segunda-feira, 4 de abril de 2011

Seminário Música da Cena acontece na Terreira da Tribo (Porto Alegre, RS)

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O Seminário Música da Cena acontecerá de 6 a 8 de abril na Terreira da Tribo (rua Santos Dumont, 1186), às 20 horas, com entrada franca, reunindo músicos, compositores e atores para debaterem as criações musicais no teatro brasileiro contemporâneo. O Seminário Música da Cena faz parte do Projeto Conexão Música da Cena que a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz e o Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare, de Natal (RN), estão desenvolvendo neste ano com o apoio do Programa Rumos Itaú Cultural de Teatro. Durante o Seminário será realizada na parte da manhã, nos dias 7, 8 e 9 de abril, das 9 às 13 horas, a oficina A música da cena: princípios da atuação polifônica para o ator e o músico com Marco França, diretor musical do Clowns de Shakespeare. As inscrições gratuitas serão realizadas no dia 5 de abril na Terreira da Tribo, das 9 às 18 horas.

A partir da prática dos grupos, o Projeto Conexão Música da Cena prevê uma série de atividades relativas à investigação da linguagem musical no teatro. Além da troca em si entre os grupos – com encontros, seminários e oficinas programados no mês de abril em Porto Alegre e agosto em Natal – será realizado um mapeamento eletrônico dos profissionais ligados à música para a cena no país. A partir do levantamento destes profissionais – músicos, compositores, arranjadores, diretores musicais, etc. – será enviado um formulário com questões acerca da prática destes profissionais, no intuito de um primeiro levantamento de quem trabalha nesta área no Brasil.

O registro deste processo desenvolvido pelos grupos – tanto nas atividades à distância, quanto nos encontros presenciais – poderá ser acompanhado através do blog musicadacena.blogspot.com e nas publicações Cavalo Louco – Revista de Teatro da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz e Revista Balaio, do Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare. Na etapa em Porto Alegre, os dois grupos desenvolverão de 6 a 12 de abril experimentos cênicos com ênfase na pesquisa musical. Os experimentos serão direcionados também a investigar as diferenças entre o trabalho musical para o teatro na rua, palco e espaços alternativos. O resultado destes dias de intercâmbio será apresentado em Ensaio Aberto ao público no dia 12 de abril, às 20h, na Terreira da Tribo.

Programação Seminário Música da Cena:

Dia 6/4, quarta-feira – Bate papo “O uso da música nos processos de criação do Clowns de Shakespeare e Ói Nois Aqui Traveiz”, com participação dos grupos teatrais e dos músicos Marco França e Johann Alex de Souza

Dia 7/4, quinta-feira – Ensaio aberto do espetáculo “O Capitão e a Sereia” do Clowns de Shakespeare e bate papo sobre o uso da música no espetáculo

Dia 8/4, sexta-feira – Debate “A música para teatro em Porto Alegre”, com participação de Flávio Oliveira, Luiz André da Silva, Johann Alex de Souza e Marcos Chaves.

Palestrantes:

Marco França

Músico profissional, tecladista, compositor, produtor musical e arranjador, participou de diversas gravações de CDs e shows com vários artistas nacionais e internacionais. No teatro atua como diretor, ator e diretor musical do grupo de teatro Clowns de Shakespeare, onde desenvolve pesquisa musical com base na preparação do ator e na criação cênica a partir de jogos musicais.

Johann Alex de Souza

Músico profissional há mais de vinte anos, atuando como instrumentista, compositor e professor de educação artística. Graduou-se no curso de Licenciatura em Música pela UERGS/FUNDARTE e fez especialização em Pedagogia da Arte FACED/UFRGS. Compôs música de cena para o grupo teatral Vento Forte (SP) e Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, para quem realizou, entre outras, a trilha de “Aos que virão depois de nós - Kassandra in Process”, melhor trilha sonora original no Prêmio Açorianos 2002 e melhor música no Prêmio Shell de Teatro 2007. Em 2008 finalizou seu primeiro CD, em parceria com a cantora Leonor Melo, intitulado Ópera de Quarto.

Flávio Oliveira

Compositor e pianista, é licenciado em Grego e Português pela UFRGS. Estudou composição com R. Schnorrenberg, A. Albuquerque e W.C. de Oliveira dentre outros mestres. Exerceu atividades docentes na área de composição, orquestração e análise no IA-UFRGS, ECA-USP, ILA-UFSM, Conservatório Musical-UFPEL e FUNDARTE. Suas composições tem sido apresentadas no Brasil e no exterior e várias estão disponíveis em CDs. Compõe para o teatro desde 1964, sendo que muitas de suas músicas de cena receberam prêmios locais e nacionais.

Luiz André da Silva

Regente, compositor, arranjador e instrumentista, diretor musical e produtor de diversos espetáculos de música e teatro, diretor fundador da Escola de Música EArte.

Marcos Chaves

Artista teatral e musical, formado em Música pela Universidade Federal de Pelotas, Especialista em Encenação Teatral pela Universidade Regional de Blumenau e Mestrando em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul com pesquisa na sonoridade da cena teatral. Ator, criador de trilha sonora, preparador vocal e diretor musical de "O Avarento" (2009) e "Tartufo" (2011), espetáculos que integram a premiada trilogia "As Três Batidas de Molière" do Grupo Farsa de Porto Alegre.

ENSAIO ABERTO: O CAPITÃO E A SEREIA do Clowns de Shakespeare

Dia 7 de abril, às 20h, na Terreira da Tribo

A dramaturgia tem como livre inspiração a obra homônima de André Neves, pernambucano radicado em Porto Alegre, cujo livro foi um dos finalistas do Prêmio Jabuti 2008 de literatura infantil. O autor criou a história de Marinho, um sertanejo que cresceu ouvindo histórias e canções sobre o mar, o que acabou lhe gerando uma grande paixão. Com o tempo Capitão Marinho desenvolve a habilidade de contar histórias e resolve montar uma trupe de mambembes para sair pelo sertão a encantar as pessoas com suas histórias marítimas. Tudo ia bem até o dia em que simplesmente resolve deixar o grupo e decide finalmente conhecer o mar. Porém, ao invés de contar a saga do herói que parte em busca do seu sonho, os Clowns de Shakespeare escolheram contar a história da trupe que ficou.

OFICINA A música da cena: princípios da atuação polifônica para o ator e o músico

De 7 a 9 de abril, das 9h às 13h

Inscrições: dia 5 de abril, das 9h às 18h, na Terreira da Tribo

Voltado para atores, bailarinos, diretores e músicos, a oficina parte da prática desenvolvida pelo Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare em sua pesquisa musical, em diálogo com os princípios da atuação polifônica proposta pelo Maestro Ernani Maletta (UFMG), esta oficina apresenta possibilidades de uma prática de criação musical como elemento de construção cênica. Os procedimentos utilizados em sala de ensaio pelos Clowns de Shakespeare são trabalhados através de estruturas coreográficas, desenhos rítmicos, de exercícios vocais, pequenas canções e do canto coral, tendo como foco a transposição de elementos de composição musical (ritmo, pulsação, timbre, etc.) para a composição da cena.

Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare

Criado há dezessete anos em Natal, Rio Grande do Norte, o grupo vem desenvolvendo uma investigação com foco na construção da presença cênica do ator, a musicalidade da cena e do corpo, e teatro popular e comédia, sempre sob uma perspectiva colaborativa. Mesmo sem trabalhar diretamente com palhaço, a técnica do clown está presente em sua estética, seja na lógica subvertida do mundo, seja na relação direta e verdadeira com a platéia, seja no lirismo que compõe o universo desses seres. Além, é claro, de toda sua carga cômica. As comédias shakespearianas vieram a contribuir para essa pesquisa. Sem adotar uma atitude “museológica” sobre o bardo, no entanto sem desrespeitar a sua genialidade, o desafio tem sido encontrar, na universalidade da obra do dramaturgo, o que faz sentido para o grupo. No seu currículo, o grupo trás importantes conquistas que conferem uma posição de referência na cena potiguar e nordestina.

Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz

A Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz surgiu em 1978 com uma proposta de renovação radical da linguagem cênica. Durante esses anos criou uma estética pessoal, fundada na pesquisa dramatúrgica, musical, plástica, no estudo da história e da cultura, na experimentação dos recursos teatrais a partir do trabalho autoral do ator. Não se limitando à sala de espetáculos, desenvolveu uma linguagem própria de teatro de rua, além de trabalhos artístico-pedagógicos junto à comunidade local. Abriu um novo espaço para a pesquisa cênica - a Terreira da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, que funciona como Escola de Teatro Popular, oferecendo diversas oficinas abertas e gratuitas para a população. A organização da Tribo é baseada no trabalho coletivo, tanto na produção das atividades teatrais, como na manutenção do espaço. O Ói Nóis Aqui Traveiz segue uma evolução contínua e constitui um processo aberto para novos participantes. Para a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz o teatro é instrumento de desvelamento e análise da realidade: a sua função é social, contribuir para o conhecimento dos homens e ao aprimoramento da sua condição.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

atriz: Letícia Chiochetta

Morre o dramaturgo e diretor de teatro infantil Hugo Midón (Buenos Aires)


Hugo Midón: Los chicos perdieron a un maestro

Estrenó su primera obra “La vuelta manzana” en 1970, y trazó una ruta de calidad artística distinta. Fue el hacedor de muchas piezas que entrarán en la historia. Murió ayer de un tumor que padecía desde hace dos años. Un grande.

No hay flores para chicos y flores para adultos; las flores son flores para todos”: esa frase, escuchada de boca de su maestro Ariel Bufano, marcó el rumbo de su carrera, la del autor, actor y director que a fuerza de tomarse en serio el teatro para chicos, hoy merece ser despedido como un grande. Muerto ayer, a los 67 años, en su departamento del barrio porteño de Palermo, donde está siendo velado hasta hoy, cuando a las 14, sea enterrado en el cementerio de la Chacarita, Hugo Midón revolucionó los espectáculos para niños en la Argentina. Fue maestro de varias generaciones de actores. Tanto, que el año pasado se crearon los premio Hugo a la comedia musical, bautizados así en su honor.

Egresado del Instituto de Teatro de la Universidad de Buenos Aires, en 1967 debutó como actor en Los caprichos del invierno , una obra para chicos de Ariel Bufano, y desde entonces no dejó de respetar a pie juntillas las enseñanzas de su referente. Cuando se le pedía que sintetizara ese aprendizaje, Midón hablaba de la necesidad de que el artista respetara al público infantil: “Vestuario, escenografía y trabajo actoral deben estar cuidados”, advertía. Y agregaba que el teatro para niños “es un género en sí mismo, y no un escalón hacia el teatro para adultos; hay que hacerlo seriamente”.

Con esa idea como brújula, en 1970 puso en escena su primera obra, La vuelta manzana . El resultado fue óptimo: la pieza permaneció en cartel durante diez temporadas consecutivas. Y desde aquel promisorio debut, Midón no paró. Sus obras se convirtieron en verdaderos clásicos. Entre otras, cabe mencionar El imaginario , Vivitos y coleando (I, II yIII), La trup sin fin , Derechos torcidos , LocosRecuerdos , Stan y Oliver , El salpicón , Popeye , Objetos maravillosos , Narices , El gato con botas y Huesito Caracú .

Hugo Midón tenía tal respeto por sus pequeños espectadores que después de él ya no hay espacio para los improvisados convencidos de que una historia más o menos edulcoradas, un par de trapos de colores y unas cuantas melodías pegadizas alcanzan para conformar una obra de teatro para chicos.

En la línea de María Elena Walsh, fallecida en enero último, Midón apostó a los espectáculos aptos para “público heterogéneo”. Creía que de una misma propuesta pueden disfrutar niños de distintas edades y también sus familiares adultos, cada uno según su propia lectura de lo que ocurre en escena. A la hora realizar sus obras, echaba mano de una serie de convicciones: que hay cosas que permanecen (los chicos junto al mar, decía, con los mismos baldecitos y las mismas palitas, haciendo los mismos castillos) y que, en consecuencia, los niños siempre seguirán disfrutando de los espectáculos bien hechos, de esos que logran atraerlos al punto de hacerles olvidar el paquete de caramelos que compraron al entrar a la sala.

Apasionado por el trabajo actoral, en 1982 creó el centro de formación teatral Río Plateado, y allí trabajó como director y docente hasta el momento en que la enfermedad se lo permitió. En 2009, un tumor comenzó a complicarle la salud, pero él le hizo frente con el arma que mejor manejaba, la que había utilizado siempre: la prepotencia de trabajo. A fines de ese año, cuando su obra Playa Bonita obtuvo el premio Clarín Espectáculos en la categoría Mejor Obra Infantil, Midón ya no pudo ir a recibirlo. Su hijo Julián, lo hizo en su lugar, y destacó que la distinción “ es una alegría enorme para él, sobre todo con este espectáculo que hizo con un elenco tan joven. Al proyecto se integró gente que viene formándose con él desde muy chiquitos, en su escuela Río Plateado. Por eso, estoy seguro, este premio tiene para él una carga emocional muy grande”.

Playa Bonita fue la última obra de Midón. Se diría que el destino le había preparado una despedida placentera de la escena teatral, ya que, según había contado en su momento, la obra “surgió de mis últimas idas a Brasil, de un enamoramiento de la playa como lugar de observación de situaciones; allí, te cruzás con gente y escuchás un pedacito de una conversación y seguís, entonces empezás a imaginar cómo terminaría esa conversación”.

Midón percibía a la playa como un sitio de libertad, y se lamentaba por los miedos urbanos: “Veo a los chicos y a los padres llenos de miedo de andar por la calle, ya no miedo de que los chicos jueguen en la calle, sino de transitarla”, se lamentaba. Justo él que había sido dotado con el sentido de lo lúdico a tal punto que atrevió a proponer lo que todavía suena como un proyecto revolucionario: “Para mí, una idea fantástica sería que una vez por semana los chicos pudieran ir disfrazados a la escuela. ¿Por qué no, si eso dejaría instalada la creatividad y el juego?”, sostuvo. Y agregó que “ un docente que pierde la capacidad lúdica es como un papá que pierde su interés por sus hijos”.

Con la muerte de Hugo Midón, los chicos se han quedado sin el gran maestro. Pero sus obras siguen vivas. Y con ellas, los valores que siempre defendió: la solidaridad, el compromiso con el prójimo, la alegría, la decisión de vivir la vida como una fiesta, plena de asombro, y siempre, compartida, porque no admitía el goce egoísta.

Su mamá solía explicarle que en este mundo, siempre habrá ricos y pobres. No logró convencerlo. “Algo de cierto hay en lo que decía mi mamá -admitía ya adulto, y abuelo-, pero igual sigo apostando a un mundo con igualdad de oportunidades para todos. ¿Que eso es más un deseo que una realidad? Puede ser, pero estoy convencido de que el deseo es lo que mueve a las personas”. En ese punto, solía citar al escritor italiano Gianni Rodari, quien afirmaba que “si no tuviéramos esperanza, no iríamos al dentista”. “Ese pensamiento es genial -se entusiasmaba Midón-, porque lo que te mueve es la esperanza de que efectivamente habrán de mejorar si cada uno aporta un granito de arena”.

Adriana Schettini. http://www.clarín.com.ar/

13ª eidção da Paixão de Cristo na Praça Matriz (Lauro de Freitas, BA)


COM APOIO DA PREFEITURA A 13ª EDIÇÃO DA PAIXÃO DE CRISTO SERÁ ENCENADA NA PRAÇA DA MATRIZ DE LAURO DE FREITAS

Espetáculo chamará atenção nas Mudanças Climáticas

Destacando o tema da Campanha da Fraternidade de 2011

“Fraternidade e a Vida no Planeta”

Com a confirmação do apoio da Prefeitura de Lauro de Freitas para realização da 13ª edição da Paixão de Cristo que será realizada de 14 a 17 de abril na Praça da Matriz no centro do município ás 19:30h, com entrada sendo 1k de alimento não perecível a ser trocado nos dias de apresentação no Cine Teatro de Lauro de Freitas.

A garantia da estrutura para a realização da encenação foi dada pela prefeita Moema Gramacho duas semanas depois da negação do Secretário de Cultura Antonio Lírio, que consequentemente o diretor do espetáculo Duzinho Nery recorreu através de um ofício à prefeita para que ela revisse a posição da Secult, e assim houve a sensibilidade da Chefa do Executivo para realização de um dos mais importantes espetáculos de teatro ao ar livre da Bahia.

Com este apoio da prefeitura que garante ao evento a estrutura principal como arquibancadas, tablados, house mix, sonorização, iluminação e geradores de energia, mas que ainda está faltando sanitários químicos, show pirotécnico, plataforma levadiça e apoio para adereços, cenário e complemento do figurino. Quem tiver interesse em apoiar basta procurar a produção.

A Sociedade Cultural Távola convida a todos para assistirem a um grande espetáculo que conta vida do mais importante homem que passou pela terra, este ano a montagem terá uma encenação mais tradicional mostrando os últimos momentos da vida de Cristo, com cenas emocionantes, enfatizando a Campanha da Fraternidade 2011, “Fraternidade e a Vida no Planeta” que será voltada para o meio ambiente; e o lema é “A Criação Geme Com Dores de Parto”. Refletindo a questão ecológica, com foco sobretudo, nas mudanças climáticas.

Maiores informações através dos telefones: (71) 9115-4462 ou 8704-3494.

O QUE: PAIXÃO DE CRISTO

ONDE: PÇ DA MATRIZ – CENTRO – LAURO DE FREITAS-BA

QUANDO: 15 A 17 DE ABRIL DE 2011

HORÁRIO: 19:30H

INGRESSO: 1K DE ALIMENTO NÃO PERECÍVEL A SER TROCADO NO CINE TEATRO DE LAURO DE FREITAS NOS DIAS DE APRESENTAÇÃO ATÉ 1H ANTES DO INÍCIO.

Amanhã é Natal entrará em cartaz no Teatro Zanoni Ferrite (Sâo Paulo)


Amanhã é Natal

Texto de Mário Viana, Amanhã é Natal, com direção de Jairo Mattos, fará temporada popular no Teatro Zanoni Ferrite.

O amor e as relações humanas na terceira idade são temas do texto de Mário Viana. Jairo Mattos assina a direção. Leopoldo Pacheco é o responsável pelo cenário e figurinos. O Maestro Marcello Amalfi criou a trilha sonora.

Dia 04 de março, sexta-feira, às 21h, reestreia a peça Amanhã é Natal, uma comédia dramática de Mário Viana, em mais uma temporada popular no recém-inaugurado Teatro Zanoni Ferrite, zona leste de São Paulo. A estreia nacional foi em 2009 no Teatro Imprensa, onde realizou temporada de 3 meses. Em 2010 já teve uma bem sucedida temporada popular no Teatro Paulo Eiró, na zona sul de São Paulo. Realização: Núcleo Teatral III Sinal da Cooperativa Paulista de Teatro. Amanhã é Natal fica em cartaz em curta temporada de 4 de março a 10 de abril, de sexta a domingo. Ingressos a R$ 10,00 e R$ 5,00.

A terceira idade, tratada de maneira otimista e contemporânea, é o ponto de partida do texto de Mário Viana para o espetáculo Amanhã é Natal, que tem no elenco Álvaro Gomes, Cinthia Zaccariotto e Nana Pequini, sob a direção de Jairo Mattos.

Sinopse: Edgar e Cecília estão ansiosos nos preparativos da ceia de Natal. Para ela, é uma forma de rever os filhos. Para ele, é a oportunidade de oficializar a união com Cecília - ambos são viúvos. Na tarde que antecede a festa, tudo está dando errado: a faxina está atrasada, uma chuva torrencial inundou o caminho e a padaria não assou o pernil que Edgar encomendou. Para complicar, Edgar recebe a visita de Joelma, a filha com quem ele não falava havia quase 20 anos. E ela vem falar de um irmão, Andinho, cuja existência Cecília ignorava.

Blog: www.amanhaenatal.blogspot.com

Os protagonistas da trama são personagens maduros, que vivem uma história de amor, experimentam as dúvidas de uma relação a dois, encaram seus fantasmas e aprendem com a vida. “A principal ambição do texto é afastar-se do sentimentalismo, da ideia de que os pobres velhinhos merecem nossa consideração pelo fato de terem cabelos brancos”, conta o autor. Edgar e Cecília são dois personagens ativos, que tomam sua história nas mãos e a modificam, conforme suas necessidades e carências.

O Núcleo Teatral III Sinal, fundado em 2007, iniciou suas atividades em 2008, após detalhada pesquisa de textos, com a produção de Amanhã é Natal de Mario Viana. Formado por atores com longa trajetória nas artes cênicas, especialmente o teatro, passou a existir e prospecta sua continuidade apoiado no desejo de trazer à tona os paradoxos da comunicação humana, montando textos de autores contemporâneos que abordem uma profunda reflexão sobre o homem atual, com um olhar pautado nas pequenas coisas do cotidiano.

Mário Viana –

Paulistano, formado em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero. Trabalhou no jornal Folha de S. Paulo, na revista Veja São Paulo, foi editor de turismo do jornal O Estado de S. Paulo e colaborou com várias outras publicações. Dramaturgo, formou o Núcleo dos 10, sob orientação do também dramaturgo Luís Alberto de Abreu. Recebeu menção honrosa no concurso nacional de textos teatrais inéditos de 2000, promovido pelo Ministério da Cultura, com a peça Flechadas do teu Olhar. Os textos Vamos? e Vestir o Pai receberam prêmios em duas edições do concurso de dramaturgia promovido pela Secretaria de Cultura de Porto Alegre, em 2000 e 2001.

Teve montados quatro espetáculos com o Grupo Parlapatões: Mistérios Gulosos, Pantagruel, Um Chopes, Dois Pastel & Uma Porção de Bobagens e O Pior de São Paulo. Também foram montadas as peças Ifigônia, com as atrizes Rosi Campos e Zezeh Barbosa, e Verdades, Canalhas, dirigida por Hugo Possolo. O monólogo Natureza Morta, inspirado numa tela do norueguês Edvard Munch, é montado no Recife, em São Paulo e Rio de Janeiro. Em abril de 2003, estreiam em São Paulo as peças Vestir o Pai, dirigida por Paulo Autran, e Carro de Paulista, dirigida por Jairo Mattos - em cartaz há quatro anos. Classificado em segundo lugar no Concurso Nacional de Dramaturgia da Funarte (Sudeste), com Galeria Metrópole (Prêmio Cidadania em Teatro, da Associação da Parada GLBT, junho de 2005). Ganhou o prêmio de melhor texto por voto popular no Ciclo de Leituras Apart-Satyros, com Hoje tem Mazzaropi. Em junho de 2004, o Festival de Intercity São Paulo, em Florença, realizou leitura dramática da peça Vestir o Pai (Onora il Padre) em Florença e Roma.

Em televisão, foi colaborador de Aimar Labaki nas novelas Seus Olhos (SBT, 2004) e Paixões Proibidas (Band-RTP, 2007). De 2005 a 2007, participou do núcleo de autores do Nunca se Sábado, no Teatro Folha. Integra também o quadro de autores do seriado de TV Avassaladoras, para a Total Filmes. Em 2006, estreou no Teatro Stella, Montevidéu, a peça Vistiendo a Papá, com direção de Jorge Denevi. Em São Paulo, estreou Assim com Rose, dirigida por Jairo Matos, e o infantil Bruxo Pontocom, dirigido por Hugo Possolo. Em 2007, estreou Segunda-feira: o Amor do Sim, com direção de Alexandre Reinecke, no Espaço dos Satyros. Galeria Metrópole ganhou leitura dramática no projeto Viva a Língua de Camões, no Porto, Portugal. Integrou a equipe de colaboradores da novela Dance Dance Dance (Band) e foi um dos colaboradores de Lauro César Muniz, na novela Poder Paralelo (Record).

Jairo Mattos –

Ator, diretor e produtor, nascido em Porto Alegre (RS), Jairo é co-fundador do Grupo Parlapatões Patifes e Paspalhões e do Teatro de Câmara de São Paulo. Largou a escola de teatro para “fugir” com o circo Tenda Tela Teatro, da cidade de Campinas (SP). O circo apresentava espetáculos baseados em textos de Maiakovski (1893-1930) e Meyerhold (1874-1940) [autores russos que se aproximaram da estética circense em seus trabalhos]. Interessado na proposta do Tenda Tela Teatro, Jairo resolve, em meados dos anos 80, montar o próprio circo, chamado Metrópole Arte Circo. Assim, Jairo Mattos iniciou sua carreira no circo, vivendo o palhaço Chimarrão.



Como ator, atuou em diversas peças, como Concílio do Amor, dirigido por Gabriel Villela. Em 94 foi indicado para o prêmio Molière como melhor ator com a montagem Budro, de Bosco Brasil. Em 95, encenou Atos e Omissões, de Bosco Brasil e Sonho de um Homem Ridículo, de Dostoyevsk no Teatro de Câmara de São Paulo. Trabalhou também sob a direção de nomes como Jorge Takla, Emilio Di Biasi, Hugo Possolo, Carla Camuratti e Mário Bortolotto em peças como, O Cara que

Dançou Comigo, Novas Diretrizes em Tempo de Paz, Barrela, Os Coveiros, Esperando Godot, Participou também de peças com autoria e direção de Mário Bortoloto, entre elas, Medusa de Rayba, A Queima Roupa, Fuck You, Baby, Uma Fábula Podre e Nossa Vida Não Vale Um Chevrolet.

Em 2008, estreou o espetáculo Ilustríssimo Filho da Mãe, texto de Leilah Assumpção.

Dirigiu as peças Tem Café no Bule, As Mais Fortes e Lágrimas de Vidro. Além dessas montagens, dirigiu textos de Mario Viana (Carro de Paulista e Assim como Rose), Mario Bortolotto (Leila Baby e Getsemani), Hugo Possolo (Sobre a Arte de Cortar Bifes), Alexandra Golik (O Sequestro) e Viviane Dias (Em Alguma Margem no Rio Bargaia). Recentemente dirigiu as peças Amor por Nelson e Cata-dores, ambas estreadas em 2007. Ainda em 2007 atua na peça Don Juan de Molière.

No cinema fez mais de dez curtas e longa metragens, entre eles Loucos por Cinema (André Luís de Oliveira), que conquistou os prêmios de melhor filme, ator, trilha sonora e coadjuvantes no Festival de Brasília. Destacam-se ainda filmes como Tainá (Tânia Lamarca), Bicho de Sete Cabeças (Laís Bodanski) e O Viajante (Paulo César Saraceni), ganhador do Prêmio da Crítica de Melhor Filme do Festival de Moscou.

Jairo Mattos teve sua estreia na TV em 1990, na telenovela Barriga de Aluguel. Ainda na Rede Globo, integrou o elenco das novelas Celebridade e Dono do Mundo (Gilberto Braga), Rei do Gado, (Benedito Rui Barbosa), Deus Nos Acuda (Sílvio de Abreu) e Bang Bang (Mario Prata), Beleza Pura e tempos Modernos. Trabalhou como ator convidado da série Sob Nova Direção. Fez participação na novela Bicho do Mato, da Record.

Cinthia Zaccariotto – atriz e Produtora

Iniciou sua carreira de atriz no Teatro de Arena /SP sob a direção de Afonso Gentil e Augusto Boal nos anos 1960. Foi integrante do Núcleo Ágora CDT ( Ágora Teatro) a partir de sua fundação, onde permaneceu por 3 anos.

Teatro/ atriz

Arena Conta Tiradentes - Augusto Boal - Núcleo II - Teatro de Arena/SP

As Artimanhas de Escapino, O Raposão e a Torta – infantis - dir. Afonso Gentil – Grupo Evolução de Teatro – Teatro de Arena

A Casa de Bernarda Alba – direção Dirce Helena Carvalho

Tio Vânia - direção Celso Frateschi

Pai, de Izaías Almada-, direção Roberto Lage -Teatro Agora

Pai - direção Marcelo Braga- para a instalação do artista plástico Siron Franco, Centro Cultural SP/ Espaço Ademar Guerra

Entre os principais cursos de aprimoramento estão o TAPA, Construção da Personagem com Roberto Lage, Interpretação com Jair Assumpção, Dramaturgia com Chico de Assis.

Amanhã é Natal de Mario Viana, direção Jairo Mattos – Teatro Imprensa SP/2009

Teatro/Musicais/ atriz e cantora

Mel e Alfaces Amargas – textos: Adélia Prado, Valderez Cardoso Gomes e Renata Palottini

Canção do Meio...meio - textos e direção Valderez Cardoso Gomes

A Luta Secreta de Maria da Encarnação, de G. Guarnieri, dir. Marcos Vinícius Faustini

Cinema/Atriz

Jardim Europa- Longa de Mauro Baptista Vedia ( em finalização)

Meias Verdades – curta-metragem de Marcelo Braga

Televisão/Atriz

Esmeralda , novela SBT, no papel de Francisca

Amigas e Rivais – novela SBT - participação

Nana Pequini - Atriz

Formação em Clown com Guillermo Angelelli – Buenos Aires -2009 Atriz Formada pela EAD-USP em 1998

Teatro

Amanhã é Natal de Mario Viana, direção Jairo Mattos – Teatro Imprensa SP/2009

Tejas Verdes - Direção: Eduardo Victorino -2006 - 2007

Pretexto- Direção: Rui Ricardo 2006

Sinfonia do Tempo- Direção: Silney Siqueira 2004-2005

Pelo Buraco da Fechadura -Direção: Marcelo Braga 2001 – 2002

Retábulo da Avareza, Lúxuria e Morte- Direção: Rodolfo Garcia Vazquez 2000 – 2001

Antes do Café –Direção: Celso Frateschi 1997-1998

Tartufo, ou o Impostor Direção: José Rubens Siqueira 1997

Préludico para clowns e guitarra - Direção: Cristiane Paoli-Quito 1997

Diretora

Memorial do quarto escuro – dança contemporânea

Com Edson Calheiros

Comtemplado pelo PAC dança 2008

A Colônia Penal - teatro - Franz Kafka Em cartaz no Teatro do Centro da Terra Set de 2003

Televisão

Hora do conto – Direção Marcello Airoldi -TV Alphaville 2003 -2004

A Felicidade nos Pertence - Minissérie na Rede Record de Televisão 2001

Cinema

Curta – Na língua do cão Direção- Sabina Anzuategui 1996

Media metragem - Os Penúltimos serão os Segundos

Direção - Sung Sfai -1998

Leopoldo Pacheco – Cenógrafo e figurinista

Renomado ator de teatro Cinema e TV, destaca-se também na criação de cenários e figurinos, tendo recebido vários prêmios, entre eles Shell – figurino - por Ópera do Malandro e Gota D’água em parceria com Gabriel Villela ; Shell - figurino – por A Mulher do Trem em parceria com Carol Badra. Nesta atividade ainda trabalhou com diretores como Márcio Aurélio, José Possi Neto, Débora Dubois, William Pereira, Sergio Ferrara, Elias Andreatto, Newton Moreno , Fernando Neves e Jairo Mattos.

Maestro Marcello Amalfi – Trilha Sonora Original

Foi aluno de Paulinho Nogueira, Naomi Munakata e Abel Rocha

Graduou-se Bacharel em Música pela FAA (2001).

Ganhou o prêmio de Melhor trilha sonora de longa-metragem no festival de cinema do Recife (2008) com a trilha do filme " Nossa Vida Não Cabe num Opala" de Reinaldo Pinheiro.

Sua criação no Teatro inclui Os Possessos - direção Antonio Abujamra; Zé Mané, Prima Zé e Outros Zés - Dir. Soledad Yunge; Don Juan - dir. Roberto Lage; Catadores - dir. Jairo Mattos; Caça aos Ratos - dir. Roberto Moretho; O Santo Parto - dir. Bárbara Bruno;

Amanhã é Natal de Mario Viana, direção Jairo Mattos

Ficha técnica:

Espetáculo Amanhã é Natal

Autor: Mario Viana

Diretor: Jairo Mattos

Elenco: Álvaro Gomes, Cinthia Zaccariotto, Nana Pequini

Cenário e figurinos : Leopoldo Pacheco

Trilha Sonora Original: Maestro Marcello Amalfi

Iluminação: Aluisio Burtin

Fotos: João Caldas

Projeto Gráfico: Cássia Hachimoto

Assistente de Direção: Carlos Baldim

Direção de produção: Cinthia Zaccariotto

Produção executiva: Álvaro Gomes

Realização: Núcleo Teatral III Sinal da Cooperativa Paulista de Teatro

Serviço:

Teatro Zanoni Ferrite

Av: Renata, 163, Vila Formosa

Telefone: (11) 2216-1520

Capacidade: 204 lugares

Acessibilidade para portadores de deficiência e mobilidade reduzida.

Reestreia: 04 de março / Temporada Popular: 04 de março a 10 de abril

Sextas e sábados 21h, domingos 19h

Duração: 60’ minutos

Ingressos: R$10,00 e R$ 5,00 – vendas no local

A bilheteria estará aberta ao público uma hora antes do espetáculo

Classificação Indicativa: não recomendado para menores de 12 anos

Blog: www.amanhaenatal.blogspot.com

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Noel Rosa, o Poeta da Vila e Seus Amores no Parlapatões (São Paulo,SP)


Espetáculo musical conta a trajetória de Noel Rosa

DE SÃO PAULO

O espetáculo "Noel Rosa, o Poeta da Vila e Seus Amores" segue em cartaz no Espaço Parlapatões, em São Paulo, até o dia 29 de abril.

Com texto de Plínio Marcos e direção de Dagoberto Feliz, a peça apresenta uma retrospectiva em ordem não cronológica da vida do cantor, inserida em um contexto poético da boemia, dos cabarés e da era do rádio.

Uma das características principais do musical é o cenário típico de um cabaré, permitindo assim a interação com os espectadores

"O espetáculo pretende fazer com que o público se sinta quase que nos bares e locais em que Noel Rosa transitou, numa aproximação do universo boêmio", explica o diretor da peça no áudio a seguir.

Noel Rosa, o Poeta da Vila e Seus Amores

Quando: Qui. e sex., às 21h. Até 29/4

Onde: Espaço Paralapatões - pça. Franklin Roosevelt, 158, República, região central, São Paulo, tel.: 0/xx/11 3258.4449

Quanto: R$ 30 e R$ 40

2ª Festival Internacional de Improvisação, Espaço Vivo Cultural (São Paulo)


Seis chances para ver teatro de improviso. De graça


TATIANA PIVA

Seis espetáculos feitos sem qualquer roteiro ou ensaio prévio podem ser conferidos a partir de hoje, no Festival Internacional de Improvisação, que pela primeira vez chega a São Paulo, após uma edição realizada em 2010, em Belo Horizonte. Quatro atrações brasileiras e duas estrangeiras compõem a programação, que será exibida até domingo, no Espaço Cultural Vivo e no vão livre do Masp, em um dia.

“A improvisação no Brasil cresceu muito nos últimos anos, principalmente por causa da Internet e de alguns grupos que conquistaram espaço na televisão, então achamos que o Festival deveria acompanhar esse movimento”, declara Assis Benevenuto, curador do evento.

Um dos grupos aos quais ele faz referência e que também fará parte da programação é o Jogando no Quintal, fundado em 2002 e um dos primeiros do gênero no Brasil. A trupe conquistou plateias com o espetáculo homônimo e alguns de seus integrantes fazem parte da equipe do programa É Tudo Improviso, transmitido toda segunda-feira, às 22h45, na Band.

Assis, no entanto, afirma que o objetivo é ir além do improviso no teatro, ao qual o público já tem mais acesso. “O objetivo é expandir o olhar para a improvisação que não está só no teatro, mas também na dança, na música e na cultura popular”, explica.

Para isso, nomes representativos do improviso estarão no evento. Entre eles, os grupos internacionais Improcrash, da Argentina, que apresenta um espetáculo criado a partir de vídeos baixados da internet e o Impromadrid, da Espanha, que há dez anos se dedica à investigação de técnicas de improvisação teatral e está ansioso por vir ao País. “O público brasileiro é muito generoso e participativo. Achamos que vai ser divertida essa mescla de culturas”, diz Ignacio Lopez, um dos integrantes da trupe espanhola.

DIVIRTA-SE

2ª Festival Internacional de Improvisação.

De hoje a domingo, no Espaço Vivo Cultural.

Av. Dr. Chucri Zaidan, 860, Morumbi.

7420-1520. Grátis.

Amanhã, às 11h, no vão livre do Masp:

Av. Paulista, 1.578.

Grátis

PROGRAMAÇÃO COMPLETA:

Hoje

21h – ‘Jogando no Quintal’

Amanhã

11h – Espiral Brinquedo Meu’ – espetáculo de rua com Helder Vasconcelos (PE). Vão Livre do Masp

19h30 – ‘Sobre Nós’ – Uma Companhia (BH)

22h – ‘CORTEN, As Mentiras Efêmeras do Manifesto Conten’ – Impromadrid Teatro (Espanha).

Domingo

16h – ‘Improlândia’ – (RJ) – Infantil. Concepção de Omar Galván com participação de crianças.

19h – ‘Improcrash’ (Argentina)