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sexta-feira, 13 de agosto de 2010
BLITZ, últimos 3 dias no Centro Cultural SP (Sâo Paulo,SP)
UM SILÊNCIO QUE DÓI E ENCANTA
Ruy Jobim Neto, para o site Aplauso Brasil (www.aplausobrasil.com.br)
Em dezembro do ano passado, quando Janaina Ávila mandou um e-mail contando que tinha ganhado o Eletrobrás 2009, um projeto de 250 mil reais, não pôde haver festa melhor do que esperar pela montagem desse belo exemplar da dramaturgia de Bosco Brasil, autor do premiado “Novas Diretrizes em Tempos de Paz”. Trata-se da dolorida e encantadora “Blitz”, com direção precisa de Ivan Sugahara, tendo no elenco a batalhadora atriz e produtora Janaina Ávila e o “especialista” no teatro de Bosco, Marcelo Escorel.
A montagem é capitaneada por Janaina que, visando estrear o espetáculo, acumulou as gravações dos capítulos da já encerrada novela “Tempos Modernos”, no horário das 19h, onde ela interpretava a gótica-chique Milena Morgado, para então levar aos palcos do Laura Alvim, em Ipanema, a primeira temporada de “Blitz”. Agora é o Centro Cultural São Paulo quem recebe, até o dia 15 de agosto, esta tocante história de um casal que se espreme e se exprime através de seus medos mais profundos e de suas dores que desabam nos silêncios mais aterradores de suas almas.
Munido de uma iluminação detalhista e primorosa (de Renato Machado) que valoriza o belo cenário (por Natália Lana) cuja parede é ornada com rendas e tricô, além de uma mesa e duas cadeiras, a peça delineia a torrente de solidão de Helô do Pãozinho (Janaina) e as culpas do Cabo Rosinha (Marcelo), um policial militar acusado da morte acidental de um garoto de 12 anos em um colégio público durante uma blitz, coincidindo na hora do recreio dos alunos.
Uma coisa apenas é passível de ser dita para não quebrar a expectativa da platéia e deixá-la com água na boca para assistir: Helô está de mala pronta, não sabemos o que ela colocou na mala. Silêncio. Há uma espera no ar, muito tensa. Silêncio. Uma sopa é colocada, dois pratos, colheres. O marido chega, fardado e armado, e mesmo assim, algo precisa ser dito. Silêncio. Helô desconfia do envolvimento de Rosinha no ocorrido e tem algo a zelar. Silêncio. Ela está pronta para se separar de Rosinha e deixar a casa. Mais adiante, é o casal que abre outras feridas. Uma a uma, entre silêncios amargos, entre refletores elipsoidais que cristalizam pensamentos e a música das emoções mais entranhadas desse casal. Silêncio.
O belo e delicado texto de Bosco Brasil chega a São Paulo ao mesmo tempo em que se banalizam de forma torrencial, como sempre, e também a coincidente ocorrência da morte do menino Wesley, num colégio carioca, por uma bala no peito vinda de armamento pesado, possivelmente de origem policial. “Blitz” torna-se, assim, absurdamente contemporânea. Estamos vivendo a peça no palco e na vida real. Ou a realidade transmuta no palco.
Por outro lado, a paixão dos dois personagens está filtrada pela visão dos outros, da sociedade que os cerca no bairro, do diz-que-me-diz, do que fala a Imprensa e de como a paróquia local absorve toda a história de Rosinha e Helô. O autor nos reserva uma carta na manga, percorre seus personagens pelo misto de medo - um medo avassalador - com uma entrega humana muito contundente. E que felicidade é essa magia do palco para que nós, a plateia, possamos ser as testemunhas dessa humanidade, desses buracos que não fecham, dessas equações doídas cuja lupa está ampliada pelo grande elenco de dois.
Marcelo compõe seu Cabo Rosinha com a experiência de quem já montou outros dois textos de Bosco Brasil (“O Acidente” e “Cheiro de Chuva”), e dá ao personagem a exata proporção desse ser humano, numa composição cênica que ele aplaude e diz que, para ele, não é uma tarefa fácil representar a encenação que Sugahara imprimiu. Coisa de filigrana. Janaina Ávila, que vem do CPT de Antunes Filho, faz aqui a sua homenagem ao melhor do estilo “Pret-a-Porter”, interpretando Helô do Pãozinho com minúcia, com estratos e camadas que nos fazem viajar pela dor de sua personagem.
Prestem atenção no cenário e como ele brinca docemente com a luz, e vice-versa. Há momentos em que se sublinha de forma apropriada, e com tonalidades fortes, o que sente o casal da peça. É na beleza dos cortes elipsoidais de luz que a peça ganha poder e força junto ao texto, como num filme, a força de recortar o que Rosinha e Helô querem dizer, mas apenas sentem. Sorte de nós, a plateia, que somos as únicas testemunhas dessas tristes criaturas. Do desenho simples do que está em cena, retira-se o néctar da dor e das belas interpretações.
Ponto para o elenco, para a música imperceptível (de propósito) de Ronaldo Alvarenga, a encenação tocante e milimétrica de Sugahara e, claro, o belo conflito deste generoso e humano dramaturgo que é Bosco Brasil, uma dor que aponta para algum desfecho no fio da emoção. Fica por conta de a plateia saborear. Que bom.
SERVIÇO
Peça: “Blitz”
Autor: Bosco Brasil
Direção: Ivan Sugahara
Elenco: Janaína Ávila e Marcello Escorel
Preço: R$ 20 (inteira) R$ 10 (meia)
Classificação etária: 12 anos
Iluminação: Renato Machado
Trilha Original: Rebello Alvarenga
Figurino: Patricia Muniz
Cenário: Natália Lana
Adaptação de cenários para viagens: Juliana Fernandes
Visagismo: Marcello Labela
Artista Plástica e Programadora Visual: Juliana Moraes
Cenotécnico: André Salles
Modelista: Lúcia Lima
Músico Intérprete da Trilha: Camila Brioli
Assistente de Direção: Letícia Isnard
Assistente de Produção: Raphael Freire
Assistente de Cenografia: Marieta Spada
Assistente de Figurino: Eve Rodrigues
Assistente técnico de Trilha Sonora: Ricardo Gonçalves
Fotógrafo: Dalton Valério
Centro Cultural São Paulo – Sala Paulo Emilio – R. Vergueiro, 1000
Estréia: 17 de julho de 2010 (para convidados)
Temporada: de sexta a sábado, 21h, domingo, 20h – Até 15 de agosto
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sexta-feira, 23 de julho de 2010
BLITZ, de Bosco Brasil, em cartaz no Centro Cultural (São Paulo,SP)
O espetáculo dirigido por Ivan Sugahara, com Janaína Ávila e Marcelo Escorel mo elenco tem texto de Bosco Brasil, o mesmo autor de "Novas Diretrizes em Tempos de Paz" e "Cheiro de Chuva".
Centro Cultural SP - sex e sáb, 21h - dom, 20h
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quinta-feira, 22 de julho de 2010
BLITZ, de Bosco Brasil, em cartaz no Centro Cultural (São Paulo,SP)
Marcelo Escorel e Janaina Ávila em cena
Peça de Bosco Brasil traz um silêncio que dói e encanta
Ruy Jobim Neto, especial para o Aplauso Brasil
Em dezembro do ano passado, quando Janaina Ávila mandou um e-mail contando que tinha ganhado o Eletrobrás 2009, um projeto de 250 mil reais, não pôde haver festa melhor do que esperar pela montagem desse belo exemplar da dramaturgia de Bosco Brasil, autor do premiado Novas Diretrizes em Tempos de Paz. Trata-se da dolorida e encantadora Blitz, com direção precisa de Ivan Sugahara, tendo no elenco a batalhadora atriz e produtora Janaina Ávila e o “especialista” no teatro de Bosco, Marcelo Escorel.
A montagem é capitaneada por Janaina que, visando estrear o espetáculo, acumulou as gravações dos capítulos da já encerrada novela Tempos Modernos, no horário das 19h, onde ela interpretava a gótica-chique Milena Morgado, para então levar aos palcos do Laura Alvim, em Ipanema, a primeira temporada de Blitz. Agora é o Centro Cultural São Paulo quem recebe, até o dia 15 de agosto, esta tocante história de um casal que se espreme e se exprime através de seus medos mais profundos e de suas dores que desabam nos silêncios mais aterradores de suas almas.
Munido de uma iluminação detalhista e primorosa (de Renato Machado) que valoriza o belo cenário (por Natália Lana) cuja parede é ornada com rendas e tricô, além de uma mesa e duas cadeiras, a peça delineia a torrente de solidão de Helô do Pãozinho (Janaina) e as culpas do Cabo Rosinha (Marcelo), um policial militar acusado da morte acidental de um garoto de 12 anos em um colégio público durante uma blitz, coincidindo na hora do recreio dos alunos.
Uma coisa apenas é passível de ser dita para não quebrar a expectativa da platéia e deixá-la com água na boca para assistir: Helô está de mala pronta, não sabemos o que ela colocou na mala. Silêncio. Há uma espera no ar, muito tensa. Silêncio. Uma sopa é colocada, dois pratos, colheres. O marido chega, fardado e armado, e mesmo assim, algo precisa ser dito. Silêncio. Helô desconfia do envolvimento de Rosinha no ocorrido e tem algo a zelar. Silêncio. Ela está pronta para se separar de Rosinha e deixar a casa. Mais adiante, é o casal que abre outras feridas. Uma a uma, entre silêncios amargos, entre refletores elipsoidais que cristalizam pensamentos e a música das emoções mais entranhadas desse casal. Silêncio.
O belo e delicado texto de Bosco Brasil chega a São Paulo ao mesmo tempo em que se banalizam de forma torrencial, como sempre, e também a coincidente ocorrência da morte do menino Wesley, num colégio carioca, por uma bala no peito vinda de armamento pesado, possivelmente de origem policial. Blitz”torna-se, assim, absurdamente contemporânea. Estamos vivendo a peça no palco e na vida real. Ou a realidade transmuta no palco.
Por outro lado, a paixão dos dois personagens está filtrada pela visão dos outros, da sociedade que os cerca no bairro, do diz-que-me-diz, do que fala a Imprensa e de como a paróquia local absorve toda a história de Rosinha e Helô. O autor nos reserva uma carta na manga, percorre seus personagens pelo misto de medo – um medo avassalador – com uma entrega humana muito contundente. E que felicidade é essa magia do palco para que nós, a plateia, possamos ser as testemunhas dessa humanidade, desses buracos que não fecham, dessas equações doídas cuja lupa está ampliada pelo grande elenco de dois.
Marcelo compõe seu Cabo Rosinha com a experiência de quem já montou outros dois textos de Bosco Brasil (O Acidente e Cheiro de Chuva), e dá ao personagem a exata proporção desse ser humano, numa composição cênica que ele aplaude e diz que, para ele, não é uma tarefa fácil representar a encenação que Sugahara imprimiu. Coisa de filigrana.
Janaina Ávila, que vem do CPT de Antunes Filho, faz aqui a sua homenagem ao melhor do estilo Pret-a-Porter, interpretando Helô do Pãozinho com minúcia, com estratos e camadas que nos fazem viajar pela dor de sua personagem.
Prestem atenção no cenário e como ele brinca docemente com a luz, e vice-versa. Há momentos em que se sublinha de forma apropriada, e com tonalidades fortes, o que sente o casal da peça. É na beleza dos cortes elipsoidais de luz que a peça ganha poder e força junto ao texto, como num filme, a força de recortar o que Rosinha e Helô querem dizer, mas apenas sentem. Sorte de nós, a plateia, que somos as únicas testemunhas dessas tristes criaturas. Do desenho simples do que está em cena, retira-se o néctar da dor e das belas interpretações.
Ponto para o elenco, para a música imperceptível (de propósito) de Ronaldo Alvarenga, a encenação tocante e milimétrica de Sugahara e, claro, o belo conflito deste generoso e humano dramaturgo que é Bosco Brasil, uma dor que aponta para algum desfecho no fio da emoção. Fica por conta de a plateia saborear. Que bom.
FICHA TÉCNICA:
Texto: Bosco Brasil
Direção: Ivan Sugahara
Elenco: Janaína Ávila e Marcello Escorel
Iluminação: Renato Machado
Trilha Original: Rebello Alvarenga
Figurino: Patricia Muniz
Cenário: Natália Lana
Adaptação de cenários para viagens: Juliana Fernandes
Visagismo: Marcello Labela
Artista Plástica e Programadora Visual: Juliana Moraes
Cenotécnico: André Salles
Modelista: Lúcia Lima
Músico Intérprete da Trilha: Camila Brioli
Assistente de Direção: Letícia Isnard
Assistente de Produção: Raphael Freire
Assistente de Cenografia: Marieta Spada
Assistente de Figurino: Eve Rodrigues
Assistente técnico de Trilha Sonora: Ricardo Gonçalves
Fotógrafo: Dalton Valério
Blitz
Autor: Bosco Brasil
Direção: Ivan Sugahara
Elenco: Janaína Ávila e Marcello Escorel
Centro Cultural São Paulo – Sala Paulo Emilio – R. Vergueiro, 1000
Estréia: 17 de julho de 2010 (para convidados)
Temporada: de sexta a sábado, 21h, domingo, 20h – Até 15 de agosto
Preço: R$ 20 (inteira) R$ 10 (meia)
Classificação etária: 12 anos
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segunda-feira, 19 de julho de 2010
BLITZ, de Bosco Brasil, em cartaz no Centro Cultural (São Paulo,SP)
Marcelo Escorel (esq.) e Janaina Ávila (dir.) em "Blitz"
veja mais fotos do espetáculo:
SERVIÇO:
Peça: “Blitz”
Autor: Bosco Brasil
Direção: Ivan Sugahara
Elenco: Janaína Ávila e Marcello Escorel
Centro Cultural São Paulo – Sala Paulo Emilio – R. Vergueiro, 1000
Estréia: 17 de julho de 2010 (para convidados)
Temporada: de sexta a sábado, às 21h, e domingo, às 20 – Até 15 de agosto
Preço: R$ 20 (inteira) R$ 10 (meia)
Classificação etária: 12 anos
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sexta-feira, 16 de julho de 2010
BLITZ, de Bosco Brasil, estreia dia 17 ao Centro Cultural (Sâo Paulo,SP)
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“Blitz”, do premiado dramaturgo Bosco Brasil, estréia com direção de Ivan Sugahara
Montagem marca o retorno do autor aos palcos paulistanos e tem Janaína Ávila e Marcello Escorel no elenco. Temporada começa no dia 17 de julho (estréia para convidados) no Centro Cultural São Paulo – Sala Paulo Emílio
Estréia em 17 de julho, no Centro Cultural São Paulo, Sala Paulo Emílio, a peça “Blitz”, escrita por Bosco Brasil, um dos mais importantes dramaturgos brasileiros. Bosco recebeu os prêmios Shell e APCA de melhor autor em 2002 por “Novas Diretrizes em Tempos de Paz”, e com outras duas indicações ao Shell: "O Acidente" (2000) e “Cheiro de Chuva” (2007).
O espetáculo, dirigido por Ivan Sugahara, tem no elenco Marcello Escorel, que realiza pela terceira vez uma incursão em um texto de Bosco Brasil. O ator, que por sua atuação em “Cheiro de Chuva” foi indicado ao prêmio Shell, contracena com Janaína Ávila, atriz paulistana com passagem pelo CPT de Antunes Filho que também é responsável pela produção da peça.
Blitz trata de temas delicados como a violência e o medo, além da influência da sociedade em nossas vidas particulares. A peça traz o conflito de dois personagens: Cabo Rosinha (Marcello Escorel) e sua esposa, Helô do Pãozinho (Janaína Ávila). O primeiro é acusado de ter matado um menino em uma blitz realizada em uma escola pública, a segunda pressionada pela opinião pública resolve abandonar o marido, com medo daquele a quem ama. O espetáculo traz a discussão final do casal, no momento em que Helô revela ao policial que o deixará. A platéia, então, testemunha o desenrolar de um drama vivido por eles todos os dias.
Janaina Ávila finterpreta Helô
O texto de “Blitz” segue o estilo já característico e premiado do autor de “Novas Diretrizes em Tempos de Paz”: formato curto e diálogos elaborados de forma a prender a atenção do espectador. Em um ritmo acelerado os segredos e medos dos personagens são revelados e a platéia é levada a tornar-se cúmplice do policial que acabara de julgar.
Segundo seu diretor, Ivan Sugahara, uma das grandes preocupações foi não cair no óbvio e nos clichês de dramas. “Trabalhei o texto para mostrar a repercussão da violência na vida do casal em sua vida cotidiana, revelando a sensação de isolamento. Desde o início, nossa preocupação foi fugir da linguagem dramática. Cenário, figurino e trilha sonora foram pensados voltados para a linguagem lúdica e metafórica”, diz o diretor.
Em sua terceira peça de Bosco Brasil, Marcello Escorell faz o contraponto à figura frágil, doce e sofrida de Helô do Pãozinho, interpretada por Janaína Ávila. “O ator, que demonstra muita força em seu corpo e na maneira de gesticular e falar, acaba se fragilizando perante a personagem de Janaína no decorrer da trama”, explica Sugahara.
O espetáculo foi ganhador do Edital Eletrobrás Cultura 2009 para essa montagem e vem de uma temporada no Rio de Janeiro de três meses, com críticas muito favoráveis:
Crítica de Lionel Fischer - 22 de março
"Com relação ao espetáculo, Ivan Sugahara realiza aqui um de seus melhores trabalhos, evidenciando uma compreensão perfeita das propostas do autor, trabalhando de forma exemplar os tempos rítmicos, os muitos silêncios (sempre preenchidos de grande carga emocional) e também valorizando na medida certa as explosões do casal. Este, cumpre registrar, interpretado de forma irretocável pelos dois intérpretes. Janaína Ávila consegue valorizar todas as características de uma personalidade atormentada pela dúvida e pela mágoa, com Marcello Escorel demonstrando, mais uma vez, porque merece ser considerado um dos melhores atores de sua geração, já que tudo que faz nos convence por sua enorme capacidade de entrega e por sua inteligência cênica, que o faz optar por caminhos que causariam pânico em atores apenas medianos e que se contentam com o óbvio. Sem dúvida, uma atuação brilhante."
Crítica Veja Rio - 30 de março
Alta Tensão - Montagem e elenco inspirados realçam as virtudes do drama Blitz, novo texto de Bosco Brasil
(...)Janaína Ávila empresta emoção na medida certa à meiga e compreensiva Helô, enquanto o tarimbado Escorel faz do policial um tipo duro, pela natureza de sua atividade, mas também com um lado frágil. Juntos, elenco e equipe técnica levam a plateia a acompanhar de perto uma história triste da qual se tiram algumas lições.
FOTOS EM ALTA
http://www.flickr.com/photos/41310365@N02/sets/
SERVIÇO:
Peça: “Blitz”
Autor: Bosco Brasil
Direção: Ivan Sugahara
Elenco: Janaína Ávila e Marcello Escorel
Centro Cultural São Paulo – Sala Paulo Emilio – R. Vergueiro, 1000
Estréia: 17 de julho de 2010 (para convidados)
Temporada: de sexta a sábado, às 21h, e domingo, às 20 – Até 15 de agosto
Preço: R$ 20 (inteira) R$ 10 (meia)
Classificação etária: 12 anos
FICHA TÉCNICA:
Texto: Bosco Brasil
Direção: Ivan Sugahara
Elenco: Janaína Ávila e Marcello Escorel
Iluminação: Renato Machado
Trilha Original: Rebello Alvarenga
Figurino: Patricia Muniz
Cenário: Natália Lana
Adaptação de cenários para viagens: Juliana Fernandes
Visagismo: Marcello Labela
Artista Plástica e Programadora Visual: Juliana Moraes
Cenotécnico: André Salles
Modelista: Lúcia Lima
Músico Intérprete da Trilha: Camila Brioli
Assistente de Direção: Letícia Isnard
Assistente de Produção: Raphael Freire
Assistente de Cenografia: Marieta Spada
Assistente de Figurino: Eve Rodrigues
Assistente técnico de Trilha Sonora: Ricardo Gonçalves
Fotógrafo: Dalton Valério
Produção Executiva no Rio de Janeiro: Casa Cinco – Mariana Rameck e Maria Clara Guim
Produção Executiva em São Paulo: Camila Sartorelli e Roberta Sollera
Realização e Direção de Produção: Janaína Ávila e 2BB2 Produções Artísticas
ASSESSORIA DE IMPRENSA:
Assessoria de Imprensa: Denise Cavalcante Assessoria
11(46124341)
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