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quarta-feira, 15 de setembro de 2010

ASSURBANIPAL MAGIC CLUB em cartaz no Satyros 1 (São Paulo, SP)

Raissa Peniche em cena de "Assurbanipal"

ASSURBANIPAL MAGIC CLUB


È uma peça de grand guignol contemporâneo com textos a partir de Paroni, Lima, Nietsche,Espinosa, Roland Barthes, Camus, fragmentos em provençal e grego antigo (Euripedes) e textos ouvidos pelo elenco no universo do swing paulistano.

Desde sua primeira apresentação, a casa tem estado lotada: apresentar o mundo do swing com sua humanidade, do patético ao cômico, além do preconceito e dos clichês tem feito com que a casa lote; o publico se diverte refletindo sobre a própria existência.

Experiência de dramaturgismo radical, apresenta-se como um espetáculo-manifesto em dois momentos: confissões públicas e reflexos na vida dos participantes da preparação de um show de mágica erótica no Espaço dos Satyros 1; seguido das apresentações do show de entretenimento real, cujo encontro com o público será combinado com a platéia num clube de swing. O Mago adivinhará o pensamento dos participantes e de algumas pessoas do publico e das menàges no clube. Trata-se de uma experiência a ser vivida somente por quem do público assim o desejar. As datas serão comunicadas ao público nos dias de apresentação. A fruição do espetáculo pode ser feita somente no Satyros 1 sem prejuízo de sua mensagem, mas atinge a sua totalidade na experiência do encontro no clube de swing.

As personagens serão - “vestidas” por atores nus que ensaiam ao modo de Pirandello: uma ex-socialite ninfomaníaca, uma joven incestuosa, uma máscara de serva provençal, uma promoter e segurança de club de swing, uma estudante de filosofia ciumenta, um delegado em crise existencial, uma trabalhadora sexual, um aventureiro e o genial mago mentalista Follini, além do diretor do espetáculo.

ASSURBANIPAL MAGIC CLUB

com

Érika Forlim

Helena Magon

Janine Correa

Josué Torres

Leandra Demarchi

Mago Follini

Mauricio Paroni de Castro

Patrícia Aguille

Raissa Peniche

Rodrigo Zappa

Produção e realização Atelier de Manufactura Suspeita

Direção e composição cênica e dramaturgia Mauricio Paroni de Castro

Colaboraram Adriana Vaz Ramos, Célio Amino, Sara Gassal, Simonia Queiroz,Thais Simi, Otavio Azevedo, Eugenio Scoletta – funções variáveis no decorrer das réplicas do espetáculo

Administração Sylvia Soares

Espaço dos Sátyros 1

Todas as Segundas-feiras de Setembro às 21 00 - Dia 30 de Agosto para convidados

Duração 1 hora e quinze minutos.

Ingresso R$30 e 15

Desaconselhável a menores de 18 anos

Sinopse sintética: mágico tenta adivinhar o pensamento de participantes de ménage de clube de swing em número de mágica erótica.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

ASSURBANIPAL MAGIC CLUB estreia no Satyros 1 (São Paulo, SP)

a atriz Raissa Peniche está no elenco de Assurbanipal

È uma peça de grand guignol contemporâneo com textos a partir de Paroni, Lima, Nietsche,Espinosa, Roland Barthes, Camus, fragmentos em provençal e grego antigo (Euripedes) e textos ouvidos pelo elenco no universo do swing paulistano.


Experiência de dramaturgismo radical, apresenta-se em dois momentos: confissões públicas e reflexos na vida dos participantes da preparação de um show de mágica erótica no Espaço dos Satyros 1; seguido das reais apresentações do show, cujo encontro com o público será combinado com a platéia num clube de swing. O Mago adivinhará o pensamento dos participantes e de algumas pessoas do publico e das menàges no clube. Trata-se de uma experiência a ser vivida somente por quem do público assim o desejar. As datas serão comunicadas ao público nos dias de apresentação. A fruição do espetáculo pode ser feita somente no Satyros 1 sem prejuízo de sua mensagem, mas atinge a sua totalidade na experiência do encontro no clube de swing.

As personagens serão - “vestidas” por atores nus que ensaiam ao modo de Pirandello: uma ex-socialite ninfomaníaca, uma joven incestuosa, uma máscara de serva provençal, uma promoter e segurança de club de swing, uma estudante de filosofia ciumenta, um delegado em crise existencial, uma trabalhadora sexual e o genial mago mentalista Follini, além do diretor do espetáculo.

ASSURBANIPAL MAGIC CLUB

com

Érika Forlim

Helena Magon

Janine Correa

Josué Torres

Leandra Demarchi

Mago Follini

Mauricio Paroni de Castro

Patrícia Aguille

Raissa Peniche

Produção e realização Atelier de Manufactura Suspeita

Direção e composição cênica e dramaturgia Mauricio Paroni de Castro

Colaboraram Adriana Vaz Ramos, Célio Amino, Sara Gassal, Simonia Queiroz,Thais Simi, Otavio Azevedo, Eugenio Scoletta – funções variáveis no decorrer das réplicas do espetáculo

Administração Sylvia Soares

http://www.manufacturasuspeita.blogspot.com/

Espaço dos Sátyros 1

Todas as Segundas-feiras de Setembro às 21 00 - Dia 30 de Agosto para convidados

Duração 1 hora e quinze minutos.

Ingresso R$20 e 10

Desaconselhável a menores de 18 anos

http://satyros.uol.com.br/index.php/satyrosum/programacao-da-sala

Sinopse sintética: mágico tenta adivinhar o pensamento de participantes de ménage de clube de swing em número de mágica erótica.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Estreia dia 5 "TE ESPERO NA ÚLTIMA PLATAFORMA" (São Paulo, SP)

com Bruna Thedy e Herbert Bianchi
texto e direção de Anderson Vittorino
Satyros 1, 5 a 26 de junho, 19h, quintas-feiras

quinta-feira, 15 de abril de 2010

BANANA MECÂNICA, de Francisco Carlos, no Satyros 1 (São Paulo, SP)


Montagem lisérgica traz à Praça Roosevelt personagens do Carnaval carioca.


Alas, alegorias, sambas-enredo e fantasias são alguns dos apetrechos utilizados pelo dramaturgo e diretor amazonense Francisco Carlos na peça “Banana Mecânica”, que está em cartaz aos domingos, no Espaço dos Satyros Um, às 21h30. O espetáculo faz um resgate do Carnaval carioca de antigamente, das marchinhas carnavalescas e do sambista Noel Rosa, que completaria cem anos em 2010.

O Texto

A peça aborda a tragédia urbana carnavalizada sobre mitos alucinantes, oníricos, surrealistas e fantasiosos, por meio de temas e personagens que compõem a mitologia do Carnaval carioca, como uma Chiquita-bacana-existencialista-sado-masoquista; seu filho-Adônis-Moleque-indigesto; um Pierrot-Adão-Melancólico; um marinheiro Genetiano; uma Eva-Disney; uma atriz-Medusa-Super-Ego; e um Zé-Pereira Baco.

O carnaval carioca, as marchinhas carnavalescas, o teatro de revista, os roteiros cinematográficos das chanchadas, os blocos de rua e o livro “Histórias do Carnaval Carioca”, de Eneida de Moraes, foram as bases que inspiraram o dramaturgo Francisco Carlos.

A Montagem

A encenação é um teatro de múltiplas linguagens que mistura a chanchada (comédias carnavalescas produzidas no Rio de Janeiro nos anos 40 e 50), as linguagens do teatro contemporâneo, teatro de revista (teatro rebolado), danças do carnaval e danças étnicas, performance, circo, Jean Genet, marquês de Sade, o “Paraíso Perdido” do inglês John Milton, a Bíblia, Jules Laforgue, Jorge Luis Borges, Samuel Beckett, Luis da Câmara Cascudo, Braguinha, Simone de Beauvoir, Oswald Andrade, Mikhail Bakhtin, Ezra Pound, cinema-novo, cinema-marginal-urbano-paulistano, vídeo arte, Hélio Oiticica, história em quadrinhos, filmes de ficção científica e espetáculos de cabarés da Lapa (RJ) com as lendas que envolvem a presença de Noel Rosa nesses lugares (que completaria cem anos em 2010).

O elenco é composto por Anthero Montenegro, Eloisa Leão, Fabianna Serroni, Felipe Montanari, Fernando Delabio, Germano Melo, José Trassi, Mafalda Pequenino, Paulo Gaetta.

Ficha Técnica

BANANA MECÂNICA

SINOPSE 1º ATO: Chiquita Bacana lá da Martinica, a de vestido nanica, viaja pelos mares do Sul e conversa com seus espelhos: Maria Lata D´Água, Simone de Beauvoir, Rute-Ester-Judá, Santa Bernadeth da Gruta. Em um camarim, uma atriz-Medusa-Super-Ego do teatro brasileiro (Tônia, Bibi, Fernanda ou Dercy) xinga e discursa sobre os tempos do teatro. O filho de Chiquita Bacana, Adônis-Pernalonga, come tudo o que vê pela frente: biscoitos, entorpecentes, livros. Um Pierrô-Adão-Melancólico dialoga-filosofa com uma Eva-Disney-Colombina sobre o nasce-e-morre-do-ator, paraíso, queda, culpa e perdão.

SINOPSE 2º ATO: Um Marinheiro-Genetiano transformado em porco por Chiquita-Circe, engole Miosótis pelo nariz e fica grávido. Dá luz a um bebezinho iluminado que é assassinado a queima-roupa pelo filho-Moleque-indigesto-de-Chiquita-Bacana, uma queima-de-arquivo, por ordem de Anjo, o Chefe-Invisível-e-Mascarado de uma organização de ladrões. Por castigo, a mãe-Chiquita estupra o filho bandidinho, num crime de incesto e morte. Matou, pagou, Chiquita é julgada e condenada e será queimada no fogo do inferno, onde permanecerá pelos séculos dos séculos.

TEXTO E DIREÇÃO: FRANCISCO CARLOS

ELENCO: ANTHERO MONTENEGRO, ELOISA LEÃO, FABIANNA SERRONI, FELIPE MONTANARI, FERNANDO DELABIO, GERMANO MELO, JOSÉ TRASSI, MAFALDA PEQUENINO, PAULO GAETA.

DIREÇÃO DE MOVIMENTO: ONDINA CLAIS

DIREÇÃO DE CENA: GILBERTO VIEIRA

DIREÇÃO DE ARTE: MÁRCIO COLAFERRO

FIGURINO: FERNANDO DELABIO

ILUMINAÇÃO: KARINE SPURI

DIREÇÃO MUSICAL: GIRLEY MIRANDA

DJ: EVELYN CRISTINA

DESIGN GRÁFICO: JÔ FEVEREIRO

PRODUÇÃO EXECUTIVA: ELISETE JEREMIAS

FOTOGRAFIA: PEDRO ARCENE

CENOTÉCNICA: MATEUS FIORENTINO

MAKE-UP: MARCELO PRADO

QUANDO: DOMINGOS, 21h30.

ONDE: ESPAÇO DOS SATYROS UM, PÇ. FRANKLIN ROOSEVELT, 214, PRÓXIMO À ESTAÇÃO REPÚBLICA DO METRÔ, TEL. 11 3258-6345.

QUANTO: R$ 20 (INTEIRA), R$ 10 (MEIA).

LOTAÇÃO: 70 LUGARES.

DURAÇÃO: 80 MINUTOS.

CLASSIFICAÇÃO: 16 ANOS.

GÊNERO: CHANCHADA TRÁGICA.

NOVA TEMPORADA: 4 A 25 DE ABRIL DE 2010.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

CALABAR estréia no Satyros 1, SP

Na próxima terça-feira, 02/03, estreia no Espaço Satyros Um, na famosa Pça. Roosevelt, em São Paulo, a montagem carioca de "Calabar, o elogio da traição".


Depois de duas temporadas de sucesso, no Rio, o musical de Chico Buarque e Ruy Guerra - que tem a direção assinada por Jefferson Almeida - parte para a temporada paulista.

O espetáculo estará disponível para a apreciação todas as terças-feiras de Março e Abril, sempre às 20h. Os ingressos custam R$20 (inteira), R$10 (meia) e R$5 (para oficineiros dos Satyros e moradores da Pça. Roosevelt).

Nos vemos no teatro.

Beijo carinhoso,

Jefferson Almeida