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terça-feira, 12 de abril de 2011
Programação do Theatro São Pedro em maio de 2011 (Porto Alegre, RS)
MAIO DE 2011
IFIGÊNIA EM AULIS (RS)
Dias 05, 06, 07 e 08
QUI, SEX e SÁB às 21h
DOM às 18h
Tragédia escrita por Eurípides, narra as aventuras do exército grego em Aulis, pronto para invadir Tróia. O intuito é recuperar Helena, mulher do rei Menelaus, que fora raptada por Paris, príncipe de Tróia. Contudo, um oráculo profetiza que tudo ocorrerá bem se Ifigênia, filha mais velha do comandante Agamenon, for sacrificada à deusa Artemis.
Direção: Luciano Alabarse
INGRESSOS
Platéia: R$ 50,00
Camarote Central e Cadeira Extra: R$ 40,00
Camarote Lateral: R$ 30,00
Galeria: R$ 10,00
DESCONTOS
50% sócios AATSP;
20% Clube do Assinante ZH (titular + acompanhante);
50% para classe;
50% na sexta-feira para sócios da Sociedade Psicanalítica de Porto Alegre.
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AQUELE ABRAÇO (RS)
Dia 11, QUA às 21h
O espetáculo é o encontro de músicos e atores de diferentes estilos e linguagens. Um evento único, onde poderá ser apreciado o talento de alguns dos mais importantes nomes da classe artística local.
Participações: Simone Rasslan, Marcelo Delacroix, Monica Tomasi, Marisa Rotenberg, Nico Nicolaiewsky, Heinz Limaverde, Lauro Ramalho e Leonardo Machado.
Direção: Zé Adão Barbosa.
INGRESSOS
Platéia: R$ 40,00
Camarote Central e Cadeira Extra: R$ 30,00
Camarote Lateral: R$ 20,00
Galeria: R$ 10,00
PONTOS DE VENDA
Casa de Teatro
Rua Garibaldi, 853 – Independência
Fone: (51) 3029-9292
Borboletras
Rua General Lima e Silva, 776 – Centro
Fone: (51) 3221-8764
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TRILHAS SONORAS DE AMOR PERDIDAS – SUTIL CIA (PR)
*SESC PALCO GIRATÓRIO
Dias 14 e 15, SAB às 21h, DOM às 18h
A tecnologia muda, mas o espírito é o mesmo. O espetáculo narra o amor do protagonista pela música. Dono de uma coluna no jornal e de um programa de rádio, sua aventura é tentar resgatar trilhas sonoras de amor perdidas, acompanhadas ou não de cartas de amor.
Elenco: Guilherme Weber e Natália Lage
Direção: Felipe Hirsch
Duração: 180 minutos (com intervalo)
Classificação: 14 anos
INGRESSOS
A venda a partir do dia 20 de abril
R$ 15,00 - inteiro
R$ 5,00 – comerciários e dependentes
DESCONTO
50% sobre o inteiro para estudantes e idosos
LOCAL DE VENDA
SAC do SESC Centro
Av. Alberto Bins, 665
Fone: (51) 3284-2070
Caso sobre ingressos estarão à venda 1h antes do espetáculo na bilheteria do Theatro São Pedro.
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IGUAL A VOCÊ (RJ)
DIAS 27, 28 E 29
SEX e SAB às 21h
DOM às 18h
Os males da vida moderna que atacam boa parte dos habitantes das grandes metrópoles são o alicerce desta comédia. Os atores se revezam em performances onde interpretam personagens que sofrem com as loucuras presentes no dia-a-dia da sociedade moderna como obsessão, paranóia, hipocondria, TOC, TPM, Pânico e Ninfomania.
Elenco: Camila Morgado, Bia Nunnes e Anderson Müller
Direção: Ernesto Piccolo
INGRESSOS
Platéia: R$ 70,00
Camarote Central e Cadeira Extra: R$ 60,00
Camarote Lateral: R$ 50,00
Galeria: R$ 30,00
DESCONTOS
50% para sócios AATSP, na estréia;
50% para os 100 primeiros sócios do Clube do Assinante ZH somente pela telentrega, titulares e acompanhantes. Os demais ganham 10% de desconto (apenas titular);
20% para clientes Porto Seguro (titular e acompanhante);
5% para titular do cartão Zaffari Bourbon.
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maio de 2011,
programação,
Theatro São Pedro
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
O Despertar da Primavera, de Wedekind, no São Pedro (Porto Alegre, RS)
O DESPERTAR DA PRIMAVERA – A Peça
Em 1891, Frank Wedekind escreveu ‘O Despertar da Primavera’, uma obra-prima do teatro moderno que enfoca o universo de um grupo de adolescentes: os medos, as angústias, e principalmente a descoberta da sexualidade.
Na Alemanha, o texto original foi proibido imediatamente após sua publicação e o autor acusado de incitar os jovens ao suicídio e à prostituição. Wedekind, no entanto, reconhecia no “Despertar” um estímulo à vida e à liberdade.
A despeito da censura, a Inglaterra de 1898 conheceu o texto do alemão: polêmica, ousada, provocadora, a obra-prima de Wedekind estabeleceu naqueles dias do século XIX a potência e o frescor admiráveis que ainda hoje marcam o texto no brilhantismo dos diálogos e nas fortes emoções de cada cena.
Montado na Broadway, em forma de musical, O Despertar da Primavera é um dos espetáculos mais premiados em todo o mundo.
Esta é a terceira montagem que o diretor Zé Adão Barbosa traz aos palcos de Porto Alegre. Apaixonado confesso pela obra de Wedekind, Zé Adão reafirma sua consistência: nas três montagens, apesar da troca de elenco, de cenografia e da trilha sonora, sua visão expressionista do espetáculo é quase a mesma: elementos que se repetem ainda que modificados; na primeira montagem, em 1993 a trilha clássica composta por Thedy Correa do Nenhum de Nós, arrebatou o prêmio Açorianos, desta vez o diretor aposta na trilha emocional do Radiohead e as canções da banda parecem compostas especialmente para a cena.
Três vezes. Elementos que se repetem ainda que modificados: o terror da juventude frente aos desafios de uma sociedade repressora, o julgamento, a incompreensão de si como ator da própria vida, o conflito, a resolução mágica do conflito e a coragem de lançar-se sobre a vida como a um abismo.
O cenário da arquiteta Fabiana Schwager, os figurinos de Fabrízio Rodrigues e a preparação Corporal de Thaís Petzhold completam esta produção que faz temporada dias 02 de outubro às 21 horas e no dia 03 às 18 horas.
Os atores de O Despertar da Primavera criaram uma comunidade no facebook e perfis dos personagens da peça. Atores e personagens se comunicam através de diálogos, depoimentos, perguntas. O endereço é http://www.facebook.com/profile.php?id=100000934502316#!/profile.php?id=100001491965524&ref=ts
SINOPSE
Em 1891, o dramaturgo alemão Frank Wedekind escreveu O DESPERTAR DA PRIMAVERA,
e enfoca o universo de um grupo de adolescentes: seus medos, suas angústias e principalmente a descoberta de sua sexualidade. O texto original de Wedekind foi proibido imediatamente após a sua publicação na Alemanha e acusado de incitar os jovens ao suicídio e à prostituição, mas ele afirmava que os estimulava à vida e à liberdade. A peça, depois de inúmeras proibições, só conseguiu estrear em 1898, na Inglaterra. Polêmica, ousada, provocadora, a obra-prima de Wedekind mantém até hoje um frescor admirável, no brilhantismo dos diálogos e nas fortes emoções de cada cena. Montado na Broadway, em forma de musical, O DESPERTAR DA PRIMAVERA é um dos espetáculos mais premiados em todo o mundo. DURAÇÃO: 90 MINUTOS - CLASSIFICAÇÃO: 12 ANOS
“É a terceira vez que monto este texto do Wedekind, por absoluta paixão. Sou professor de adolescentes há 21 anos, conheço profundamente esta alma ansiosa e plena de dúvidas e angústias. Muitos começaram a estudar comigo com 13, 14 anos e hoje são atores veteranos, adultos, casados e, alguns ainda, são professores de outros adolescentes e concordam que o teatro voltado para este público, além de formar uma futura platéia adulta, se torna extremamente revolucionário, pois dialoga com estes jovens de uma maneira séria e comovente, discutindo cenicamente suas idéias e questões vitais. Acredito piamente que todas as gerações de adolescentes devem ter contato ao menos uma vez com esta obra genial de Frank Wedekind. Nunca na história da dramaturgia um autor foi tão fundo nas questões da sexualidade juvenil. Nunca se fez tão necessário um diálogo freqüente com esta geração que se prepara para enfrentar um mundo dilacerado por guerras, pestes, depressão e preconceito. Em 1900 Moritz Stieffel, com 14 anos, se suicida por medo do futuro. O espetáculo é centrado no texto, sem excessos de cenografia ou efeitos cênicos. Um cenário multifuncional, uma trilha sonora que pontua e propõe atmosferas, uma iluminação expressionista e uma interpretação forte e contundente do elenco de 16 atores. O elenco conta com vários jovens sem uma profunda formação teatral, é uma tentativa do diretor de manter o frescor dos jovens atores que têm a mesma idade dos próprios personagens. O Despertar da Primavera é um trabalho dedicado á pais e filhos, um espetáculo sensível e delicado que, certamente, trará uma leitura honesta e digna do grande texto de Wedekind.” (Zé Adão Barbosa)
SERVIÇO:
O Que: CASA de TEATRO de Porto Alegre apresenta:
“O DESPERTAR DA PRIMAVERA”
Onde: THEATRO SÃO PEDRO
Praça Marechal Deodoro, s/nº
Fone: (51) 3227.5300 – http://www.teatrosaopedro.com.br/
Quando: 2 OUTUBRO (SÁB) 21 horas
3 OUTUBRO (DOM) 18 horas
Quanto: PLATÉIA: 50,00
CAMAROTES CENTRAIS E CADEIRAS EXTRAS: 25,00
CAMAROTES LATERAIS: 15,00
GALERIAS: 10,00
Descontos: 50% Clube ZH e um acompanhante, estudantes e alunos da Casa de Teatro de Porto Alegre.
Estacionamento: Utilize o estacionamento do Multipalco Theatro São Pedro.
Entrada pela Rua Riachuelo.
FICHA TÉCNICA
TEXTO: Frank Wedekind (1864-1918)
DIREÇÃO: Zé Adão Barbosa
ELENCO:
Danniel Coelho - Diretor
Francisco Gick – Homem Mascarado
Guilherme Zanella - Moritz Stiefel
Isabella Guimarães - Martha Bessel
Leandro Schimitt - Sr. Gabor e Padre
Mariana del Pino - Professora Fliegentod
Natália Karam - Wendla Bergmann
Rayane Fraga - Thea
Raquel Braga - Professora Züngenschlag
Richard Biglia - Hanschen Hillow
Rose Canal - Sra. Bergmann
Tiago Dornelles - Melchior Gabor
Tomás Paixão - Lammermeier
Vanessa Garcia - Ilse
Vinicius Ellwanger - Ernst Robel e Servente Habebald
Vivi Schwäger - Sra. Gabor
ASSISTENTE DE DIREÇÃO: Francisco Gick
TRILHA SONORA PESQUISADA: Zé Adão Barbosa e Francisco Gick
PREPARAÇÃO CORPORAL: Thais Petzhold
CENOGRAFIA: Fabiana Schwager
FIGURINOS: Fabrízio Rodrigues
MAQUILAGEM: O grupo
PROJETO GRÁFICO: Daniel Jainechine e Fabiana Schwager
ILUMINAÇÃO: Moa Junior
OPERAÇÃO DE SOM: Rafael Mentges
DIVULGAÇÃO: Lauro Ramalho
VÍDEO: Daniel Jainechine
FOTOS: du.r.Maciel
PRODUÇÃO: Vanja Ca Michel
REALIZAÇÃO: Casa de Teatro de Porto Alegre
Contato para apresentações e entrevistas: (51) 91159024 ou 33430832
Produção: Vanja Ca Michel – vanjaca@gmail.com – Agendamos escolas!
Marcadores:
espetáculos,
O Despertar da Primavera,
Theatro São Pedro,
Zé Adão Barbosa
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Inimigas Íntimas, no Theatro São Pedro (Porto Alegre, RS)
INIMIGAS ÍNTIMAS
Voltam a Porto Alegre no Theatro São Pedro depois de temporada carioca.
Com Fernanda Carvalho Leite e Ingra Liberato
Texto de Artur José Pinto
Direção de Néstor Monastério
Onde: Theatro São Pedro
Quando: 27, 28 e 29 de agosto (Sexta e Sábado às 21h, Domingo às 18h)
Quanto: R$ 50,00 (Platéia); R$ 40,00 (Camarote central e cadeira extra); R$ 30,00 (Camarote lateral); R$ 20,00 (Galeria). Descontos de 20% para Clube do Assinante ZH; 10% Clientes XP além dos descontos para idosos e estudantes.
Duração: 1h15
“Ingra Liberato e Fernanda Carvalho Leite ... se divertem no palco e oferecem à platéia uma hora e meia de risos e alegria de viver, através de um texto esperto e talento sobrando.” Martha Medeiros. Zero Hora, 31/10/2007. Porto Alegre
“Comédia leve e divertida com duas excelentes atrizes”. Antonio Hohlfeldt. Jornal do Comércio, 16/11/2007 . Porto Alegre
“Felizmente, Pinto e Monastério defendem que um espetáculo de apelo popular não deve rebaixar exigências de qualidade”. Renato Mendonça. Zero Hora, 08/10/2008. Porto Alegre
“O interessante da peça é que a partir desse conflito tão universal (a inveja da vida do outro), atemporal e explorado pela literatura, pelo teatro ou pela televisão, Fernanda e Ingra conseguem fazer o público rir de suas próprias idiossincrasias, de seus próprios caprichos, e refletir sobre suas próprias amizades e suas próprias invejas, graças a um texto muito bem costurado de Artur José Pinto.” Marcelo Spalding. http://www.artistasgauchos.com.br/ . 25/07/2008
Sinopse
As atrizes Ingra Liberato e Fernanda Carvalho Leite interpretam quatro personagens: a atriz Lúcia, a dona de casa Mariana, a Empregada Doméstica baiana Yvette e a Jornalista homossexual Jussara Mendonça. Elas vivem situações do presente e do passado construindo, de forma muito engraçada e, por vezes, terna, a preparação para o jantar de acerto de contas das duas ex-melhores amigas.
Néstor Monasterio investe na plasticidade das marcações e aproveitou a formação de dança das atrizes para criar movimentos que auxiliam na narrativa e temperam a peça com muita beleza.
Em dado momento do passado, duas amigas de infância tornam-se inimigas, mas mantém um vínculo indestrutível: uma acusa a outra de ter roubado o seu destino. Mariana sonhava em ser atriz; Lúcia queria Osmar, na sua vida. Todavia, deu-se o contrário. Fatalidade? Talvez. Mas o fato é que Lúcia tornou-se atriz e Mariana uma dona de casa, casada com Osmar. A mágoa recíproca estabelece uma distância que é rompida, quando marcam O JANTAR. A peça acontece nos momentos que antecedem esse encontro. A expectativa cruel, as antigas mágoas, as acusações recíprocas, as versões de cada uma, para o que julgam ser a fonte de seus infortúnios, a escolha do vestido preto ou vermelho, tudo com muito humor.
Argumento
O problema envolve homens e mulheres. Quantos não sentem que pularam do trem cedo demais? Que as vidas não têm o roteiro sonhado? Que a felicidade ficou no sentido inverso da rua? Muitos. A idealização da felicidade é uma endemia moderna. Os critérios para a realização pessoal são, muitas vezes, ilusórios. E, aferrados a planos criados por valores alienígenas, caminhamos míopes, por estradas virtuais sem nos darmos conta de que tudo o que precisamos para sermos felizes está dentro da gente, à nossa disposição.
Mariana e Lúcia julgavam caminhar por vias que não eram suas. Estavam enganadas. Construíram família e carreira. Cresceram. Ambas são bem sucedidas. Mas o foco de suas atenções sempre foi uma quimera. A fatalidade, na verdade, foi o encontro das duas, que propiciou um olhar para si. O resgate de suas identidades e de seus afetos. A paz.
No caso as protagonistas são suas mulheres. Por isso as situações, as aflições e as soluções são femininas. A peça não trata dos problemas das mulheres. Ela provoca uma reflexão sobre o curso de nossas vidas.
Por que o humor? Porque é um elemento indispensável, quando se trata de vida real. Além do que, é um tempero que ressalta o sabor da emoção.
Dramaturgia
Dois espaços ficcionais ocupam o mesmo espaço cênico. Deve ficar registrado que as duas mulheres têm mais identidades do que diferenças, apesar de serem diversas as suas personalidades.
Durante os momentos que antecedem o fatídico encontro, Mariana e Lúcia valem-se de duas interlocutoras: A jornalista e a empregada. Essas personagens são interpretadas pelas próprias atrizes. Além do elemento cômico, as cenas do presente, com o revezamento de personagens, estabelecem uma discussão das questões que afligem as amigas, através do juízo de outras mulheres de experiências diferentes.
Os flashbacks integram a narrativa, como ilustração das versões apresentadas às personagens “coadjuvantes”.
A peça não tem a intenção de ser judiciosa. Ela parte de uma questão universal para uma situação particular. O desfecho não pretende apresentar um mérito moralista. Ele é exclusivo para Mariana e Lúcia.
Todavia o texto da peça tem uma gênese: as discussões, as aflições, os desejos, as conclusões e as dúvidas das atrizes: Fernanda Carvalho Leite e Ingra Liberato. Elas desejaram falar dessas coisas. Elas colaboraram com a criação, a partir de suas próprias experiências, embora Mariana e Lúcia não sejam seus alter egos. Por esse motivo, pode-se dizer que a peça foi escrita sob medida.
Ficha Técnica
Autor: Artur José Pinto
Direção: Néstor Monasterio
Elenco: Fernanda Carvalho Leite e Ingra Liberato
Contra-regra e mordomo: André Oliveira
Figurino: Sérgio Lopes
Cenografia: Rodrigo Lopes
Música: Duca Leindecker, Néstor Monasterio
Coreografia: Jussara Miranda
Iluminação: Néstor Monasterio
Programação Visual: Nicolas Monastério
Fotos: Nestor Monastério
Contatos
Ingra: ingraliberato@terra.com.br / (51) 99654357
Fernanda: fercarvalholeite@gmail.com / (51)96778040
Nestor: nestor.monsterio@terra.com.br / (51) 91217938
--
Fernanda Carvalho Leite
www.youtube.com/fercarvalholeite
http://www.fernandacarvalholeite.blogspot.com/
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