representada, pela primeira vez, por volta de 425 a.c e, como na maior parte das tragédias de Sófocles, a personagem principal é centrada na figura de um indivíduo.

Édipo é o herói, assim como os demais heróis de Sófocles,

cuja grandeza se encontra na capacidade de fazer uma escolha heróica e assumi-la até as últimas consequências.

Elias Andreato transporta para o palco do Teatro Eva Herz Édipo com toda sua essência que versa sobre a cegueira do homem e a grandeza humana. A desesperada insegurança da condição humana: de certo modo, todo homem deve tatear no escuro como Édipo tateia, sem saber quem é e o que tem a sofrer.

Édipo é o herói trágico. Ele não tem culpa de nada (é vítima do destino) e se sacrifica pelo seu povo. A peça converge inteira para o desfecho trágico. A verdade vai sendo revelada nos diálogos, num clima de tensão produzido pelo entre choque das personagens.

Édipo é grande porque aceita a responsabilidade por todos os seus atos, incluindo os que são objetivamente mais aterradores, embora subjetivamente inocente.

Esse herói é uma espécie de símbolo da inteligência humana, que não pode descansar até solucionar todos os enigmas – mesmo o último, para o qual a resposta é que a felicidade humana é construída sobre a ilusão.

Por Elias Andreato

O poder cênico de Édipo Rei é sufocante, acredito que por sua simplicidade.

A tragédia do herói grego sempre comoveu e despertou muitas interpretações e estudos que apontam várias direções. Todas essas leituras são indispensáveis para a preparação de uma nova montagem teatral. Na trama de Sófocles, tudo existe de antemão, e vai apenas se desenvolvendo e na ação da peça o que é irrevogável torna-se aterrador. Os atores no caso da tragédia eles precisam se imbuir de muitas informações, sensações e através da psicanálise estabelecer no seu processo criativo uma discussão profunda sobre o homem. O ator é quem conta a história, é ele quem perpetua o mito. O ritual grego de representação é para nós artistas de teatro o elo perdido a lembrança da nossa iniciação. As palavras de Sófocles são para nós mantras que invocam desejos ocultos e sacrifícios na tentativa de se encontrar a luz ou as trevas. Nós artistas, vivemos a beira do abismo e como Édipo o decifrador de enigmas somos escolhidos na escala social para enfrentarmos a Esfinge. O teatro para nós é o oráculo divino onde os deuses manipulam e tecem nosso destino. Nossa paixão cega pela arte alivia nossa dor diante da verdade e nos faz acreditar no nosso livre arbítrio. A soberba de Édipo talvez seja o que mais nos interessa espiar, pois é ela a falha trágica do herói. O poder que cega se torna o escárnio que o coro lamenta diante do palácio dos poderosos.

ÉDIPO

Teatro Eva Herz (166 lugares)

Avenida Paulista, 2.073 – Livraria Cultura / Conjunto Nacional

Informações: (11) 3170-4059 - http://www.teatroevaherz.com.br/

Bilheteria: Terça a sábado, das 14h às 21h. Domingo, das 12h às 19h. Em feriado, sujeito à alteração. Aceita todos os cartões de crédito. Não aceita cheque.

Vendas pela internet: http://www.ingresso.com/

Vendas por telefone: 4003-2330

Terças, às 21h

Ingressos: R$ 40

Duração: 70 minutos

Classificação Etária: 14 anos

Estreia dia 03 de maio

Temporada: até 21 de junho

Ficha Técnica:

Autor: SÓFOCLES

Adaptação: ELIAS ANDREATO

Elenco: EUCIR DE SOUZA, TÂNIA BONDEZAN, ROMIS FERREIRA,

NILTON BICUDO, DANIEL MAIA, CLÓVYS TORRES e ELIAS ANDREATO

Música Composta: DANIEL MAIA

Desenho de Luz: WAGNER FREIRE

Figurino: LAURA HUZAK ANDREATO e MARC LAB

Cenário: ELIAS ANDREATO

Acordeons: DANIEL MAIA, NILTON BICUDO E CLÓVYS TORRES

Programação Visual: ELIFAS ANDREATO

Fotos: ÁGUEDA AMARAL

Direção de Produção: MARLENE SALGADO

Assistente de Direção: ANDRÉ ACIOLI

Direção Geral: ELIAS ANDREATO

Para agendar entrevista ou solicitar foto, por favor, responda esse e-mail ou ligue: 3255.6183

Obrigada e um abraço,

DANIELA BUSTOS

55 (11). 3255.6183 / 9453.9563

7817.2761 / ID 30*27343

http://www.morenteforte.com/

www.twitter.com/morenteforte

Parasitas, d'O Grupo, está em cartaz no Instituto Goethe (Porto Alegre, RS)


vai!ciadeteatro


apresenta

P A R A S I T A S

de Marius Von Mayenburg, com direção de João Pedro Madureira.

com

Francisco Gick, Laura Leão, Leo Maciel, Patrícia Soso e Priscilla Colombi.

De 29/04 a 22/05,

de SEX à DOM, às 20h,

no teatro do INSTITUTO GOETHE.

Petrik – casado com Friederike, que está grávida – tem uma cobra. Betsy é esposa de Ringo, que foi atropelado por Multscher e ficou paraplégico. Friederike tem um marido; Petrik tem uma mulher – ou seria o contrário? Betsy tem uma irmã, Ringo tem Betsy, Multscher não tem nada. Ringo quer continuar, Multscher quer alguém, Betsy quer ir à praia, Petrik quer ser uma cobra e Friederike não quer. Cinco pessoas próximas.

Concepção: João Pedro Madureira e Maria Luíza Sá e Madureira

Produção: Laura Leão

Roteiro: O grupo

Cenário: Leonardo Fanzelau

Figurinos: Daniel Lion

Iluminação: Gilberto Fonseca

Cabelos: Elison Couto

Maquiagem: Taidje Gut

Fotos: Betânia Dutra

Design Gráfico: Didi Jucá

Site: Maria Luíza Sá e Madureira

Assessoria de imprensa: Gisela Sparremberger

Assistente de Produção: Carolina Kern

Patrocínio Instituto Goethe e Prefeitura Municipal de Porto Alegre

Contatos: João Pedro Madureira:9666.7848/ Laura Leão: 8416 8211

acesse também os sites: http://www.parasitas.wordpress.com/

http://www.vaiciadeteatro.blogspot.com/

Espetáculo teatral ‘A Teia’ estreia na Cia dos Atores (Rio de Janeiro, RJ)


A TEIA


A companhia de teatro Insight reestreia o espetáculo ‘A Teia’ no consagrado palco da Cia dos Atores.

O espetáculo ‘A Teia’ da Companhia de Teatro Insight retorna aos palcos com nova produção e estreia no dia 05 de maio temporada no consagrado teatro da Cia dos Atores, na Lapa, às 21 h. O espetáculo tem texto e direção de Carlos Fonte Boa e em cena conta com o ator Elias Hatab e grande elenco de atores da companhia.

A Teia consiste na história da vida de quatro casais que convergem em uma rede de intrigas. O texto, criado a partir do universo do autor Carlos Fonte Boa, é uma comédia dramática desenvolvida sob o entrelaçamento recorrente na vida de quase todos, que o autor nomeia carinhosamente como “teia” e nada mais é do que o mundo das relações humanas, formado nessa história por amigos, afetos, sonhos e paixões. No espetáculo os personagens não possuem nomes, são designados apenas por números precedidos das letras ‘H’ para homens e ‘M’ para mulheres, provocando através dessa despersonalização uma aproximação maior do público com a trama.

O casal Homem 3 e Mulher 4 tem sua problemática em torno de um marido que se tornou extremamente infeliz ao lado da sua mulher, que faz de tudo para agradá-lo. O casal Homem 1 e Mulher 8, que também se encontra em crise, volta ao seu país de origem na tentativa de realizar conquistas maiores do que as financeiras. O casal Homem 7 e Mulher 2 forma uma dupla divertida que faz de tudo pra encher os bolsos de dinheiro e manter um padrão classe “A” de vida. E, por fim, o casal Homem 5 e Mulher 6 representa a classe mais humilde, alegre e esperançosa que, envolvidos nessa trama articulosa e engraçada, terão suas vidas mudadas para sempre.

O ator Elias Hatab interpreta o ambicioso e divertido personagem H7 “O H7 é mais um presente que eu recebi fazendo teatro. Nele eu posso trabalhar um contra perfil bem interessante. É difícil descrever ele porque não é um tipo, ele é um ser humano complexo, que tem vários sentimentos e muda muito durante a peça. Existem algumas cenas que eu encaro como criticas sociais, feitas de uma maneira bem humorada. Ele tem um pai doente e vê em uma oportunidade a salvação do pai, que ele ama, cuida e se preocupa. Não é uma solução que eu aprovo, mas é o que acontece na nossa realidade.”, revela o ator Elias Hatab.

Em cena a estrutura do espetáculo é composta por nove atores, oito cubos, oito textos e oito canetas, que a CIA de Teatro Insight usa para montar 36 cenários e contar esta história, que passa da tragédia à comédia em cerca de 1h30min de espetáculo.

“A peça tem uma levada que eu gosto muito. O Carlos mostra bem o trabalho do ator nessa montagem. Uma hora e meia em cena é muito bom, mas tem que estar sempre ligado e prestando atenção. Ele é muito detalhista, como eu, e não mede esforços para o trabalho ficar de qualidade. Para mim é um prazer em todos os sentidos integrar esse elenco, estou novamente trabalhando com os atores Felipe Miguel e o Robson Santos, que são grandes amigos, esta aí mais um motivo para eu abraçar essa peça!” conta Elias Hatab, entusiasmado.

Serviço:

‘A Teia’

Estreia: 05 de Maio

Local: Teatro da Cia dos Atores – Rua Manoel Carneiro, 10, Lapa, Centro – Rio de Janeiro/RJ – Telefone: (21) 2242-4176.

Temporada: 05 de Maio a 30 de Junho sempre às quintas.

Horário: 21 horas

Texto e direção: Carlos Fonte Boa

Preço: R$ 50,00 e R$ 25,00 meia-entrada para estudantes e pessoas acima de 65 anos.

Elenco: Bebel Ribeiro, Carlos Fonte Boa, Carolina Vilar, Christina Villela, Elias Hatab, Fabio Dutra, Felipe Miguel, Roberta Carrara, Robson Santos.

Contato para Imprensa:

Sheila Fonseca Assessoria de Imprensa

http://www.sheilafonseca.wordpress.com/

(21) 3624-0818 / 9741-3031

assessoria.sheilafonseca@gmail.com 

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Tistu, o Menino do Dedo Verde chega ao Maria Della Costa (São Paulo, SP)


ESPETÁCULO INFANTIL TISTU O MENINO DO POLEGAR VERDE - Local: Teatro Maria Della Costa - Rua Paim, 72 - Bela Vista - Fone 11 3256-9115

FICHA TÉCNICA DO ESPETÁCULO TISTU O MENINO DO POLEGAR VERDE

Título: Tistu o Menino do Polegar Verde

Título Original: Tistou les Pouces Verts

Autor: Maurice Druon

Adaptação Teatral: Oscar Felipe

Direção: Lisiete de Moraes Marques Navarro

Direção Musical: Alexandre Augusto

Direção Coreográfica: Lisiete de Moraes Marques Navarro

Cenários: Julio Menezes e Acir Franco

Figurinos: Cooperativa de Trabalho Teatro Educativo Oscar Felipe

Iluminação, Efeitos Especiais, Edição de Som: Julio Menezes

Direção Geral: Lucy Lima

Assessoria de Imprensa: Amilton Ferreira

Realização: Teatro Educativo - Cooperativa de Trabalho Teatro Educativo Oscar Felipe

Apresentado por: Fandangos

Apoio: PEPSICO, YORK, SPACE MAGIC, PROAC, GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO, APETESP, TEATRO MARIA DELLA COSTA, WCA

Elenco: Lisiete Navarro, Roberto Trujillo, Luis Octavio, Alexandre Augusto, Oswaldo Eugênio, Gustavo Belchior, Jazon Rocha, Zeka Fonseka, Adelia Flavio, Michely Alves, Otavio Sturb, Mateus Oliveira e outros.

Local: Teatro Maria Della Costa - Rua Paim, 72 - Bela Vista - São Paulo - SP Fone 11 3256-9115

Dias e horários: Sábados e Domingos às 16h

Preços: R$25,00 Inteira e R$12,50 Meia Entrada.

Gênero: Infanto-Juvenil, Musical Duração: 60 min.
 
Sinopse: Tistu é o filho de um rico fabricante de canhões da cidade de Mirapólvora que não consegue aprender nada na escola. Seu pai então resolve que ele aprenderá os fatos da vida tomando contato direto com eles. Para isso, encarrega seu gerente, o Senhor Trovoada e o seu jardineiro, o Mestre Bigode da sua educação. Com o primeiro toma contato com as duras realidades da miséria e do comércio de armas e com o último, conhece as plantas, as flores e descobre que tem o Polegar Verde. Este dom faz com que nasçam flores em todo lugar em que ele pressione o polegar. Quando resolve usá-lo para acabar com a miséria e a guerra. A estória segue em frente para um final inesperado e emocionante.

Difusão Cultural:

Tistu é uma bela obra da literatura infanto-juvenil escrita pelo francês Maurice Druon e adaptada ao teatro pôr Oscar Felipe, enche nossos olhos de brilho, poesia e romanticidade. Tistu é um espetáculo musical que enaltece os princípios da humanidade, amor e ideal, presentes no espírito de um menino preocupado em resolver os problemas onde sempre aflijam a sociedade. O lirismo e a pureza que compõem a atmosfera envolvente do espetáculo nos transportam a um mundo de padrões e valores ideais, que mesmo vividos num universo de fantasia, que é o teatro, deixaram raízes nos corações daqueles que acreditam na construção de um mundo melhor.

Certamente nossas crianças são o alvo, e para elas Tistu não é somente uma peça de teatro, mas um amigo que gostariam de ter em seu convívio.

informações - www.teatroeducativo.com.br/tistu

Contatos com a Produção:

Lucy Lima

11 - 2959-6630 - 3207-1212 - 7856-7744

Amilton Ferreira

Assessoria de Imprensa

11 - 3869-9554 - 8787-6187 - 7126-0848 - 8096-5246

E-mail: amiltonferreira@hotmail.com
 
FONTE:

AMILTON FERREIRA

AGITADOR CULTURAL - UOL Blog

FONTE: Amilton Ferreira

3869-9554 – 8787-6187 – 8096-5246

AGITADOR CULTURAL - UOL

Blog http://agitadorcultural.zip.net/

E-mail: amiltonferreira@hotmail.com

Espetáculo As Borboletas estreia no Teatro Gamboa Nova (Salvador, BA)


As Borboletas estreia no Teatro Gamboa Nova

Espetáculo de dança que explora o universo da loucura terá apresentação única no Teatro Gamboa Nova

Depois de apresentações bem sucedidas no Centro de Cultura e Entretenimento de Pojuca (CECEP), o espetáculo de dança As Borboletas vai estrear em Salvador, nesta quinta-feira, dia 21 de abril, às 20h, no Teatro Gamboa Nova. A montagem se inspira no conto de Caio Fernando Abreu, “Uma História de Borboletas”, dialogando diretamente com o universo da loucura e contando com o apoio criativo de usuários dos Centro de Atenção Psicossocial – CAPS. Este trabalho é a mais nova produção do coletivo de artistas Núcleo Vagapara.

As Borboletas fez uma série de seis apresentações em Pojuca, contando com a participação de pessoas com transtornos psiquiátricos. Após os espetáculos, uma roda de diálogo era aberta para proporcionar trocas e extrair as percepções do público sobre o trabalho. “Foi muito bacana ouvir o público e perceber as identificações com as cenas” contou a diretora do espetáculo, Paula Lice.

A montagem mostra a trajetória de um casal que enlouquece silenciosa e solitariamente. O conto traz à tona reflexões sobre a loucura como forma de enxergar e lidar com o mundo. A sensibilidade e a perspectiva poética que o texto abre para leitura da loucura inspirou o grupo de artistas para criar o espetáculo. O processo criativo foi conduzido de forma colaborativa, com a direção, intérpretes, dramaturgo, diálogos com os usuários dos CAPS e psicólogos.

A partir de uma série de sete oficinas promovidas nos centros, os criadores se aproximaram da realidade das pessoas com transtornos psiquiátricos e suas experiências. “As oficinas abriram espaço para podermos conhecer os usuários e seus familiares, perceber o quanto são pessoas criativas. A experimentação com eles contribuiu para nortear o trabalho” explica a diretora da montagem, Paula Lice.

Loucura - “A princípio o interesse era no conto e nas imagens que ele trazia: um casal que tirava borboletas da cabeça. A loucura era um tema dentro do conto de Caio Fernando Abreu e durante a construção do projeto, pesquisamos sobre os CAPS e sobre a luta antimanicomial. Fábio Costa, dramaturgo que está trabalhando conosco é também psicólogo e contribui no olhar para o conto e a experiência que tivemos com os usuários dos CAPS” revela Lucas Valentim, bailarino e membro do coletivo Núcleo Vagapara.

As Borboletas – Com muito diálogo, criação colaborativa e experimentação, o espetáculo de dança foi ganhando forma. Os dois intérpretes desenham seu movimento com muita integração e explorando as possibilidades do contato improvisação. A dramaturgia propõe não necessariamente o uso da palavra, mas um roteiro de discurso e ideias alinhavando as movimentações e ambientações propostas.

A iluminação, concebida por Márcio Nonato, será manipulada pelos intérpretes durante a execução dos movimentos, utilizando luminárias variadas. Elas serão também as responsáveis pela criação de cenografia do espetáculo, juntamente com as borboletas em origami produzidas nas oficinas e em cena pelos bailarinos. A direção musical é assinada por Ronei Jorge, que está investigando a criação de uma ambiência sonora, traduzindo os sons desse espaço habitados pelos dois personagens.

As Borboletas é vencedor do edital Yanka Rudzka de Apoio à Montagem de Espetáculos de Dança, promovido pela Fundação Cultural do Estado da Bahia e Fundo de Cultura do Estado da Bahia - Secretaria de Cultura.

Núcleo Vagapara – Este é o mais novo trabalho do Núcleo Vagapara, coletivo de amigos e artistas de diferentes linguagens artísticas: dança, teatro, instalação, audiovisual. Criado em 2007, o coletivo já realizou trabalhos como Cookie (2007), Fragmentos de um só (2010), o videodança Mulheres de Magritte (2008), Estudo para Cabide, “Troca Imediata de Saliva e Suor”, a intervenção urbana “Isto é apenas uma mulher” (2009) e o videodança “Paixão Nacional” (2010).

Em Julho, o grupo estreará um novo trabalho “Isto é apenas uma Mulher com Pano na Cabeça”, que terá direção de Márcio Nonato, além das intérpretes criadoras Isabela Silveira e Olga Lamas. Ainda mais cinco dançarinas ou atrizes serão agregadas ao processo, por meio de uma mini-residência artística que ocorrerá no mês de abril. O espetáculo foi premiado pelo Edital Klauss Vianna da Funarte em 2010.

Em parceria com o Coletivo Quitanda, o Núcleo Vagapara vai circular pelo interior do estado apresentando cinco trabalhos em dança. O projeto foi selecionado no Edital Ninho Reis de circulação de dança da FUNCEB 2010. Também está em desenvolvimento o Vagaparações - Autonomia e Colaboração, que consiste num conjunto de ações artísticas de manutenção do grupo, com recursos do Edital de Apoio a Grupos de Dança da FUNCEB 2010/2011.

Nesses quatro anos de produção artística, o coletivo se destaca pela constante produção e variedade de combinações entre seus membros – nem sempre é necessário que todos os participantes façam parte do trabalho. A cada nova produção, uma composição é construída, o que gera um volume de novos projetos, espetáculos de dança e teatro, solos, vídeos.

Ficha Técnica

Direção: Paula Lice

Dramaturgia: Fábio Costa

Bailarinos: Lucas Valentim e Thúlio Guzman

Produção: Daniel Moura

Direção Musical: Ronei Jorge e Luciano Simas

Iluminação: Márcio Nonato

Figurinos: Soddi

Fotos: Nilson Rocha e João Meirelles

Serviço:

Onde: Centro de Cultura e Entretenimento de Pojuca (CECEP) (Rua Conselheiro Chaves, s/n Pojuca)

Teatro Gamboa: Rua Gamboa de Cima, 3 Aflitos – Tel.: (71)3339-2418 Salvador

CAPS – Garcia

Quando: data e horário

Teatro Gamboa Nova: 21/04, às 20h

CAPS Garcia, dias 4, 5 , 6, 11, 12 e 13 de maio, às 16h

Quanto: Gratuito CAPS e CECEP e R$10,00, no Gamboa Nova.

Realização: Núcleo Vagapara

E-mail: monica.jornalista@ymail.com

Site: http://www.nucleovagapara.blogspot.com/ 

Contato: Mônica Santana (assessora de imprensa de Borboletas) - 9118-5501

Daniel Moura (produtor) – 8806-0661

sexta-feira, 25 de março de 2011

Celebração estreará em abril no salão nobre do Teatro Augusta (São Paulo)


CELEBRAÇÃO

Estreia no Auditório Augusta / Salão Nobre

ESTRÉIA

DIA 13 DE Abril 2011 – QUARTA FEIRA - 21:00H,

ATE 09 DE JUNHO DE 2011

Texto: Harold Pinter

Direção: Vitor Mafra

Elenco: Adriano Suto, Alexandre Freitas, Denise Machado, Domingas

Person, Eduardo Strela, Filipe Peña, Juliana Vedovato, Pedro Guilherme, Valentina Lattuada, Vanessa Prieto.

Quartas e Quintas as 21HRS.

INGRESSOS

R$ 30,00 Inteira / R$ 15,00 Meia

(Meia – entrada: Mediante a apresentação do comprovante)

Sala Nobre: 302 Lugares

Duração: 55 minutos.

Recomendação: 14 ANOS

 

quinta-feira, 24 de março de 2011

O Homem que Chovia estreia 1 de abril no Teatro Alterosa (Belo Horizonte)


Espetáculo cênico-musical estreia em Belo Horizonte

“O Homem que Chovia” conta a saga do jovem Leon, que ousou levar algo de bom apenas por querer fazer o bem

Estreia no dia 1º de abril no Teatro Alterosa em Belo Horizonte, “O Homem que Chovia”, espetáculo cênico-musical que navega por temas atuais e instigantes como política, miséria, materialismo, religião, fé, amor, ingenuidade perdida, sertão e cidade, sem, no entanto, tornar-se proselitista.

A peça conta a história de Leon um jovem do sertão do Brasil, que vive em um lugar onde há chuva, mas ninguém sente, ninguém vê. Um dia ele recebe uma nobre missão levar água cristalina para todo o povo. Mas como todo aquele que leva uma nova proposta, o herói ou martir é mal interpretado pelos homens da cidade. Transcorre assim, um drama: o povo não o compreende e o condena por oferecer água que ele diz ser cristalina, mas eles não conseguem perceber. Leon ousou levar algo de bom apenas por querer fazer o bem, no entanto, como acontece diariamente não foi compreendido por um mundo, no qual honestidade, bondade e gratidão são sentimentos esquecidos e desvalorizados.

Segundo o grupo, Cia. Caixa de Fósforos, “Leon é um homem que ousa caminhar com as próprias pernas, assumi seus sentimentos, sem medo de críticas. O personagem cria um paralelo com a falta de identidade do nosso tempo. Será que precisamos de um novo homem que nos mostre novas perspectivas? Será possível acreditar novamente em algo? É viável acreditar em alguém? Seguir esta pessoa aceitando suas mensagens? Difícil pensar em aceitação em um mundo que privilegia a esperteza e a audácia. Difícil aceitar-se ser uma ovelha em uma matilha de lobos.”

A Cia. escolheu desenvolver especialmente o tema religião por considerar que mesmo nos dias atuais, ainda passa por muitos tabus. Segundo o autor e ator, Adriano Gilbert “é importante associar tolerância e equilíbrio às relações sociais, associando a capacidade intelectual à possibilidade de algo que possa ser entendido como divino, independente da religião de cada pessoa”. A peça pretende mostrar ao público que podemos viver em um ambiente de tolerância, no qual a civilidade e aceitação são fundamentais.

Uma das características da Cia. Caixa de Fósforos é priorizar trabalhos autorais e desafiadores. Dentro dessa perspectiva “O Homem que Chovia” representou um grande desafio por se tratar de um musical. Os atores tiveram que passar por dois anos de aulas de dança e canto para poderem atuar, dançar e cantar simultaneamente durante o espetáculo. O texto inédito de Adriano Gilberti recebeu a trilha sonora concebida especialmente para a peça de Adriano Alves, mais novo membro da Cia.

Por dentro da Caixa

A Companhia Caixa de Fósforos privilegia os trabalhos autorais e desafiadores

O espetáculo “O Homem que Chovia” que estreia no dia 1º de abril, no Teatro Alterosa, em Belo Horizonte, é mais uma produção inédita da Cia. Caixa de Fósforos. Criada em 2006, a Cia. conta com sete integrantes, em sua maioria, atores formados pelo Teatro Universitário da UFMG, sendo eles: Wellington Braga, Adriano Gilberti, Thiago Pagani, Cássia Juliana, Harley Winter, Fabiane Aguiar e Adriano Alves, que passou a integrar a Cia. em 2010. Além de ator e atriz, os membros da companhia também possuem outra profissão e atuam como advogados, administradores, psicólogos, publicitários, relações públicas, dentre outras atividades.

A companhia foi batizada durante a concepção do primeiro espetáculo do grupo: Circo de Pulgas. O nome surgiu a partir de uma ideia do ator Wellington Braga, que ao pensar em um circo de pulgas e onde elas poderiam ser guardadas, recordou-se de uma caixa de fósforos! Naquele momento a Cia. foi batizada. Segundo seus integrantes, a “Caixa de Fósforos” é formada por pessoas com objetivos e interesses em comum: se dedicar a pesquisa dramática e à criação de trabalhos inovadores que levem uma mensagem importante ao público.

Em seu currículo a Cia. possui dois espetáculos: Circo de Pulgas (2008) e Belatriz (2010/2011), este, inclusive, com apresentações durante a 37ª Campanha de Popularização do Teatro e da Dança de Belo Horizonte.

Conheça os integrantes da Caixa:

Adriano Alves: Figurinista, músico e compositor;

Adriano Gilberti: Ator, dramaturgo, produtor e relações públicas;

Cássia Juliano: Atriz e bacharela em direito;

Wellington Braga: Ator, diretor e administrador de empresas;

Fabiane Aguiar: Atriz e psicóloga;

Thiago Pagani: Ator, dramaturgo e publicitário;

Harley Winter: Ator e historiador;

André Jaued: Ator, produtor, sonoplasta e artista plástico;

Dados do Espetáculo

Duração: 1h20min

Gênero: Drama

Classificação: Livre

Direção: Jair Raso
Texto: Adriano Gilberti
Músicas: Adriano Alves
Elenco: Thiago Pagani, Wellington Braga, Harley Winter, Cassia Juliana, Fabiane Aguiar, Adriano Gilberti, Adriano Alves e André Jaued

Serviço

“O Homem que Chovia”

Belo Horizonte, 1,2 e 3 de abril, sexta e sábado 21h/domingo 19h

Local: Teatro Alterosa – Av. Assis Chateaubriant, 499 – Floresta

Valor: R$ 30,00/meia entrada (R$15,00)

Ingressos a venda na bilheteria do Teatro de segunda a domingo de 12h às 19h30min e nos dias de espetáculos até o horários de início da peça.

Informações Teatro Alterosa – (31)3237-6611

Produção: Cia. Caixa de Fósforos

Site: http://www.ciacaixadefosforos.blogspot.com/

Twitter:@CaixaFosforos

Orkut: Cia Caixa de Fósforos ou caixadefosforos06@gmail.com

Assessoria de Imprensa

Sinal de Fumaça – A comunicação original

(31) 3264-4404

Sérgio Stockler (31) 9143-1001 – sergio@sinaldefumaca.com.br  e Viviane Afonso de Araújo (31) 8889-2901 – viviane@sinaldefumaca.com.br

terça-feira, 22 de março de 2011

A Escola do Escândalo, dir. Miguel Falabella, no Tom Jobim (Rio de Janeiro)

Miguel Falabella dirige A Escola do Escândalo

Aulas de fofoca típica do século 18

Em tom de comédia, A Escola do Escândalo, escrita em 1777, faz dura crítica à sociedade e a seus valores frágeis

Roberta Pennafort / RIO - O Estado de S.Paulo

Quando ainda estudava Letras na Universidade Federal do Rio de Janeiro, Miguel Falabella se deparou com um texto que julgou incrível, escrito em 1777, mas atemporal: a comédia de costumes A Escola do Escândalo, do dramaturgo irlandês Richard Brinsley Sheridan, crítico duro da sociedade impregnada de valores frágeis em que viveu. Eram cinco atos, 23 personagens, e ainda assim o jovem se aventurou a traduzi-lo.

Ele se tornou ator, autor de teatro e TV, diretor, mas o texto continuou na gaveta. "Sempre tive pudor de montá-lo. Mas é muito melhor ouvir Sheridan do que não ouvir", acredita Falabella, que, agora com 30 anos de sucessos a lhe respaldar, estreia o espetáculo nesta sexta-feira, no Teatro Tom Jobim, no Rio, onde deu entrevista, na semana passada.

"A peça mostra que não evoluímos tanto no costume social. A maledicência e a avacalhação continuam aí. É um privilégio poder fazer esse texto, a essa altura da vida, com esse grupo de amigos. Estamos resgatando a mística do teatro, que se perdeu com o tempo. O teatro tem que ser encantador." Ele assina a tradução, a adaptação e a direção. Os amigos são Maria Padilha, Ney Latorraca, Jacqueline Laurence, entre outros.

É a primeira encenação no Brasil de uma peça que nunca foi esquecida nos países de língua inglesa - em maio, ganha o Barbican Theatre, em Londres. A iniciativa começou com um desejo de Maria Padilha de voltar a fazer teatro com Falabella - seu primeiro parceiro profissional, um amigo desde o fim dos anos 70 -, e de estar mais uma vez ao lado com Ney, trazido aos palcos depois de um intervalo de sete anos, que vive seu marido.

Os três se associaram e viraram produtores da peça, que tem ares grandiosos: figurino (de Emília Duncan) e visagismo (Rose Verçosa) caprichados, com muitas saias rodadas, perucas e maquiagens carregadas, e cenários (Linha Renha) elaborados, em que se destacam três espelhos de três metros de altura por 1,2 metro de largura, nos quais o público também consegue se enxergar, além de dois suntuosos lustres.

"Fomos absolutamente impecáveis com relação ao século 18. É o nosso tableau vivant", apresenta Falabella. "Ele tinha medo, porque é uma peça muito cara. Mas conseguimos baratear, pegamos móveis em consignação, fizemos permuta com fábricas de tecido. Esse é um jeito muito bom de fazer teatro", vibra Maria, que inicialmente pensara ser interessante estrear em 2009, quando se completaram 30 anos do primeiro trabalho dos dois.

Seu personagem é Rosália, uma nova rica, mulher fútil e deslumbrada que sai do campo para a corte e só quer saber de gastar o dinheiro do marido, o comendador Pedro Atiça (Ney), com toda sorte de bobagem feminina. Heroína da história, ela acaba por perceber que tudo aquilo não a levará a lugar algum. "Mas não é uma peça moral", ressalva Maria, que falou ao Estado em meio à prova de maquiagem e peruca.

O comendador é o único que não cultiva o hábito da fofoca - é o homem de caráter que difere dos demais por não sucumbir à maldade. É tio de Maria (Bianca Comparato), cuja mão é disputada por um jovem bom, Carlos (Armando Babaioff) e outro mau caráter, José, seu irmão (Bruno Garcia). Dona Benferina (Rita Elmôr), tia dos dois, se dedica a acabar com a reputação de Carlos, com a ajuda de outros personagens que adoram intriga, como Dona Cândida (Jacqueline Laurence).

"Maledicência, meus caros, não se aprende na escola. Mais difícil é ensinar um menino a jogar bola!", Sheridan já anuncia no prólogo. "Uma palavra dita, uma reputação morta!", reclama o comendador.

Adaptação. Os tipos são os que frequentavam a Londres do fim do século 18. Falabella não localizou geograficamente a peça. "Poderia ser num arraiá aqui no Brasil." Ele lembra que resolveu dedicar-se à tradução, na faculdade, porque via a preguiça dos outros diante do calhamaço em um inglês ultrapassado. A ideia de montá-lo adormeceu - "um dia, quem sabe..." À época, já escrevia compulsivamente. Guardava tudo em pastas de cores diferentes. "Eu tinha um Window antes de o Window existir...", ri.

Os cinco atos foram reduzidos a três, os personagens, a dez. Para Ney, é uma deliciosa volta a seu lugar preferido - o último espetáculo havia sido também com Falabella, Capitanias Hereditárias. "Eu nunca tive essa preocupação com quantidade de montagens. Nesses sete anos, cuidei de mim, parei de fumar, mudei de casa. Estou me sentindo como se estivesse saindo agora da Escola de Arte Dramática de São Paulo. Teatro não tem gentalha", diz o ator. "A qualidade do teatro é ser imortal, e esse texto é muito atual, no mundo de fofoca e celebridades em que vivemos. Não por acaso está estreando também em teatros de Londres."

Os ensaios vêm de janeiro, e atropelaram o carnaval. O processo mostrou que teatro é a maior diversão: as risadas começaram já nas leituras. "Somos ratos de teatro. As pessoas com que se trabalha são o mais importante. Você pode ter os espetáculos no currículo, mas o que fica na sua vida é Miguel, Padilha, Jacqueline", emociona-se Ney.

QUEM É

RICHARD SHERIDAN

DRAMATURGO, POETA E POLÍTICO IRLANDÊS

De família teatral, nascido em Dublin (1751-1816) e criado em Londres desde os 7 anos, tornou-se dono do Teatro Drury Lane. Lá, estreou, aos 25 anos, The School for Scandal, uma de suas peças mais remontadas desde então. Foi membro do Parlamento. Sua obra é comparada à de Molière e Oscar Wilde.

A ESCOLA DO ESCÂNDALO

Teatro Tom Jobim. Rua Jardim Botânico, 1.008, tel. (21) 2274-7012. 6ª e sáb., 20h30; dom., 20 h. R$ 80. Até 6/6.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Dom Quixote - A Busca, no Centro de Convivência Cultural (Campinas, SP)


DOM QUIXOTE - a busca


Aquela que já foi eleita a melhor ficção de todos os tempos e inspirou milhares de outras obras artísticas, ganha uma versão teatral sensível e inteligente. A peça “Dom Quixote - A Busca” é uma adaptação livre da obra de Cervantes.

Centro de Convivência Cultural

Campinas - SP

14 e 15 de abril

20:30 hrs

R$ 20,00 inteira

R$ 10,00 meia

Teremos horários alternativos para escolas

15 de abril: 14:00 e 15:30

Classificação: livre

CONTATO:

Reginaldo Menegazzo

(19) 91525061

cultura@producaocultural.com.br

DOM QUIXOTE - A BUSCA em Campinas

Centro de Convivência Cultural Carlos Gomes – Sala Luís Otávio Burnier

Aquela que já foi eleita a melhor ficção de todos os tempos e inspirou milhares de outras obras artísticas, ganha uma versão teatral sensível e inteligente. A peça “Dom Quixote - A Busca” é uma adaptação livre da obra de Cervantes.

Centro de Convivência Cultural

14 e 15 de abril às 20H30

R$ 20,00 inteira

R$ 10,00 meia

Teremos horários alternativos para escolas

15 de abril: 14H00 e 15H30

Classificação: livre

CONTATO:

Reginaldo Menegazzo

(19) 91525061

cultura@producaocultural.com.br

http://www.producaocultural.com.br/

FICHA TÉCNICA

Direção: Fernando Aleixo

Adaptação / Texto: Henri Lalli

Atores: Luiz Terribele Jr e Silvio Favaro

Produção: Reginaldo Menegazzo

Cenário / Figurino / Desenho de Luz: Produção Cultural

Trilha Sonora: Cesar D Avinha

Design Gráfico: Diego AugustO

Mesmo sem a mais de centena de situações e a multidão de personagens presentes na obra original – a peça conta com apenas dois atores em uma dúzia de cenas – “Dom Quixote - A Busca”, de Henri Lalli, procura valer-se com competência dos elementos essenciais do drama: a aventura, a graça dos personagens, a poesia e, principalmente, a dualidade, onde se contrapõem a razão e a loucura, a alegria e a melancolia, as lógicas do mandante e do mandado, a nobreza e a torpeza da alma, o real e o imaginário. O diretor Fernando Aleixo conduz “Dom Quixote” com mão firme, mas leve, buscando acertar o tom poético e psicológico da história, sem pecar com simplificações burlescas nem com discursos complexos. D. Quixote e Sancho Pança ganham graça e simpatia nas peles de Luiz Terribele Jr – idealizador da peça – e Silvio Favaro – também produtor, junto com Reginaldo Menegazzo - produtor da peça. Os atores se desdobram entre objetos de cena criativos, diálogos afinados, movimentos estudados, poemas, canções e até fantoches. Longe de enclausurar um monstro da literatura dentro de uma caixa de três paredes ou buscar a emoção do humor óbvio da história, “Dom Quixote” de Aleixo e Lalli procuram fazer o espectador aprender sobre amizade, compaixão, idealismo e se questionar sobre questões fundamentais da humanidade; como na cena dos moinhos. Para D. Quixote, moinhos são gigantes. E para nós, o que são? Quem são nossos gigantes?

quarta-feira, 16 de março de 2011

O Silêncio dos Outros reestreia no Satyros 2 em abril (São Paulo, SP)


O SILÊNCIO DOS OUTROS


O Silêncio dos Outros - com o Grupo A JACA EST/SP, que Reestréia dia 05 de Abril/11 às 21h no Espaço dos SATYROS II

Release

Espetáculo com o Grupo A JACA EST (da Cooperativa Paulista de Teatro) concebido a partir de dois Contos de Décio Filho – "O SILÊNCIO DOS OUTROS" - retratando o Autor em seus momentos de criação, a busca e o embate entre o silêncio e a palavra, onde o devaneio, o delírio, o sonho, a loucura, o êxtase, a paixão, a ebulição interna, tece pensamentos, idéias, questionamentos, inquietações, desejos e descreve o seu papel de ser e estar no mundo e no parto difícil da sua criatura e "ASTMA" – sobre o PERSONAGEM, sua criação mais dolorosa, difícil, árdua. E a paixão do Personagem pelo seu Autor – seu criador. O Autor desaparece e dá lugar ao Personagem e deixa que sua criatura viva por si, para si e por ele. É o Personagem quem questiona, e dá vida ao Autor, o denuncia, cuida dele e o revela para o mundo. O contraponto entre o real e o imaginário. Entre o masculino e o feminino e o andrógino.

"O Silêncio dos Outros" – fala de omissão, da falta de solidariedade e da indiferença praticada pelo homem do nosso tempo fala dos mais sensíveis, dos abnegados – critica os homens que detém o poder, a sociedade de consumo, a mídia, etc.

Autor: Décio Filho, Dramaturgia: Geraldo Fernandes, Com: Aderaldo Maya e Mauro Persil

Direção Geraldo Fernandes – que já dirigiu outros três textos do Dramaturgo Décio Filho. ("Pic-Nic no Armagedon", "Cone e Bastonete" e "Dois Assentos") e de outros autores nacionais e internacionais.

Ficha Técnica

*Trilha Sonora: LAURA FINOCCHIARO *Iluminação: DÉCIO FILHO *Figurino:

CLAUDIO LUZ DIVINA *Preparação Corporal: TATI GUIMARÃES *Foto: MARTA BAIÃO/FRANCISCO BARROS *Maquiagem: GIL OLIVEIRA *Operador de Som: JÚLIO GREGGHI *Operador de Luz: GABRIEL GRECHI *Programação Visual: JEFFERSON CARDOSO *Assistente de Iluminação: MANOEL DE OLIVEIRA *Bilheteria: CRISTINA DE CÁSSIA *Divulgação: A Equipe *Cenotécnico: GENIVALDO BEZERRA, JOÃO ALVES, JÉFERSON MASCARENHAS e FAGNER CAVALCANTE *Cenografia/ Assessoria de Imprensa/ Coordenação de Produção/Administração: GERALDO FERNANDES *Produção Grupo A JACA EST/Cooperativa Paulista de Teatro *Direção Geral: GERALDO FERNANDES

ESPAÇO DOS SATYROS II

Praça Roosevelt, 134 - Centro – São Paulo – SP – Tel.: (11) – 3258-6345

Todas os Terças-Feiras às 21h

Reestréia dia 5 de Abri/2011 e fica em cartaz até dia 28 de Junho de 2011

Ingressos: R$ 30,00 00(50% de desconto: Artístas, Estudantes, Professores, Idosos, etc).

Idade: a partir de 12 anos.

Duração: 60 minutos

Bilheteria: Abre 1 hora antes Vendas antecipadas: Não Reserva por telefone: Sim

Estacionamento: Sim (Ao lado – não conveniado)

Lotação: 110 lugares

Entrada para Deficientes: Não

Ar Condicionado: Não

Aceita Cheque: Sim

Cartão: Não

Contatos:Tel.: (11)-3105-3717 – Cel.: (11)-9373-7440 - e-mail: gegfernandes@gmail.com  http://www.ajacaest.art.br/