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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Mãe Coragem, de Brecht, com o Grupo Caixa Preta (Porto Alegre, RS)


Caixa-Preta

apresenta

MÃE CORAGEM

Grupo inova formalmente, mas mantém pesquisa baseada nos elementos da cultura afro-brasileira

O Grupo Caixa-Preta segue tomando de assalto as ruas e praças da cidade com o seu mais novo trabalho: o espetáculo “Mãe Coragem”. Esta semana, a montagem estará na Escola Gilberto Jorge (26) e no Parque Mascarenhas de Moraes (27), em Porto Alegre, e no município de Charqueadas (28). O trabalho é livremente inspirado na obra “Mãe Coragem e seus filhos”, do dramaturgo e encenador alemão Bertolt Brecht (1898-1956). No elenco, estão: Diego Neimar, Gil Colares, Lucila Clemente, Ravena Dutra, Rielle Dutra, Silvia Duarte e Silvio Ramão. A direção cênica é do colombiano Javier Moná Lapeira, especialmente convidado para dirigir esta encenação.

“Mãe Coragem” foi vencedora do I° Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-brasileiras, iniciativa do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Osvaldo dos Santos Neves e Fundação Palmares, instituição vinculada ao Ministério da Cultura, com patrocínio da Petrobras.

Mantendo sua pesquisa baseada nos elementos da cultura afro-brasileira, o grupo optou pela ruptura da psicologia dos personagens, de modo que, na prática, os atores se revezam na atuação dos diversos personagens. O diretor Javier Moná Lapeira utiliza a técnica do pregão, que permite aos atores criarem um sotaque próprio para os personagens e para as diferentes atmosferas propostas. A trilha sonora de Luiz André da Silva (Prêmio Açorianos de Melhor Trilha Sonora 2005) propõe climas distintos ao utilizar a música angolana, a música nordestina e as canções típicas da religiosidade afro-brasileira.

Confira a programação:

26/11, 14h - Escola Gilberto Jorge (Rua Morro Alto, 433, Aberta dos Morros, pela Juca Batista passando o Zaffari)

27/11, 17h - Humaitá (Parque Mascarenhas de Moraes, entre Avenida Palmira Gobbi e José Aluísio Filho)

28/11, 16h – Parcão, município de Charqueadas

04/12, 17h - Feira Modelo do bairro Restinga (Av. Nilo Wulf, esquina João da Silveira)

05/12, 10h - Parque Farroupilha (Redenção)

FICHA TÉCNICA

Mãe Coragem

Livremente inspirado na obra “Mãe Coragem e seus filhos”, de Bertolt Brecht

Dramaturgia

Grupo Caixa-Preta

Elenco

Diego Neimar - Gil Colares - Lucila Clemente - Ravena Dutra - Rielle Dutra

Silvia Duarte - Silvio Ramão

Direção

Javier Moná Lapeira

Direção musical

Luiz André da Silva

Preparação Corporal

Vivian Narvaez

Figurinos e Cenários

O Grupo

Fotos

Kiran Federico León

Assessoria de Imprensa

Silvia Abreu

Patrocinio

Petrobras

Lei de Incentivo à Cultura

Ministério da Cultura

Realização

Cadon – Centro de Apoio ao Desenvolvimento Osvaldo dos Santos Neves

Fundação Cultural Palmares

Produção

Grupo Caixa-Preta

SERVIÇO

O QUÊ: “Mãe Coragem”, com o Grupo Caixa-Preta: Diego Neimar, Gil Colares, Lucila Clemente, Ravena Dutra, Rielle Dutra, Silvia Duarte e Silvio Ramão. Direção: Javier Mona Lapeira

QUANDO/ONDE:

26/11, 14h - Escola Gilberto Jorge (Rua Morro Alto, 433, Aberta dos Morros, pela Juca Batista passando o Zaffari)

27/11, 17h - Humaitá (Parque Mascarenhas de Moraes, entre Avenida Palmira Gobbi e José Aluísio Filho)

28/11, 16h – Parcão, município de Charqueadas

QUANTO: Entrada franca

CONTATOS COM O GRUPO: (51) 91220222 (Silvio)

caixapreta@grupocaixapreta.com.br

Assessoria de Imprensa: Silvia Abreu (MTB 8679-4) – 23/11/10

Fones: 51- 9145.5313 / 9277.2191 silviaabreu.comunica@gmail.com

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Mãe Coragem, de Brecht, com o Grupo Caixa Preta (Porto Alegre, RS)


Caixa-Preta


apresenta

MÃE CORAGEM

Quilombo dos Alpes, dia 31 de outubro, às 17h

Mantendo sua tradição no uso dos elementos da cultura afro-brasileira, o Grupo Caixa-Preta estreia nova montagem inspirado livremente na obra de Brecht, inova no estilo de encenação e traz a Porto Alegre renomado diretor colombiano

O Grupo Caixa-Preta realiza, neste domingo, dia 31 de outubro, a segunda apresentação da temporada de estréia de seu mais novo trabalho: o espetáculo de rua “Mãe Coragem”, livremente inspirado na obra “Mãe Coragem e seus filhos”, do destacado dramaturgo e encenador alemão Bertolt Brecht (1898-1956). A apresentação será às 17h, no Quilombo dos Alpes, em Porto Alegre. No elenco, estão: Diego Neimar, Gil Colares, Lucila Clemente, Ravena Dutra, Rielle Dutra, Silvia Duarte e Silvio Ramão. A montagem tem a direção cênica do colombiano Javier Moná Lapeira, especialmente convidado para dirigir esta encenação. Esta proposta foi vencedora do I° Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-brasileiras, iniciativa do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Osvaldo dos Santos Neves e Fundação Palmares, instituição vinculada ao Ministério da Cultura, com patrocínio da Petrobras.

Em seu novo trabalho, o Caixa-Preta se lança a novos desafios: trabalha com um novo diretor e investiga um outro espaço de encenação, a rua. A experiência com Javier Moná propiciou a pesquisa e a investigação em outro estilo de interpretação: o do distanciamento crítico, proposto por Brecht, em seu famoso método. “Trabalhei com o método de Brecht, mas mantive a pesquisa baseada nos elementos da cultura afro-brasileira, explica Javier Moná. “Minha principal preocupação foi garantir o espírito brechtiano, que defino como um teatro para quebrar esquemas”.

Neste sentido, tudo começará com a relação com o público, que não será convencional. “É no teatro de rua que nascem as grandes mudanças. Trata-se do grande

teste para o ator”, avalia. A concepção brechtiana tem muito a ver com o teatro de rua. “No teatro de rua, a nudez da peça é muito maior que em um espaço convencional. A rua deixa claro que a encenação não pretende criar uma ilusão, mas se propõe a criar uma experiência real”.

“Nosso trabalho está focado em quebrar a possibilidade de ilusão que uma peça de teatro em espaço convencional pode gerar. Por isso, optei pela ruptura da psicologia dos personagens”. Na prática, significa que os atores se revezarão na atuação dos diversos personagens, cada qual oferecendo sua própria maneira de interpretação, a partir de suas experiências e vivências pessoais.

Seguindo o método do distanciamento proposto pelo dramaturgo e encenador alemão, Javier teve uma preocupação especial com o tratamento vocal dos atores. “Em Brecht, o tom da encenação é dado pela voz”, explica ele. “Utilizo a técnica do pregão, o que também remete a uma prática do universo africano. Na prática, os atores criam um sotaque próprio para os personagens e para as diferentes atmosferas propostas. Estamos nos arriscando, mas está na hora de quebrarmos alguns conceitos. O teatro precisa reencontrar sua raiz popular”, diz.

Um dos elementos a serem ressaltado em “Mãe Coragem” é a trilha sonora, que terá a importante função de ligar as cenas e sustentar o universo simbólico proposto pela encenação. Sob a direção musical de Luiz André da Silva (Prêmio Açorianos de Melhor Trilha Sonora 2005), será executada ao vivo, por todos os atores. A matriz africana se fará novamente presente, com sua riqueza de ritmos e timbres. Foram criados dois climas musicais: a música angolana e a música nordestina sublinham os momentos mais alegres e as canções típicas da religiosidade afro-brasileira pontuam as cenas mais fortes, densas e trágicas. “O que o público irá ver é uma visão afro-brasileira e latino americana do teatro épico. É uma descentralização conceitual deste universo. Outro destaque da encenação será o cenário, sobre o qual o grupo ainda mantém segredo.

As próximas apresentações

02/11- Quilombo dos Silva – 19horas

04/11- Bairro Rubem Berta – 17h30min

12/11 - Esquina Democrática - Andradas – 17h30min

14/11 - Usina do Gasômetro – 17h 30min

20/11 - Quilombo do Ariel – 17h30 min

FICHA TÉCNICA

Mãe Coragem

Livremente inspirado na obra “Mãe Coragem e seus filhos”, de Bertolt Brecht

Dramaturgia

Grupo Caixa-Preta

Elenco

Diego Neimar - Gil Colares - Lucila Clemente - Ravena Dutra - Rielle Dutra

Silvia Duarte - Silvio Ramão

Direção

Javier Moná Lapeira

Direção musical

Luiz André da Silva

Preparação Corporal

Vivian Narvaez

Figurinos e Cenários

O Grupo

Fotos

Kiran Federico León

Assessoria de Imprensa

Silvia Abreu

Patrocinio

Petrobras

Lei de Incentivo à Cultura

Ministério da Cultura

Realização

Cadon – Centro de Apoio ao Desenvolvimento Osvaldo dos Santos Neves

Fundação Cultural Palmares

Produção

Grupo Caixa-Preta

SERVIÇO

O QUÊ: Estréia de “Mãe Coragem”, com o Grupo Caixa-Preta: Diego Neimar, Gil Colares, Lucila Clemente, Ravena Dutra, Rielle Dutra, Silvia Duarte e Silvio Ramão. Direção: Javier Mona Lapeira

QUANDO: Dia 31 de outubro, às 17h.

ONDE: Associação Quilombo dos Alpes (Estrada dos Alpes, 1300), Porto Alegre.

QUANTO: Entrada franca

CONTATOS COM O GRUPO: (51) 93022833 (Silvia) / (51) 91220222 (Silvio)

Assessoria de Imprensa: Silvia Abreu (MTB 8679-4) – 25/10/10

Fones: 51- 9145.5313 / 9277.2191 silviaabreu.comunica@gmail.com

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Mãe Coragem, de Brecht, com o Grupo Caixa Preta (Porto Alegre, RS)

espetáculo do Grupo Caixa Preta, de Porto Alegre

Grupo de atores estréia seu primeiro espetáculo de rua.


Caixa-Preta

apresenta

MÃE CORAGEM

Mantendo sua tradição no uso dos elementos da cultura afro-brasileira, o Grupo Caixa-Preta estreia nova montagem inspirado livremente na obra de Brecht, inova no estilo de encenação e traz a Porto Alegre renomado diretor colombiano

O Grupo Caixa-Preta estréia neste domingo, dia 24 de outubro, seu mais novo trabalho: o espetáculo de rua “Mãe Coragem”, livremente inspirado na obra“Mãe Coragem e seus filhos”, do destacado dramaturgo e encenador alemão Bertolt Brecht (1898-1956). A apresentação, que será a primeira de 16 récitas, será às 11h, no Brique na Redenção, em Porto Alegre. No elenco, estão: Diego Neimar, Gil Colares, Lucila Clemente, Ravena Dutra, Rielle Dutra, Silvia Duarte e Silvio Ramão. A montagem tem a direção cênica do colombiano Javier Moná Lapeira, especialmente convidado para dirigir esta encenação. Esta proposta foi vencedora do I° Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-brasileiras, iniciativa do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Osvaldo dos Santos Neves e Fundação Palmares, instituição vinculada ao Ministério da Cultura, com patrocínio da Petrobras.

Em seu novo trabalho, o Caixa-Preta se lança a novos desafios: trabalha com um novo diretor e investiga um outro espaço de encenação, a rua. A experiência com Javier Moná propiciou a pesquisa e a investigação em outro estilo de interpretação: o do distanciamento crítico, proposto por Brecht, em seu famoso método. “Trabalhei com o método de Brecht, mas mantive a pesquisa baseada nos elementos da cultura afro-brasileira, explica Javier Moná. “Minha principal preocupação foi garantir o espírito brechtiano, que defino como um teatro para quebrar esquemas”.

Neste sentido, tudo começará com a relação com o público, que não será convencional. “É no teatro de rua que nascem as grandes mudanças. Trata-se do grande teste para o ator”, avalia. A concepção brechtiana tem muito a ver com o teatro de rua. “No teatro de rua, a nudez da peça é muito maior que em um espaço convencional. A rua deixa claro que a encenação não pretende criar uma ilusão, mas se propõe a criar uma experiência real”.

“Nosso trabalho está focado em quebrar a possibilidade de ilusão que uma peça de teatro em espaço convencional pode gerar. Por isso, optei pela ruptura da psicologia dos personagens”. Na prática, significa que os atores se revezarão na atuação dos diversos personagens, cada qual oferecendo sua própria maneira de interpretação, a partir de suas experiências e vivências pessoais.

Seguindo o método do distanciamento proposto pelo dramaturgo e encenador alemão, Javier teve uma preocupação especial com o tratamento vocal dos atores. “Em Brecht, o tom da encenação é dado pela voz”, explica ele. “Utilizo a técnica do pregão, o que também remete a uma prática do universo africano. Na prática, os atores criam um sotaque próprio para os personagens e para as diferentes atmosferas propostas. Estamos nos arriscando, mas está na hora de quebrarmos alguns conceitos. O teatro precisa reencontrar sua raiz popular”, diz.

Um dos elementos a serem ressaltado em “Mãe Coragem” é a trilha sonora, que terá a importante função de ligar as cenas e sustentar o universo simbólico proposto pela encenação. Sob a direção musical de Luiz André da Silva (Prêmio Açorianos de Melhor Trilha Sonora 2005), será executada ao vivo, por todos os atores. A matriz africana se fará novamente presente, com sua riqueza de ritmos e timbres. Foram criados dois climas musicais: a música angolana e a música nordestina sublinham os momentos mais alegres e as canções típicas da religiosidade afro-brasileira pontuam as cenas mais fortes, densas e trágicas. “O que o público irá ver é uma visão afro-brasileira e latino americana do teatro épico. É uma descentralização conceitual deste universo. Outro destaque da encenação será o cenário, sobre o qual o grupo ainda mantém segredo

Sobre o diretor

Discípulo de Santiago Garcia, diretor do Teatro da Candelária, na Colômbia, Javier Moná Lapeira é ator, dramaturgo e diretor teatral formado pela Escola Nacional de Arte Dramática de Bogotá, onde “penetrou nas entranhas de Bertolt Brecht”. Apesar desta forte influência, ele não se considera um diretor brechitiano. “Minha base de trabalho é uma arte popular e o teatro deve buscar esta expressão”. Antes de se mudar para Porto Alegre, a convite do Caixa-Preta, ele adaptou e dirigiu “A Boa Alma de Setzuan”, outro texto do dramaturgo alemão; “Antígona”, em que transpõe o mito clássico para o conflito armado na Colômbia, e “La Acabación”, texto de sua autoria baseado no romance “O Outono do Patriarca”, de Gabriel Garcia Marquez .

Sobre o Grupo Caixa-Preta

O Grupo Caixa-Preta surgiu no cenário gaúcho em 2002, comprometido com uma investigação cênica tendo como base a cultura, movimentos e inclusão do artista negro de uma forma diferencial no teatro gaúcho. Logo se tornou um dos mais expressivos grupos de teatro do Rio Grande do Sul. Realizou os espetáculos: “TRANSEGUN”, de Cuti (2003); HAMLET SINCRÉTICO (2005), baseado na obra de William Shakespeare; o monólogo MADRUGADA, ME PROTEJA (2007), de Cuti, protagonizada pelo ator Silvio Ramão; ANTÍGONA BR (2008), vencedor do Prêmio Myriam Muniz, da FUNARTE; O OSSO DE MOR LAM (2010), do autor senegalês Birago Diop, estes realizados sob direção de Jessé Oliveira.

Este ano, o grupo estreia o seu primeiro espetáculo de teatro de rua, “Mãe Coragem”, por meio do Primeiro Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-brasileiras, e também tendo um novo conceito de trabalho: convidar diretores para processos de criação e não mais ter diretores como integrantes do grupo, se definindo, agora, com um grupo de atores. Em “Mãe Coragem” o diretor convidado é o colombiano Javier Moná Lapeira. O Grupo também realizou o I, II, III e IV ENCONTRO DE ARTE DE MATRIZ AFRICANA, evento para discussão, apreciação da arte afro-brasileira.

O Grupo Caixa-Preta, ao longo de sua trajetória, demonstra ter um trabalho que desperta o interesse, tanto do público em geral, quanto de especialistas, sempre recebendo críticas unânimes e prêmios que atestam sua qualidade. Em 2007, recebeu o prêmio de melhor espetáculo estrangeiro em Montevidéo com espetáculo HAMLET SINCRÉTICO, além de ter realizado apresentações na Capital e Interior do Uruguai e também em Ribeirão Preto, SP, dentro do Festival Shakespeare – Tradição e Contemporaneidade. O Grupo Caixa-Preta almeja, cada vez mais, uma produção refinada em seus espetáculos, tem sua sede no Hospital Psiquiátrico São Pedro que, a despeito de preconceitos, tem se tornado um centro cultural de referência para a cidade de Porto Alegre

As próximas apresentações

As próximas seis apresentações ocorrerão nos seguintes locais: Quilombo dos Alpes 31/10; Quilombo dos Silva (02/11); Bairro Rubem Berta (04/11); Esquina Democrática/ Andradas (12/11); Usina do Gasômetro (14/11) e Quilombo do Areal (20/11).

FICHA TÉCNICA

Mãe Coragem

Livremente inspirado na obra “Mãe Coragem e seus filhos”, de Bertolt Brecht

Dramaturgia

Grupo Caixa-Preta

Elenco

Diego Neimar - Gil Colares - Lucila Clemente - Ravena Dutra - Rielle Dutra

Silvia Duarte - Silvio Ramão

Direção

Javier Moná Lapeira

Direção musical

Luiz André da Silva

Preparação Corporal

Vivian Narvaez

Figurinos e Cenários

O Grupo

Fotos

Kiran Federico León

Assessoria de Imprensa

Silvia Abreu

Patrocinio

Petrobras

Ministério da Cultura

Lei de Incentivo à Cultura

Realização

Cadon – Centro de Apoio ao Desenvolvimento Osvaldo dos Santos Neves

Fundação Cultural Palmares

Produção

Grupo Caixa-Preta

SERVIÇO

O QUÊ: Estréia de “Mãe Coragem”, com o Grupo Caixa-Preta: Diego Neimar, Gil Colares, Lucila Clemente, Ravena Dutra, Rielle Dutra, Silvia Duarte e Silvio Ramão. Direção: Javier Mona Lapeira

QUANDO? Dia 24 de outubro, domingo, às 11h

ONDE? Brique da Redenção, Porto Alegre

QUANTO? Entrada franca

CONTATOS COM O GRUPO: (51) 93022833 (Silvia) / (51) 91220222 (Silvio)

Assessoria de Imprensa: Silvia Abreu (MTB 8679-4) – 21/10/10

Fones: 51- 9145.5313 / 9277.2191 silviaabreu.comunica@gmail.com

terça-feira, 11 de maio de 2010

Caixa Preta apresenta "O Osso de Mor Lam" (Porto Alegre / RS)


O Osso de Mor Lam


Estreia em 15 de maio o novo espetáculo do Grupo Caixa-Preta, na Sala Álvaro Moreyra, o espetáculo O OSSO DE MOR LAM, dirigida por Jessé Oliveira. Esta é a primeira montagem do grupo para um texto de autor africano, o senegalês Birago Diop. Esta peça foi encenada em 1979 no Festival de Avignon por Peter Brook.

Assim como em Hamlet Sincrético e Antígona Br, o Grupo aproximou a Europa da África, com Osso de Mor Lam faz o caminho inverso, tornando mais ocidental e mais brasileiro uma narrativa originalmente africana. A montagem evolui a partir da apropriação e releitura do original, buscando componentes que situam a obra num contexto sugestivamente brasileiro.

O que: O OSSO DE MOR LAM

Quando: de 15 de maio a 06 de junho, 20h (sábados e domingos)

Onde: Sala Álvaro Moreyra, Av. Érico Veríssimo, 307

Quanto: R$ 20,00(inteira) R$ 10,00 (meia)

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Grupos / CAIXA PRETA (Porto Alegre, RS)

O que tem feito Grupo Caixa Preta (de Porto Alegre)

"Hamlet Sincrético"


11/12/2009
Grupo Caixa-Preta realiza o IV Encontro de Arte de Matriz Africana em Porto Alegre (como foi)

Ocorre, de 14 a 20 de dezembro (de 2009), o IV Encontro de Arte de Matriz Africana realizado pelo Caixa-Preta, desde 2006, visando promover uma aproximação entre as diversas modalidades artísticas de matriz africana, de teatro, dança, artes plásticas e cinema do Rio Grande do Sul e do Brasil.

O evento possibilita a troca de experiências, pesquisas estéticas e conhecimentos ocupando espaços tradicionais dedicados às artes cênicas. É uma celebração à diversidade e à brasilidade, marcada pela afirmação das múltiplas identidades populares. As atividades ocorrerão no Teatro de Arena, no Teatro Renascença e na Sala Álvaro Moreyra, entre outros espaços de Porto Alegre A cada ano, é eleito um eixo temático.

Na primeira edição, a aproximação dos grupos; na segunda, a noção de quilombos culturais, por meio dos espaços dos realizadores, e para esta edição o eixo escolhido é o teatro e a dança negros e suas linguagens contemporâneas. Segundo Jessé Oliveira, o objetivo do encontro é “criar uma rede solidária entre estes agentes propiciando o debate sobre uma política cultural que garanta a continuidade e o aperfeiçoamento das ações realizadas pelos grupos de teatro e dança negros e sua sobrevivência”.

Durante sete dias, o Caixa-Preta, em conjunto com a Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre e outros colaboradores, promoverá apresentações de espetáculos, leituras dramáticas, mostras fotográficas, oficinas e debates sobre a produção artística negra, favorecendo a discussão sobre a arte de matriz africana e estabelecendo parâmetros estéticos com vistas a propor novos modelos. Todas as atividades terão entrada franca.

A quarta edição trará novidades, entre elas o espetáculo “Ensaio Sobre Carolina”, do Grupo Os Crespos, formado por Gal Quaresma, Lucelia Sergio e Sidney Santiago e o “Espetáculo”, de Luiz de Abreu (“Samba do Crioulo Doido”), além de Júlio Moracen (Cuba), Toni Edson (Florianópolis) e Evani Tavares (Salvador) e Hilton Cobra (Rio de Janeiro).

Também haverá a estréia do mais recente espetáculo do Caixa-Preta, “Estudo sobre O Osso de Mor Lam”, a partir do texto "O Ossso de Mor Lam", do senegalês Birago Diop, sob direção de Jessé Oliveira, sendo a primeira incursão do grupo à dramaturgia africana. Depois do impacto de obras como “Hamlet Sincrético” e “Antígona Br”, o Grupo investe numa linguagem despojada, abusando da convenção teatral como recurso cênico.

O IV Encontro de Arte de Matriz Africana destacará, ainda, o espetáculo de dança “Chão”, da companhia Xirê – Jogo de Dança, com o bailarino Robson Duarte, e “Madrugada, Me Proteja”, ambas com direção de Jessé Oliveira. A realização de espetáculos, oficinas, debates e painéis referentes ao teatro, à dança e à performance objetiva estabelecer uma verdadeira troca de experiências e saberes acumulados ao longo das carreiras de cada núcleo cultural.

Programação:

Espetáculos de outros Estados: - Ensaio sobre Carolina – Os Crespos (São Paulo) - Espetáculo – Luiz de Abreu (Salvador) - Afrocanto, afrocontos (Florianópolis) Espetáculos locais: - Estudo Sobre O Osso de Mor Lam (Caixa-Preta) - Chão (Xirê Teatro e Dança) - Madrugada, Me Proteja (Caixa-Preta) - Estandarte do Samba – música - Canto de Cravo e Rosa (Bando de Brincantes) teatro infantil Oficinas: Oficina - A Capoeira de Angola no Treinamento do Ator - Evani Tavares (Salvador) Afro contos - Toni Edson (Florianópolis) - Oficina Caixa-Preta de Música, com Luiz André da Silva (Porto Alegre)

Debate: A performance negra e teatralidade contemporânea Julio Moracen – ator diretor e professor (Cuba) Jose Fernando Azevedo - São Paulo diretor e professor Evani Tavares - atriz e pesquisadora – (Salvador) O artista negro e sua formação – o contexto educacional Toni Edson – ator, diretor e professor Luiz de Abreu ( Salvador) bailarino e coreógrafo Jessé Oliveira - Diretor e iluminador Leandro Machado (Porto Alegre) e Grace Patterson

Outras atrações: Feijoada Preta - dia 20 de dezembro, 12h A tradicional feijoada será preparada pelo gourmet Dagoberto Lucas Barreto e irá ocorrer no saguão do Centro Municipal de Cultura (Avenida Erico Veríssimo, 307).

Participação especial da banda General Groove.

Festa do Embaraço - Dia 18 de dezembro, sexta-feira, 23h

Extraordinariamente inovadora, a Festa do Embaraço traz performaces com atores do grupo CAIXA-PRETA, shows com artistas convidados, além de muita Black Music. O grupo busca, desta forma, valorizar aqueles cantores negros que fazem e fizeram parte da história da música nacional e internacional.

Em sua VI Edição, a Festa do Embaraço chega agitando o coração da Cidade Baixa, no Mr. Dam - PUBlic Ambient (José do Patrocínio, 824), ao som de DJ Fausto e banda B&B, além de muitas surpresas reveladas pelos atores do grupo. Ponto de Encontro - com DJ Guto (Africanamente) – Saguão do Centro Municipal de Cultura - Avenida Erico Veríssimo, 307

Informações sobre grupos visitantes Ensaio sobre Carolina – Os Crespos (São Paulo) A Companhia Os Crespos é uma das mais importantes de São Paulo, entre seus componentes estão Sidnei Santiago, que atuou na novela Caminho das Índias, como o jovem com distúrbio mental, e por Gal Quaresma, ex-integrante do Bando Olodum e da Uzyna Uzona, no espetáculo Os Sertões. Baseado em Quarto de Despejo, Diário de Uma Favelada, diário da catadora de papel Carolina Maria de Jesus (1914-1977), flerta com a performance num espetáculo moderno e vigoroso. Em 2007 o grupo excursionou pela Alemanha, participou do Festival Theaterformer e uma curta temporada no Teatro Volksbühne, em Berlim. No mesmo ano a companhia estreou Ensaio sobre Carolina, com a direção de José Fernando de Azevedo (professor da Escola de Artes Dramáticas da USP, dramaturgo e diretor integrante do Teatro de Narradores, em São Paulo).

Espetáculo – Luiz de Abreu (São Paulo/ Salvador) De Luiz de Abreu, um dos mais destacados e polêmicos bailarinos do País. Esteve no Porto Alegre em Cena com o badalado e discutido “Samba do Crioulo Doido”, que circulou por todo Brasil, além de visitar América do Norte e Europa. Realizador ligado à pesquisa formal que dialoga com a questão racial, por meio de uma estética vigorosa e provocativa.

Estudo sobre O Osso de Mor Lam – Caixa-Preta (Porto Alegre) O mais recente espetáculo do Caixa-Preta, que pela primeira vez encena texto de autor africano, o senegalês Birago Diop, que já foi realizado por Peter Brook, em 1979. O Grupo investe, cada vez mais, em uma linguagem corporal acentuada e em signos culturais de forte apelo visual. Chão – Xirê – Jogo de Dança (Porto Alegre) O já experimentado espetáculo transita por elementos da cultura religiosa afro-brasileira e, ao mesmo tempo, flerta com o que há de contemporâneo na dança. Participou de eventos ligados à dança como Dança Alegre Alegrete e Mostra SESC, Diálogos da Dança, além de ter cumprido roteiro de apresentações em terreiros da Cidade e do Interior do Estado.

Madrugada, Me Proteja – Caixa-Preta (Porto Alegre) Trabalho do Caixa-Preta, com texto de Cuti (Transegun), primeiro solo de Silvio Ramão, um dos integrantes mais destacados do Grupo, indicado ao Açorianos de Melhor Ator Coadjuvante, em 2005, por Hamlet Sincrético.

Assessoria de Imprensa: Silvia Abreu (MTB 8679-4) -

Fone: (51) 92772191 – 84869779 - 08/12/09



(em 2007)

Hamlet Sincrético, inspirado no clássico de William Shakespeare, com o grupo Caixa-Preta, de Porto Alegre, formado por artistas negros – é a atração do sábado, 24 de março, às 21h, e do domingo, 25 de março, às 19h, do Festival Shakespeare - Tradição e Atualidade. mostrando a vasta e rica produção do mais encenado dos dramaturgos, o inglês William Shakespeare (1564-1616).

Dirigida por Jessé Oliveira, Hamlet Sincrético é uma montagem que transita pelo sincretismo cultural e religioso, especialmente nos cultos afro-brasileiros, no catolicismo popular e no pentecostalismo como elementos de negação da identidade, que permeiam toda a trama.

Os personagens são encarnações de tipos ou personagens da mitologia cultural negra, em especial das religiões afro-brasileiras: Hamlet, por ser aquele que busca a justiça, está associado ao orixá Xangô; o Fantasma Hamlet, o pai assassinado, é Oxalá; Gertrudes é uma espécie de eterna rainha do Carnaval e Polônio é um ex-babalorixá que se converteu e virou um pastor evangélico, que nega sua cultura, enquanto que Cláudio é Zé Pelintra por seu caráter amoral.

São usadas referências musicais de matriz africana e alguns personagens possuem uma música-tema para sublinhar suas características e, ao mesmo tempo, criar uma atmosfera simbólica, principalmente por meio de cânticos religiosos.

Em seu primeiro trabalho, Transegun, o grupo Caixa-Preta imprimiu uma marca – um forte acento na questão plástica e musical – e estes elementos são aprofundados em sua segunda montagem, Hamlet Sincrético, que estreou em 20 de maio de 2005.

A montagem recebeu seis indicações ao Prêmio Açorianos de Teatro em 2005: espetáculo, direção (Jessé Oliveira), trilha sonora (Luiz André da Silva), ator coadjuvante (Silvio Ramão), atriz Coadjuvante (Glau Barros) e figurinos (Adriana Rodrigues e Gil Collares). Venceu na categoria trilha sonora, cujo compositor, o maestro Luiz André da Silva, utilizou referências musicais de matriz africana para criar uma atmosfera simbólica, por meio dos cânticos religiosos do batuque, umbanda e seu sincretismo, bem como dos sambas enredos. A peça ainda recebeu o Troféu RBS de Melhor Espetáculo pelo Júri Popular.


O Caixa-Preta surgiu no cenário gaúcho em 2002, tendo em pouco tempo se tornado um dos mais importantes e inquietos grupos do Rio Grande do Sul. Além de Transegun e Hamlet Sincrético, também realizou a leitura dramática de Berço Esplêndido, de Carlos Carvalho, dentro do ciclo de leituras em homenagem ao autor, promovido pelo Solar dos Câmara/Assembléia Legislativa do Estado.


Em 2006, o grupo realizou novas temporadas de Hamlet Sincrético, estreou o monólogo Madrugada, me Proteja, de Cuti, protagonizado por Silvio Ramão e dirigido por Jessé Oliveira, e montou um novo espetáculo baseado em contos africanos. Participou do Encontro de Arte de Matriz Africana.


No último dia 14 de março, o Caixa-Preta conquistou o público uruguaio, ao se apresentar no pátio do histórico prédio do Cabildo (erguido no século 19), para um público de mais de 300 pessoas, dentro da programação do projeto Expresso Porto Alegre.