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segunda-feira, 21 de março de 2011

Leitura dramática da peça Amor Barato no Teatro Vila Velha (Salvador, SP)


AMOR BARATO / LEITURA DRAMÁTICA

Uma estranha paixão vivida nos esgotos da cidade é o tema principal de AMOR BARATO, musical inédito escrito por Fábio Espírito Santo que tem leitura dramática marcada para esta terça-feira, às 19h, no palco principal do Teatro Vila Velha, com entrada franca.

AMOR BARATO é um texto para teatro musical escrito para adultos e inspirado na fábula infantil “O Casamento de Dona Baratinha”. A trama se passa nos tempos atuais, ambientada no submundo dos esgotos de uma metrópole brasileira e narra a trágica e bizarra história do amor impossível entre um rato e uma barata. Ele, filho de um senador corrupto, ela, de um inescrupuloso mega-empresário da comunicação. Neste mundo subterrâneo e perigoso, representação da vida dos humanos, nossos heróis passarão por diversas provações para viver este excêntrico romance, com trágico final num domingo de sol, samba e feijoada.

A leitura dramática será dirigida pelo próprio autor e contará com a participação dos atores Diogo Lopes Filho, Luísa Prosérpio, Chica Carelli, Urias Lima, Rui Manthur, Evelin Buchegger, Gordo Neto, entre outros.

O projeto AMOR BARATO foi vencedor do edital de Apoio ao Desenvolvimento de Textos Dramatúrgicos no Estado da Bahia, promovido pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia/Fundo de Cultura/Funceb.

SOBRE O AUTOR:

Fábio Espírito Santo é dramaturgo, iluminador e diretor teatral. Graduado em Cinema e Vídeo, possui especialização em “Roteiros para audiovisual”.

Como dramaturgo, é premiado pelo texto “A Farsa da Usura” (SC.1998) e tem indicação ao prêmio Braskem/2010 pela comédia “Matilde, la cambiadora de cuerpos”.

Em seus trabalhos como diretor, constam a direção artística do concerto/dvd “Yeyê Omó Ejá – Mães D´água” (BSB/BA), além dos espetáculos: “Sobre Flores no Asfalto Quente” (2009); o circense “Histórias Contadas de Cima” (2008) e a comédia “Divorciadas, Evangélicas e Vegetarianas” (2005).

No campo do audiovisual, destacam-se o roteiro e a direção do curta-metragem “Cabidela” (2005) e Onde está Lynch?” (2002) vídeo premiado em festivais de Santa Maria (RS) e Rio de Janeiro (VídeVideo/RJ).

Como iluminador cênico, recebeu o prêmio Braskem de Teatro/2008 pela iluminação dos espetáculos “O olhar inventa o mundo”, “Batata” e “Casa número nada”. Trabalhou com os mais influentes diretores e companhias de teatro e dança de Salvador.

diretor do Teatro Vila Velha (2008/09); diretor técnico de casas de espetáculos e eventos, além de trabalhar na elaboração e coordenação de projetos culturais.

SERVIÇO:

Evento: Leitura Dramática

Texto: “Amor Barato”

Autor: Fábio Espírito Santo

Dia: 29/03/2011 – terça-feira

Hora: 19h

Local: Teatro Vila Velha (71.30834600)

Ingresso: Entrada Franca

*Este é um projeto vencedor do edital de Apoio ao Desenvolvimento de Textos Dramatúrgicos no Estado da Bahia, promovido pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia/Fundo de Cultura/Funceb.

CONTATO:

fabioespiritosanto@gmail.com

71.9177.9339

Skype: fabio.espirito.santo

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Leitura de peça inspirada em livro de Maitena, no Auditório da Folha (SP)

foto: Lenise Pinheiro

Personagens de Maitena ganham versão para o teatro


GUSTAVO FIORATTI da Reportagem Local

As figuras femininas da quadrinista argentina Maitena em geral não possuem nomes. São espelhos imperfeitos de uma mulher universal: neuróticas, fúteis, expansivas. Mas em "Mulheres Alteradas", adaptação brasileira de seu trabalho para o palco, que ganha sua primeira leitura hoje no auditório da Folha, um fortuito retrato do mesmo universo cria três personagens distintas, essas sim batizadas, Lisa, Alice e Norma.

O texto, escrito por Andrea Maltarolli, em uma breve apresentação na primeira página, já dá pista de quem são essas três mulheres: Lisa (Mel Lisboa) é mãe, fútil, inteligente, separada; Alice (Daniele Valente) é rica, solteira, avoada; e a executiva Norma (Chris Couto), pragmática, casada, tem dois filhos. Sobra espaço no elenco para André Bankoff, que atua como vários personagens masculinos, esses sim sem nome, como se por trás alguém bravejasse "bem-feito!". As rubricas serão lidas por Maurício Machado.

Os atores Mel Lisboa, Daniele Valente, Chris Couto e André Bankoff estão no elenco da montagem "Mulheres Alteradas"

A ideia de transformar o trabalho de Maitena em teatro partiu de Eduardo Figueiredo, que dirige a peça. O diretor também palpitou no texto de Maltarolli, que morreu no ano passado.

A parceria entre eles tentou reproduzir a agilidade dos quadrinhos, prezando pela brevidade de suas piadas. O resultado é quase que um retalho de esquetes costuradas por mudanças ágeis de cenário.

A base do trabalho são os próprios quadrinhos que Maitena já levou a mais de 20 países, seguindo o sucesso de suas tiras para o jornal argentino "La Nación". No Brasil, Maitena tem coleções que foram publicadas pelas editoras Planeta e Rocco; também faz semanalmente quadrinhos para o caderno Equilíbrio, da Folha.

Segundo Figueiredo, a quadrinista, de início, resistiu em vender os direitos autorais de sua obra. Estava preocupada com a transposição para o palco de um tipo de trabalho que, por natureza, é curto, ligeiro.

Houve um trabalho de convencimento, e Maitena, por fim, fechou contrato. Depois de o espetáculo pronto, leu o texto final e não pediu nenhuma modificação.

A comicidade do texto dá conta do olhar crítico da cartunista, com mulheres se descabelando por dilemas fúteis diversos. Valeria mais investir em uma academia ou pagar o analista para manter a autoestima lá em cima? Como dizer para a vendedora da loja "tamanho P" quando a realidade pede por "M", quem sabe um "G"? Qual a melhor forma de induzir um pretendente à armadilha de um casamento?

Nem mesmo crianças e adolescentes --os filhos das personagens-- escapam ilesos. A menina que passa horas a fio falando bobagens ao telefone revela o patético feminino já em seus primeiros anos de vida.

MULHERES ALTERADAS

Onde: auditório da Folha (al. Barão de Limeira, 425, Campos Elíseos, tel. 3224-3473)

Quando: hoje, às 20h

Quanto: grátis; os interessados em assistir podem se inscrever até as 19h pelo telefone 0/XX/ 11/3224-3473 ou pelo e-mail eventofolha@grupofolha.com.br , informando nome, telefone e RG.

Classificação: 12 anos

quinta-feira, 15 de abril de 2010

leitura de A PROCURA DE EMPREGO, pelo Teatro da Vertigem (SP)

Antonio Araujo

Antonio Araújo, do Teatro da Vertigem, dirige leitura dramática do texto A procura de Emprego (La demande d’emploi) do francês Michel Vinaver

Com patrocínio da Petrobras, o Teatro da Vertigem realiza no dia 20 de abril de 2010, terça, 21h, em sua sede (Rua Treze de Maio, 240 1º andar, Bela Vista, São Paulo) a leitura dramática do texto A procura de Emprego, de Michel Vinaver, com direção de Antonio Araújo e participação dos atores Eucir de Souza, Carol Bianchi, Luciana Schwinden e Roberto Audio. O evento tem entrada franca.

O Teatro da Vertigem se prepara para, nos próximos meses, realizar vários ciclos de palestras, leituras e seminários sobre assuntos pertinentes ao grupo. Em maio, às segundas-feiras, o tema será “Bom Retiro: sociabilidade urbana e segregação”, com organização de Eduardo Fragoaz. Às terças-feiras, o grupo se debruça no Ciclo de leituras sobre novos diretores.

Em julho e agosto a companhia organizará mais dois módulos de palestras, com temas e convidados a serem confirmados.

Sinopse do texto A Procura de Emprego

Desempregado há três meses, um diretor de vendas procura uma nova ocupação. Ao mesmo tempo em que ele se submete a questionários elaborados como máquinas infernais, ele enfrenta sua filha "de esquerda" e sua mulher, que tem dificuldades em suportar a perda de um quadro de vida seguro. A procura de emprego, texto escrito em 1970, reflete os conflitos e as transformações de uma família de classe média tradicional, imersa no cenário de agitação política e estudantil da França, no final da década de 1960.



Michel Vinaver

Nasceu em 1927 em Paris. Publicou dois romances pela Editora Gallimard em 1950 e 1951. Entrou em 1953 em uma empresa multinacional, fabricante de produtos de grande consumo, onde foi executivo até 1980 tornando-se depois diretor geral em diferentes países da Europa. Escreveu sua primeira peça em 1955 enveredando, desde então, em um percurso de escritor de teatro que ele conduziu em paralelo com suas carreiras - primeiramente industrial - e depois universitária. Entre 1982 e 1991, foi professor de estudos teatrais de Paris 3 e Paris 8 (Université de la Sorbonne Nouvelle). Suas obras publicadas são: Les Coréens (Os Coreanos), Les Huissiers (Os Fiscais), Iphigenie Hôtel (Hotel Iphigenie), La demande d’emploi (A procura de emprego) Dissident, il va sans dire (Dissidente sem dúvida), Nina c’est autre chose (Nina é diferente), A la renverse (A cair para trás), Les Trauvaux et les jours (Os Trabalhos e os dias), L’Ordinaire (O Ordinário), Les Voisins (Os Vizinhos), L’Emission de télévision (O programa de televisão), King (Rei), L’Objecteur (O Replicador), e 11 septembre 2002 / 112 september 2002 (11 de setembro de 2001 / 112 september 2002).

Serviço

Leitura dramática

A Procura de Emprego

de Michel Vinaver

com direção de Antonio Araújo

Sede do Teatro da Vertigem

Rua Treze de Maio, 240 1º andar, Bela Vista, São Paulo

Fone: 11 3255 2713 – Entrada Franca

Lotação: 50 lugares Recomendação: 14 anos Duração: 120 minutos

Patrocínio do grupo: Petrobras

quarta-feira, 3 de março de 2010

Leitura de "I HATE HAMLET" no Centro Brasileiro Britânico, São Paulo / SP

Pessoal,


convido todos para a leitura dramática da peça "I Hate Hamlet", de Paul Rudnick, nesta quinta, às 19h, na Biblioteca do Centro Brasileiro Britânico.

A leitura faz parte de um ciclo de leituras de peças britânicas e americanas contemporâneas organizado pela Cultura Inglesa, coordenado por mim e por Laerte Mello, e que tem início neste mês.

Mais informações abaixo.

Bjs e abs,

Rodrigo Haddad

http://rodrigohaddad.wordpress.com/ 

.....

Dia 04, quinta-feira


"I Hate Hamlet", de Paul Rudnick

Um astro da TV compra um apartamento em Nova York e é convidado a interpretar Hamlet em pleno Central Park. Só que ele odeia a peça. Ao mesmo tempo ele recebe outro convite, para estrelar em Hollywood uma nova série de TV, tosca, mas que lhe dará rios de dinheiro. Eis que surge então o fantasma do ex-morador do apartamento, o ator John Barrymore, um dos mais famosos Hamlets de todos os tempos e que tenta convencê-lo a encarar a tragédia de Shakespeare.

o dramaturgo britânico Paul Rudnick


Tradução: Rodrigo Haddad

Elenco: Alexandre Ogata, Bruno Accioly, Gabriela Arantes, Juliana Gonçalves, Laís Marques e Rodrigo Haddad

Idioma: Português

Classificação etária: adulto

Horário: das 19h às 21h

Duração: 120 min.

Local: Biblioteca e Centro de Informação

Rua Ferreira de Araújo, 741 - Térreo

Pinheiros - São Paulo - SP

Inscrição por email: centro.info@britishcouncil.org.br

Inscreva-se já enviando um email para o endereço acima. As vagas são limitadas.