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quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Cursos de Dramaturgia na Casa da Gávea e na SBAT (Rio de Janeiro, RJ)
Amigos, para quem se interessar, ainda há vagas. Por favor, repassem. É para quem gosta de escrever, independente da profissão. Vai ser muito legal!
Renata Mizrahi, autora de "Joaquim e as estrelas", em cartaz no Oi Futuro em Ipanema, vai dar cursos de dramaturgia em outubro, com bolsas integrais!
A proposta para os duas oficinas é : Fornecer tecnicas de construção dramatúrgicas a fim de cada aluno realizar uma cena curta e mostrá-la ao grande público através de uma leitura dramatizada.
Início 06 de outubro- TODAS AS QUARTAS
Horários:
-10h. À 12:30h.(Casa da Gávea)
-13hs.às 15hs. (Sbat)
- 15 às 17 hs (Sbat)
Locais
Casa da Gávea- Praça Santos Dumont, 116- Sobrado - Gávea
(término do curso- 25 de novembro)
Inscrições e pedidos de bolsas- tel: 2239-3511 e casadagavea@terra.com.br (Rafael)
Sbat – Rua Almirante Barroso 97, terceiro andar (centro)
(término 16 de dezembro)
Vagas gratuitas- limites de 10 alunos por turma.
Inscrições: tel 2526-2587 ou 2240-7231 – bambinacult@gmail.com
MUITO OBRIGADA , RENATA
8201-2087
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SBAT
terça-feira, 8 de junho de 2010
Leituras de peças de Renata Mizhari na Casa da Gávea (Rio de Janeiro, RJ)
Renata Mizhari
Dia 10 de junho, às 21h, na Casa da Gávea - RJ.
Final do curso de dramaturgia de Renata Mizhari com leitura dramatizada de esquetes.
Não percam! A entrada é gratuita.
Renata Mizrahi, autora, atriz e professora de teatro, formada em Artes Cênicas, habilitação em Interpretação e Reingresso em Teatro do Teatro pela UNIRIO. Integrante da Cia. Teatro de Nós e do site Drama Diário
http://www.dramadiario.com/
Foi finalista do concurso nacional de dramaturgia infantil Ana Maria machado 2009 com a peça: Joaquim e as Estrelas, que acabou de ser contemplado com o edital Oi Futuro 2010.
Prêmios: Esquete Joaquim e as Estrelas, que ganhou melhor texto no festival Tápias 2009. Esquete:Remendar o café para ver se o eclipse mofou por dentro, que ganhou prêmio de melhor ator para Charles Fricks no festival Tápias 2009. Esquete A Presença de Santiago, que ganhou prêmio de melhor atriz para Talita Werneck no festival Internacional de Humor 2008. Esquete O encontro que ganhou prêmio de melhor direção para Diego Molina e melhor esquete no Festival Tápias 2006.
Escreveu as peças: Cuide bem das Orquídeas, que estreou no teatro Villa-lobos dentro do projeto Pontapé Teatral em 2007, Rua dos Sonhadores, que estreou em abril de 2007 no Teatro Ziembinski e em agosto na Casa da Gávea, Nada que eu disser será suficiente até que o sol se ponha, que estreou no Espaço SESC em 2006, com temporada nos teatros Sérgio Porto, Planetário, Natal (RN) e convidado para a Mostra Oficial do Festival de Curitiba 2008, 5 Atos que entrou em cartaz no Teatro Miguel Falabella e na Sala Paraíso através do projeto da Nova Dramaturgia Carioca, promovido pelo autor e diretor Roberto Alvim.
Em parceria com Jô Bilac, escreveu a peça Betti Davis e a Máquina de Coca-Cola, também escreveu em parceria com autora Julia Spadaccini a peça Um dia Anita, que estreou em Agosto de 2007 no Projeto Ocupação na Casa da Gávea e no Repertório do Teatro Planetário em 2008. Lar... junto com os autores Fernando Caruso e Cesar Amorim, que estreou em agosto de 2007 no Projeto Ocupação na Casa da Gávea e voltou em cartaz em maio de 2008 na casa de Cultura Laura Alvim.
Escreveu dois infantis ainda inéditos: Fez a adaptação do livro Memórias de um rato de hotel, supostamente de João do Rio, com direção de Cesar Augusto, que ficou em cartaz na casa da glória e na Ocupação Clube de Teatro do teatro Gláucio Gil e Uma Janela em Copacabana, direção de José Jofilly que ficou em cartaz no Teatro Nelson Rodrigues. Seu novo texto, Comédia ensaiada estreou em setembro de 2009 no café do Teatro Gláucio Gil, com direção de Maíra Graber e reestreou no Teatro Panetário em Fevereiro de 2010.
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segunda-feira, 17 de maio de 2010
Oficina de Teatro com Najla Raja na Casa da Gávea (Rio de Janeiro / RJ)
Najla Raja
CASA DE GÁVEA
OFICINA COM BOLSAS INTEGRAIS E PARCIAIS
Inscrições em maio.
Assinante do jornal O Globo tem 20% de desconto.
Najla Raja
Interpretação Teatral, Expressão Corporal e Improvisação.
O curso é inteiramente prático.
Duração: 17 de junho a 05 de Agosto ( Quintas )
Horário: 16:30 às 19:00h
Contato pelo 2239-3511
Casa da Gávea
http://www.casadagavea.org.br/
Praça Santos Dumont, 116
Rio de Janeiro - RJ, 22470-060
(0xx)21 2239-3511
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
A PROVA DE FOGO, Casa da Gávea / Rio de Janeiro, RJ
“A Prova de Fogo”
de Consuelo de Castro,
em cartaz na Casa da Gávea
às quintas feitas ás 21 hs.
1968: estudantes grafitavam essas idéias nos muros de Paris; no Vienã, um povo pequeno e pobre desafiava a potência armamentista americana; em Estocolmo e Copenhague Bertrand Russell e Sartre instalavam um Tribunal Internacional para julgar Crimes de Guerra e ensinar a reconhecer a verdade em um mundo em que predomina a mídia paga pelos donos do Poder; nos Estados Unidos jovens de todas as idades davam seu recado, com sua música - rock, blues, folk, gospel - que iria estourar em Woodstock e correr mundo; no Brasil, uma juventude aprendia a se organizar para lutar contra a ditadura militar instalada no poder.
Em toda parte, ninguém parecia disposto a silenciar: protestos, denúncias, contestações, manifestações de todo tipo. Ao lado da luta política, que já havia gerado as revoluções do século, outros movimentos – de mulheres, de negros - se organizavam, contestando os valores tradicionais, as posturas, os comportamentos, causando mudanças nos gestos e atitudes do dia-a-dia e na mentalidade que eles revelam. E mesmo vendo muitos serem assassinados – inclusive um John Kennedy ou um Martin Luther King - continuavam a criticar as contradições dessa sociedade, instigando a romper com o estabelecido.
Não é à toa que viriam a ser rotulados de geração da utopia ou geração da ruptura... e que essa
segunda metade do século tenha sido considerada “a era da juventude”.
“A Prova de Fogo” de Consuelo de Castro, em cartaz na Casa da Gávea às quintas feitas ás 21 hs. apreende bem as perplexidades e conflitos dessa mudança, agravada, no Brasil, pelo despreparo de um confronto desigual dessa juventude com uma ditadura militar opressora e violenta. Nela se mostra sua seriedade de propósitos, sua crença na própria ação, sua generosidade, sua entrega, sua gana e sua garra, apesar das falhas, equívocos, contradições, ou até mesmo ingenuidade que os induziriam a erros, alguns dos quais fatais.
A sensível intuição de Vera Fajardo e demais diretores da Casa da Gávea captou as afinidades entre o grupo que a peça retrata e o grupo que reencarna seus personagens na cena. Por isso, mais que um trabalho de atores, é importante a verdade que eles passam. Pois se os fatos são de uma época definida, as atitudes revelam o início de um crescente movimento da sociedade civil, em suas mais diferentes camadas, na busca de seus direitos e de expressão. São convincentes como estudantes, de hoje como de então, buscando marcar sua presença, fazer ouvir sua voz, agitando, incomodando, denunciando, alardeando tudo que deve ser do conhecimento de todos. Razão por que essa peça se mostra oportuna no momento mesmo em que se discute se o PNDH deve ou não abrir uma Comissão da Verdade para que as novas gerações conheçam melhor esse momento histórico. Um circuito universitário com esse trabalho seria uma boa iniciativa neste sentido. E uma boa ocasião para os universitários, sempre saudavelmente questionadores, repensarem seu papel e presença na sociedade atual.
de Consuelo de Castro,
em cartaz na Casa da Gávea
às quintas feitas ás 21 hs.
É proibido proibir.
Sejamos realistas, peçamos o impossível.
Corram, amigos, que o Velho Mundo está atrás de nós.
Difícil é aquilo que demora um pouco. Impossível o que demora um pouco mais.
Ceder um pouco é capitular muito!
Quanto mais eu faço amor, mais quero fazer a revolução
1968: estudantes grafitavam essas idéias nos muros de Paris; no Vienã, um povo pequeno e pobre desafiava a potência armamentista americana; em Estocolmo e Copenhague Bertrand Russell e Sartre instalavam um Tribunal Internacional para julgar Crimes de Guerra e ensinar a reconhecer a verdade em um mundo em que predomina a mídia paga pelos donos do Poder; nos Estados Unidos jovens de todas as idades davam seu recado, com sua música - rock, blues, folk, gospel - que iria estourar em Woodstock e correr mundo; no Brasil, uma juventude aprendia a se organizar para lutar contra a ditadura militar instalada no poder.
Em toda parte, ninguém parecia disposto a silenciar: protestos, denúncias, contestações, manifestações de todo tipo. Ao lado da luta política, que já havia gerado as revoluções do século, outros movimentos – de mulheres, de negros - se organizavam, contestando os valores tradicionais, as posturas, os comportamentos, causando mudanças nos gestos e atitudes do dia-a-dia e na mentalidade que eles revelam. E mesmo vendo muitos serem assassinados – inclusive um John Kennedy ou um Martin Luther King - continuavam a criticar as contradições dessa sociedade, instigando a romper com o estabelecido.
Não é à toa que viriam a ser rotulados de geração da utopia ou geração da ruptura... e que essa
segunda metade do século tenha sido considerada “a era da juventude”.
“A Prova de Fogo” de Consuelo de Castro, em cartaz na Casa da Gávea às quintas feitas ás 21 hs. apreende bem as perplexidades e conflitos dessa mudança, agravada, no Brasil, pelo despreparo de um confronto desigual dessa juventude com uma ditadura militar opressora e violenta. Nela se mostra sua seriedade de propósitos, sua crença na própria ação, sua generosidade, sua entrega, sua gana e sua garra, apesar das falhas, equívocos, contradições, ou até mesmo ingenuidade que os induziriam a erros, alguns dos quais fatais.
A sensível intuição de Vera Fajardo e demais diretores da Casa da Gávea captou as afinidades entre o grupo que a peça retrata e o grupo que reencarna seus personagens na cena. Por isso, mais que um trabalho de atores, é importante a verdade que eles passam. Pois se os fatos são de uma época definida, as atitudes revelam o início de um crescente movimento da sociedade civil, em suas mais diferentes camadas, na busca de seus direitos e de expressão. São convincentes como estudantes, de hoje como de então, buscando marcar sua presença, fazer ouvir sua voz, agitando, incomodando, denunciando, alardeando tudo que deve ser do conhecimento de todos. Razão por que essa peça se mostra oportuna no momento mesmo em que se discute se o PNDH deve ou não abrir uma Comissão da Verdade para que as novas gerações conheçam melhor esse momento histórico. Um circuito universitário com esse trabalho seria uma boa iniciativa neste sentido. E uma boa ocasião para os universitários, sempre saudavelmente questionadores, repensarem seu papel e presença na sociedade atual.
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